Músicas no Stories do Instagram chegam ao Brasil

Para adicionar músicas aos Stories, basta selecionar o novo adesivo após tirar uma foto ou gravar um vídeo. Ele inclui uma opção de busca para você encontrar a canção desejada e permite cortar apenas o trecho que será escutado por seus seguidores. Caso a música escolhida tenha letras disponíveis no Instagram, elas aparecerão na tela.

Dublagem ao vivo no Facebook

Além do adesivo para Stories, o Facebook também ganhou duas novidades envolvendo música. A primeira delas é o Lip Sync Live, ferramenta de dublagem de músicas ao vivo. Ela permite que o resultado seja transmitido para todos os seus amigos e seguidores na rede social, que acompanham a performance em tempo real.

O Facebook também adicionou suporte a músicas no perfil. Quando selecionadas, elas aparecem logo abaixo da sua foto de perfil para que todos conheçam qual é sua canção favorita no momento. Todas as atualizações estão disponíveis no Android e no iOS.

Fonte: Tecmundo

Zeeng – Alertas de Redes Sociais

Está no ar o alerta de redes sociais 📢

Isso mesmo!

Agora, além de configurar para receber alertas de notícias de empresas monitoradas, será possível receber os posts nas Redes Sociais dos players importantes na sua estratégia de monitoramento, por e-mail. 

Configurando essa feature você passa a ter controle sobre os seus concorrentes mesmo sem acessar a Plataforma.

Para fazer a configuração é super simples, basta seguir o passo a passo abaixo:

1)  Clicar no ícone, de alertas e escolher a opção de redes sociais.

2)  Clique em “novo” para configurar um alerta com suas configurações.

3) Preencha as informações conforme suas preferências e clique em salvar.


Pronto!!
Seu alerta foi criado e você começará a recebê-los por e-mail 

DICA DA ZEENG: Lembre-se que você pode criar diversos alertas para pessoas diferentes da equipe, monitorando empresas específicas de interesse para cada usuário 😉

Caso fique com alguma dúvida entre em contato conosco pelo FacebookInstagramTwitter ou pelo e-mail: contato@zeeng.com.br.

 

Uso do Facebook caiu 20% desde escândalo de Cambridge Analytica

A receita do Facebook pode continuar nas alturas, mas estudos feitos por empresas de análise de negócios apontam uma tendência preocupante – e sintomática – da rede social: uma queda expressiva de engajamento dos usuários. O sinal mais recente disso foi registrado pelo The Guardian, que recebeu um levantamento feito pela Mixpanel, que mostrou uma queda de 20% de atividade no Facebook desde abril de 2018.

A medida é simbólica porque começa no primeiro mês completo após o escândalo de Cambridge Analytica, que abalou a credibilidade pública da rede social. No gráfico apresentado pela publicação britânica, há uma queda quase contínua na quantidade de curtidas, compartilhamentos e postna rede social, com subidas em julho, outubro e dezembro de 2018, além de janeiro de 2019. De fevereiro a maio deste ano, não houve altos e baixos

Há 10 dias, a eMarketer, empresa de pesquisa de mercado, também havia apresentado uma pesquisa com resultados semelhantes. Aplicado aos Estados Unidos, o levantamento indica que os usuários do Facebook estão passando cada vez menos tempo na plataforma e, por consequência, diminuindo o uso total de redes sociais.

De 2016 a 2017, o tempo de uso de redes sociais nos EUA subiu 10,7%, o que resultou em uma média de 1h15 dedicadas a plataformas do tipo. De 2017 a 2018, houve queda de 1,9%, com média de uso de 1h14 por dia. No caso do Facebook, no entanto, o número foi de 41 minutos diários para 38 minutos, com a expectativa de uma queda ainda maior para 2019.

Ambos os resultados vão na contramão do que o próprio Facebook divulga. A empresa afirma que o número de usuários ativos por mês e ano subiu 8% na comparação de março de 2018 para março de 2019. A rede social contou com 1,56 bilhão de pessoas acessando o serviço todo dia e 2,38 bilhões fazendo login pelo menos uma vez por mês no período.

