Tumblr é vendido pela Verizon para empresa dona do WordPress

Verizon enfim anunciou na tarde de ontem (12) o destino do Tumblr, plataforma do qual vem tentando se livrar desde maio. A rede social de blogs será passada para o controle da Automattic Inc., empresa que hoje é proprietária do WordPress, por um valor que fontes do Wall Street Journal declaram ser “nominal” ao que a Verizon pagou pra adquirir a companhia seis anos atrás – ou seja, muito abaixo da marca de 1 bilhão de dólares que foram pagos ao Yahoo em 2013.

O viés “bagatela” do negócio acontece, claro, por conta da desvalorização drástica que o Tumblr sofreu nos últimos cinco anos, em especial depois da decisão da Verizon em banir pornografia da plataforma – uma medida que acarretou na perda de 30% dos acessos ao site.

Em pronunciamento oficial sobre a aquisição, o CEO da Automattic Matt Mullenweg escreve que “O Tumblr é uma das marcas mais icônicas da internet”, declarando que a plataforma é um “meio essencial para a divulgação de novas ideias, culturas e experiências” e que ela “ajuda milhões a criarem e construírem comunidades em torno de interesses mútuos”.

A Automattic a princípio assume uma rede social em crise, mas sua afinidade com o Tumblr é sem dúvida maior em relação aos últimos dois donos da empresa, cuja plataforma nunca conseguiu achar espaço nos negócios tocados pelo Yahoo e a Verizon. Não é muito difícil achar semelhanças por exemplo no modo de operação da plataforma com o WordPress, que hoje ocupa posição central no mercado de sites de publicação. O desafio, agora, é recuperar os números avassaladores de meia década atrás sem desfigurar a rede social no processo.

Fonte: B9

Instagram libera desenvolvimento de filtros para marcas e usuários

No Stories, do Instagram, um filtro fotográfico coloca o usuário no rosto do Faustão. Outro insere a frase do meme “juntos e shallow now” acima de sua cabeça, assim como dezenas de outras opções com memes. Outros trazem até games que funcionam a partir da interação com a câmera. Uma variedade de filtros customizados do Instagram começou a pipocar na rede social nos últimos dois meses, até então desenvolvidos por um grupo seleto de desenvolvedores, designers e artistas. Nesta terça-feira, 13, o Facebook anuncia a abertura de sua plataforma de criação em realidade aumentada, o Spark AR Studio, para todos os usuários – inclusive perfis de marcas.

A ideia é ampliar as possibilidades de expressão artística e a interatividade dentro do Facebook e do Instagram. O programa funcionava até agora em fase de testes, direcionado a artistas, designers e desenvolvedores selecionados pela plataforma.
“Estamos bastante animados com o que vimos na fase beta fechada”, afirma Silvia Ramazzotti, gerente de marketing de produto do Instagram. O uso do Spark AR é gratuito, e por enquanto não há previsão de monetização relacionada aos filtros. Outra novidade é o lançamento da Galeria de Efeitos no Instagram, um espaço onde usuários podem descobrir filtros de realidade aumentada de forma mais intuitiva.

Globalmente, grandes contas e personalidades como Kylie Jenner, Ariana Grande, Rihanna e Gucci já criaram seus efeitos. “Estamos animados para ver como as marcas brasileiras vão utilizar a ferramenta para conectar com o público do Brasil, que é altamente engajado”, acrescenta Silvia.

A expectativa é de que marcas contem com um formato mais orgânico para se conectarem com usuários. “O filtro é diferente de um formato mais passivo. É uma máscara que as pessoas usam para se expressar como indivíduos e tribos. Acho que os filtros vão começar a entrar no pacote de mídia de agências para marcas”, opina Gustavo Vitulo, designer dono do perfil “@vitulox” e criador do filtro do Faustão, entre outros com memes.

Designers e desenvolvedores em destaque

A viralização dos filtros também dá visibilidade a profissionais que tradicionalmente ficam nos bastidores do processo criativo, os designers e desenvolvedores. Não por acaso, há uma nova leva de “influenciadores designers” no Instagram.

