10 dicas para ser mais influente nas redes sociais

Nos últimos anos, vimos surgir um novo termo: Digital Influencer, ou Influenciador Digital, em bom português. Na verdade, muita gente está transformando isso em carreira e ganhando dinheiro, uma vez que essas pessoas se tornaram formadores de opinião das redes sociais apenas com suas publicações.

O grande diferencial é que um influenciador tem uma conexão estreita e até mesmo surpreendente com os seus seguidores, pois consegue fazer com que eles prestem atenção em tudo o que postam e, consequentemente, as convencem a comprar os produtos que elas usam. Não é à toa que as agências de marketing e publicidade estão apostando cada vez mais alto nessas webcelebridades para fazer seus anúncios patrocinados.

Um Digital Influencer pode ser identificado não só a partir do seu número de seguidores nas redes sociais, mas sim pelo engajamento do seu público nas postagens. Se você gosta dessa ideia de influenciar as pessoas digitalmente, veja 10 dicas de especialistas para aumentar a sua influência nas mídias sociais:

1. Crie conteúdo de qualidade

“Pense nos melhores blogueiros que você segue, aqueles que realmente deixam a sua marca e que fazem as pessoas ouvi-los. O que você vai notar é que eles simplesmente não publicam mensagens ruins. A mediocridade não é opção para eles. Não há como eles publicarem um post desleixado porque eles estão ocupados. Cada post é bem escrito, perspicaz e útil”, explica Edward James, da Go Up.

2. Use dados para embasar suas opiniões

“As pessoas que ganharam influência nas mídias sociais compartilham suas opiniões com facilidade. No entanto, o que elas fazem, além de simplesmente colocar para fora é usar dados para dar suporte às suas ideias e posições. Um exemplo disso é Neil Patel. Ele é considerado como uma das vozes mais influentes no segmento de mídia social, analytics e marketing de conteúdo. Ele faz previsões e compartilha suas opiniões em mensagens cheias de tabelas, gráficos e estatísticas”, disse DJ Sprague, CMO da JD Byrider.

3. Saiba sobre o que falam de você na internet

“Existem algumas maneiras de avaliar como você é visto por outras pessoas online. A primeira delas é simplesmente configurar Alertas do Google para si mesmo, o seu negócio, e quaisquer URLs associadas. Isso permitirá que você saiba quando está sendo mencionado e em que contexto”, explica Alexandr Kraminsky, CEO da Prestige Barbers.

4. Crie relacionamentos com outros influenciadores

“Para quem você pode lugar, enviar uma mensagem no Facebook, ou escrever um post convidado para o seu blog? Se a sua resposta honesta é ‘ninguém digno de nota’, você tem muito trabalho a fazer. Começar um networking com outros influenciadores da sua área pode ser muito útil. Não basta tentar ser bem conectado, faça de tudo para ser útil”, comenta Corey Leonard, CEO da StriveLending.

5. Marque presença fora das mídias sociais

“Você não pode tornar-se influente nas mídias sociais por gastar todo o seu tempo com elas”, explica Moe Davis Hamade, CEO da BlackNote. Isso quer dizer que não basta apenas escrever sobre um tema, também é importante ir a eventos relacionados a ele e se fazer presente no mundo real.

6. Puxe mais conversa

“São os influenciadores que começam as conversas. Uma maneira de fazer isso é criar algo grande para dizer e, em seguida, criar uma hashtag incrível. Dessa forma, as pessoas no Twitter vão começar a ver suas conversas”, diz Jody Pearmain, CEO da MyKeyManInsurance.

7. Não se afaste das polêmicas, mas evite drama

“Influenciadores não têm medo de falar o que pensam. Eles também não ficam receosos em confrontar os outros com suas divergências. Eles não têm medo de postar suas opiniões fortes sobre política, negócios e questões sociais”, diz Lia Mendoza, CEO da CruiseNewPortBeach.

8. Fale sobre suas realizações

“Aumentar sua influência nas redes sociais não é sobre popularidade. Trata-se de convencer os outros sobre suas qualificações e levá-los a enxergar você como um líder de pensamento. Isso significa que você precisa mostrar as suas realizações”, explica Peter King, CEO da Mamma.

9. Crie uma identidade

Talvez esse seja um dos principais pontos, pois é preciso que as pessoas reconheçam com facilidade as suas palavras. “Influenciadores têm grandes marcas pessoais. Parte disso é a criação de uma persona e ter uma voz que permanece consistente”, diz Dmitry Epelboym, CEO of CosmeticDentistryCenter.

