8 motivos que influenciam os usuários a saírem do seu site

Os internautas procuram sites que possuem fácil acesso, informação e atração visual. É muito comum que usuários desistam de navegar quando estão insatisfeitos com algum fator de aparência ou manual.

Por isso, a equipe da Red Website Design realizou um estudo e compartilhou um infográfico com os 8 problemas mais comuns dos sites de pequenas empresas. Confira abaixo:

 

Traduzindo:

  • Leva uma eternidade para carregar
  • Não é otimizado para celular
  • Oferece pouca navegação
  • Ele usa pop-ups excessivos
  • Contém conteúdo multimídia que reproduz automaticamente
  • Vangloria-se de animações desorientadoras
  • Está cheio de imagens genéricas
  • Não explica claramente o que sua empresa faz

 

Fonte: AdNews

Novos recursos aprimoram oportunidades de publicidade no Youtube

No primeiro semestre, o Google anunciou novos recursos de publicidade no YouTube que fornecem aos profissionais de marketing mais controle sobre a segmentação e a otimização de seus gastos na plataforma. O YouTube é o segundo maior mecanismo de pesquisa do mundo, com mais de 30 milhões de usuários diários e mais de 1,5 bilhão de usuários conectados mensalmente em 88 países. Calculando apenas os visitantes de dispositivos móveis, o YouTube alcança o público de 18 a 49 anos, muito mais do que qualquer canal de TV a cabo nos EUA, por exemplo. Ou seja, a plataforma traz grandes oportunidades para as marcas.

“Com base nesses números, o YouTube deve ser uma parte extremamente importante da estratégia de marketing de todas as marcas. No entanto, muitas vezes os anunciantes hesitam em aproveitar ao máximo os tipos de anúncios e as ferramentas de segmentação disponíveis. Existem várias razões para essa discrepância: os profissionais de marketing são obcecados em focar sempre nas palavras-chave. Sendo que é necessário aproveitar a granularidade das opções de segmentação por público do Google”, explica o Gustavo Macedo, diretor da iProspect.

Embora o YouTube seja uma plataforma de descoberta, a caixa de pesquisa ainda é um componente fundamental. Mas enquanto as caixas de pesquisa no YouTube e no Google parecem semelhantes, o comportamento do usuário para cada uma é bem diferente. Pesquisadores do Google estão declarando sua intenção de maneira muito clara, fazendo uma pergunta e solicitando uma resposta. As pesquisas no YouTube são mais difíceis de analisar, embora muitas vezes haja alguma indicação de intenção, esse nível de percepção granular geralmente é mascarado pelo fato da pesquisa estar concentrada no consumo de conteúdo de vídeo.

Ao aproveitar esse recurso, os anunciantes podem segmentar os anúncios em vídeo do YouTube com base no comportamento de pesquisa anterior do usuário no Google, onde sua declaração de intenção é mais robusta. Os profissionais de marketing podem criar listas de até 5.000 palavras-chave, que conectadas as campanhas de vídeo do YouTube para veicular anúncios quando alguém que pesquisou essas palavras-chave anteriormente no Google está assistindo a um vídeo no YouTube.

Devido ao seu alcance fantástico, os anúncios do YouTube sempre foram ótimos para entregar KPIs de branding. A pesquisa, no entanto, é um canal desenvolvido para o desempenho de resposta direta. Ao criar um bloco de anúncios do YouTube criado a partir do zero como um jogo de desempenho, o Google espera alavancar sua longa história na geração de resultados de negócios tangíveis e expandir essa força no espaço do anúncio em vídeo.

“Estamos promovendo sempre os melhores recursos, individualmente combinando com outras opções de segmentação do YouTube e formatos de anúncios. Procurando uma atualização futura, compartilhando os aprendizados e resultados”, finaliza o Gustavo.

