10 tendências de marketing de influência, segundo Bia Granja

Bia Granja, fundadora do YouPix, palestrou durante a 21º Locaweb Digital Conference, ocorrida nesta terça-feira (30), no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP). A profissional, que foi anunciada recentemente como jurada no Cannes Lions 2019, elencou 10 tendências sobre marketing de influência, ou como ela definiu: “uma visão sobre como a gente consegue criar ações e campanhas de influência com resultados mais palpáveis”.

Confira:

1 – Jogo de Estratégia

Para Bia, é imprescindível pensar que uma ação de influência precisa de estratégia. “Muitos dos trabalhos são mais ou menos assim: temos um budget, daí mapeamos os influenciadores, definimos e contratamos os caras, mandamos o briefing, geralmente via intermediário, como agências – que é um telefone sem fio, vamos combinar – publica, rezando para dar tudo certo e mensura o básico”, exemplifica.

Segundo Bia, as pessoas não pensam estrategicamente, mas querem resultados dados com KPIs, com indicadores específicos.

“Não dá pra eu cobrar final de funil fazendo ações de awareness”, comenta a profissional. Ela elencou 17 itens para iniciar o trabalho de influência: definir objetivos claros; target; budget; objetivos mensuráveis; redes sociais; estudar target; definir narrativa; partir para criação ou cocriação; mapear influenciadores; estudar influenciadores; definir e contratá-los; preparar o briefing; começar a produção; publicar; amplificar e otimizar; mensurar e analisar e, por fim, retroalimentar.

2 – Foco em social vídeo

“Quando falo de social vídeo, acham que é vídeo postado em rede social. Não é isso. É vídeo pra estabelecer conversa”, esclarece Bia.

“Quando você está usando vídeo só como linguagem de conteúdo, você vai postar para as pessoas verem e consumirem. Em social, no universo digital, é o contrário. A partir do momento que você posta alguma coisa é que começa o seu trabalho. O social vídeo como ferramenta de conversa vem muito para isso”, comenta a palestrante.

Para ela, é menos a marca dizendo “olha o que eu fiz” e mais em querer criar conversas. “Estamos saindo do universo passivo para fazer parte de comunidade”, diz. Ela ressalta que isso não é novidade, mas que, mesmo assim, não é feito.

“O criador é isso, ele já tem essa relação, você não pode ir para perturbar, se intrometer, mas para agregar. Influência é transferência de capital social. Confiança é a moeda do século. Eu to construindo isso através de reciprocidade”, comenta.

3 – Novas métricas

É preciso ir além da tríade like, comment e share como medidor de resultado. “Não é mais sobre se expor para um monte de gente, mas conseguir se conectar com cada comunidade […] Damos duplos cliques sem dar atenção”, diz a fundadora do YouPix. Ela exemplifica: “se eu perguntar qual a última coisa que você curtiu, você não vai lembrar. Se eu perguntar a última conversa que teve, você irá lembrar. Essa é a mudança”.

“Quem faz trabalho com influenciador já deve ter tido essa crise: você gastou milhões, a pessoa postou a foto e os comentários são: ‘linda!’, ‘Segue de volta'”, conta em meio a risos da plateia.

No digital, é preciso achar pessoas que estejam no centro da mensagem que a marca quer passar.

4 – Nicho é novo rico

“Marketing de influência não é marketing de celebridade. É diferente, não é sobre quem é conhecido, é sobre quem é conhecido daquela comunidade que a gente quer se conectar”, alerta.

“O recorte não é de seguidor. Invista primeiro em encontrar sua comunidade, comunidade gera conversa e conversa gera conversão”, finaliza.

5 – Creator Marketing

Trabalhar com formador de opinião não é uma novidade. Mas quais as mudanças? Antes do digital ou eram jogadores de futebol, astros da tv e música. Daí havia um longo processo para colocar o Tony Ramos, por exemplo, como astro da campanha. Contato com o empresário, agência para criar a campanha, produtora para filmar o comercial, Ibope para medir os resultados, entre outros.

