Publicidade digital alcançará US$ 9 bi na América Latina

Os investimentos feitos em publicidade no ambiente digital deverão alcançar o montante de US$ 9,17 bilhões na América Latina em 2019. A previsão faz parte da edição deste ano do estudo Latin America Ad Spending, realizado pela consultoria eMarketer.

De acordo com a pesquisa, a expectativa é que, até o ano de 2023, sejam investidos US$ 82, 1 bilhões em publicidade digital na região. Desse valor, mais de US$ 5 bilhões deverão ser direcionados para a mídia mobile. A pesquisa da eMarketer foi realizada com base em números fornecidos por agências e empresas digitais do continente, entre elas, a Logan, presente em oito países latino-americanos (entre eles, o Brasil).

Pelos cálculos da eMarketer, o investimento total gerado pela publicidade em 2019 será 14,1% do que no ano anterior. Apesar da perspectiva positiva para o setor, a pesquisa ressalta que a evolução da publicidade digital na região ainda é inferior à média mundial e que o mobile tende a ser o pilar que puxará a maior parte dos investimentos da área, sobretudo com a sofisticação dos smartphones e a ampliação do acesso aos serviços de internet.

O relatório projeta, ainda, que o Brasil continuará sendo, ao final de 2019, o maior mercado de anúncios mobile da América Latina, respondendo por 50,7% de toda a verba publicitária do segmento na região. Na sequência estará o México, com uma fatia de 17,7%, seguido da Argentina, com 4,2%.

Considerando o investimento geral em publicidade digital, o Brasil também fica na liderança. A estimativa é que, ao final de 2019, o País responda por 53,7% de todo o valor investido em mídias digitais na América Latina.

Fonte: Meio e Mensagem

Na economia digital, confiança de marca se torna prioridade

4ª edição do estudo global Future Focus da iProspect mostra estratégias das empresas em um ambiente de negócios digital, hipersensível e com baixa confiança e atenção

A confiança sempre foi a base dos mercados financeiros, da política e dos relacionamentos. No entanto, esta percepção vem caindo em todo o mundo: apenas um em cada quatro diz que a maioria das pessoas pode ser confiada, apenas 40% acreditam que os meios de comunicação fazem um bom trabalho para distinguir a ficção da realidade e apenas 26% acreditam que as empresas são transparentes no uso de seus dados pessoais. De outro lado, a atenção nunca foi tão escassa, com 62% das pessoas das 23 maiores economias admitindo que estão constantemente olhando para telas – segundo a Apple, usuários do iPhone destravam seus aparelhos 80 vezes ao dia em média e passam mais de 2 horas por dia em redes sociais.

Neste cenário, em 2019, a confiança de marca ganhou um papel central. É o que aponta a 4ª edição do Future Focus, estudo global da iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 55 países. Para a análise, a iProspect entrevistou 300 clientes globais, incluindo empresas do FTSE 100 e do Fortune 500, e utilizou dados de pesquisa primárias com amostras superiores a 10 mil pessoas. O relatório também inclui entrevistas exclusivas com líderes globais de empresas como The New York Times, IBM, Microsoft, Hilton, The Economist, Rachel Zoe, Inc. e AccorHotels. O estudo aponta que 88% dos gestores de marketing entrevistados tem a confiança de marca como sua prioridade para 2019 e 76% afirmam também que a confiança é importante para manter seus clientes consumindo sua marca.

“À medida que a tecnologia borra mais a linha entre troca de informações e de bens/serviços, a confiança do consumidor se torna ainda mais primordial. Confiança já não é mais apenas uma questão, mas sim a questão”, afirma Bruno Mosconi, diretor geral da iProspect Brasil. O executivo completa ainda que “para reconquistar a confiança, as marcas precisam adotar princípios que respeitem, respondam e valorizem a escassez de tempo das pessoas”. O Future Focus aponta que a confiança está baseada em três pilares principais: Credibilidade, Relevância e Confiabilidade. O estudo mostra também que cada pilar ganhou contornos novos, frente a um cenário de comunicação hipersensível.