A designer Vanessa Dutra, dona do perfil “@sereiahipster”, começou a desenvolver filtros com inspiração em perfis estrangeiros, até encontrar seu nicho nos memes. Criadora de filtros com as frases “juntos e shallow now” e o do “papel de trouxa”, ela viu seu número de seguidores subir de 500 para quase 300 mil em pouco mais de dois meses.

“Os filtros viraram um suporte para divulgar meu trabalho como designer e meu estilo. Consegui ganhar mais voz como profissional, ter acesso a grandes marcas e abrir novos canais de comunicação”, opina.

Gustavo Vitulo também conquistou praticamente toda a sua audiência de 360 mil seguidores por conta dos filtros. Ele conta que todas as suas criações em realidade aumentada já alcançaram mais de 300 milhões de impressões no total. Também acredita que o Spark AR quebrou o paradigma de que é preciso programar para trabalhar com realidade aumentada.

“Há alguns anos atrás, seria necessário uma capacidade de programação muito maior para fazer um filtro, e agora só com conhecimentos básicos de design é possível criar um”, afirma. À medida em que o volume de filtros aumenta, contudo, a tendência é que usuários cobrem por mais qualidade. “É preciso de mais conhecimentos em programação e interfaces 3D para criar coisas mais complexas, mas por outro lado já há muitos tutoriais, inclusive em português, para o desenvolvimento de filtros mais simples”, finaliza Vanessa.

Fonte: Meio & Mensagem

Facebook contratou pessoas para transcrever mensagens de áudio de usuários

O Facebook contratou centenas de funcionários terceirizados para transcrever gravações de áudio de usuários de seus serviços, disse a agência Bloomberg nesta terça-feira (13).

Segundo a agência de notícias, funcionários disseram que têm a tarefa de transcrever áudios, mas não recebem informações sobre como ou onde os áudios são gravados. Eles escutam conversas de usuários do Facebook, às vezes com conteúdo vulgar, disseram os funcionários, que pediram para não ser identificados. O Facebook confirmou que tem feito transcrições de áudio dos usuários e disse que abandonará a prática. “Assim como a Apple e o Google, nós pausamos a revisão de áudio por humanos há mais de uma semana”, disse a empresa nesta terça-feira.

Segundo a empresa, os usuários afetados escolheram a opção do aplicativo Messenger, do Facebook, de ter as suas mensagens de voz transcritas. Os funcionários estavam verificando se a inteligência artificial da empresa estava interpretando as mensagens, que eram anônimas, corretamente, disse o Facebook.

Fonte: Gazeta do Povo

WhatsApp se inspira no Instagram e testa modo Boomerang para vídeos curtos

Enquanto ainda se prepara para a chegada do modo escuro, o WhatsApp pode estar pensando em liberar um novo recurso para seus usuários. Trata-se de uma funcionalidade que oferece pequenos vídeos em Boomerang ao melhor estilo Instagram.

De acordo com informações reveladas pelo pessoal do WABetaInfo, a novidade está em testes e ela só deve aparecer ao usuário quando o material tiver menos de 7 segundos. Com isso, a opção ficará alocada na tela de envio de vídeos, ao lado do botão de GIFs.

Assim, é possível adicionar o efeito de “vai e volta” ao vídeo e enviar para contatos, grupos ou usar no Status. Veja abaixo um exemplo de como funcionará a novidade para os usuários do WhatsApp:

Por enquanto, o WhatsApp ainda não se manifestou sobre o assunto. Com isso, fica um tanto difícil saber quando a novidade estará disponível para todos os usuários. Mesmo assim, o pessoal do WABetaInfo acrescenta que a função Boomerang será liberada inicialmente no iOS.

Vale lembrar que essa é mais uma funcionalidade que aumenta a integração entre o mensageiro e os seus irmãos do Facebook. Por isso, recentemente vimos que a empresa está testando uma opção para compartilhar o Status do WhatsApp na própria rede social e no Instagram.

Fonte: Tudo Celular

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Twitter para de usar dados de terceiros em sua plataforma

O Twitter anunciou nessa quarta-feira, 7, que está banindo dados de terceiros de sua plataforma de anúncios, levando anunciantes a comprar seus próprios portfólios se quiserem continuar a usá-los para segmentar anúncios. Assim, a plataforma deixaria de integrar esses provedores, como Acxiom, Oracle Data Cloud, Epsilon e outros, que têm uma vasta reserva de informações em audiência para anunciantes. A segmentação identifica pessoas baseadas em idade, gênero, renda, status familiar e outras características.