No caso do universo digital, há o que Bia chama de Creator Marketing. “O cara que é o nativo digital é o conector da comunidade, ele não é um garoto propaganda, ele vai ser uma mini agência, vai criar, baseado em linguagem de uma forma que a comunidade vai receber bem, ele vai produzir e se você contratou ele é obrigado a te mandar um print do analytics”, compara.

O influenciador está cocriando e isso pode ser benéfico para a marca, como no caso de Bradesco com os Desimpedidos.

Outro exemplo é o Kondzilla, que virou consultor criativo da marca Orloff.

6 – Esse é pra casar

Bia diz que é preciso evitar a atitude de marca golfinho: aquela que aparece num post do influenciar, dá um alô e volta para a água.

“Você não consegue ter perenidade ou sustentar a mensagem junto aquela comunidade”, diz. Além disso, é preciso evitar o influenciador Samambaia.

Menos rostinho bonito e mais relações de perenidade.

7 – Não é sobre os 99%

Segundo Bia, quanto mais diversa for sua comunicação, mais lucro você terá. “Hoje é esperado das marcas que elas representem a diversidade do lugar onde elas tão”, comenta.

“‘Não me vejo, não compro’ é um movimento muito grande hoje”, alerta. Ela exemplifica um bom trabalho focado na diversidade feito pelo Bradesco ao lado da influenciadora e empreendedora Paula Xongani.

8 – Chama na responsa

“Não acreditem que vocês não vão ser cobrados como organização. Não existe mais essa coisa de não é problema meu”, afirma a profissional.

É preciso deixar de ter olhar extrativista para migrar para algo mais construtivista. “Não tem faculdade para influenciador, mas pra o que vocês fazem tem”, comenta.

Ela lembra a polêmica Cocielo e questiona como a Coca-Cola, à época parceira do influenciador, não se atentou a uma playlist do youtuber chamada Copa Cirrose.

9 – Vai regular

Bia também comenta que o digital e as redes sociais alcançaram a ala política e que o futuro terá, certamente, a regulamentação de alguns hábitos e profissões. “Estamos vendo isso no mundo inteiro”, alerta.

10 – Cuidado com a cabeça

A profissional destaca que é preciso estar atento à saúde mental. “Burnout é o mal do século”, comenta. Ela cita Egnalda Côrtes, CEO da Côrtes Assessoria e Agenciamento, como uma profissional que exige que os agenciados façam terapia.

Fonte: Propmark

A longa jornada da transformação digital começou por marketing

Faz muito tempo que o mercado fala sobre a Transformação Digital, tão necessária para todas as empresas se adequarem aos hábitos dos consumidores atuais. A exigência de experiências fluidas, integradas e alinhadas aos seus contextos, fez com que esse tema fosse realmente tratado como uma prioridade, e já causou grandes transformações na maneira como o marketing é feito.

Começamos pelo consumidor

Isso pode ser muito bem observado quando analisamos a importância que a estratégia Customer Centric vem ganhando em todas as frentes. Design Thinking já virou parte do nosso dia-a-dia, e a preocupação com Customer Experience é constante.

Passamos a monitorar e estudar todos os comportamentos dos nossos consumidores, indo muito além do momento, da oferta e do canal de conversão, para realmente entender toda a jornada de compra e tomada de decisão.
Essa primeira etapa da transformação digital parece realmente ter começado pelos consumidores, então, naturalmente, foi vista como um problema de Marketing e CRM, pois são essas áreas que sempre lidaram com a interface e as experiências destes consumidores.

Cenário atual

Nesse panorama, vimos o surgimento de ferramentas e plataformas – que compilam diversas tecnologias transformadoras – sendo oferecidas como serviço para áreas de Marketing (“as a service”). Tecnologias essas que tornam viáveis a entrega de experiências fluidas para nossos consumidores e a execução de estratégias sofisticadas em múltiplos canais digitais e/ou físicos para nossos times de Marketing.

Assuntos bastante complexos e técnicos, como Inteligência Artificial, Algoritmos de Recomendação, Modelos de Propensão, Detecção Automática de Atrito, Automação de Processos, Correspondência de Identidade, etc., estão sendo consumidos pelas áreas de Marketing há um bom tempo. E junto com eles também veem muitos desafios de tecnologia.