A Credibilidade foi fortemente impactada pelas fake news, pela maior preocupação com dados pessoais e por novas normas de gestão de dados. “Neste novo contexto, os consumidores esperam mais responsabilidade, transparência e prestação de contas antes de dar sua confiança. As marcas precisarão redobrar seus esforços para aparecem como opções confiáveis”, ressalta o diretor geral da iProspect. Três fatores podem auxiliar a marca nesta área. Primeiro, o estabelecimento de um propósito de marca forte e o envolvimento ativo em questões sociais (a maioria da população, especialmente os milennials, considera este engajamento uma obrigação moral). Segundo, a comunicação das marcas deve se basear em estratégias de produção de conteúdo, posicionamento em buscas e presença em mídias sociais. E, por fim, as marcas devem utilizar a tecnologia, com destaque para a inteligência artificial, bots e ativação por voz, para possibilitar a entrega em larga escala e com segurança da promessa de marca.

Já a busca pela Relevância está associada ao uso correto de dados para o desenvolvimento de experiências individualizadas, a integração dos recursos digitais a vida cotidiana das pessoas e o investimento na crescente utilização das assistentes digitais acionados por voz. “Embora os profissionais de marketing possam acessar mais dados do consumidor do que nunca, eles precisarão avaliar cuidadosamente cada um para se concentrar naqueles que podem realmente ajudar a melhorar a experiência do consumidor, online e offline. Além disso, compra, pequenas tarefas e buscas por voz já são uma realidade e este ponto de contato tende a excluir os demais e as marcas não podem ficar de fora”, explica Bruno Mosconi.

A Confiabilidade, por sua vez, se refere à percepção de qualidade na interação do consumidor com as marcas, seja ela oriunda de experiências próprias ou de terceiros. A importância deste fator vem crescendo, sendo que muitos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma conveniência maior. A maioria dos gestores de marketing (58%), inclusive, consideram que construir uma experiência de marca mais conveniente irá alavancar mais o crescimento dos negócios do que o fortalecimento de marca. A busca por mais conveniência para o consumidor deve começar pela reanálise deste quesito em todos os canais digitais da marca. Os feeds de informação sobre produtos e serviços merecem especial atenção. Eles devem ser precisos, detalhados e constantemente enriquecidos. Se a marca conseguir manter esse padrão de informação em todos os pontos de contato, mais forte ainda será a mensagem. Por fim, os marketplaces podem alavancar os e-commerces das empresas, uma vez que eles vêm influenciando cada vez mais a decisão de compra.

“Na era conveniência, os profissionais de marketing precisarão equilibrar corretamente seus esforços entre construir suas marcas e projetar soluções altamente convenientes. Eles terão que remover o atrito em qualquer lugar onde os consumidores se envolvam com a marca: website, escritórios, mídias e plataformas de vendas”, concluiu o diretor da iProspect Brasil.

Fonte: Proxxima

Criador do Linux diz que redes sociais são doenças da atualidade

Todos sabemos que nem todo mundo sabe se comportar direito em redes sociais e as plataformas condicionam ao uso contínuo — duas das maiores críticas ao ambiente digital. Agora, quem falou um pouco mais sobre isso foi o criador do software livre Linux, o finlandês Linus Torvalds, e ele não poupou as maiores empresas do segmento de duras críticas, chamando gigantes como FacebookTwitter e Instagram de “lixo” e “doença”.

“Eu absolutamente detesto as ‘mídias sociais’ modernas, como o Facebook, o Twitter e o Instagram. São uma doença e parecem encorajar o mau comportamento”, disse, em entrevista ao Linux Journal, ao ser perguntado o que “consertaria” na tecnologia atual.

“O modelo de ‘curtir’ e ‘compartilhar’ é apenas lixo. Não há esforço, nem controle de qualidade. Na verdade, é tudo voltado para o reverso do controle de qualidade, com os menores denominadores comuns, clickbaits e coisas projetadas para gerar uma resposta emocional — muitas vezes uma ofensa moral.”