Em 2018, o Facebook realizou uma movimentação similar, após a exposição do caso Cambridge Analytica, quando um desenvolvedor externo se apropriou de forma ilegal dos dados de 87 milhões de usuários da rede. Também no ano passado, a União Europeia implementou a GDPR, que forçou anunciantes e plataformas a obterem o consentimento explícito dos usuários ao usar seus dados. O governo brasileiro também implementou recentemente a LGPD, com propósito semelhante. Nos Estados Unidos, o Congresso estuda medidas similares.

O clima inóspito mudou o cenário de dados no último ano. O IPG comprou a Acxiom por US$ 2,3 bilhões. Em abril, o Publicis Groupe comprou a Epsilon por US$ 4,4 bilhões. Marcas têm buscado, então, formas de coletar dados de consumidores que possam ser chamados de “first-party”.

Em nota, o Twitter afirmou que busca mudar o foco para sua API de integração com a segmentação dos próprios anunciantes. Também na quarta-feira, o Twitter admitiu que tratou de forma errada alguns dados de consumidores. Segundo a plataforma, eles podem ter mostrado anúncios baseados em informações coletadas com base no comportamento online fora de seu serviço.

Segundo o Twitter, eles foram capazes de conectar usuários a endereços de e-mail dos quais as pessoas nunca compartilharam com o serviço – o que permitiu à rede social coletar informações úteis para a segmentação publicitária. O Twitter não falou quantas pessoas foram afetadas ou o período de tempo em que isso ocorreu.

“Vocês confiaram a nós suas escolhas e falhamos aqui”, afirmou a companhia em um blog. “Pedimos desculpas pelo ocorrido e estamos tomando caminhos para fazer com que nunca mais cometamos esse tipo de erro.”

 Fonte: Meio & Mensagem

YouTube tem um recado para os milhares de criadores de vídeos digitais

O YouTube tem um recado para milhares de criadores de vídeos digitais na plataforma: a publicidade não é a única forma de ganhar dinheiro.

Na quinta-feira, uma divisão do Google apresentou novas maneiras para geração de receita por produtores de vídeo. Um novo recurso, chamado Super Stickers, permite que usuários comprem pequenas animações que aparecem em chats ao vivo durante alguns vídeos.

Novos níveis de associação com canais permitem que os fãs paguem cinco tipos de mensalidades diferentes para acessar recursos especiais, como streaming ao vivo exclusivo e clips adicionais. O YouTube também expandiu um sistema para venda de mais mercadorias pelos criadores de conteúdo.

O anúncio foi feito durante a VidCon, uma conferência para fãs e celebridades das redes sociais realizada em Anaheim, na Califórnia. As novas ferramentas do YouTube foram elaboradas para impedir que criadores populares e usuários abandonem o YouTube em favor de serviços concorrentes oferecidos por Facebook, Amazon.com (chamado Twitch) e outros.

No evento do ano passado, o YouTube introduziu o Super Chat, no qual os fãs pagam para que suas mensagens apareçam de forma mais relevante durante transmissões ao vivo. Atualmente, cerca de 20.000 canais do YouTube geram mais receita com essa ferramenta do que com anúncios, informou a empresa na quinta-feira.

“Eles na verdade formam um portfólio”, disse Neal Mohan, diretor de produto do YouTube. “Alguns conteúdos são mais adequados a esses tipos diferentes de monetização e queremos ter uma gama completa.”

Nos últimos anos, alguns criadores vêm reclamando da queda das quantias pagas pelo YouTube. A companhia limitou o número de vídeos com anúncios, após críticas relacionadas à exibição de material inapropriado.

A maior parte do faturamento do YouTube vem dos anúncios, assim como ocorre com o Google, que pertence à holding Alphabet. As iniciativas para venda de assinaturas tiveram resultados ambíguos.

Fonte: Exame

MUITAS contas de ANÚNCIOS sendo DESATIVADAS no Facebook

Uma forma de verificação de propriedade do cartão de crédito que consta como forma de pagamento da conta de anúncios.

Verificação por meio de uma cobrança com um código único por conta de anúncios.