Uma consequência disso é o viés mais técnico que os profissionais de marketing estão adquirindo, cargos como Marketing Technologist são cada vez mais frequentes no mercado. De certa maneira, as áreas de Marketing estão sendo pioneiras em trazer essas tecnologias transformadoras para suas empresas.

Próxima etapa da transformação

Se resgatarmos então a necessidade de entendermos a jornada completa dos consumidores e de entregar experiências realmente fluidas e integradas, muitas vezes o Marketing esbarra em plataformas transacionais, sistemas legados e outros processos fundamentais da empresa que ainda não estão prontos para isso.

Por isso, entendemos que a Transformação Digital agora está em uma segunda etapa. Invés de impulsionada pelos consumidores, precisa ser impulsionada pela própria empresa, transformando e modernizando todos os processos chave: transacionais, operacionais, logísticos, etc.

Tudo isso precisa fazer parte de uma Plataforma de Negócios, alimentada por dados, sustentada por Inteligência Artificial e com grande capacidade de integração. Essa plataforma precisa falar naturalmente – e em tempo real – com as estratégias Customer Centric citadas.

Esse é um grande desafio de tecnologia e inovação, que permeia todas as áreas de uma empresa. O Marketing já está profundamente digital, essa é sua nova natureza. CMO e CTO nunca precisaram estar tão próximos.

Fonte: Digitalks

Facebook processa vendedores de curtidas e seguidores falsos para Instagram

Os donos da Social Media Series Limited já haviam sofrido sanções do Facebook em 2018 por vender curtidas e seguidores artificiais, mas continuaram a atuar sob nomes falsos

O Facebook processou a Social Media Series Limited, empresa neozelandesa que vende curtidas, compartilhamentos e seguidores artificiais para usuários do Instagram. A companhia de Arend Nollen, Leon Hedges e David Pasanen driblou por anos os pedidos do Facebook para encerrar as atividades com bots — para isso, mudava o nome dos sites que ofereciam os benefícios. Agora, o processo pede que a corte dos EUA impeça a atuação da empresa e pede indenizações por manipular a plataforma.

Segundo o Facebook, os neozelandeses operam nas redes sociais desde 2015. Em 2018, eles receberam uma notificação para que parassem com as vendas de curtidas e seguidores, e fecharam o site original — mas não desistiram da atividade: Nollen, Hedges e Pasanen abriram outra loja (com nome falso) depois de terem suas contas banidas e milhões de likes artificiais bloqueados.

O Facebook estima que a Social Media Series Limited ganhou cerca de US$ 9,4 milhões com engajamento falso em mídias sociais. Segundo ele, o grupo tinha “uma rede de bots e contas do Instagram para entregar milhões de curtidas automatizadas aos clientes” e “algumas das contas controladas por eles eram responsáveis por dezenas de milhares de curtidas diariamente”.

Agora, mais uma vez, a rede social processa os vendedores por violação dos termos de serviço do Facebook e do Instagram. Depois de serem banidos das redes, os donos da empresa usaram bots para aumentar o engajamento. O processo afirma que eles mandaram comandos para os servidores das redes sociais para fraudar curtidas. Com esses dados, o Facebook declara violação da Lei de Fraude e Abuso de Computadores (CFAA).

Esse é o segundo processo recente que o Facebook registra contra contas falsas. No mês passado, várias empresas chinesas foram acusadas de vender likes e seguidores artificiais nas plataformas de Zuckeberg. Como antes, o Facebook chama isso de “mais um passo em nossos esforços contínuos para proteger as pessoas e evitar comportamentos não autênticos no Facebook e no Instagram”.

Fonte: Olhar Digital

Instagram anuncia três novidades, incluindo o fim do número de curtidas em fotos e vídeos

Depois de alguns rumores e testes vazados, o Instagram anunciou oficialmente nesta terça-feira, 30/04, três novidades em sua plataforma: um adesivo de doação no Stories, uma atualização na aparência de sua câmera, e a remoção da contagem de curtidas em fotos e vídeos do feed.