10. Compartilhe coisas pessoais

“Blogueiros populares e influentes são conhecidos por postarem coisas pessoais relacionadas a negócios, doenças mentais, divórcio, autoestima e uma variedade de questões. Se você quer realmente ser um superstar da mídia social, abrace a vulnerabilidade e compartilhe coisas realmente pessoais que as pessoas possam se identificar”, explica Zoriy Birenboym, CEO da eAutoLease.

Fonte: Canal Tech

Twitter Brasil divulga lista de campanhas que se destacaram no segundo trimestre de 2019

O Twitter Brasil divulgou nesta segunda-feira, (1), a lista com as campanhas de marcas que souberam aproveitar os diferenciais da plataforma para transmitir sua mensagem à audiência de maneira criativa, impactante e efetiva durante o segundo trimestre de 2019. As marcas selecionadas no período foram Google CloudAxeUberLGAppleiFood e Natura.

A cada trimestre, o Twitter apresenta as campanhas de destaque na plataforma no período divididas em três pilares: estratégia de marca, estratégia de conteúdo e boas práticas de conteúdo em vídeo e uso de mídia. Em cada pilar, o Twitter elenca duas marcas que souberam aproveitar as características da plataforma para trazer conteúdos de qualidade e se conectar com os consumidores. Além disso, o levantamento interno indica uma campanha que reúne os elementos das três categorias.

Confira as marcas de destaque no Twitter no Brasil entre abril, maio e junho de 2019, divididas por pilares:

Estratégia de marca
(Marcas que foram capazes de analisar o comportamento do consumidor a partir das conversas no Twitter e aproveitaram a oportunidade para construção de marca na plataforma)

Google Cloud

Com o objetivo de falar sobre seu conjunto de soluções e serviços de computação em nuvem diretamente com tomadores de decisão, o Google Cloud adotou uma linha de comunicação baseada não apenas na apresentação dos recursos técnicos de seus serviços, mas sim no impacto que eles causam na produtividade e no dia a dia dos negócios. Para isso, a marca adaptou sua linguagem às pessoas e se comunicou através de parceiros que validassem a sua mensagem. A agência Blinks participou da iniciativa.

Vídeo incorporado

Valor Econômico

@valoreconomico

O que é Data Warehouse? A gerente de professional services do @GoogleCloud_BR Priscila Sergole explica sobre repositório de informações e a nova revolução tecnológica que estamos passando.

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Axe

Para ganhar destaque em conversas relacionadas ao Lollapalooza Brasil, Axe engajou com usuários e respondeu em tempo real diversos Tweets sobre o tema. Tendo em vista que o posicionamento da marca é “Dá pra ter tudo”, e que muitas pessoas relataram no Twitter uma frustração de não poderem ir ao festival por conta do preço, Axe promoveu um sorteio de ingressos do Lollapalooza Berlim. Para participar, as pessoas tinham que Tweetar o nome de uma música que ouviram durante o Lollapalooza Brasil, marcando a conta da Axe e incluindo a hashtag #AxeNoLollaBR. O sorteio foi realizado assim que acabou a edição brasileira do evento. Em parceria com a área do Twitter que une criadores de conteúdo às marcas, Axe também contou com influenciadores digitais para engajar os usuários na plataforma. Toda a ação foi criada em parceria com UStudio e Tub Media.

AXE Brasil

@AXEBR

Vc pode curtir o Lolla Berlim com um amigo! Não para de tweetar: nome da música que tá rolando + + @axebr

Veja outros Tweets de AXE Brasil

Estratégia de conteúdo
(Marcas que utilizaram criadores de conteúdo para estabelecer uma conexão com a audiência e levar sua mensagem de forma natural e autêntica)

Uber

No lançamento do Uber Juntos, opção de transporte do Uber com preço mais acessível, a marca optou por utilizar o criador de conteúdo Otávio Albuquerque para apresentar os benefícios do serviço de maneira criativa e bastante visual. Uber uniu o influenciador, que participa da filmagem, narra a história e empresta sua imagem para que seja retratada de forma artística, com um estúdio de design Dirty Work, que produziu as filmagens e criou o personagem em ilustração. Assim, Otávio se transformou em desenho animado e destacou as vantagens do Uber Juntos de maneira divertida.

Vídeo incorporado

Otávio Albuquerque

@taviao

BREAKING NEWS: Depois do Tavião da airfryer, Tavião da bike dobrável, Tavião pai de pet, Tavião da corrida, chega o TAVIÃO DESENHO ANIMADO! E com uma dica show pra economizar com o Uber Juntos da @Uber_Brasil e gastar com o que realmente importa: bauruzinhos e discos do Tim Maia!