Este procedimento já existia, mas não era disparado em grande escala como foi recentemente

Se será uma rotina padrão não se sabe, mas os anunciantes devem estar preparados para resolver esta conferência tendo sempre acesso as faturas do cartão de crédito.


🔴 O QUE ACONTECE?

💣 1 – O Facebook “resolve” confirmar se o cartão de crédito que é a forma de pagamento da conta de anúncios é realmente de propriedade do dono da conta de anúncios e se ele REALMENTE possui acesso ao cartão.

💣 2 – Para tal o Facebook DESATIVA a conta de anúncios. TODOS os anúncios no Facebook e Instagram são suspensos (somente daquela conta).

💣 3 – Ao desativar ele envia aos administradores da conta de anúncio uma notificação Push (via mobile ou pc, ou ambas) de que sua conta foi desativada;

💣 4 – Para alguns usuários ou administradores da conta de anúncios o Facebook vai enviar uma mensagem para o endereço de E-MAIL informando que a conta de anúncios foi DESATIVADA TEMPORARIAMENTE, para que o usuário confirme que ele realmente é o DONO da FORMA de PAGAMENTO, por isso eles chamam o título da mensagem de: “Informe-nos que é você.”, nem sempre o Facebook vai enviar ou por algum fator a mensagem poderá não ser entregue (spam, etc…).

💣 5 – Então o usuário vai ver o aviso em algum dos locais enviados e vai conferir clicando na mesma;

💣 6 – Aqui o Facebook começa o processo de “checkpoint/flow” que mostra uma tela, tanto no mobile ou navegador/pc que precisa VERIFICAR A FORMA DE PAGAMENTO da conta.

  • Nesta mensagem (tela) o Facebook informa os 4 últimos dígitos do cartão de crédito da conta de anúncios. (Veja, se a conta possuir mais de um cartão como forma de pagamento ele poderá escolher um deles para informar os dígitos).
  • Na mesma mensagem o Facebook diz que precisa DISPARAR (gerar) uma cobrança no valor de R$ 3,77 que é o valor de um DÓLAR convertido em R$ na cotação do dia, por isso o tal valor foi R$ 3,77, em outros dias poderá ser um valor diferente conforme cotação.
  • Ainda na mesma tela ele informa que se você está ciente, você pode INICIAR o processo de VERIFICAÇÃO clicando no botão azul: INICIAR AUTORIZAÇÃO, que você está autorizando uma cobrança de R$ 3,77 para verificar se você possui acesso a FATURA do cartão de crédito;

💣 7 – Autorizada a cobrança é ENVIADA naquele MOMENTO para o cartão de crédito, se ela aceita vai gerar uma cobrança no mesmo com uma identificação de: FACEBK* XXXX (que é o código de 4 dígitos) – FB.ME/ADS

💣 8 – Então o usuário terá de acessar a fatura do cartão, seja por APP, SITE, ou outra forma e visualizar o código de 4 dígitos com números ou letras da transação (veja que este procedimento pode demorar ou em casos nem chegar – cuidado para não enviar muitas solicitações, pois invalidará as anteriores);

💣 9 – Ao encontrar o código o usuário insere o mesmo na tela e dá AVANÇAR, a forma de PAGAMENTO da conta será confirmada e a mesma PODERÁ ser ATIVADA.

💣 10 – Pronto, pode seguir usando a conta de anúncios. Os anúncios que foram desativados voltam a funcionar e novos podem ser feitos, etc!


🚨 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES:

  • Por algum “erro” em muitos casos a cobrança é feita em outra moeda, o que o cartão rejeita dizendo que não foi possível fazer o pagamento; (esse passo não acontece para todos).
  • Se o usuário DEMORAR para encontrar o código, fechar a janela ou solicitar uma nova COMPRA de confirmação poderá INVALIDAR aquela checagem e não vai dar CERTO.
  • Algumas operadoras de cartão de crédito poderão NEGAR a cobrança ou achar SUSPEITA e CANCELAR a mesma, então a confirmação da forma de pagamento da conta de anúncios é “COMPROMETIDA/invalidada”.
  • Alguns casos a operadora de cartão de crédito poderá identificar como cobrança DUPLICADA por ter sido feita em um intervalo de tempo muito curto e não aceitar, invalida a confirmação da forma de pagamento.
  • Não sabe-se quantas vezes e o tempo que ela tem validade.
  • Alternar os procedimentos entre dispositivos e locais ou administradores da conta poderá invalidar os mesmos. Procure fazer tudo em um único momento.