O adesivo de doação foi mencionado pela primeira vez no Facebook Communities Summit, em fevereiro, mas só agora passa a estar disponível nos Estados Unidos. Com isso, os usuários poderão usar o novo adesivo para angariar fundos apenas para organizações sem fins lucrativos, como a Black Girls Code e a Malala Fund, apenas algumas das ONGs citadas como exemplos pelo Instagram.

O sticker pode ser acessado como qualquer outro que já estamos acostumados, através do Stories e selecionando o ícone. Num exemplo prático, você poderá postar uma foto ou vídeo, e colocar um sticker de uma ONG para a qual deseja chamar a atenção dos seus seguidores e dar um suporte.

Segundo o Instagram, 100% do dinheiro arrecadado via adesivos no Stories irá para as organizações sem fins lucrativos.

Outra novidade é o novo visual da câmera da plataforma, também dentro do Stories. O chamado Create Mode agora traz um espaço com mais ferramentas de edição e, consequentemente, mais alternativas na hora de compartilhar fotos e vídeos.

Por fim, o Instagram confirmou que a partir do próximo fim de semana, a plataforma começará um teste no qual removerá o número total de curtidas de fotos e vídeos no feed em todos os tipos de perfis.

O teste será feito primeiramente no Canadá. Segundo a empresa, a mudança tem como foco promover a conexão através do conteúdo, e não dos números: “Estamos testando isso porque queremos que seus seguidores se concentrem nas fotos e nos vídeos que você compartilha, e não em quantos likes eles têm”.

A empresa, porém, não informou quanto tempo o teste deve durar antes de ser lançado para o público geral.

Fonte: B9

Twitter: Um quinto de seguidores de políticos pode ser fake

As últimas eleições comprovaram a gravidade das fake news em momento de instabilidade política. A disseminação de informações vagas e difamações infundadas em redes sociais ganhou destaque na esfera pública e chamou a atenção para a importância de combater o fenômeno. Pensando nisso, a agência de reputação Bold Lion (www.boldlion.com.br) fez uma análise do Twitter de cinco importantes figuras públicas, com o objetivo de verificar a presença de perfis falsos entre seus seguidores: Jair Bolsonaro, Fernando Haddad, João Amoêdo, Tiririca e Carla Zambelli.

Em um total de 1.013 seguidores analisados, o perfil do Presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentou 22% de fakes, enquanto o ex-prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT), teve um total de 18% de usuários-fantasma entre os membros de seu público.

“Nós coletamos aleatoriamente uma parcela do following de cada um e utilizamos uma ferramenta digital para identificar os bots, classificados como fakes”, afirma um dos sócios da Bold Lion, Gustavo De Amorim.

João Amoêdo (NOVO) teve o menor índice de seguidores falsos entre os ex-presidenciáveis, com 17% da amostragem inválida. Os demais nomes considerados foram o do humorista e atual Deputado Federal Tiririca (PR-SP) e da Deputada Federal Carla Zambelli (PSL-SP). O primeiro, apresentou um índice de 10% de seguidores falsos e a segunda, 5% – o que não configura menor gravidade para o problema.

Reação em cadeia para viralizar, diz especialista em mídias digitais

Segundo Michel Bekhor, da agência de comunicação Press Works e especialista em mídias digitais, “os bots programados para seguirem uma determinada figura pública podem, por exemplo, retuitar uma notícia falsa em favor de um indivíduo e gerar uma reação em cadeia, fazendo a informação falsa chegar a um usuário verificado que espalha o fato para milhares de pessoas. A partir daí, o estrago está feito”.

Metodologia

A pesquisa coletou uma amostra aleatória dos followers de cada personalidade e utilizou uma ferramenta digital para identificar perfis com alta chance de serem bots, classificados como fakes. Entre os critérios utilizados para verificar as contas duvidosas, estavam a presença na rede – a maioria dos bots contabilizam zero tuíte – e a utilização de nomes genéricos acompanhados de números – padrão comum entre usuários-fantasma.