As métricas podem parecer contraditórias, mas podem coexistir. Embora o número de pessoas usando a rede social aumentou, os usuários estão gastando menos tempo diariamente na plataforma. Não é necessariamente má notícia para a empresa de Mark Zuckerberg, já que boa parte destes olhos podem estar se voltando para o Instagram ou WhatsApp, já que ambos são de propriedade do Facebook.

Um número que caiu, se compararmos o primeiro trimestre de 2018 e o de 2019 do Facebook é o lucro líquido da empresa. Ainda que a receita tenha subido de 11,9 bilhões para 15 bilhões, o lucro caiu de 4,9 bilhões para 2,4 bilhões.

Fonte: UOL

Instagram reformula opções de gênero

Instagram anunciou que está reformulando suas opções de seleção de gênero para perfis públicos.

Segundo a plataforma, atualmente eles oferecem apenas duas opções para os usuários – masculino ou feminino – além de uma terceira alternativa “não especificado”, mas que isso mudará na próxima atualização do app.

A novidade permitirá que os usuários escolham entre gêneros mais personalizados, incluindo opções como trans e gender nonconforming. Ainda segundo o comunicado do Instagram, a mudança vem para que o aplicativo possa ser “Mais inclusivo e refletivo sobre como as pessoas se identificam hoje.”

O novo recurso estará disponível já nesta semana, e também fazem parte das comemorações do Mês do Orgulho LGBT+.

O guia sobre bem-estar voltado para adolescentes LGBT+ destaca, principalmente, as ferramentas que podem mantê-los seguros e os suportes oferecidos pela plataforma para denúncias e ajuda.

Fonte: Promoview

Facebook Watch: um rival para à altura do YouTube?

O Facebook Watch tem aposta no conceito de que o conteúdo audiovisual ajuda o usuário a se conectar; faz sua experiência ser menos passiva e solitária. Levando em consideração os 720 milhões de pessoas que todos os meses assistem a pelo menos um minuto de vídeo no mecanismo, não seria precipitado pensar que o Watch tem atingido seu objetivo.

Interatividade é uma das explicações

Os meios de interação disponíveis são uma das razões do sucesso. Comentários, compartilhamentos, reações, enquetes, grupos, mensagens, Watch Parties podem potencializar a conexão virtual entre indivíduos. Um exemplo é a possibilidade de encontrar grupos através do Facebook Watch. Por exemplo: se você estiver assistindo a um episódio do Red Table Talk no Watch, verá o grupo oficial ao lado do vídeo; e você, então, poderá conversar com outras pessoas interessadas neste assunto.

Outra estratégia do serviço é o Facebook Watch Originals, que disponibiliza programas originais exclusivamente na plataforma. A adaptação do icônico MTV The Real World, por exemplo, faz parte desse porgrama e estreiará em breve. Dentre os lançamentos dos próximos meses, temos: Human Discoveries (Premiere), em julho; Ball in the Family (5ª Temporada), Curse of Akakor (Premiere), Five Points (2ª Temporada), Huda Boss (2ª Temporada), em agosto; The Birch (Premiere), Limetown (Premiere),  Sorry For Your Loss (2ª Temporada), em outubro.

As colaborações entre criadores e publishers digitais também fazem parte das estratégias de atração de público. Em março deste ano, o Facebook anunciou um programa que conecta criadores de conteúdo a veículos de mídia digitais. O resultado foi a criação de novos conteúdos para estrear no Facebook Watch. Vários destes shows estarão disponíveis nos próximos meses, incluindo: Sundays at Nonna’s da Tastemade, com Ian Hecox (junho), The Players’ Tribune’s Generations, com Megan Rapinoe e Lindsey Horan (junho), Studio71’s Fetch Me A Date, com Jonathan Bennett e Dorothy Wang (julho) e Mi Quinceañera Come True do Buzzfeed apresentando PeroLike (outubro).

A conta sempre vem

Mas, nem tudo são flores. A tendência é que a quantidade de anúncios aumente nos conteúdos do Watch. Os chamados Ad Breaks estão disponíveis em mais de 40 países, inclusive no Brasil. O número de páginas ativamente usando o recurso mais do que triplicou no ano passado. A quantidade de páginas que ganham mais de US$ 1 mil por mês aumentou mais de 8 vezes, enquanto a de páginas ganhando mais de US$ 10 mil mensais aumentou mais de 3 vezes.  BuzzFeed e o Group Nine Media são alguns dos publishers que estão tendo sucesso com os Ad breaks. Com o retorno financeiro sendo comprovado, a tendência é de crescimento das produções e, também, é claro, dos anúncios que as sustentam.

