4 maneiras de aproveitar os recursos do novo Gmail

Mudanças, muitas vezes, podem ser difíceis e requerem  tempo para adaptação. Recentemente, o Gmail ganhou um “novo visual” e isso incomodou alguns usuários.

Diante da maior atualização em anos para usuários coorporativos e um pouco mais gradual para usuários tradicionais, a novidade até agora possibilita que a comunidade teste as alterações.Ainda que um choque para algumas pessoas, a transformação possui muitos benefícios que podem ser aproveitados pelos usuários, confira algumas delas:

Organizar a caixa de entrada

Quando a conta migrar, uma solicitação com três opções serão exibidas: padrão, confortável e compacta. Elas, por sua vez, afetam o quão compactados serão exibidos os e-mails na página. Dessa forma, fica mais fácil checar a Caixa de Entrada.

Outra novidade é a forma de expansão do menu de opções das mensagens: tudo o que o usuário precisa fazer é passar o mouse por cima da mensagem desejada e selecionar o que prefere dentre as opções arquivar, excluir, marcar como lida/não lida e adiar. Para adiar, basta clicar no ícone e redefinir data e horário.

Produzir mais nos aplicativos

O novo formato de exibição inclui uma barra lateral à direita que permite acessar outras ferramentas relacionadas à produtividade. Lá, ícones de agenda e tarefas estarão inclusos e não há necessidade de abrir outra guia.

Esta barra é compatível apenas com ferramentas do Gmail, por isso, se o material não estiver em nenhuma dessas ferramentas, talvez ela não faça tanta diferença.

Maximizar a eficiência do e-mail

O Gmail integra mais inteligência artificial em seus recursos. Logo, o serviço, até certo ponto, também poderá ser acessado em modo offline.

Foi instituído a “Resposta Inteligente”, que permite o usuário responder uma mensagem curta com uma sugestão da inteligência artificial. No momento ela não tem como ser desativada, mas segundo o próprio Google, eles estão em busca de uma maneira de corrigir isso.

O usuário também pode acessar algumas funções de e-mail off-line. Em Configurações, na opção offline, deve ser selecionado a opção “Ativar e-mail offline”. Agora as opções de pesquisa, exclusão e organização dos e-mails podem ser feitos sem a pessoa estar conectada.

Manter e-mails e sua conta segura

O Gmail inclui novos recursos para proteger informações confidenciais e de conta. Por exemplo, o aviso anti-phishing é muito mais fácil de ser detectado. Na interface antiga do Gmail, as pessoas poderiam ter ignorado o texto de aviso. Agora, um banner será exibido quando algum e-mail suspeito chegar à caixa.

Agora, e-mails confidenciais também podem ser enviados. Eles têm uma data de expiração e exigem autenticação para o destinatário abri-lo e não podem ser encaminhados, copiados ou imprimidos. Para enviá-los, o remetente deve selecionar o ícone Modo Confidencial na barra inferior.

Fonte: AdNews

LinkedIn anuncia campanha global para questionar o que é sucesso

O Linkedin estreia nesta segunda-feira (3), no Brasil, a campanha digital “Juntos Nessa”. A divulgação é uma adaptação da campanha global “In It Together”, lançada em janeiro, durante o intervalo comercial do Golden Globe Awards.

A campanha é a primeira da marca no Brasil e traz peças publicitárias feitas a partir de histórias reais dos usuários da rede social profissional. A criação é da agência americana Brands2Life.

Os anúncios, feitos com três usuários brasileiros, têm como objetivo estimular um debate sobre diferentes conceitos de sucesso e mostrar que o LinkedIn oferece suporte aos profissionais que ali estão para construção da sua comunidade, sejam eles de uma grande indústria, pequenos empreendedores ou com profissões que geralmente não são vistas na rede com frequência.

“Queremos mostrar que o LinkedIn é um espaço democrático, não só para pessoas com cargos de alta liderança. Para isso, buscamos nas histórias reais e inspiradoras de pessoas que encontraram no LinkedIn uma oportunidade de criar laços ou ainda, sua própria identidade como profissional”, explica Erica Firmo, gerente de comunicação do LinkedIn para a América Latina.

Dentre as histórias da campanha estão a de um grafiteiro, uma ex-publicitária que virou chef de comida vegana crua e uma trainee de marketing. Eles foram convidados para uma sessão de fotos e em seguida, criaram artigos para o LinkedIn respondendo à pergunta: “o que é sucesso para você?”.