“Vale lembrar que os perfis privados foram descartados da análise, uma vez que é impossível verificar suas atividades e, portando, defini-los como legítimos ou fakes”, diz

Fonte: Ecommerce News

Instagram nega teste do fim dos likes

Na semana passada, Jane Wong, especialista em fazer a engenharia reversa de redes sociais com a finalidade de descobrir ferramentas não-lançadas, vulnerabilidades e códigos, publicou em seu perfil no Twitter três fotos que mostram como o Instagram ficaria sem a contagem de likes públicos — apenas o usuário dono do perfil poderia ver a quantidade. De acordo com Wong, o app “quer que seus seguidores foquem no que você compartilha, e não em quantos likes você recebe”.

A descoberta está ainda hoje gerando discussões sobre se a nova versão é, de fato, um teste oficial da rede ou não. Se aplicada, a ferramenta pode impactar no trabalho de influenciadores que se respaldam nessa métrica para orçar o valor de publicações patrocinadas. O Instagram se pronunciou afirmando que não testou a ferramenta. “Não estamos testando isso no momento. Mas explorar formas de reduzir a pressão no Instagram é algo que sempre estamos pensando”, afirmou uma fonte ao portal The Verge.

O Instagram não é a única rede social que repensa a questão da pressão e popularidade. Em novembro do ano passado, Ev Williams, co-fundador do Twitter e conselheiro, disse no Web Summit de Lisboa, em Portugal, que mostrar o número de seguidores de usuário foi provavelmente extremamente prejudicial. “Deixa claro que o jogo é de popularidade”, afirmou.

Fonte: Meio & Mensagem

Conteúdo segue sendo Rei. Mais do que nunca

Está caindo uma ficha (um paralelepípedo, seria a melhor analogia) na cabeça de quem anda pensando um pouquinho mais sobre o assunto, e a constatação é que a publicidade tradicional, intrusiva e pouco interativa, está em cheque, e que as marcas terão mesmo que transformarem-se em criadoras, produtoras e disseminadoras de conteúdo.

Houve uma época, para quem como eu viu a internet nascer – e isso parece que faz um milênio atrás – quando os grandes líderes da nascente indústria digital propulsionada por aquela maluquice que era (e segue sendo) a Internet, defendiam a plenos pulmões que o conteúdo era o grande asset da nova Era Digital. O conteúdo então anabolizado pela web.

“Content is King”, bradavam.

E era mesmo.

Os grandes portais – particularmente no Brasil, em que os primeiros portais de Internet nasceram das entranhas dos nossos grandes players editoriais e casas de publishing – entendiam que seria o conteúdo que atrairia o tráfego, muito como nas áreas de comunicação até ali existentes (isso faz quase 30 anos agora). Tinha uma camadinha de serviços ainda embrionária nascente, mas a internet era pouco ou nada interativa e serviço era também informação. Basicamente. Portanto, mesmo serviço, era igualmente um tipo de conteúdo.

Bom.

Essa verdade foi mudando com o tempo e o mundo web se tornou tão complexo, que afirmar hoje que Content is King parecerá a muitos old school. Desconhecimento de quem não acompanhou a história da Internet. Ou pior, uma afirmação de quem não sabe onde essa história está hoje.

Pois eu afirmo que é exatamente o contrário.

O conteúdo de fato foi empanado em relevância pelos serviços infinitos que hoje a internet promove, pelo e-commerce, pelas plataformas tecnológicas anabolizando nossas vidas, pela chegada atropelante dos dados, a ponto de afirmarem que dados é o novo petróleo … e por aí foi.

Mas o fato é que agora está caindo uma ficha (um paralelepípedo, seria a melhor analogia) na cabeça de quem anda pensando um pouquinho mais sobre o assunto, e a constatação é que a publicidade tradicional, intrusiva e pouco interativa, está em cheque, e que as marcas terão mesmo que transformarem-se em criadoras, produtoras e disseminadoras de conteúdo, para construir com suas audiências um relacionamento mais duradouro e íntimo. Ainda que seja pra meter lá no meio uma promoção no ar e vender à pândega. Não tem problema. Mas conteúdo já é agora e seguirá sendo, rei, sim senhor.