Fonte: Olhar Digital

#CaseZeeng – WoW – Como acelerar uma Aceleradora?

Vídeo Case da WoW, uma das principais Aceleradoras de Startups do Brasil, que adotou o Data Driven Marketing em suas estratégias de comunicação e obteve retorno rápido e extremamente representativo.

Para nossa satisfação a gente bateu o recorde no número de inscrições na última turma, com aumento de mais de 50% no número de inscritos, em relação a turma anterior. Com certeza eu recomendo a Zeeng. Pela nossa experiência fez muita diferença para o nosso trabalho. (André Ghignatti, CEO da WoW Aceleradora).

Desafio: Como acelerar uma Aceleradora?

Estratégia: Adoção da Plataforma Zeeng para analisar e tomar decisões assertivas baseadas nas evidências informacionais de sucesso dos players atuantes no mercado de atuação.

Resultado: Duplicação do volume de inscrições, de forma qualificada, no processo seletivo das startups, ampliação da Encontrabilidade em mecanismos de busca, publicações de destaque nas Redes Sociais e evolução do posicionamento da marca no ambiente digital através do Zeeng Score, pulando da nona para a quarta posição entre os players monitorados.

Acho que o maior desafio de fazer a comunicação para uma aceleradora de startups está em equilibrar a balança entre o volume de startups inscritas nos processos de seleção e a qualidade delas. (Thiago Mohr Patusco, WoW Aceleradora)

Ficou interessado?

Facebook removeu 2,2 bilhões de contas no 1º trimestre de 2019

O Facebook anunciou que removeu 2,2 bilhões de contas falsas entre janeiro e março de 2019 – um número recorde para a empresa e que é ligeiramente menor que os 2,38 bilhões de usuários mensalmente ativos que a rede possui em todo o mundo. Os números fazem parte de um relatório global lançado nesta quinta-feira pela companhia; a partir de agora, os dados serão revelados trimestralmente pela empresa e incluirão outra de suas plataformas públicas: o Instagram.

“A saúde da rede social é tão importante quanto os balanços financeiros que soltamos, então faremos isso com a mesma frequência”, disse Mark Zuckerberg, em chamada com repórteres nesta quinta-feira. “Entender a presença de conteúdo danoso ajudará empresas e governos a desenhar sistemas melhores para lidar com o tema.”

Os dados chamam a atenção por serem substancialmente superiores aos números mais recentes divulgados pelo Facebook: entre outubro e dezembro de 2018, a empresa desativou 1,2 bilhão de contas falsas. No mesmo período em 2017, foram 694 milhões de contas. Os valores, claro, não são adicionados à conta total de usuários do Facebook, uma vez que os perfis falsos são desativados antes mesmo de serem adicionados à rede social, explicou o vice-presidente de análise de dados (analytics) do Facebook, Alex Schultz.

A empresa divulgou ainda que estima que 25 em cada 10 mil visualizações de conteúdo (vídeos ou fotos) violem as regras de violência e conteúdo adulto, não permitidos pela empresa na plataforma – desses, entre 11 e 14 a cada 10 mil visualizações são de nudez ou conteúdo de atividade sexual.

O Facebook comentou também que está melhorando sua capacidade de detectar vendas ilegais dentro da plataforma, como drogas ou armas – no primeiro trimestre, os sistemas da empresa conseguiram detectar 83,3% das violações de vendas de droga e 69,9% das de vendas de armas de fogo, sem necessidade de moderação humana. O Facebook acrescentou que “tomou atitudes” com relação a 19,4 milhões de peças de conteúdo no 1º trimestre deste ano – destas, 2,1 milhões passaram por “apelação” e 453 mil retornaram à rede após uma justificativa dos usuários ter sido aceita pela rede social.