 

 

Fonte: AdNews

As 100 palavras mais pesquisadas no Google

As tendências de busca sempre mudam, o que pode dificultar o acompanhamento do que acontece no mercado. Diante de tantas alterações, torna-se impossível se informar sobre as mudanças gerais, mas conhecer um quadro mais amplo pode ser útil, não apenas para ver interesses atuais, mas também para acompanhar tendências mundias.

Para ajudar nisso, as equipes da Ahrefs e da Siege Media se uniram para analisar os termos mais pesquisados no Google entre usuários nos EUA nos últimos 12 meses (terminando em 1º de junho de 2018).

Confira o infográfico:

 

 

Fonte: AdNews

Google relembra momentos marcantes da empresa em seus 20 anos de história

O Google, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, completou 20 anos nesta terça-feira (20). No entanto, dois anos antes a dupla criadora da companhia, já havia começado a idealizar alguns projetos.

No decorrer dos anos a ideia de Larry Page e Sergey Brin de construir um buscador mais inteligente se aprimorou e tornou o Google na empresa que é hoje. Confira alguns momentos:

 

Fonte: AdNews

O cuidado das marcas com interações polarizadas no digital

Estudo da Hello, que aponta que a publicidade online segue enfrentando rejeição dos internautas, corrobora a luta pela atenção dos anunciantes, preocupados com comentários negativos

Fortalecimento de pautas feministas, LGBT e políticas são alguns exemplos de manifestações sociais que eclodem, diariamente, nas redes. Segundo Davi Bertoncello, CEO da agência de pesquisa de mercado e inteligência Hello, o brasileiro já é reconhecidamente um povo sociável e conectado à internet. “O mundo online já se fundiu ao off-line”. Atentas a esse movimento, as marcas vêm construindo relacionamentos com seus consumidores no digital. No entanto, as intensas interações polarizadas, entre brandlovers e haters pressionam anunciantes, preocupados permanentemente em não cometer deslizes capazes de gerar uma enxurrada de comentários contrários e negativos às marcas.

Quase metade (49%) dos internautas possui interesse pelas redes sociais de anunciantes que admiram, 22% a mais que os números de 2016. O dado é da Hello, que, por meio do estudo Papo Digital, realizou entrevistas digitais com mais de 1.400 pessoas, maiores de 16 anos e integrantes das classes A, B e C. A pesquisa foi realizada entre 3 e 8 de maio deste ano.

Apesar da receptividade do público em relação às marcas no ambiente online, a publicidade na internet segue enfrentando rejeição. Cerca de 50% dos participantes do estudo da agência de pesquisa de mercado e inteligência admitem bloquear publicidade na internet, quando possível. De acordo com Davi, as pessoas deixam de lado anúncios ruins ou sem relevância. “Além disso, aqueles conteúdos publicitários que representam uma barreira à navegabilidade acabam não sendo aceitos”. Segundo o profissional, para que a comunicação consiga atingir o cliente, é preciso batalhar pela atenção.

O Papo Digital mostra, por exemplo, que 48% do público presta atenção em publicidade em posts das redes sociais, 35%, em banners e pequenos anúncios nos sites, e 33%, em vídeos. Mas, 56% estão compartilhando filmes publicitários se gostam de suas mensagens. O CEO da Hello explica que conteúdo audiovisual tem o maior potencial de engajamento online, “basta ver a importância de Youtube e Netflix para as audiências ou como, ao longo do tempo, serviços como Facebook e Instagram abriram cada vez mais espaço para compartilhamento de vídeos”. Diferente da TV, onde a mensagem é exibida para uma audiência de forma massificada, pela internet é possível atingir os públicos de forma segmentada, “o que demanda uma necessidade ainda maior de conhecer os clientes, seus valores, o uso que fazem em cada rede social e em qual momento da jornada online do consumidor a marca deseja impactá-lo”.