Sobre isso é o RIO2C, do qual nós aqui no M&M somos parceiros, evento que começou ontem no Rio e vai até o final de semana.

Acompanhe a cobertura no M&M que tá bem legal.

Mas o ponto aqui é esse. O evento coloca em questão exatamente os pontos que acabo de listar acima. O que é vital ser discutido.

Participei como moderador de um debate ontem (ontem, no RIO2C, foi o dia do mercado publicitário estar presente, com curadoria dos temas feita pelo M&M, sob comando do nosso head of content e editor Jonas Furtado), com a presença da Érika Mello Aredes, Gerente de Marketing da Youse e head of content da companhia; Vinicius Malinoski, Head of Zoo, a área do Google que ajuda anunciantes e agências a criarem projetos de conteúdo e de comunicação em geral; além do Cleber Paradela, Head de Brand Experience da 99 Taxis.

Como você pode ver, só plataformas digitais. Todas elas com estruturas internas de criação, produção e distribuição de conteúdo. Algumas bem parrudas.

É isso. Plataformas digitais acreditando que é esse o caminho para as marcas. As suas próprias e as de seus parceiros. Certamente, o caminho para cativar e reter o consumidor final.

Caminho sem volta, aliás.

Conteúdo é Rei. E será cada vez mais.

Fonte: Proxxima

Twitter passa a procurar ativamente por conteúdo impróprio

Em uma publicação em seu blog nesta terça-feira, 16, o Twitter anunciou que a partir deste ano começou a analisar com mais proatividade conteúdo impróprio publicado nas redes sociais. Anteriormente, a equipe da plataforma apenas avaliava conteúdo denunciados por outros usuários. Hoje, os próprios times da empresa sinalizam publicações com teor abusivo, de ódio, que encorajam automutilação, ameaças e demais formas de violência. De acordo com o comunicado assinado por Donald Hicks, vice-presidente de serviço, e David Gasca, diretor de produto do Twitter, atualmente 38% das sanções são feitas pela equipe da empresa.

A plataforma também afirmou que está implementando novas medidas para aprimorar a denúncia e identificação de tais conteúdos impróprios. Uma das iniciativas é adicionar avisos na plataforma para tornar clara essas medidas, como quando a empresa mantém publicações que, embora tenha sido denunciadas, é de interesse público.

Em breve, as regras serão atualizadas para fornecer maior clareza, disse o Twitter. A expectativa é que em junho a empresa teste ferramentas para maior controle do usuário, permitindo, por exemplo, que ele oculte as respostas às suas publicações.

Fonte: Meio Mensagem

Presença digital para empresas: entenda por que é tão importante para o seu negócio

Será que uma empresa vai alcançar o público-alvo de forma plena sem apostar no potencial da internet? A resposta é não em quase 100% dos casos. Isso porque em grande parte dos empreendimentos investir na rede mundial de computadores é fundamental para ganhar mais visibilidade.

O cenário atual mostra que a presença digital para empresas é algo imprescindível para construir uma imagem positiva e estar mais influente no cotidiano dos consumidores. Ignorar as possibilidades de ganho proporcionadas pela web é um dos maiores erros que um empresário do ramo de design pode cometer.

Saiba o que é presença digital

Essa ação consiste na maneira como de uma empresa utiliza os recursos digitais para consolidar uma posição no mercado e chamar a atenção do público.

A presença digital para empresas é um elemento vital para a estratégia de branding, porque trabalha com a imagem que a organização pretende transmitir para o mercado e mostra como a companhia busca se relacionar os clientes.

Em outras palavras, a presença digital tem como meta a construção de uma marca sólida, que passe para os consumidores alguns valores essenciais para o sucesso, como agilidade, credibilidade e transparência.

Conheça os motivos para investir no mundo digital

Após compreender o que é presença digital para empresas, vale a pena saber as razões que justificam um escritório de design, por exemplo, estar inserido em diversos canais eletrônicos.