Fonte: Correio do Povo

Consolidada no mercado, profissão de youtuber pode conquistar direitos trabalhistas e tributários

Há muito tempo o Youtube deixou de ser apenas a maior plataforma de compartilhamento de vídeos da internet. Para milhares de pessoas mundo afora, tornou-se a principal ferramenta de trabalho. Tanto que já vem chamando a atenção das autoridades – inclusive as brasileiras – para as questões ligadas às atividades laborais desenvolvidas com base no portal. Em outubro do ano passado, por exemplo, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) apresentou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Nº 10.938/2018, que visa exatamente regulamentar a atividade de youtuber no Brasil.

No texto, o parlamentar define o ofício como “obreiro que cria vídeos e os divulga na plataforma social do YouTube”. O projeto dá aos youtubers profissionais o direito “de não participar de trabalho que ponha em risco sua integridade física” e estabelece “carga horária máxima de seis horas diárias e 30 horas semanais com intervalo de 45 minutos para almoço e descanso”, incluindo o tempo de planejamento, gravação, edição, publicação e promoção dos vídeos. Nos pontos não especificados no projeto, seriam aplicados os preceitos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Já em abril de 2019, o deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE) propôs também na Câmara, em Brasília, que youtubers e influenciadores digitais possam ser reconhecidos como microempreendedores individuais (os chamados MEI). Assim, se o projeto for aprovado, eles ganharão direitos equivalentes a empresários (poderão emitir nota fiscal, por exemplo), com a vantagem da incidência de impostos menores do que em empreendimentos tradicionais.

Cebrac oferece curso profissionalizante para videomakers

Quem pretende apostar na carreira de youtuber ou produzir vídeos para as mais diversas finalidades conta com uma excelente oportunidade de desenvolvimento e aperfeiçoamento. Organização fundada em 1995, o Centro Brasileiro de Cursos (Cebrac) oferece um programa de formação em Videomaker.

O curso é voltado a quem sonha em tornar-se youtuber profissional, a aquelas pessoas que buscam conhecimentos para aplicar no seu dia a dia, no ambiente escolar e na comunidade, ou ainda para os profissionais que planejam prestar serviços de produção multimídia e edição de vídeo, entre outros.

O programa inclui temas como roteiro e desenvolvimento (preparação de ambiente, desenvolvimento de multimídia, storyboard e storyline, composição fotográfica, enquadramentos e planos), equipamentos (captação de áudio e imagem, ângulos e movimentos de câmera), edição e pós-produção (Audacity, Inkscape, Gimp, Kdenlive, YouTube para Videomakers, ferramentas de edição) e divulgação e monetização (transmissão, Google Analytics e visão empreendedora).

Todos os cursos do Cebrac têm como foco a formação empreendedora do aluno com ferramentas interdisciplinares, oficinas, desenvolvimento da criatividade e da liderança no meio social. Para isso, a instituição conta com educadores especializados e uma metodologia de ensino diferenciada, que busca assegurar desenvolvimento pessoal e profissional de qualidade.

Os diferenciais do curso Videomaker incluem a capacitação do aluno para atuar como prestador de serviços na área de produção multimídia e de conteúdos gráficos para redes sociais, sua preparação para auxiliar profissionais da área de marketing, publicidade e agências na criação e edição de vídeos e imagens, além de despertar sua visão empreendedora, por meio da discussão sobre os passos iniciais na estruturação de um negócio voltado para produção multimídia e redes sociais.

Fonte: Exame

Marcas admitem preocupação com caso Neymar

Ao invés de gols e grandes jogadas, Neymar novamente ganha a manchete dos jornais por polêmicas fora de campo. O jogador é acusado de estupro e investigado por crime de informática, após expor fotos íntimas e um diálogo com a mulher que o acusou na justiça. Além da atenção da imprensa e do público em geral, o episódio passou a ser tornar um ponto de atenção para as marcas que mantém vínculo com o atleta.

Alguns patrocinadores do atacante já se posicionam mostrando preocupação com o desenrolar da história. “Nós estamos cientes e preocupados com as sérias alegações. Continuaremos acompanhando a situação”, afirmou a Mastercard, por meio de comunicado. O posicionamento da Nike, não foi muito diferente. “Estamos profundamente preocupados com essas acusações e seguimos acompanhando de perto a situação”, diz a nota da fabricante de material esportivo.