✅ O QUE TENTAR FAZER PARA RESOLVER?

Acessar um dos avisos recebidos que a conta foi desativada, seja por meio de notificação push (pc ou mobile), seja por meio de e-mail, ou lá no gerenciador de anúncios, no aviso no topo da conta, geralmente acima dos anúncios. (ele demora um pouco a aparecer depois que a conta é acessada)

  • Encontrando este aviso clique no mesmo e veja se abrirá o processo de “VERIFICAR FORMA DE PAGAMENTO”, se sim esteja ciente de que irá disparar uma cobrança no cartão de crédito e precisará do código de 4 dígitos da mesma para informar na tela seguinte (não fechar, nem mudar de dispositivo ou local)
  • Informe o código e pronto, provável a conta será ativada (nem todas são reativadas após a inserção do código, mas vale tentar, pois a reativação via suporte é mais demorada e trabalhosa)
  • A cobrança pode demorar a chegar no cartão de crédito, aguarde, não faça novos ou muitos pedidos.
  • A cobrança não chegou, ou não tem acesso a fatura e extratos do cartão? COMPLICOU, vai ter de ser via atendimento do suporte do Facebook via CHAT ou FORMULÁRIOS de AJUDA da rede.

🙋 Ajuda do Facebook?

VIA CHAT*:
OPÇÃO 1:
https://www.facebook.com/business/form/chat
(Possui horário de seg a sex das 9 às 17hs)

VIA EMAIL E FORMULÁRIOS**: 
OPÇÃO 2: 
https://www.facebook.com/business/help

OPÇÃO 3:
https://www.facebook.com/business/clientsupport

COMO FUNCIONA?
Você preenche os dados do formulário, então é enviado uma cópia ao seu email informado, e dali em diante o atendimento é via email, o email é um endereço único por ID JOB (ticket de atendimento) e só vale para aquele caso. Tudo vai passar a ser atendido pelo EMAIL informado!

*Preencha o formulário e aguarde que ai começará bate-papo e então conte o seu problema ou dúvida e então eles conversam com você e em casos criam um chamado que segue sendo atendido via EMAIL!

**Em certos horários pode não abrir, mas outros horários abrirá.
Nem todas contas LIBERA o uso dos links aqui listados!
A prioridade de ATENDIMENTO é para perfils que tenham acesso a contas de anúncio oriundas de empresas e possui acesso a um GERENCIADOR DE NEGÓCIOS.

Você pode tentar com contas diferente (Perfils) desde que tenham acesso ao que precisa ser resolvido (conta de anúncios, página, etc etc…)


PS.: Regularmente o Facebook/Instagram altera os endereços de links ou desativa temporariamente.

Fonte: Tudo de Share

Facebook divulga novos padrões de privacidade

Após meses de negociações o Facebook chegou a um acordo com a Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) nos Estados Unidos, que oferece um novo marco para proteger a privacidade das pessoas e as informações que elas compartilham com a plataforma.

Em artigo assinado pelo vice-presidente jurídico do Facebook, Colin Stretch, a medida vai “exigir uma mudança fundamental na maneira como trabalhamos e vamos colocar responsabilidades adicionais nas pessoas construindo nossos produtos em todos os níveis da companhia. Isso vai marcar um movimento mais forte em direção à privacidade, em uma escala diferente de qualquer coisa que tenhamos feito no passado”.

O nível de responsabilidade exigido por esse acordo ultrapassa o que é estabelecido pela lei atual nos Estados Unidos e a empresa acredita que possa servir de modelo para a indústria. Ele introduz processos mais rigorosos para identificar riscos de privacidade, mais documentação sobre esses riscos e mais medidas para garantir que a plataforma esteja em conformidade com os novos requerimentos. “No futuro, nossa abordagem com controles de privacidade vai se parecer com os nossos controles financeiros, com um processo rigoroso de design e certificações individuais para garantir que nossos controles estão funcionando – e que a gente consiga encontrar e ajustar quando eles não estiverem”, aponta Stretch.