Acompanhada da hashtag #JuntosNessa, a campanha circulará durante todo o mês de setembro, nos canais digitais da empresa, incluindo o Facebook, Instagram, Twitter e o próprio LinkedIn.

 

 

Fonte: AdNews

A revolução do Google completa 20 anos

Buscador lançado em 1998 foi o primeiro passo para uma série de inovações que a empresa fundada em uma garagem traria para o mundo

Se o Google mudou completamente a forma como pesquisas e buscas são feitas na internet, esta é apenas uma das inovações que a empresa trouxe para o mundo como hoje conhecemos. Da revolução que o YouTube gerou na forma de consumir mídia – plataforma adquirida em 2006 pelo Google – , passando pela rede social que talvez tenha sido a primeira de sucesso, o Orkut, lançado pela empresa em 2004, até o acesso mais fácil a conteúdo em outras línguas com o Google Tradutor, as transformações que o Google e suas ferramentas trouxeram para o mundo envolve diversas etapas e ainda está em curso.

A história do Google remete ao ano de 1996, quando Larry Page e Sergey Brin, ainda estudantes da Universidade de Stanford, desenvolveram a primeira versão do motor de buscas. Mas é em 4 de setembro 1998 que ele é registrado como empresa, operando ainda na garagem de uma casa de uma amiga dos dois, localizada na Califórnia. Por isso que o dia de hoje marca a data em que o buscador começou a operar, embora o Google comemore oficialmente no dia 27 de setembro.

O que vale resgatar nestas duas décadas de atividades do Google é a relevância que a empresa tem não só nas inovações tecnológicas que trouxe mas, principalmente, nas mudanças que gerou no comportamento da sociedade. “É um caso impressionante porque antes tínhamos um outro buscador, o Yahoo, e ninguém lembra mais dele. Este sistema de compartilhamento de informações trouxe uma revolução geral em termos de consumo de informações”, observa Eduardo França, coordenador de publicidade e propaganda da ESPM-Rio. Com suas ferramentas, o Google ainda impactou diretamente o marketing digital, lembra o pesquisador.

Em abril deste ano, o Google promoveu um evento já em celebração aos 20 anos de seu serviço de buscas. Nele, revelou que 15% das consultas no Google são inéditas; 130 trilhões de endereços web já foram buscados pelo Google, e 0,25 segundo é a média de tempo de resposta a uma pesquisa. Em um cenário global em que a popularização dos smartphones é crescente, hoje 50% da buscas no Google já são feitas por celulares. Com tecnologias como o Android, revolucionou ainda sistemas operacionais e hoje domina este mercado. Investindo em projetos como YouTube Space – são dez centros como este no mundo, um dos maiores deles localizado no Rio de Janeiro – mira na capacitação de produtores de conteúdo para a plataforma YouTube.

Operando no Brasil desde 2005, o Google conta com vários escritórios no País. Em São Paulo estão localizados as operações de vendas, o Google Campus para empreendedores e o Google Partner Plex, para clientes e parceiros. Em Belo Horizonte, o Google lançou um centro de engenharia e no Rio está o YouTube Space.  Segundo a assessoria de imprensa do Google, o Brasil é o único país do mundo a possuir todos esses tipos de instalações. Hoje a empresa conta com mais de 700 funcionários em São Paulo e mais 120 no centro de engenharia de Belo Horizonte.

Entre janeiro de 2017 e maio de 2018, o Google investiu R$ 700 milhões no Brasil em projetos como cabos submarinos, uma das iniciativas da empresa para melhorar a infraestrutura na América Latina. Parte da verba também foi destinada ao Cloud Region, que tem como foco os clientes que usam o a plataforma de nuvem Google Cloud; o objetivo foi processar dados e aplicações em um local mais próximo para reduzir o tempo de latência para acesso, por exemplo. O valor investido pelo Google no mercado nacional envolveu ainda o lançamento há um ano do YouTube Space no Rio de Janeiro, projeto que visa apoiar produtores de conteúdo oferecendo uma infraestrutura profissional, acesso a estúdios e workshops ligados à tecnologia e audiovisual. Com oito plataformas com mais de um bilhão de usuários –  Busca, Android, Chrome, YouTube, Maps, Play Store, Gmail e Drive –, o Brasil é hoje está entre os cinco principais mercados do Google, não apenas em tamanho, mas também em engajamento.