Anonimato complica ainda mais as coisas, diz Torvalds

Torvalds não é conhecido por ser bem-humorado, mas o que ele pensa a respeito é algo que vem se tornando mais comum nos últimos anos. Temos acompanhado uma queda acentuada de pessoas em redes sociais, especialmente por conta de assédio, mau comportamento, pepinos envolvendo privacidade e terrorismo.

Segundo Torvald, uma das causas dos problemas é o anonimato, que já ajuda o pessoal que alimenta um comportamento tóxico a se esconder na web. “Quando você nem mesmo coloca seu nome no seu lixo, ou no lixo que você compartilha, isso não ajuda.” Para ele, os usuários não deveriam ser permitidos a compartilhar ou “curtir” coisas sem provar suas identidades em primeiro lugar.

Nem o Facebook e o Instagram, ou Twitter, comentaram essas declarações até o momento.

Fonte: Tecmundo

Facebook enfim dirá claramente nos termos de uso que ganha dinheiro direcionando anúncios a usuários

Enquanto o Facebook não é alvo de forte regulação nos EUA e em outras partes do mundo, a rede social vai fazer algumas alterações em seus termos de uso após pressão da União Europeia. Na prática, a plataforma terá de ser clara sobre seu modelo de negócio para os usuários, informando que é gratuito, pois a companhia ganha dinheiro ao direcionar propagandas para os membros do serviço.

A União Europeia explica melhor o tipo de esclarecimento que eles querem que o Facebook expresse claramente aos usuários: que o Facebook vende para terceiros informações baseadas no uso de dados dos perfis.

Apesar de a rede ter concordado com as propostas da União Europeia, o Facebook tem até junho de 2019 para atualizar os termos de uso.

O escrutínio sobre o Facebook na Europa vem após a polêmica da Cambridge Analytica, em que dados de um teste de personalidade foram usados em um contexto político. A Comissão Europeia quer que a rede seja cada vez mais clara ao informar como ganha dinheiro e de onde vêm as receitas da empresa. Pode parecer um pouco óbvio para quem é do ramo de tecnologia, mas, aparentemente, mesmo na Europa, não existe muito bem a noção de que os dados dos usuários são a mina de ouro da companhia de Mark Zuckerberg.

“Termos de uso mais claros são bem-vindos, mas não resolvem o problema inerente ao modelo de negócio do Facebook, que foi construído na exploração e monetização extensas da privacidade das pessoas, na dominação de mercado na Europa e preocupações sobre o cumprimento da lei de privacidade europeia”, disse Ursula Pachl, vice-diretora geral do BEUC (Bureau Européen des Unions de Consommaterus), órgão de fiscalização de direitos do consumidor da União Europeia, ao TechCrunch.

Além dessa questão sobre modelo de negócio, informa a União Europeia, o Facebook também alterou:

  • Sua política de limitação de responsabilidade e reconhece agora sua responsabilidade em caso de negligência, por exemplo, no caso de dados terem sido usados de indevidamente por terceiros.
  • Seu poder de alterar unilateralmente os termos e condições, limitando-se a casos em que as alterações sejam razoáveis, tendo em conta o interesse do consumidor.
  • As regras relativas à retenção temporária de conteúdos suprimidos dos consumidores. Esse conteúdo só poderá ser retido em casos específicos — por exemplo, para cumprir um pedido de uma autoridade — e por um período máximo de 90 dias em caso de razões técnicas.
  • A linguagem que esclarece o direito de recurso dos usuários quando o conteúdo deles for removido.