Nesse acordo, a plataforma também concordou em pagar uma multa de US$5 bilhões para resolver alegações de violação de um acordo com a Comissão de 2012. A investigação da FTC teve início após os eventos relacionados com a Cambridge Analytica em 2018.

“Para nós, essa questão implicou em uma quebra de confiança entre o Facebook e as pessoas que dependem de nós para proteger seus dados. Esse acordo não é apenas para reguladores, mas para reconstruir a confiança com as pessoas”, diz o comunicado.

“No último ano fizemos um grande progresso em direção à privacidade. Implementamos medidas para estar de acordo com os padrões exigidos pela Lei Geral de Privacidade de Dados, da União Europeia. Demos mais controle para as pessoas sobre os dados delas e encerramos uma série de aplicativos”, continua o executivo.

Novas medidas

A empresa afirma ainda, que vai adotar novas abordagens para documentar com mais detalhes suas decisões e monitorar seus impactos. “Vamos também introduzir mais controles técnicos para melhor automatizar as salvaguardas de privacidade. E todo funcionário do Facebook vai precisar confirmar que leu o teor do acordo com a FTC”.

Como parte desses esforços, devem executar uma revisão dos sistemas para que identifiquem problemas e possam rapidamente solucioná-los.

“Só neste mês, e em resposta à investigação da FTC, descobrimos que algumas falhas nos nossos sistemas permitiram que alguns parceiros continuassem a acessar dados para fornecer funcionalidades do Facebook nos produtos deles. Embora não tenhamos encontrado nenhum abuso, o novo acordo vai nos ajudar a nos proteger contra esses tipos de riscos no futuro. Vamos também ser mais diligentes em como monitoramos abusos, e vamos exigir que desenvolvedores sejam responsáveis pela forma como eles usam dados e que cumpram com as nossas políticas”, admite Stretch.

A empresa aponta também que terá certificações trimestrais para verificar que os controles de privacidade estão funcionando. Esse processo será supervisionado em todos os níveis até o CEO da empresa, que vai assinar relatórios de certificação.

“Vamos ter também um novo nível de comitê de supervisão. Um comitê do conselho de diretores do Facebook vai ser reunir a cada trimestre para garantir que estamos em conformidade com nossos compromissos. O comitê será frequentemente informado por um assessor de privacidade independente, cujo trabalho será revisar o programa de privacidade enquanto ele acontece e reportar para o conselho oportunidades de melhorias”.

Esses esforços acontecerão sob a supervisão da FTC e do Departamento de Justiça dos EUA. A decisão da Comissão impõe uma série de exigências de relatórios para a FTC e o Departamento de Justiça norte-americano, para que ambos tenham uma visão clara a qualquer momento de quão eficientemente que a empresa está cumprindo com suas responsabilidades.

Investigação

No comunicado divulgado pelo Facebook, Stretch diz que a investigação que estava sendo realizada pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) foi encerrada. “A SEC alegava que deveríamos ter melhores processos para garantir uma comunicação apropriada a investidores da plataforma em casos de abusos como o da Cambridge Analytica. A SEC também alegava que, depois que soubemos no fim de 2015 que um desenvolvedor havia transferido dados para a Cambridge Analytica, violando nossas políticas, deveríamos ter falado mais sobre esse tipo de abuso em nossas comunicações para investidores. Compartilhamos o interesse da SEC de garantir que sejamos transparentes com nossos investidores sobre o risco material que incorremos, e já atualizamos nossa comunicação e nossos controles nessa área.”

Como parte do acordo com a SEC, o Facebook arcará com uma multa de US$100 milhões.

“Temos ouvido que palavras e pedidos de desculpas não são o suficiente e que temos que mostrar ações. Ao chegar a um acordo com a SEC e a FTC sobre as investigações que estavam fazendo, esperamos encerrar esse capítulo e direcionar nosso foco e recursos em direção ao futuro”, finaliza o executivo.

Fonte: Propmark

Google, YouTube e Facebook são reconhecidos como veículos de mídia pelo Cenp

O Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp) aprovou, na última terça-feira, 16, uma resolução em que “declara e reconhece, como veículos de divulgação ou comunicação, para os efeitos da legislação, todo e qualquer ente jurídico que tenha auferido receitas decorrentes de propaganda”. A classificação pelo órgão, que estabelece regras comerciais do mercado publicitário em comum acordo entre anunciantes, agências e veículos, agora abrange, na internet, as categorias busca, social, vídeo, áudio, display e outras. Ou seja, isso inclui as plataformas Google, Facebook, Instagram e YouTube.