Nike (18%) e Adidas (15%), Samsung (7%) são as marcas mais admiradas, segundo estudo da Hello. Confira ranking completo dos anunciantes mais adorados pelos consumidores:

 

 

Ainda segundo o estudo da Hello, os jovens (67%) – de 16 a 24 anos – são os mais ativos na internet. Para Davi, esse público, desde cedo, está acostumado a desbravar o online. Nas redes sociais, o principal objetivo é a comunicação com amigos e familiares. “Isso explica o Instagram ser tão utilizado quanto Facebook e Whatsapp. Fora isso, ainda existe a questão intrínseca da busca de maior aceitação social que ocorre durante essa fase da vida, que gera uma necessidade de expandir a rede de contatos e competir pelo número de amigos nas redes, likes e compartilhamento”.

Apesar do engajamento dos jovens, as marcas não podem deixar de construir peças para um público mais velho – a partir de 55 anos. “Os anunciantes precisam lembrar que esse público se relaciona com o universo digital de forma diferente”, aponta o CEO. Segundo Davi, os seniores estão preocupados em postar notícias e assuntos ligados à saúde e causas sociais e menos interessados em expor seus gostos e seguir influenciadores e celebridades. “Vale lembrar também que outro público muito negligenciado pelas marcas é aquele formado por pessoas com deficiência. Apesar de formarem a maior minoria do mundo, com um bilhão de pessoas, e no Brasil serem 20% da população, nem 1% do conteúdo digital das grandes marcas brasileiras são acessíveis”, aponta.

A Hello mostra que a TV (53%) ainda é o meio que mais chama a atenção para anúncios. Diferentemente do Brasil, no mundo os investimentos de publicidade em meios digitais já superam os de televisão. “No País, a grande sacada é conseguir aproveitar essa descentralização dos canais de comunicação tradicionais e digitais para atingir seu consumidor de forma inteligente. É possível definir qual público atingir em cada meio, mas também quando, ou qual o melhor momento da jornada de um cliente para transmitir certa mensagem”, diz.

Veja os meios de publicidade que mais recebem atenção de acordo com o perfil do público (%):

Fonte: Meio e Mensagem

22% dos brasileiros deletaram uma conta de rede social nos últimos 12 meses

Percentual sobe para 27% entre os jovens de 18 a 24 anos, segundo pesquisa da Mintel. Mesmo assim, 68% dos usuários acessam de duas a quatro redes diferentes diariamente

Uma nova pesquisa divulgada pela Mintel nesta quinta-feira, 30, sobre atitudes e hábitos no uso de mídias sociais indica que mais de um em cada cinco (22%) brasileiros afirmam ter deletado alguma conta de rede social nos últimos 12 meses — período em relação a abril de 2018. Os resultados apontam, ainda, que 68% dos usuários de redes sociais acessam de duas a quatro redes diferentes diariamente. A amostra do levantamento é de 1.501 usuários de internet com 16 anos ou mais, das regiões Sudeste (53%), Nordeste (20%), Sul (13%), Centro-Oeste (7%) e Norte (7%).

“Uma das possíveis análises é a de que essa seja uma tentativa de controlar e diminuir o tempo que passam nas redes sociais, já que os brasileiros possuem uma frequência elevada de acesso às redes sociais. Uma outra hipótese é a de que, justamente por possuir perfis em diversas redes sociais, os brasileiros, especialmente os mais jovens, deletem suas contas em redes sociais que já não despertam tanto seu interesse”, comenta Ana Paula Gilsogamo, especialista em pesquisa de consumo da Mintel. A porcentagem entre os usuários de redes sociais com idade entre 18 e 24 anos que mencionaram ter deletado uma conta em rede social é de 27%.

Em relação ao uso, 83% dos respondentes mencionaram acessar o WhatsApp várias as vezes ao dia; 62%; o Facebook e 50%, o Youtube. Em outra pesquisa realizada pela Mintel, sobre o Estilo de Vida dos Millennials, 23% dos entrevistados afirmaram estar tentando ficar mais tempo desconectado do mundo digital (como, por exemplo, usar menos o celular e redes sociais), uma porcentagem próxima daquela que mencionou ter deletado alguma conta em rede social.