Ao TechCrunch, um porta-voz do Facebook informou que as mudanças nos termos de serviço ocorrerão globalmente, e não só no território europeu. “Temos trabalhado muito neste ano para explicar melhor como o Facebook funciona, quais dados coletamos e como nós os utilizamos. Como parte desse esforço contínuo, atualizaremos os termos de serviço para ser mais claros em como o Facebook ganha dinheiro. Várias das atualizações (nos termos) são resultado de nosso trabalho com o a rede de proteção ao consumidor europeia (CPC, na sigla em inglês), mas nós faremos essas mudanças globalmente.”

No ano passado, havia rumores de que a União Europeia estaria preparando uma multa de bilionária por causa de uma falha de segurança que permitia o acesso a credenciais de 50 milhões de contas. A cobrança ainda não chegou, mas nada impede que Bruxelas (Bélgica), sede da União Europeia, escreva um talão de multa e mande para Menlo Park, a sede do Facebook na Califórnia.

Lógico, isso não é sinal de que as coisas estão tranquilas para o Facebook na Europa. Como notou Ursula em sua fala, a rede ainda é investigada pela sua dominação de mercado e por possíveis violações do GDPR.

Fonte: GIZMODO BRASIL

Facebook diz que instabilidade desta quarta-feira não tem relação com ciberataque

Uma falha de origem ainda desconhecida impediu, nesta quarta-feira (13), o acesso ao Facebook e ao Instagram em várias partes do mundo. Pelo Twitter, em um post publicado à tarde, a empresa informou estar trabalhando para resolver o problema o quanto antes, e indicou que a falha não estava relacionada com um ciberataque do tipo “DDoS”, como são conhecidos os Ataques Distribuídos de Negação de Serviço, que sobrecarregam os servidores com uma alta demanda de conexões.

Os usuários reclamavam no Twitter de não conseguir acessar ou de ter acesso limitado ao Facebook e ao Instagram. Segundo o site especializado downdetector.com, os problemas eram mais perceptíveis na América do Norte e na Europa, mas usuários de outras regiões também deram conta da falha, incluindo o Brasil.

A rede social, com 2,3 bilhões de usuários ativos, registrou uma falha notável em novembro, atribuída a um “problema do servidor”, e uma em setembro, atribuída a “problemas de rede”.

Zeeng realiza levantamento que mapeia presença digital das escolas de samba do Rio de Janeiro

Salvador, 07/03/2019 – Os desfiles das escolas de samba de 2019 são sempre a grande atração do carnaval. E, para defenderem seus enredos e compartilharem detalhes da participação em um dos maiores eventos do Brasil, as escolas utilizam cada vez mais a internet e redes digitais.

Afim de acompanhar o engajamento das escolas de samba do Rio de Janeiro, um dos principais recantos do samba no Brasil, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação, realizou um estudo onde analisou as redes sociais e a presença digital das escolas cariocas no Carnaval de 2019.

O período analisado foi de 01 de janeiro ao dia 26 de fevereiro no Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. O resultado concluiu que as escolas com maior presença digital foram: Acadêmicos do Salgueiro, Portela e Estação Primeira de Mangueira.

A Acadêmicos do Salgueiro fechou este período com 315.782 fãs no Facebook; 24.381 seguidores no Twitter; 202.176 no Instagram e 223 inscritos no Youtube. A Portela acumulou 340.017 fãs no Facebook; 9.501 seguidores no Twitter; 126.883 no Instagram e 1.534 inscritos no Youtube. Enquanto a Estação Primeira de Mangueira alcançou 255.154 fãs no Facebook; 28.570 seguidores no Twitter; 123.222 seguidores no Instagram e 6.795 inscritos no Youtube.

Já a média de engajamento no Facebook durante o período apontado foi de 0,15% da Acadêmicos do Salgueiro; 0,23% da Portela e 0,23% da Estação Primeira de Mangueira. No Instagram, a média foi de 1,13% da Acadêmicos do Salgueiro; 1,39% da Portela e 1,95% da Estação Primeira de Mangueira.

Se tratando de notícias veiculadas, as escolas mais presentes foram Estação Primeira de Mangueira, com 706 matérias; seguida pela Portela com 521; e Beija–Flor com 422. A Acadêmicos do Salgueiro ocupa o quarto lugar com 374 matérias.