Fonte: Meio e Mensagem

8 motivos que influenciam os usuários a saírem do seu site

Os internautas procuram sites que possuem fácil acesso, informação e atração visual. É muito comum que usuários desistam de navegar quando estão insatisfeitos com algum fator de aparência ou manual.

Por isso, a equipe da Red Website Design realizou um estudo e compartilhou um infográfico com os 8 problemas mais comuns dos sites de pequenas empresas. Confira abaixo:

 

Traduzindo:

  • Leva uma eternidade para carregar
  • Não é otimizado para celular
  • Oferece pouca navegação
  • Ele usa pop-ups excessivos
  • Contém conteúdo multimídia que reproduz automaticamente
  • Vangloria-se de animações desorientadoras
  • Está cheio de imagens genéricas
  • Não explica claramente o que sua empresa faz

 

Fonte: AdNews

Novos recursos aprimoram oportunidades de publicidade no Youtube

No primeiro semestre, o Google anunciou novos recursos de publicidade no YouTube que fornecem aos profissionais de marketing mais controle sobre a segmentação e a otimização de seus gastos na plataforma. O YouTube é o segundo maior mecanismo de pesquisa do mundo, com mais de 30 milhões de usuários diários e mais de 1,5 bilhão de usuários conectados mensalmente em 88 países. Calculando apenas os visitantes de dispositivos móveis, o YouTube alcança o público de 18 a 49 anos, muito mais do que qualquer canal de TV a cabo nos EUA, por exemplo. Ou seja, a plataforma traz grandes oportunidades para as marcas.

“Com base nesses números, o YouTube deve ser uma parte extremamente importante da estratégia de marketing de todas as marcas. No entanto, muitas vezes os anunciantes hesitam em aproveitar ao máximo os tipos de anúncios e as ferramentas de segmentação disponíveis. Existem várias razões para essa discrepância: os profissionais de marketing são obcecados em focar sempre nas palavras-chave. Sendo que é necessário aproveitar a granularidade das opções de segmentação por público do Google”, explica o Gustavo Macedo, diretor da iProspect.

Embora o YouTube seja uma plataforma de descoberta, a caixa de pesquisa ainda é um componente fundamental. Mas enquanto as caixas de pesquisa no YouTube e no Google parecem semelhantes, o comportamento do usuário para cada uma é bem diferente. Pesquisadores do Google estão declarando sua intenção de maneira muito clara, fazendo uma pergunta e solicitando uma resposta. As pesquisas no YouTube são mais difíceis de analisar, embora muitas vezes haja alguma indicação de intenção, esse nível de percepção granular geralmente é mascarado pelo fato da pesquisa estar concentrada no consumo de conteúdo de vídeo.

Ao aproveitar esse recurso, os anunciantes podem segmentar os anúncios em vídeo do YouTube com base no comportamento de pesquisa anterior do usuário no Google, onde sua declaração de intenção é mais robusta. Os profissionais de marketing podem criar listas de até 5.000 palavras-chave, que conectadas as campanhas de vídeo do YouTube para veicular anúncios quando alguém que pesquisou essas palavras-chave anteriormente no Google está assistindo a um vídeo no YouTube.

Devido ao seu alcance fantástico, os anúncios do YouTube sempre foram ótimos para entregar KPIs de branding. A pesquisa, no entanto, é um canal desenvolvido para o desempenho de resposta direta. Ao criar um bloco de anúncios do YouTube criado a partir do zero como um jogo de desempenho, o Google espera alavancar sua longa história na geração de resultados de negócios tangíveis e expandir essa força no espaço do anúncio em vídeo.

“Estamos promovendo sempre os melhores recursos, individualmente combinando com outras opções de segmentação do YouTube e formatos de anúncios. Procurando uma atualização futura, compartilhando os aprendizados e resultados”, finaliza o Gustavo.

 

 

Fonte: AdNews

As 100 palavras mais pesquisadas no Google

As tendências de busca sempre mudam, o que pode dificultar o acompanhamento do que acontece no mercado. Diante de tantas alterações, torna-se impossível se informar sobre as mudanças gerais, mas conhecer um quadro mais amplo pode ser útil, não apenas para ver interesses atuais, mas também para acompanhar tendências mundias.