Conteúdo relevante
Apesar de toda a repercussão em torno das fake news e dos movimentos de verificação de conteúdo publicado na internet, o público continua habituado a se informar pelas redes. A pesquisa indica que três em cada cinco (65%) brasileiros usam as redes sociais como sua principal fonte de informação e sete em dez (73%) dizem que gostam de acompanhar notícias e artigos nessas redes.

Já 68% dos respondentes concordam que o conteúdo postado ou compartilhado por amigos e familiares são os que mais chamam a sua atenção. Um pouco mais da metade (38%) afirma que o conteúdo criado por marcas é o que mais têm interesse em acompanhar. O percentual é alto em relação a outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, 16% dos usuários de mídia social afirmaram se engajar com o conteúdo criado por marcas. Já 63% dos brasileiros entrevistados afirmaram seguir suas marcas preferidas nas redes sociais. “Isso evidencia o interesse em acompanhar o conteúdo publicado por marcas, especialmente as que são suas favoritas”, destaca Ana Paula.

Quando o assunto é compartilhamento, 49% dos entrevistados dizem postar ou compartilhar conteúdo criado por outros. Enquanto 70% afirmam que postam para passar informações úteis para amigos e seguidores, de 62%, o fazem para expressar sua opinião sobre algo que discordam. Por fim, 29% dos interessados em conteúdo criado por celebridades da internet costumam compartilhar conteúdo para obter recompensas, como descontos e promoções —17% dos usuários em geral que realizam o mesmo.

Fonte: Meio e Mensagem 

Apple e Twitter deverão revelar usuários que vendem elogios a candidatos

Rede de usuários divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR nas eleições 2018

Nos últimos dias, foi exposta uma rede de usuários que divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR, sem revelar que eram pagos por isso — o que viola a lei eleitoral. A PRE-MG (Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais) quer a ajuda da Apple para investigar o caso.

Bruno Nominato de Oliveira, procurador regional eleitoral auxiliar de MG, pediu nesta terça-feira (28) que a Apple revele todos os usuários que baixaram os aplicativos O Brasil Feliz de Novo e Follow Now. Ela tem 48 horas para responder.

Os dois apps eram usados para recrutar e coordenar elogios a candidatos do PT e PR no Twitter. A rede social, por sua vez, deverá informar os dados cadastrais dos usuários @pppholanda, @delucca, @choracuica, @cadefeminista, @joycelular e @AgenciaLajoy.

Por fim, o procurador solicitou a quebra do sigilo fiscal de seis empresas envolvidas no esquema. Isso inclui a Agência LaJoy, de Joyce Falete; Fórmula e Follow, que pertencem ao deputado petista Miguel Corrêa; e três outras empresas de parceiros de Corrêa.

Esquema de elogios coordenados no Twitter:

Na noite de sábado (25), a jornalista e militante Paula Holanda (@pppholanda) revelou o esquema. A agência de publicidade LaJoy — sem CNPJ nem endereço — prometia a partir de R$ 500 por mês para tweets positivos sobre candidatos do PT. Ela foi subcontratada pela Be Connected.

A ação era bastante coordenada. No dia 23, diversos perfis tuitaram seu apoio à petista Gleisi Hoffmann, candidata a deputada federal. No dia 24, o assunto era Luiz Marinho, candidato a governador de SP. No dia 25, a bola da vez era Wellington Dias, governador candidato à reeleição no Piauí.

 

Isso causou estranheza. Vários perfis eram de São Paulo, mas todos resolveram elogiar um candidato do Piauí ao mesmo tempo, sem motivo aparente. Paula Holanda divulgou um briefing recebido por e-mail, dizendo que “a intenção da pauta de hoje é divulgar e enaltecer a trajetória e as ações de Wellington Dias”.

TSE proíbe propaganda paga em redes sociais

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proíbe propaganda paga nas redes sociais para a campanha de 2018, exceto se for impulsionamento “identificado de forma inequívoca como tal”. A multa de até R$ 30 mil. O Twitter não está impulsionando posts nas eleições deste ano no Brasil.