“Notamos que a medida que o Carnaval se aproxima, as escolas aumentam suas interações com seus fãs e seguidores nas redes sociais. Se levarmos em consideração que cada vez mais as pessoas buscam informações nos meios digitais, a tendência é que as interações aumentem e a presença online do mundo do samba invada as redes, ano a ano”, finaliza Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Fonte: TI Bahia

Instagram está testando novo formato de Branded Content para anunciantes

O Instagram está preparando uma novidade para os anunciantes da plataforma que permitirá transformar publicações de influenciadores em publicidade. A aposta da rede social para a versão em Branded Content veio em resposta a um estudo que apontou que 69% dos usuários do aplicativo o usam para interagir com celebridades e 68% fazem o mesmo com influenciadores.

Em declaração à Adweek, Ashley Yuki, responsável pela área de produto do Instagram, afirma que a plataforma está trabalhando com marcas e criadores para garantir a segurança desse novo formato. Além disso, existe a intenção de priorizar a transparência em informar quais parcerias são pagas e quais não são, para que isso não interfira na experiência dos usuários.
O formato ainda está em fase testes e disponível apenas para um pequeno grupo de usuários.

Fonte: Doxxa

 

Fundadores do Instagram comentam proposta polêmica

Depois de abandonarem a sua criação, os fundadores do Instagram, Kevin Systrom e Mike Krieger, comentaram uma possível divisão do Facebook, Amazon, Apple e Google. Essa é uma proposta da democrata Elizabeth Warren, candidata à presidência dos Estados Unidos.

De acordo com Systrom, talvez essa não seja uma estratégia muito adequada para o momento. Isso porque, apesar da proposta tentar quebrar monopólios, ela pode funcionar em apenas alguns casos isolados. Além disso, ele aponta que há “um sentimento anti-tecnologia” em Washington:

 Ser grande por si só não é um crime. Se você quer resolver problemas econômicos, há outras formas de fazer isso. Dividir uma empresa não corrige isso. Meu receio é que uma proposta pode acabar com toda a tecnologia esteja jogando com o atual sentimento de todos sobre a anti-tecnologia. Isso vai contra o que os políticos devem fazer, que é abordar problemas reais com soluções reais.

Já Krieger concorda com o colega e acrescenta que talvez haja uma falta de foco. Por isso, as autoridades precisam definir o que querem solucionar:

 Acho que elas [discussões envolvendo a proposta] serão melhores e levarão a uma política melhor se formos realmente específicos sobre os problemas que estamos tentando resolver

Quando questionados sobre a saída do Facebook, ambos não quiseram criticar o antigo emprego. Para eles, a perda de autonomia dentro da rede social foi algo natural devido ao seu crescimento. Além disso, Systrom disse que a venda do Instagram para o Facebook permitiu ao aplicativo o ganho de milhares de usuários:

A coisa é: o Instagram não foi vendido para o Facebook e morreu, isso é um exemplo de uma fusão ou aquisição acontecendo e reduzindo a concorrência. Qual consumidor foi prejudicado? Eu acho que [o tamanho do Instagram] é um forte argumento de que a aquisição ajudou os usuários.

Vale lembrar que, enquanto o mercado de tecnologia debate a proposta de divisão de grandes empresas, Mark Zuckerberg trabalha com a ideia de unificar os seus aplicativos de mensagem em uma única plataforma.

Fonte: Tribuna Hoje

Grupo Vega, na Grande Belém, aumenta 30% das vendas com estratégias de marketing digital

Com atuação expressiva na Grande Belém, o Grupo de concessionárias Vega conta com reforço da Lead Force, agência de marketing digital especializada em concessionárias, há um ano e já colhe frutos dessa parceria ao registrar aumento na geração de leads e por consequência nas vendas. O Grupo tem duas lojas Volkswagen e uma Ford.