Para ajudar nisso, as equipes da Ahrefs e da Siege Media se uniram para analisar os termos mais pesquisados no Google entre usuários nos EUA nos últimos 12 meses (terminando em 1º de junho de 2018).

Confira o infográfico:

 

 

Fonte: AdNews

Google relembra momentos marcantes da empresa em seus 20 anos de história

O Google, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, completou 20 anos nesta terça-feira (20). No entanto, dois anos antes a dupla criadora da companhia, já havia começado a idealizar alguns projetos.

No decorrer dos anos a ideia de Larry Page e Sergey Brin de construir um buscador mais inteligente se aprimorou e tornou o Google na empresa que é hoje. Confira alguns momentos:

 

Fonte: AdNews

O cuidado das marcas com interações polarizadas no digital

Estudo da Hello, que aponta que a publicidade online segue enfrentando rejeição dos internautas, corrobora a luta pela atenção dos anunciantes, preocupados com comentários negativos

Fortalecimento de pautas feministas, LGBT e políticas são alguns exemplos de manifestações sociais que eclodem, diariamente, nas redes. Segundo Davi Bertoncello, CEO da agência de pesquisa de mercado e inteligência Hello, o brasileiro já é reconhecidamente um povo sociável e conectado à internet. “O mundo online já se fundiu ao off-line”. Atentas a esse movimento, as marcas vêm construindo relacionamentos com seus consumidores no digital. No entanto, as intensas interações polarizadas, entre brandlovers e haters pressionam anunciantes, preocupados permanentemente em não cometer deslizes capazes de gerar uma enxurrada de comentários contrários e negativos às marcas.

Quase metade (49%) dos internautas possui interesse pelas redes sociais de anunciantes que admiram, 22% a mais que os números de 2016. O dado é da Hello, que, por meio do estudo Papo Digital, realizou entrevistas digitais com mais de 1.400 pessoas, maiores de 16 anos e integrantes das classes A, B e C. A pesquisa foi realizada entre 3 e 8 de maio deste ano.

Apesar da receptividade do público em relação às marcas no ambiente online, a publicidade na internet segue enfrentando rejeição. Cerca de 50% dos participantes do estudo da agência de pesquisa de mercado e inteligência admitem bloquear publicidade na internet, quando possível. De acordo com Davi, as pessoas deixam de lado anúncios ruins ou sem relevância. “Além disso, aqueles conteúdos publicitários que representam uma barreira à navegabilidade acabam não sendo aceitos”. Segundo o profissional, para que a comunicação consiga atingir o cliente, é preciso batalhar pela atenção.

O Papo Digital mostra, por exemplo, que 48% do público presta atenção em publicidade em posts das redes sociais, 35%, em banners e pequenos anúncios nos sites, e 33%, em vídeos. Mas, 56% estão compartilhando filmes publicitários se gostam de suas mensagens. O CEO da Hello explica que conteúdo audiovisual tem o maior potencial de engajamento online, “basta ver a importância de Youtube e Netflix para as audiências ou como, ao longo do tempo, serviços como Facebook e Instagram abriram cada vez mais espaço para compartilhamento de vídeos”. Diferente da TV, onde a mensagem é exibida para uma audiência de forma massificada, pela internet é possível atingir os públicos de forma segmentada, “o que demanda uma necessidade ainda maior de conhecer os clientes, seus valores, o uso que fazem em cada rede social e em qual momento da jornada online do consumidor a marca deseja impactá-lo”.

Nike (18%) e Adidas (15%), Samsung (7%) são as marcas mais admiradas, segundo estudo da Hello. Confira ranking completo dos anunciantes mais adorados pelos consumidores:

 

 

Ainda segundo o estudo da Hello, os jovens (67%) – de 16 a 24 anos – são os mais ativos na internet. Para Davi, esse público, desde cedo, está acostumado a desbravar o online. Nas redes sociais, o principal objetivo é a comunicação com amigos e familiares. “Isso explica o Instagram ser tão utilizado quanto Facebook e Whatsapp. Fora isso, ainda existe a questão intrínseca da busca de maior aceitação social que ocorre durante essa fase da vida, que gera uma necessidade de expandir a rede de contatos e competir pelo número de amigos nas redes, likes e compartilhamento”.