A mesma cautela mostrada pelas marcas está presente no discurso dos especialistas em marketing esportivo. Para Fabio Wolff, sócio-diretor da Wolff Sports & Marketing, é necessário aguardar o desfecho do caso. “É preciso evitar o exercício da futurologia, mas é fato que mais uma vez o nome do Neymar está atrelado com algo que não agrega nada de positivo para a sua marca. É indiscutível que ele é fora de série dentro de campo e que ele encanta os torcedores, o que agora se questiona é o quanto ele poderia preservar a sua imagem fora dos gramados”, afirma o especialista.

Independentemente do andamento jurídico desse caso, na visão de Anderson Gurgel, professor de marketing esportivo do Mackenzie e autor do livro Futebol S/A, há um desgaste na imagem do jogador que se acentuou nos últimos anos. “Pelo tamanho de sua exposição pública e as coisas que já realizou em campo, Neymar tem um capital de imagem a ser gasto. O problema é que esse capital está sendo gasto de uma maneira muito rápida. Esse impacto em sua imagem já vem de alguns outros casos recentes”, ressalta.

Em abril deste ano, Neymar agrediu um torcedor durante a final da Copa da França. Além disso, pelo fracasso da seleção brasileira e as acusações de simular faltas em campo, o atleta também virou motivo para memes e piadas durante a Copa do Mundo de 2018. As críticas foram tão pesadas que, por meio de um comercial da Gillette, logo após a competição, o atacante fez um mea culpa de suas atitudes. O próprio filme, em si, deu vazão a novas discussões sobre a gestão de imagem do atleta.

Embora não tenha dado informações de data por questões contratuais e de confidencialidade, depois da Copa do Mundo e antes das polêmicas atuais, a Gillette não renovou seu contrato de patrocínio com o atacante, vínculo que durou quatro anos. Apesar disso, o logo da empresa continua no site oficial do jogador.

Para Wolff, o que se pode tirar de positivo da história, até agora, é o posicionamento rápido dos patrocinadores de Neymar. “Há alguns anos, muitas empresas ficavam em silêncio em casos como esse. Hoje, no entanto, as marcas se sentem pressionadas pelo público para se movimentar e sair de sua zona de conforto. Vejo com bons olhos essas companhias que se posicionam, sobretudo em situações que impactam em seus valores e seu alinhamento estratégico”, analisa.

Gurgel pontua que, embora seja necessário tomar cuidado com a abordagem precipitada do assunto, que a todo momento ganha novos detalhes e informações, é possível dizer que a abordagem inicial de Neymar, com um vídeo em seu Instagram, não melhorou muito a situação do atleta em termos de imagem. “A defesa se deu de uma forma atabalhoada e criou outros problemas jurídicos (como a investigação sobre crime de informática). Um atleta do tamanho do Neymar não deveria se expor tanto e expor tanto os outros. A resposta deveria conter mais ponderação e profissionalismo”, avalia.

O especialista em marketing esportivo também afirma que, embora complexa, a situação não é inédita, citando polêmicas envolvendo grandes atletas como Tiger Woods e Ronaldo, por exemplo. Ele lembra também que é um cenário difícil para o jogador, uma vez que as marcas nunca estiveram tão preocupadas com a imagem pública. “Vale lembrar que as grandes marcas globais têm mecanismos de segurança e medidas de proteção em casos de patrocínio ou mesmo de parceria. Em contextos extremos, as empresas não estão hesitando em acionar essas cláusulas”, finaliza.

 Fonte: Meio & Mensagem

Ferramentas digitais geram conexões mais assertivas

No mundo fora do marketing digital, em que além de atingir seu público–alvo as empresas também impactavam os não alvos de maneira indireta, era mais difícil saber com quem uma instituição estava realmente “conversando”. Novas ferramentas inéditas vieram para mudar esse cenário e hoje é possível alcançar positivamente quem é considerado o real receptor da mensagem que se deseja transmitir.

Mas, esse novo cenário vai além da aproximação entre empresa e público. A realidade virtual proporciona mecanismos que garantem o contato direto com as pessoas certas, aquelas que querem ser atingidas e realmente precisam receber informações do produto oferecido naquele momento.