Cotidiano digital dos clientes

Hoje, a maioria das pessoas têm um smartphone ou outro dispositivo móvel para acessar a internet. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 116 milhões de brasileiros estão conectados à rede mundial de computadores.

Isso mostra que a população usa os meios digitais para realizar diversas atividades, como fazer compras, pagar impostos, escolher as opções de lazer para o final de semana, tirar dúvidas sobre serviços, entre outras.

Muitos brasileiros utilizam os smartphones como principal recurso de acesso à internet. Por isso, a estratégia para se aproximar do público-alvo necessita levar em consideração às características dos dispositivos móveis na hora de utilizar um criador de sites ou uma plataforma para loja virtual.

Mais chances de aumentar a visibilidade

Por mais que a famosa propaganda boca a boca tenha o seu valor, estar na internet é uma excelente alternativa para estar mais próxima dos clientes.

Ao ficar na primeira página do Google, um escritório de design tem boas possibilidades de fechar negócios e de expandir os lucros. Afinal, esse mecanismo de busca é adotado por praticamente 100% dos internautas, no Brasil.

Estar bem localizado no Google é uma forma de reforçar a presença digital para empresas. Muitos consumidores, antes de fazer uma compra, fazem pesquisas sobre a reputação da companhia e os preços disponíveis no mercado.

Interação mais ativa com o público-alvo

Segundo um estudo da plataforma de mídia Hootsuite em parceria com a agência We are Social, o Brasil tem 140 milhões de usuários ativos nas redes sociais. Esse número, com certeza, indica que a presença digital para empresas é mais do que necessária para obter um desempenho expressivo nas vendas.

Um canal no YouTube, por exemplo, pode promover uma maior identificação dos consumidores com um escritório de design por meio da criação de um conteúdo que seja educativo e atraente para o público-alvo.

Não ter um perfil no Facebook atualmente é praticamente o mesmo de deixar de investir em um site. O Brasil é um dos países que têm uma maior presença na rede social mais usada no mundo.

Vendas disponíveis 24 horas por dia

Manter uma loja física aberta o dia inteiro não faz sentido, concorda? Por outro lado, contar com um site para expandir as vendas é uma excelente forma de garantir a presença digital para empresas.

Um dos motivos é que os clientes têm mais facilidade e comodidade de fazer compras pela internet. Afinal, podem escolher o horário que desejam comprar, pesquisar preços com tranquilidade e verificar como os produtos e serviços das corporações são avaliados.

Além disso, não precisam sair de casa nem enfrentar filas longas para pagar a conta no caixa. Essas vantagens mostram que uma empresa deve ter um site. Do contrário, perderá ótimas chances de expandir as vendas e de fortalecer a participação no mercado.

Concorrência já está atenta ao mundo digital

Se um empreendedor fizer uma análise de mercado antes de abrir um negócio, perceberá que muitos concorrentes já estão aproveitando a potencialidade da rede mundial de computadores para atrair o público-alvo.

Muitas companhias sabem que a internet oferece grandes oportunidades para conquistar clientes de diversas regiões de um país e até do exterior. Um restaurante de uma cidade turística, por exemplo, pode contar com um site, anúncios no Google e perfis nas redes sociais para divulgar promoções.

Promover o estabelecimento adotando uma estratégia inteligente na web é crucial para manter o negócio com um crescimento sustentável, o que contribui para fortalecer a marca.

Veja como garantir a presença digital para empresas

Muitos empresários sabem que a internet é perfeita para alavancar as vendas. Mas de que maneira explorar as potencialidades do mundo digital? Para responder a essa pergunta, mostraremos alguns recursos que podem ser explorados por um escritório de design.