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LG

Para se associar a um conteúdo de qualidade, do interesse do público e idealizado por um criador no Twitter, a LG patrocinou a série “Vidas Paralelas”, criada exclusivamente para a plataforma. Na produção, a criadora de conteúdo Patrícia dos Reis, conta em cinco episódios a história de pessoas que têm uma profissão comum, mas usam seu tempo livre para explorar habilidades curiosas, como bailarinas, musicistas, organizadoras a professoras. Ao apresentar essas histórias, Patrícia as conecta às mensagens importantes do novo smartphone LG K12+, como a qualidade da câmera, som e imagem, resistência a queda, entre outras. A agência Y&R participou da iniciativa, e a LG foi a primeira marca de tecnologia a patrocinar um conteúdo original no Twitter na América Latina.

Vídeo incorporado

Patrícia dos Reis

@pathy

Apreciem esse trailer maravilhoso de VIDAS PARALELAS, minha série aqui dentro do Twitter!

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Boas práticas de vídeo e uso de mídia
(Marcas que foram bem-sucedidas no uso das boas práticas de conteúdo em vídeo e de mídia)

Apple

Para a campanha de lançamento do novo iPad Pro, a Apple utilizou vídeos de até 15 segundos focados em funcionalidades do produto apresentadas com elementos visuais que ajudam a contar uma história. Mesmo sem som, os vídeos mostram todas as principais vantagens do iPad Pro de maneira clara e assim alcançaram bons índices de engajamento na plataforma.

Apple

@Apple

Construa sua marca: Desenhe seu próprio logo do zero com o Affinity Designer e o Apple Pencil.

Veja outros Tweets de Apple

iFood

Com objetivo de incentivar o uso de seu serviço aos domingos, o iFood aproveitou as conversas no Twitter sobre Game of Thrones (GoT) para lançar a campanha #AFomeChegou e se conectar com a audiência interessada pela série e potenciais consumidores. Com vídeos animados de 15 segundos, a marca incentiva as pessoas a fazerem pedidos em sua plataforma antes do início de um episódio inédito da série, criando uma conexão genuína com os consumidores.

Vídeo incorporado

iFood

@iFood

De onde vem esse frio?

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Destaque do trimestre
(Marca que apresentou bom uso das estratégias de conteúdo e marca, além de boas práticas de mídia)

Natura

Como parte de sua estratégia para o rejuvenescimento da marca, a Natura contou com o apoio do Twitter Brasil para estruturar um time inédito da empresa, dedicado a engajar em tempo real com usuários da plataforma. A formação do time seguiu o comprometimento da Natura com a diversidade, recrutando profissionais de diferentes gêneros, raças e orientações sexuais. Como resultado final do projeto, após analisar insights obtidos a partir do engajamento com o público, a Natura fez um reposicionamento da marca na plataforma. A empresa criou a persona “Nat Natura”, que substituiu a Natura Institucional no Twitter, e adotou uma nova maneira de se comunicar.

Vídeo incorporado

Nat Natura

@naturabroficial

Hoje é dia de luta, . Troque os seus “parabéns” por um “estou com você”. Em vez de dar flores, dê um abraço apertado. A gente precisa ser celebrada, mas precisa mais ser ouvida, respeitada e acolhida. Vamos todos juntos?

 Fonte: Ad News

 

Facebook e Instagram sugerem pausa em anúncios após instabilidade

A instabilidade nos aplicativos do Facebook ainda não foi resolvida: WhatsAppInstagramMessenger e a própria rede social não conseguem carregar arquivos de mídia, incluindo vídeos, áudios e fotos. Isso afetou até mesmo as campanhas de anúncios, maior fonte de renda da empresa: ela recomenda que os anunciantes pausem suas campanhas porque os usuários podem não ver as propagandas.

O Gerenciador de Anúncios do Facebook, ferramenta usada também para veicular propagandas no Instagram, exibe o seguinte aviso: “estamos cientes de que algumas pessoas estão tendo problemas para enviar ou carregar imagens, vídeos e outros arquivos em nossos aplicativos, além de exportar arquivos como Relatórios. Pedimos desculpas pelo incômodo e estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal o mais rápido possível”.

Alguns clientes também veem uma frase adicional: “enquanto isso, recomendamos pausar suas campanhas ativas para evitar interrupções na entrega”. Ou seja, o Facebook sugere que anunciantes suspendam temporariamente as propagandas na rede social porque os usuários talvez não consigam vê-las.