A resolução aprovada pelo Conselho Superior do Cenp justifica que era “indispensável a identificação dos veículos surgidos em consequência do desenvolvimento tecnológico”. E que o faz “atendendo o disposto no artigo 4º da lei 4.680/65”. O artigo afirma ainda que “são veículos de divulgação, para os efeitos desta lei, quaisquer meios de comunicação visual ou auditiva capazes de transmitir mensagens de propaganda ao público, desde que reconhecidos pelas entidades e órgãos de classe”, como as “associações de propaganda”.

O documento informa, também, que “sempre que questionado por autoridade administrativa ou judicial, o Cenp se valerá da lista de meios e categorias, quanto ao reconhecimento dos tipos de veículos disponíveis às agências para veiculação de propaganda contratada por anunciantes privados e públicos”. Vale ressaltar que Facebook e Google se definem como empresas de tecnologia, não mídia, o que as isentaria, por exemplo, de responsabilidade sobre o conteúdo que os usuários publicam.

Na reunião, além da identificação dos novos veículos, o Conselho Superior aprovou outros complementos e atualizações de suas normas. A principal se refere ao chamado desconto padrão, a comissão que uma agência de propaganda recebe sobre o gasto do anunciante na compra de espaço publicitário. A tabela passou de quatro faixas de percentual negociável para nove. Segundo o presidente do Cenp, Caio Barsotti, as novas faixas “tornam mais transparente e flexível o relacionamento entre anunciantes e agências, promovendo o compliance [a conformidade] às leis federais”.

Criado há 20 anos por organizações como Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) e Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), o Cenp tem hoje como entidade associada, entre outras, o IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), do qual fazem parte o Google e o Facebook.

Fonte: Coletiva

Quase metade do planeta está nas redes sociais: 3,5 bilhões de usuários

As redes sociais continuam onipresentes em todos os dispositivos ao redor do mundo. O relatório Global Digital Statshot 2019, confeccionado pelas empresas de dados Hootsuite e We Are Social, contabiliza atualmente mais de 3,5 bilhões de usuários — há dois anos esse número era de 3 bilhões. Isso representa nada menos do que 46% da população de todo o planeta.

A grande maioria (3,4 bilhões) acessa as plataformas por meio de dispositivos móveis. Uma das coisas que chama atenção no relatório é o uso das pessoas entre 13 e 17 anos. Diferente do que muitos pensavam, essa galera ainda está em massa no Facebook, com um total de 113 milhões.

O segundo app mais utilizados pelos adolescentes é o Snapchat, com 66,9 milhões, seguido do Instagram, com 52,9 milhões; e do WhatsApp, com 20,2 milhões.

Vídeos online seguem em alta e comandos por voz aumentam

Os dados mais recentes da GlobalWebIndex mostram que mais de 4 bilhões de pessoas em todo o mundo assistem a conteúdo de vídeo online mensalmente. O formato “vlog”, o “diário audiovisual” que ficou mais conhecido com os youtubers, é visto por metade dessas pessoas (51%). A grande maioria, 93%, ainda prefere o streaming tradicional.

Vale destacar também outras das atividades prediletas dos internautas é escutar canções em serviços como Spotify (70%), curtir programação de rádio (47%) e ouvir podcasts (39%) — aliás, esta última anda em ascensão na temporada.

Outro relatório que chama a atenção no Global Digital Statshot 2019 é o crescente uso dos comandos vocais — e consequentemente da ação de assistentes digitais como a Alexa, a Siri, a Bixby e a Google Assistente. Mais de 100 milhões de pessoas começaram a usar pesquisa e outras ações por voz desde abril e um total de 1,88 bilhão controla seus aparelhos dessa maneira.

Como dá para ver na tabela acima, os comandos vocais são mais utilizados na faixa etária de 16 a 24 anos (52%), apenas um pouco mais do que a de 25 a 34 anos (49%). Vale notar que os mais velhos continuam com índices bastante razoáveis.

Fonte: Tecmundo