Dias afirma ao Globo que os tweets pagos foram “uma estratégia de uma moçada lá da direção nacional”, diz que “nada disso foi feito por aqui”, e reconhece que “a compra de impulsionamento é contra a lei”.

Os aplicativos Follow Now e Brasil Feliz de Novo foram usados para promover ao menos 12 candidatos nestas eleições. Ao Globo, eles negam ter pago pela publicidade.

São eles:

  • o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba;
  • Lindbergh Farias (PT), candidato ao Senado pelo RJ;
  • Fernando Pimentel (PT), candidato ao governo de MG;
  • Wellington Dias (PT), candidato à reeleição como governador de PI;
  • Luiz Marinho (PT), candidato ao governo de SP;
  • Márcia Tiburi (PT), candidata ao governo do RJ;
  • Décio Lima (PT), candidato ao governo de SC;
  • Tiririca (PR), candidato a deputado federal por SP;
  • Gleisi Hoffmann (PT), candidata a deputada federal pelo PR;
  • Kátia Sastre (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Andréia Gonçalves (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Luciana Costa (PR), candidata a deputada federal por SP.

O aplicativo O Brasil Feliz de Novo também está disponível na Play Store, mas o Google não entrou no pedido da PRE-MG.

 

Fonte: Tecnoblog

Plataforma de vídeos do Facebook é lançada globalmente

Facebook Watch foi disponibilizado nesta quarta-feira (29) em todos os lugares, com objetivo de oferecer às pessoas uma nova maneira de descobrir vídeos e interagir com amigos, criadores de conteúdo e outros fãs.

Primeiramente lançado nos Estados Unidos em agosto de 2017, a função serve para oferecer no Facebook um lugar para encontrar programas e criadores de vídeos e para iniciar conversas com amigos, outros fãs e até mesmo com os próprios criadores. Durante o último ano, a experiência tomou um viés mais social ao criar programas que trazem a participação da audiência e com a abertura do Watch para vídeos de páginas. Essas atualizações ajudaram as pessoas a descobrir e engajar mais profundamente com os vídeos que gostam.

Como agora o programa foi disponibilizadopara o mundo todo, veja o que ele oferece:

  • Um lugar para descobrir vídeos: encontre os vídeos mais recentes sobre entretenimento, esportes, notícias e muito mais, tudo em seu Feed personalizado do Watch.
  • Uma maneira de acompanhar os publishers e criadores de conteúdo que você adora: Na parte superior do seu Feed do Watch, você verá sua Lista para Assistir, que traz vídeos recentes das Páginas que você segue. Personalize esta seção seguindo ou removendo Páginas da sua lista no Watch.
  • Uma home para seus vídeos salvos: Se você encontrar um vídeo no seu Feed de Notícias, mas não conseguir assistí-lo naquele momento, você pode salvá-lo para ver depois no Watch.
  • Vídeos que você pode participar: Estamos desenvolvendo novas experiências de vídeo que colocam as pessoas no centro, dando a elas a possibilidade de moldar a direção do conteúdo. Com o tempo, você poderá encontrar novas experiências de vídeo no seu Feed do Watch, como as Watch Parties, Premieres e vídeos focados na participação da audiência – como o novo game show de perguntas e respostas, Confetti. E facilitaremos a forma de encontrar vídeos ao vivo para que você possa discutir os grandes momentos enquanto eles estão acontecendo.

Disponibilizar o Watch globalmente também significa novas oportunidades para publishers e criadores de vídeo. Portanto o serviço de Ad Breaks será expandido para que mais parceiros gerem receitas com suas criações e ofereçam novos insights, ferramentas e práticas recomendadas para páginas por meio do Creator Studio.

 

 

Fonte: Adnews

WhatsApp recorre à mídia impressa para alertar sobre fake news

Rede social publica mensagem com três passos para que as pessoas verifiquem a autenticidade das informações e não passem adiante mensagens inverídicas

A edição desta segunda-feira, 27, da Folha de S.Paulo, traz um anúncio do WhatsApp alertando as pessoas a respeito da importância de verificar a autenticidade das notícias que recebem e, com isso, evitar a disseminação de informações falsas.