No Twitter, algumas pessoas relatam que o Gerenciador de Anúncios teve problemas ao ser carregado nesta quarta-feira (3), impedindo o upload de campanhas. Outros conseguiram acessar a ferramenta, mas não puderam enviar imagens. Nos EUA, há quem esteja com pressa porque amanhã é feriado; os americanos comemoram o Dia da Independência em 4 de julho.

Facebook e Instagram reconhecem em comunicado que “algumas pessoas estão tendo problemas para carregar ou enviar imagens, vídeos e outros arquivos nos nossos aplicativos”, e avisam que estão trabalhando para normalizar a situação.

Quase toda a receita do Facebook vem de anúncios

No primeiro trimestre, 98,9% da receita do Facebook veio de anúncios. É algo constante para a rede social: uma parte ínfima de seu faturamento vem de pagamentos e outras taxas; ela depende bastante de propagandas. A empresa quer diversificar suas atividades no futuro, apostando em uma criptomoeda chamada Libra.

Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger têm 2,7 bilhões de usuários únicos por mês, estima a rede social, com 2,1 bilhões de pessoas usando um ou mais desses serviços a cada dia.

Fonte: Tecnoblog

Uso do Facebook caiu 20% desde escândalo de Cambridge Analytica

A receita do Facebook pode continuar nas alturas, mas estudos feitos por empresas de análise de negócios apontam uma tendência preocupante – e sintomática – da rede social: uma queda expressiva de engajamento dos usuários. O sinal mais recente disso foi registrado pelo The Guardian, que recebeu um levantamento feito pela Mixpanel, que mostrou uma queda de 20% de atividade no Facebook desde abril de 2018.

A medida é simbólica porque começa no primeiro mês completo após o escândalo de Cambridge Analytica, que abalou a credibilidade pública da rede social. No gráfico apresentado pela publicação britânica, há uma queda quase contínua na quantidade de curtidas, compartilhamentos e postna rede social, com subidas em julho, outubro e dezembro de 2018, além de janeiro de 2019. De fevereiro a maio deste ano, não houve altos e baixos

Há 10 dias, a eMarketer, empresa de pesquisa de mercado, também havia apresentado uma pesquisa com resultados semelhantes. Aplicado aos Estados Unidos, o levantamento indica que os usuários do Facebook estão passando cada vez menos tempo na plataforma e, por consequência, diminuindo o uso total de redes sociais.

De 2016 a 2017, o tempo de uso de redes sociais nos EUA subiu 10,7%, o que resultou em uma média de 1h15 dedicadas a plataformas do tipo. De 2017 a 2018, houve queda de 1,9%, com média de uso de 1h14 por dia. No caso do Facebook, no entanto, o número foi de 41 minutos diários para 38 minutos, com a expectativa de uma queda ainda maior para 2019.

Ambos os resultados vão na contramão do que o próprio Facebook divulga. A empresa afirma que o número de usuários ativos por mês e ano subiu 8% na comparação de março de 2018 para março de 2019. A rede social contou com 1,56 bilhão de pessoas acessando o serviço todo dia e 2,38 bilhões fazendo login pelo menos uma vez por mês no período.

As métricas podem parecer contraditórias, mas podem coexistir. Embora o número de pessoas usando a rede social aumentou, os usuários estão gastando menos tempo diariamente na plataforma. Não é necessariamente má notícia para a empresa de Mark Zuckerberg, já que boa parte destes olhos podem estar se voltando para o Instagram ou WhatsApp, já que ambos são de propriedade do Facebook.

Um número que caiu, se compararmos o primeiro trimestre de 2018 e o de 2019 do Facebook é o lucro líquido da empresa. Ainda que a receita tenha subido de 11,9 bilhões para 15 bilhões, o lucro caiu de 4,9 bilhões para 2,4 bilhões.