Grandes aliadas da implementação de estratégia para aproximar clientes de diversas empresas que o mercado possui hoje, as ferramentas que compõem o marketing digital geram conexões mais assertivas. Por isso, destaquei algumas ferramentas importantes para esse alcance:

Redes Sociais – Sem dúvidas uma parcela do seu público está nas redes sociais, por isso, é importante que a empresa conte com esse artifício em seu plano de marketing. Mas, é importante analisar a persona e o público-alvo e entender quais plataformas mais se identificam com a sua estratégia e os objetivos da instituição.

E-mail marketing – Essa ferramenta é essencial para conquistar clientes. É ainda o meio mais eficaz para potencializar conversão se seguindo um modelo de funil de vendas. Porém, é importante dividir a lista de contatos baseando-se em critérios como interesses ou perfil, para desenvolver uma comunicação distinta para cada segmento. Elaborar um layout que se encaixe na identidade da marca e trazer ofertas interessantes, também é importante.

Links patrocinados – A cada segundo, o Google processa cerca de 40 mil buscas. A empresa pode ter toda essa exposição ao alcance do negócio ao anunciar na página de resultados. Esse é o objetivo do Google AdWords, plataforma de links patrocinados do buscador. Nele, é possível escolher as palavras de buscas que gostaria de inserir anúncios e somente é pago quando o público realmente interagir com ele.

Rede de display do Google – Esse sistema de publicidade é atrelado ao Google Ads e permite mostrar conteúdo em uma série de páginas parceiras, o que inclui a maioria dos sites da Internet. Ao elaborar a campanha, o próprio algoritmo exibe o anúncio para o público certo, não importa onde ele esteja.

Inbound marketing – Um conjunto de estratégias voltadas para educar a audiência de forma contínua até que ela fique pronta para consumir. O inbound marketing não vai atrás do seu público-alvo. Em vez disso, utiliza conteúdo de qualidade para atrair essas pessoas e se estabelece como uma autoridade no meio de atuação de uma empresa. Dessa forma, é um caminho de como conquistar clientes usando ofertas pensadas para cada perfil e um planejamento.

Marketing de conteúdo – Para impactar a audiência de uma empresa e de forma competente, é preciso oferecer um conteúdo relevante que mereça receber engajamento. Isso significa que está na hora de implementar o marketing de conteúdo. Para isso, é preciso analisar quais parecem ser as principais necessidades do público e elaborar uma lista de possíveis pautas para explorar. Posts informativos, que são capazes de cativar o público porque oferecem justamente o que o público está procurando.

Vídeos – O formato audiovisual proporciona um consumo fácil por parte do público e pode ser um mecanismo bastante eficiente para divulgar uma marca e reter clientes. Ele pode ser utilizado em redes sociais e diferentes canais de comunicação. A ferramenta funciona como uma forma de engajar melhor o público, cativá-lo de maneira pessoal e entregar o conteúdo por uma fácil assimilação. Dá para mostrar entrevistas, tutoriais, incluindo assuntos complexos e o que mais se encaixar na estratégia da empresa.

Marketing local – O marketing local leva em consideração a geolocalização do usuário para oferecer a ele uma publicidade direcionada, voltada para aquele ponto. Portanto, é mais indicado a estabelecimentos físicos, como lojas, restaurantes, academias, entre outros.

Influenciadores digitais – A publicidade online não se faz apenas com a ajuda de anúncios bem direcionados, mas com ações estratégicas que são capazes de entregar resultados de qualidade superior ao convencional. Esse é o caso dos influenciadores digitais, personalidades de múltiplas áreas que conseguem direcionar um público grande para os produtos de uma empresa.

Mobile first – Os dispositivos mobile são responsáveis pela maioria dos acessos à internet no Brasil e podem trazer uma série de oportunidades bastante valiosas para uma empresa. Vale a pena pensar na força que um SMS possui ao chamar a atenção do público.

Análise de resultados – Esse não é um canal de marketing digital,mas é essencial para potencializar os retornos e garantir o sucesso de campanhas. Para isso, é necessário ter o hábito de mensurar os resultados das campanhas para ter certeza de dois pontos bem importantes: o que deu certo e o que precisa de ajustes.

Por fim, as ferramentas digitais são de extrema importância para a comunicação de uma empresa. Sem esse recurso se torna difícil estabelecer metas e entender a evolução e desempenho de campanhas e ações online. Por isso, use e abuse dessas soluções da melhor forma.

Fonte: It Fórum 365