A mensagem publicitária faz parte da estratégia da empresa de combater a disseminação das fake news, algo que vem ganhando cada vez mais importância na pauta de marketing e comunicação da rede social. No anúncio publicado no jornal, o WhatsApp usa uma linguagem didática, mostrando às pessoas três passos que devem ser tomados para evitar o compartilhamento e a disseminação de notícias falsas.

O primeiro deles, segundo a rede social, é “saber identificar que notícias podem ser falsas”. Nesse tópico, o anúncio pede as pessoas que busquem sinais que possam tirar a credibilidade daquela mensagem recebida, como o fato de ela ter vindo de um contato desconhecido, a falta de evidências ou palavras que incitem a violência. “Fotos, vídeos e até áudios podem ser manipulados para tentar te enganar”, diz o texto.

O segundo passo sugerido pelo WhatsApp é a verificação de outras fontes para validar se uma informação é mesmo verdadeira. “Faça uma busca online pelos fatos e cheque sites confiáveis de notícias para ver de onde uma história veio”, diz o texto. O último conselho dado pela rede social diz respeito diretamente ao compartilhamento de conteúdo. “Ajude a parar a divulgação. Se você se deparar com algo falso, avise as pessoas e peça para que sempre verifiquem fatos antes de compartilhá-los”, pede o anuncio.

 

 

 

Fonte: Meio Mensagem 

Google rebate críticas de Donald Trump sobre resultados de busca

Na manhã desta terça-feira (28), Donald Trump usou o Twitter para descarregar a sua ira contra o Google. Para o presidente dos Estados Unidos, a companhia manipula as buscas para priorizar resultados com críticas negativas ao seu governo. Mais tarde, o Google soltou um comunicado refutando as acusações.

Não é incomum Trump usar o Twitter para criticar veículos de imprensa ou serviços de mídia. Porém, nos últimos dias, essas manifestações têm sido mais frequentes. No início da semana, por exemplo, o presidente acusou as redes sociais de “silenciar milhões de pessoas”, uma aparente referência às ações do Facebook e Google para apagar contas que espalham desinformação ou interferem em eleições.

Com relação ao Google, Donald Trump declarou que 96% dos resultados do buscador para “Trump News” são de veículos nacionais de esquerda que, no seu entendimento, dão apenas informações falsas ou negativas. O presidente afirmou também que, ao mesmo tempo, notícias de veículos conservadores ou republicamos são suprimidos das buscas.

Trump não revelou detalhes sobre como chegou a essa conclusão, apenas deu a entender que irá tomar providências. O jornal The Guardian sugere, porém, que o presidente faz referência a uma pesquisa do site PJ Media que sugere que os 100 melhores resultados do Google News para “Trump” trazem “um padrão de preconceito contra conteúdo de direita”.

Se de modo suficiente ou não, companhias como Google e Facebook vêm promovendo esforços para evitar a disseminação de notícias falsas em seus serviços. É natural, portanto, que queixas surjam por parte de quem se sente prejudicado com essas ações.

O que chama atenção no caso das reclamações contra o Google é que o presidente Trump parece não entender que os resultados são dinâmicos e, portanto, podem variar rapidamente em curtos intervalos de tempo ou de acordo com os hábitos de navegação de cada usuário, por exemplo.

Além disso, não raramente, os resultados exibem links para serviços de notícias como ABC, CBS, New York Times e Washington Post. Há tempos que esses e outros veículos despertam a antipatia do presidente.

De qualquer forma, o Google tratou de rebater as acusações:

“Quando os usuários inserem termos na busca do Google, nosso objetivo é garantir que eles recebam as respostas mais relevantes em questão de segundos. O mecanismo não é usado para definir uma agenda política e nós não influenciamos os resultados em prol de nenhuma ideologia política.”

 

 

Fonte: Tecnoblog