Fonte: UOL

Como o marketing holístico reduz a distância entre a marca e o sucesso

Quem não conhece a famosa frase “A união faz a força”? Pois então, ela traduz, de forma simples, o caminho do sucesso. Afinal, ninguém consegue chegar ao êxito sozinho. Aí você me pergunta ”Como assim Prange? Eu tenho conquistas individuais!”. Claro, você tem seus méritos, mas o que eu quero dizer é que ninguém consegue alcançar grandes objetivos sem ajuda em algum momento da caminhada.
Nessa perspectiva, Steve Jobs precisou de Ronald Wayne e Steve Wozniak para fundar a Apple, a maior empresa do planeta. Entrando no mundo da internet, Larry Page precisou da parceria de Sergey Brin para criar o Google. Não está entendendo onde eu quero chegar? Quero chegar a um assunto que está transformando o mundo dos negócios, o marketing holístico. Esse conceito diz que uma empresa, assim como os personagens que citei anteriormente, não deve atuar de forma desconexa, muito menos enxergar barreiras entre departamentos internos, para alcançar assim novos patamares de produtividade.
Como o marketing holístico quebra silos
Em tempos tecnológicos, o que não faltam são fórmulas prontas para chegar ao sucesso, independente da área. Vídeos e mais vídeos no youtube prometem o dobro do faturamento em algumas semanas. Postagens nas redes sociais garantem ter o segredo das vendas. Mas na execução não é bem assim. Para aumentar o potencial de uma empresa no mercado, implementar iniciativas e inovações soltas não é o suficiente. E é aí que entra o marketing holístico.
Nessa perspectiva, não basta ter ideias específicas para atender as necessidades de cada setor se o conjunto como um todo não for alinhado. Com estratégias separadas por departamentos, os silos ganham força e a tendência é que as ações e decisões tomadas sejam desconexas e ineficazes, impedindo que a empresa cresça.
Porém, trabalhando com práticas holísticas de integração entre as partes, é possível criar um ambiente muito diferente do qual descrevi acima. Ou seja, muito mais sólido e preparado para integrar os setores de forma única, captar novos clientes e satisfazer os já presentes, superando os resultados esperados.
É desafiador? Muito! Vai dar trabalho? Vai! Mas só saindo da zona de conforto que se consegue avançar de forma holística. E entre os benefícios, estão não só o aumento da produtividade, mas a possibilidade de chegar a melhores resultados de negócio, transformando o trabalho das equipes, que passam a compartilhar ideias e experiências e criar juntas iniciativas muito conectadas com os princípios da empresa.
O paralelo com o sucesso
Como visto antes, o sucesso não é algo construído sozinho, assim como não cai do céu. É preciso estar sempre pronto para a colaboração e para gerar novas soluções de negócio. E, nessa mesma perspectiva, caminha o marketing, que alcança melhor os seus objetivos quando não tratado de forma solitária. A aproximação com as equipes comerciais, de vendas e de produtos, ou seja, o trabalho conjunto, promove melhorias para as iniciativas da área e, consequentemente, para a empresa como um todo.
Por outro lado, ao falar do todo, é necessário estar a par não somente do que acontece dentro da própria empresa, mas também com os concorrentes. Por exemplo, os gestores nunca podem ficar por fora das últimas ações e movimentos feitos pelas outras marcas. Isso porque, em um mercado tão competitivo, é indispensável ter uma visão 360º em relação às tendências e novidades surgidas no seu contexto de negócio.
Para isso, as informações existentes no ambiente online podem ser suas grandes aliadas. Por meio do acesso aos dados gerados no digital é possível perceber que os algoritmos nos encaminham para as respostas e que eles são ferramentas poderosas que nos auxiliam a reconhecer o que está bombando nas mídias sociais e quais estratégias estão sendo usadas pelo seu concorrente para engajar mais o público.
A partir disso, você começa a identificar o verdadeiro potencial que a coleta e a análise de informações pode ter para o seu negócio e para o desempenho das suas equipes. Percebe que elas funcionam como um instrumento essencial para as práticas holísticas ao permitir que informações precisas da concorrência ou até mesmo da performance das suas próprias ações e campanhas sejam usadas para direcionar estratégias futuras.
O futuro é integrado
Assim como em um casamento, é hora de unir as coisas. Ou seja, integrar os conhecimentos das suas equipes para fazer uma boa leitura do cenários e contextos, cruzando dados e informações da sua própria empresa, com as da concorrência e dos clientes, para que toda e qualquer iniciativa sua seja cada vez mais personalizada. Afinal, é com a junção de times que você terá informações mais completas e poderá identificar as necessidades de cada cliente, oferecendo aquilo que ele, de fato, deseja receber.
É como diz o ditado: “Duas cabeças funcionam melhor do que uma”. Então, nesse contexto, a integração entre áreas e profissionais faz com que diversas perspectivas sejam geradas, produzindo uma discussão heterogênea e mais produtiva. O conflito de ideias leva a empresa a respostas que abrangem uma maior de gama de soluções para os problemas analisados e, dessa forma, tanto a empresa quanto o cliente sai satisfeito com o trabalho exercido.
Portanto, não hesite. Modificar a cultura do negócio implementando novas formas de desenvolver ideias, gerar insights e realizar ações e campanhas é uma ótima maneira de se manter em um mercado tão competitivo. Com o marketing holístico esse poder de transformação ocorre com a agilidade que é preciso ter – o que torna o jogo dos negócios mais interessante. E aqui convido você a pensar, a sua empresa está preparada para essa mudança?
*Eduardo Prange é co-Founder e CEO da Zeeng – Data Driven Platform

Existe privacidade na internet?