De acordo com Paulo Mutran, diretor da Vega, a concessionária registrou aumento de 30% nas vendas depois de contratar os serviços da Lead Force. A empresa realiza o trabalho de estratégia digital da marca de forma direcionada e com o objetivo de gerar e converter leads.

“O que nos impressiona é o suporte que a Lead Force nos dá, de maneira ágil. Anteriormente, perdíamos muito tempo tendo que abrir chamados para que a comunicação e as ações digitais pudessem acontecer”, analisa Paulo.

No atendimento à Vega, a Lead Force desenvolve campanhas de Google Ads, Instagram, Facebook, SMS a clientes e e-mail marketing. Para tanto, a empresa dispõe de uma equipe prestativa e que avalia cada elemento para criar a estratégia digital da concessionária. Tudo para que a Vega mantenha o relacionamento pré-venda e venda.

O Grupo Vega atende a Região Metropolitana de Belém desde 2016 e, hoje, conta com 250 funcionários. Os dois sites da empresa, Vega Ford e Vega Volkswagen, foram criados pela Lead Force que, direta e indiretamente, impacta nas vendas dos automóveis.As concessionárias ainda utilizam os serviços de CRM da Syonet, que é líder em soluções de Gestão de Relacionamento com o Cliente para concessionárias no Brasil.

“No projeto do Grupo Veja, além de seguir o guideline de criação de cada marca, focamos também em várias formas de geração de leads, como por exemplo: formulários, Chat robô, linhas de calltracking e clique e ligue, porque não adianta investir em mídias como Google e Face Ads se as “iscas digitais” não estiverem prontas para captar o lead. O próximo passo com o Grupo Vega será implantar nosso integrador de estoque GiroCar, com os anúncios de veiculos com visão 360 graus para aumentar ainda mais a geração de leads e por consequência aumentar a rentabilidade do Grupo Vega, afinal foi para isto que a Lead Force foi contratada”, complementa o diretor da Lead Force, Isac Campos.

“Estamos muito satisfeitos com essa parceria e dou nota 10 para Lead Force, que tem sido fundamental para o desenvolvimento de nossas campanhas de vendasna web”, finaliza Paulo Mutran.

Fonte: Revista Live Marketing

Facebook informará quem coleta dados para depois direcionar publicidade

A partir de 27 de fevereiro, o Facebook permitirá que usuários saibam quem coletou informações pessoais como email e número de celular com o objetivo de direcionar publicidade. Hoje, usuários têm acesso apenas à empresa que direcionou o anúncio, mas não ao agente que as coletou – o responsável pode ser um desenvolvedor ou uma agência de marketing.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (7) pelo site de tecnologia TechCrunch, que havia antecipado a mudança.

Diante de episódios relacionados à falta de transparência no último ano, o botão “Por que estou vendo isso?” ganhará uma nova camada de informações.

Se uma pessoa recebe uma peça publicitária no feed de notícias, pode entender que o direcionamento ocorreu devido à sua faixa etária e à localização geográfica, e foi feita por uma marca específica.

Com a mudança, saberá quem de fato coletou os dados e se teve o email e o número de telefone utilizados para a segmentação, visto que esse processo só pode ser feito mediante consentimento. A ferramenta existe desde junho, mas não havia um processo de verificação.

“A explicação ‘Por que estou vendo isso?’ exibirá o nome da empresa que carregou as informações do usuário no Facebook e destacará qualquer compartilhamento que possa ter ocorrido. Isso pode incluir o envolvimento de agências, desenvolvedores ou outros parceiros”, diz a empresa em uma publicação na página Facebook Advertisers Hub, dedicada a anunciantes.

A ferramenta integra a estratégia de proteção de dados do Facebook, que tenta modificar alguns de seus processos após os casos de violação de privacidade de 2018. Com esse tipo de dispositivo, usuários podem rastrear de onde recebem propaganda.

O Facebook ainda não confirmou se a medida valerá para o Brasil também.

Fonte: GauchaZH