Apesar do engajamento dos jovens, as marcas não podem deixar de construir peças para um público mais velho – a partir de 55 anos. “Os anunciantes precisam lembrar que esse público se relaciona com o universo digital de forma diferente”, aponta o CEO. Segundo Davi, os seniores estão preocupados em postar notícias e assuntos ligados à saúde e causas sociais e menos interessados em expor seus gostos e seguir influenciadores e celebridades. “Vale lembrar também que outro público muito negligenciado pelas marcas é aquele formado por pessoas com deficiência. Apesar de formarem a maior minoria do mundo, com um bilhão de pessoas, e no Brasil serem 20% da população, nem 1% do conteúdo digital das grandes marcas brasileiras são acessíveis”, aponta.

A Hello mostra que a TV (53%) ainda é o meio que mais chama a atenção para anúncios. Diferentemente do Brasil, no mundo os investimentos de publicidade em meios digitais já superam os de televisão. “No País, a grande sacada é conseguir aproveitar essa descentralização dos canais de comunicação tradicionais e digitais para atingir seu consumidor de forma inteligente. É possível definir qual público atingir em cada meio, mas também quando, ou qual o melhor momento da jornada de um cliente para transmitir certa mensagem”, diz.

Veja os meios de publicidade que mais recebem atenção de acordo com o perfil do público (%):

Fonte: Meio e Mensagem

22% dos brasileiros deletaram uma conta de rede social nos últimos 12 meses

Percentual sobe para 27% entre os jovens de 18 a 24 anos, segundo pesquisa da Mintel. Mesmo assim, 68% dos usuários acessam de duas a quatro redes diferentes diariamente

Uma nova pesquisa divulgada pela Mintel nesta quinta-feira, 30, sobre atitudes e hábitos no uso de mídias sociais indica que mais de um em cada cinco (22%) brasileiros afirmam ter deletado alguma conta de rede social nos últimos 12 meses — período em relação a abril de 2018. Os resultados apontam, ainda, que 68% dos usuários de redes sociais acessam de duas a quatro redes diferentes diariamente. A amostra do levantamento é de 1.501 usuários de internet com 16 anos ou mais, das regiões Sudeste (53%), Nordeste (20%), Sul (13%), Centro-Oeste (7%) e Norte (7%).

“Uma das possíveis análises é a de que essa seja uma tentativa de controlar e diminuir o tempo que passam nas redes sociais, já que os brasileiros possuem uma frequência elevada de acesso às redes sociais. Uma outra hipótese é a de que, justamente por possuir perfis em diversas redes sociais, os brasileiros, especialmente os mais jovens, deletem suas contas em redes sociais que já não despertam tanto seu interesse”, comenta Ana Paula Gilsogamo, especialista em pesquisa de consumo da Mintel. A porcentagem entre os usuários de redes sociais com idade entre 18 e 24 anos que mencionaram ter deletado uma conta em rede social é de 27%.

Em relação ao uso, 83% dos respondentes mencionaram acessar o WhatsApp várias as vezes ao dia; 62%; o Facebook e 50%, o Youtube. Em outra pesquisa realizada pela Mintel, sobre o Estilo de Vida dos Millennials, 23% dos entrevistados afirmaram estar tentando ficar mais tempo desconectado do mundo digital (como, por exemplo, usar menos o celular e redes sociais), uma porcentagem próxima daquela que mencionou ter deletado alguma conta em rede social.

Conteúdo relevante
Apesar de toda a repercussão em torno das fake news e dos movimentos de verificação de conteúdo publicado na internet, o público continua habituado a se informar pelas redes. A pesquisa indica que três em cada cinco (65%) brasileiros usam as redes sociais como sua principal fonte de informação e sete em dez (73%) dizem que gostam de acompanhar notícias e artigos nessas redes.

Já 68% dos respondentes concordam que o conteúdo postado ou compartilhado por amigos e familiares são os que mais chamam a sua atenção. Um pouco mais da metade (38%) afirma que o conteúdo criado por marcas é o que mais têm interesse em acompanhar. O percentual é alto em relação a outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, 16% dos usuários de mídia social afirmaram se engajar com o conteúdo criado por marcas. Já 63% dos brasileiros entrevistados afirmaram seguir suas marcas preferidas nas redes sociais. “Isso evidencia o interesse em acompanhar o conteúdo publicado por marcas, especialmente as que são suas favoritas”, destaca Ana Paula.