Há um princípio na área da segurança militar que diz: o ataque está sempre à frente da defesa. Em termos práticos, o avião de guerra com a melhor blindagem pode resistir à artilharia antiaérea, mas não permanecerá no ar se o inimigo tiver a melhor arma. Em outras palavras, enquanto se prepara uma proteção contra a arma mais poderosa atualmente, o desenvolvimento bélico já terá dado um passo à frente e, contra o mais novo ataque, a defesa estará despreparada. Assim, o ataque será sempre mais forte do que a defesa.

Esse princípio vale também para a segurança digital, a segurança na internet. Na verdade, o princípio da segurança na internet é: ‘se querem uma informação sobre você, e você está conectado à internet, vão conseguir essa informação’.

A questão é: quantas pessoas estão preocupadas em saber alguma coisa sobre você, sobre a sua vida?

Um usuário comum da internet — eu e possivelmente você, por exemplo —, mesmo com cuidados de navegação e precauções básicas esperadas, não está livre de ter invadida aquilo que considera sua privacidade on-line. Um hacker conseguiria burlar a segurança desse usuário e ter acesso a contas de serviços on-line se tivesse interesse. Basta lembrar de autoridades que tiveram contas ou dispositivos invadidos, ou de personalidades cujas fotografias íntimas foram acessadas e publicadas sem autorização.

Não importa o grau de confidencialidade de uma informação, o ataque está sempre um passo — pelo menos um passo — à frente da defesa.

Na divulgação das conversas entre o juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, por exemplo, foi mencionado o aplicativo de mensagens utilizado. Esse aplicativo utiliza comunicação criptografada, o que o torna relativamente seguro. Ainda que não tenha havido nenhuma falha de segurança no aplicativo que permitisse acesso ao conteúdo por terceiros (hackers), as informações podem ter sido divulgadas por algum dos envolvidos nas conversas. Mesmo que mensagens transmitidas on-line fossem literalmente impossíveis de serem interceptadas e decifradas (o que não são), se o inimigo estiver na linha, ele não precisa burlar nenhuma medida de segurança para ter acesso.

Ademais, ainda que os interlocutores sejam confiáveis, de nada adianta ter os melhores recursos tecnológicos de segurança digital de comunicação se os aparelhos que trazem o conteúdo não são também protegidos por senha e criptografia, ou se são emprestados para alguém, furtados ou roubados. Melhor ainda, que as mensagens sejam lidas e apagadas, sem backup nenhum, diminuindo a chance de outras pessoas terem acesso a elas — com o contraponto de o usuário também perder a sua própria mensagem, ficando apenas em sua própria memória.

Pode ser que hoje ninguém queira saber algo sobre nós, e assim nos sentimos seguros. Mas um hacker experiente pode devassar o conteúdo da vida que demonstramos on-line, na internet, mesmo que pensemos que estamos compartilhando apenas com amigos ou que só estejamos guardando para nós mesmos.

Assim, a privacidade na internet não é um mito, mas é praticamente impossível.

O teclado inteligente que temos no celular, que nos corrige e sugere palavras, consegue esse feito porque captura e guarda tudo o que digitamos. O servidor gratuito em que guardamos nossas fotos, vídeos e documentos de toda espécie (Dropbox, Google Drive, OneDrive), tem por trás uma grande empresa, e sabemos o que move as empresas. Se nossos dados estão seguros ali, é porque hoje, para elas, a imagem positiva no mercado e a informação que guardam para si rendem mais dividendos (dão mais lucro) do que vazar na internet o conteúdo de seus usuários.

A atitude correta frente à incerteza da segurança digital é uma só: não tenhamos algo a esconder.

Pois se divulgarem tudo que temos e tudo que fazemos na internet, nossas fotos, nosso histórico de navegação, nossas mensagens familiares, no máximo conheçam os quatro cantos de nossa casa, saibam onde passamos as férias, vejam fotos de nossos filhos brincando, deem risada de nossas discussões em grupos de trabalho e estranhem como nos divertimos com coisas simples. E, no fim, apenas passemos receio e vergonha pela abertura de nossa vida, mas que nada nela e, especialmente, nada do que registramos eletronicamente, possa ser uma arma contra nós.