  • Site (deve conter dados sobre o histórico da empresa, serviços disponíveis, links para as redes sociais e blog corporativo);
  • Blog Corporativo (é um instrumento que ajuda a educar o público-alvo e ajuda a empresa a ser localizada nos mecanismos de busca com mais facilidade);
  • Buscadores (contar com uma posição privilegiada no Google e no Bing, por exemplo, é peça-chave para aumentar a visibilidade);
  • Redes Sociais (Facebook, Twitter, YouTube, WhatsApp e LinkedIn permitem uma interatividade com diferentes segmentos do público-alvo, o que contribui para analisar as tendências do mercado);
  • E-mail marketing (é uma ferramenta que ajuda a lembrar os clientes de ofertas imperdíveis e de mantê-los conectados com a marca).

É inegável que um escritório de design deve estar presente no mundo digital. Mas isso deve ser feito com criatividade e bom senso. Não adianta investir em campanhas, caso o público-alvo não seja atingido de forma impactante. Sem dúvida, contar com um site dinâmico e com um bom logo farão com que o seu negócio seja mais atraente para o público-alvo.

Fonte: Designers Brasileiros

As redes sociais têm prazo de validade?

As redes sociais já fazem parte do dia a dia das pessoas há bastante tempo. Uma pesquisa recente feita pela Rock Content, startup de software as a service, apontou que no Brasil, 96,2% dos usuários de internet estão em alguma rede social, 18,2% a mais do que mostrou o estudo do no passado. Mesmo assim, muitas delas crescem e morrem rapidamente e esse é um retrato do que vivemos hoje. Há uma volatilidade muito grande, as coisas surgem muito rápido e acabam na mesma velocidade.

Como o caso do Orkut, por exemplo, apesar de ser uma rede que todos gostavam muito, aliás, umas das primeiras que mais se assemelham as que usamos hoje e que aculturou os brasileiros em relação a social, não durou muito tempo após a chegada do Facebook. Isso porque tudo evolui muito rápido, principalmente na internet, e o Orkut não acompanhou as mudanças que os usuários ‘pediam’. Dessa maneira, o Facebook ocupou o espaço e ainda hoje é umas das redes preferidas dos brasileiros. Um dos motivos de continuar em ‘alta’ é por estar sempre se reinventando e atualizando suas funcionalidades, de acordo com as expectativas das pessoas.

Outra que recentemente chegou ao fim foi o Google Plus. Sua proposta era muito interessante, porém, bem distante do que o perfil de usuário está procurando quando acessa uma rede social. Além disso, muitas pessoas se perguntam por que ter mais de uma, quando você tem uma que contempla todas as suas necessidades?

É preciso que algo seja realmente inovador para despertar o interesse dos usuários. As redes sociais que surgiram com ideias diferentes, como o Instagram e o Snapchat, por exemplo, rapidamente receberam propostas de compra do dono do Facebook. A primeira foi comprada e hoje em dia é a quarta rede mais acessada do Brasil. Já o Snapchat, recusou e é uma das menos acessadas, ficando em 10º lugar e em 17º no ranking mundial, de acordo com o estudo produzido pela We Are Social, agência global de marketing, em parceria com a plataforma de mídia Hootsuite, um sistema norte-americano especializado em gestão de marcas na mídia social.

Outro ponto a ser levado em consideração é que o perfil de usuários nas redes muda muito de uma para outra. E a tendência é que isso continue em constante transformação com a chegada de novas gerações. Muitas empresas já perceberam isso e sabem muito bem onde e como impactar seus públicos de interesse. O estudo da Rock Content mostrou também que 43,6% das empresas fazem divulgação nas redes sociais seguindo um calendário editorial e alcançam uma média de visitas 1,5 vezes maior do que aquelas que não utilizam o recurso. O que mostra a relevância de ter a sua empresa nas redes hoje em dia.

Em linhas gerais, o que fica claro é a importância de estar sempre atualizado e de acordo com as tendências do mercado e com as redes sociais é a mesma coisa. Além disso, sabemos que as gerações atuais cansam muito mais facilmente de tudo e a tendência é que isso seja ainda mais presente com as gerações que estão chegando. Sendo assim, o meu questionamento é: as redes sociais têm prazo de validade? Acredito que vale pensar que é preciso se reinventar sempre porque, assim como a tecnologia, as pessoas estão em constante evolução e em busca de novidades.

Fonte: Portal Makingof