Quando o assunto é compartilhamento, 49% dos entrevistados dizem postar ou compartilhar conteúdo criado por outros. Enquanto 70% afirmam que postam para passar informações úteis para amigos e seguidores, de 62%, o fazem para expressar sua opinião sobre algo que discordam. Por fim, 29% dos interessados em conteúdo criado por celebridades da internet costumam compartilhar conteúdo para obter recompensas, como descontos e promoções —17% dos usuários em geral que realizam o mesmo.

Fonte: Meio e Mensagem 

Apple e Twitter deverão revelar usuários que vendem elogios a candidatos

Rede de usuários divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR nas eleições 2018

Nos últimos dias, foi exposta uma rede de usuários que divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR, sem revelar que eram pagos por isso — o que viola a lei eleitoral. A PRE-MG (Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais) quer a ajuda da Apple para investigar o caso.

Bruno Nominato de Oliveira, procurador regional eleitoral auxiliar de MG, pediu nesta terça-feira (28) que a Apple revele todos os usuários que baixaram os aplicativos O Brasil Feliz de Novo e Follow Now. Ela tem 48 horas para responder.

Os dois apps eram usados para recrutar e coordenar elogios a candidatos do PT e PR no Twitter. A rede social, por sua vez, deverá informar os dados cadastrais dos usuários @pppholanda, @delucca, @choracuica, @cadefeminista, @joycelular e @AgenciaLajoy.

Por fim, o procurador solicitou a quebra do sigilo fiscal de seis empresas envolvidas no esquema. Isso inclui a Agência LaJoy, de Joyce Falete; Fórmula e Follow, que pertencem ao deputado petista Miguel Corrêa; e três outras empresas de parceiros de Corrêa.

Esquema de elogios coordenados no Twitter:

Na noite de sábado (25), a jornalista e militante Paula Holanda (@pppholanda) revelou o esquema. A agência de publicidade LaJoy — sem CNPJ nem endereço — prometia a partir de R$ 500 por mês para tweets positivos sobre candidatos do PT. Ela foi subcontratada pela Be Connected.

A ação era bastante coordenada. No dia 23, diversos perfis tuitaram seu apoio à petista Gleisi Hoffmann, candidata a deputada federal. No dia 24, o assunto era Luiz Marinho, candidato a governador de SP. No dia 25, a bola da vez era Wellington Dias, governador candidato à reeleição no Piauí.

 

Isso causou estranheza. Vários perfis eram de São Paulo, mas todos resolveram elogiar um candidato do Piauí ao mesmo tempo, sem motivo aparente. Paula Holanda divulgou um briefing recebido por e-mail, dizendo que “a intenção da pauta de hoje é divulgar e enaltecer a trajetória e as ações de Wellington Dias”.

TSE proíbe propaganda paga em redes sociais

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proíbe propaganda paga nas redes sociais para a campanha de 2018, exceto se for impulsionamento “identificado de forma inequívoca como tal”. A multa de até R$ 30 mil. O Twitter não está impulsionando posts nas eleições deste ano no Brasil.

Dias afirma ao Globo que os tweets pagos foram “uma estratégia de uma moçada lá da direção nacional”, diz que “nada disso foi feito por aqui”, e reconhece que “a compra de impulsionamento é contra a lei”.

Os aplicativos Follow Now e Brasil Feliz de Novo foram usados para promover ao menos 12 candidatos nestas eleições. Ao Globo, eles negam ter pago pela publicidade.

São eles:

  • o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba;
  • Lindbergh Farias (PT), candidato ao Senado pelo RJ;
  • Fernando Pimentel (PT), candidato ao governo de MG;
  • Wellington Dias (PT), candidato à reeleição como governador de PI;
  • Luiz Marinho (PT), candidato ao governo de SP;
  • Márcia Tiburi (PT), candidata ao governo do RJ;
  • Décio Lima (PT), candidato ao governo de SC;
  • Tiririca (PR), candidato a deputado federal por SP;
  • Gleisi Hoffmann (PT), candidata a deputada federal pelo PR;
  • Kátia Sastre (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Andréia Gonçalves (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Luciana Costa (PR), candidata a deputada federal por SP.

O aplicativo O Brasil Feliz de Novo também está disponível na Play Store, mas o Google não entrou no pedido da PRE-MG.

 

Fonte: Tecnoblog