Mário Quintana já disse: “Sorri com tranquilidade/ Quando alguém te calunia/ Quem sabe o que não seria Se ele dissesse a verdade…” (poema Da Calúnia)

(*) Antoine Youssef Kamel é coordenador adjunto do curso superior tecnológico em Investigação Profissional do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Proxxima

Dez dados essenciais para entender o futuro do conteúdo

PwC publicou a 20ª edição de seu estudo Global Entertainment & Media Outlook, que vem mapeando anualmente as dinâmicas desses mercados, incluindo insights sobre o futuro próximo. O relatório completo analisa números gerais dos segmentos de publicidade e conteúdo, globalmente, e também separado em 14 segmentos, com levantamento de 53 países, Brasil incluso.

Neste ano, o tema principal é personalização. “Consumidores estão usando um enorme leque de dispositivos conectados para organizar, curar e descobrir universos próprios e únicos de mídia. Em resposta, as empresas estão desenvolvendo suas ofertas revolvendo preferências pessoais, utilizando-se de dados e padrões de uso para apresentar seus produtos não para audiências de bilhões, mas separadamente para bilhões de indivíduos”, escrevem, na introdução do relatório, Ennèl van Eeden, líder em estudos globais de mídia e entretenimento e sócia da PwC Holanda, e Wilson Chow, líder de tecnologia, telecomunicação e mídia e sócio da PwC China.

Segundo eles, o progresso da hiper-segmentação deve tornar a entrega ainda mais qualificada à reboque do desenvolvimento das redes 5G, “criando novos cases de uso, melhorando a experiência do consumidor e acelerando o crescimento de muitos subsetores da indústria de E&M (entretenimento e mídia), desde games até o streaming de esportes em alta definição”, o que traz imensas oportunidades às companhias que responderem a esse cenário com eficiência. Separamos, a seguir, dez informações essenciais, acompanhadas de infográficos, sobre alguns dos principais achados do Entertainment & Media Outlook 2019.

1 – Macrotendências de E&M
O segmento de E&M será guiado principalmente pelo consumo digital. Como um todo, o setor terá um aumento nominal de 4,3% entre 2018 e 2023, de US$ 2,1 trilhões para US$ 2,6 trilhões. O maior ritmo virá da Índia, mas o maior volume será chinês, que deverá passar os Estados Unidos pela primeira vez. A China deverá fazer girar US$ 84 bilhões de E&M (+ 7,7% de 2018a 2023) no período, enquanto os EUA chegarão a US$ 71 bilhões.

Até 2023, anunciantes deverão direcionar mais de 50% de seus orçamentos a publicidade digital. A média global de crescimento anual será de 9,5% no período, e o Brasil estará acima disso, com 12,8%. O consumo de E&M em dispositivos móveis será um dos principais motores desse crescimento.

2 – Publicidade em TV
A capacidade de levar conteúdo a audiências massivas continuará a fazer da televisão linear um segmento dominante nas estratégias publicitárias. Mas o aumento do consumo de audiovisual pela internet também vai direcionar o crescimento da receita do segmento como um todo, enquanto a TV tradicional tende a diminuir seu share.

O consumo de televisão via internet vai crescer principalmente em mercados em desenvolvimento, puxados pela China — onde já existem 446 milhões de domicílios com banda larga. O consumo de eventos esportivos ao vivo também devem guiar boa parte desse desenvolvimento. O dilema sobre a diversidade de plataformas de streaming ou sob demanda, impossibilitando a assinatura reunida de todas as ofertas favoritas num só lugar, deverá chegar a diversos mercados, gerando oportunidades para operadoras de telecom na entrega de produtos multicanal por banda larga.

3 – Publicidade digital
No ano passado, a receita global de publicidade digital móvel já ultrapassou a verba anunciante gerada por meio de navegação a cabo. O smartphone é o principal dispositivo de conexão, mas outros aparelhos, como smart speakers e smart TVs, vêm acelerando essa mudança.

As preocupações recentes sobre privacidade dos usuários, as leis internacionais sobre gestão de dados e o alerta sobre brand safety desacelerou o crescimento desses investimentos, principalmente em mercados desenvolvidos. Competidores mais preparados e a consolidação de players em compliance legal abriram oportunidades nesse contexto.

4 – Receita de OTT
O aumento de consumo de audiovisual pela internet vai impulsionar as receitas de vídeos over-the-top (OTT). Comparado com as outras regiões, inclusive Emea (Europa, Oriente Médio e África), a América Latina terá um crescimento menos expansivo. Mas a Ásia deverá ultrapassar a América do Norte em 2021.

Em termos gerais, o mercado de vídeo OTT deverá dobrar no período, chegando a US$ 72,8 bilhões até 2023. O principal acelerador desse aumento serão serviços de assinaturas, que vão se aproximar dos US$ 60 bilhões de receita nos próximos quatro anos, enquanto o aluguel online deverá atingir a casa dos US$ 10 bilhões.

5 – Acesso à internet
A conexão à internet via smartphones seguirá em alta. A maior acessibilidade a pacotes de dados já existentes e futuros investimentos em redes 5G vão guiar esse aumento. A conexão por meio de tablets tende a se estabilizar, enquanto smart speakers deverão dobrar de tamanho entre o ano que vem e 2023.

Nesse cenário, é improvável que novas operadoras de telecom tentem disputar o mercado de dados com as gigantes do setor. A tendência é que as multinacionais que já lideram o mercado se consolidem na liderança por meio de aquisições e crescimento orgânico, principalmente pela oferta de pacotes de dados que incluam benefícios junto a plataformas sociais, por exemplo, além de novas experiências de consumo e ofertas de conteúdo em vídeo.

6 – Realidade virtual
Apesar de ser ainda um conceito comercialmente novo, a realidade virtual tende a mostrar força enquanto modalidade de consumo de E&M, especialmente para games. Também nesse segmento, dispositivos móveis conectados a smartphones serão os principais meios de crescimento.

Apesar de ainda não ser um produto de consumo massivo nos próximos cinco anos, dispositivos de realidade virtual seguirão crescendo e podem apontar tendências de futuro. Novamente, as redes 5G serão determinantes nessa escala. Em 2023, o mercado de VR global deverá movimentar mais de US$ 6,1 bilhões nos dez mercados onde há maior adesão ao formato (Alemanha, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Itália Japão, Reino Unido, Rússia), com crescimento de 22,2% no período.

7 – Consumo de dados
A conexão crescente e massiva terá impacto direto no tráfego na rede: em 2023, o consumo anual será de 4,4 quadrilhões de dados. Pacotes mais acessíveis, barateamento das tecnologias de dispositivos móveis e implantação de redes 5G estarão entre os principais catalisadores desse aumento.

Apesar do incremento no volume proporcionado pelas redes 5G, 90% das pessoas conectadas em 2023 ainda deverão utilizar 3G e 4G. Além das questões estruturais, outros desafios para o setor são  privacidade e proteção de dados, cibersegurança e qualidade de conteúdo disponível.

8 – Publicidade out-of-home
O contexto digital tem direcionado grande parte da mudança nos hábitos de consumo, mas alguns meios tradicionais — conectados à rede ou não — seguem atraindo receita. A mídia exterior é uma delas. Embora ainda não ofereça entregas de publicidade hiper-segmentada como num smartphone, boa parte desse inventário tem se digitalizado e possibilitado novas formas de entrega de comunicação.

Mais uma vez, a Ásia desponta como líder do segmento, puxada pela China, contribuindo com mais de 50% do share de receita do segmento até 2023. Em 2021, a receita de publicidade OOH não-digital começará a declinar, enquanto painéis e faces estáticas forem trocadas por monitores conectados à rede.

9 – Mercado de livros
Apesar das crises recentes, o setor editorial de livros tende a se tornar um ecossistema integrado de formatos físicos e digitais. Nesse mercado em especial, a América Latina aponta um crescimento sólido, maior que Europa e América do Norte, e próxima à Ásia.

Ainda que o meio impresso permaneça como protagonista por muitos anos, diversos segmentos deverão abocanhar parte dessa participação. Entre eles, livros digitais, audiobooks, vendas de usados (como segunda mão e sebos) e autopublicações independentes. A receita global do setor era de US$ 122 bilhões em 2018 e deverá chegar a US$ 129 bilhões em 2023.

10 – Impressos caem menos
Embora a receita publicitária de jornais e revistas impressos siga em queda, esse encolhimento diminuirá nos próximos anos. Mesmo assim, a busca por novas formas de receita e modelos de negócios permanece como uma prioridade para a sustentabilidade do setor.

A circulação diária média, em todas as regiões, tende a se estabilizar. Esse fator e a desaceleração na queda de publicidade podem ser compensadas, principalmente, pelo desenvolvimento de novas linhas de receitas, como vídeos, podcasts, eventos e experiências. Embora ainda esteja lento, o crescimento de assinaturas digitais têm trazido novo dinheiro, que poderá ser incrementado com modelos como clubes de fidelidade e doações.

Especialista vê crescimento de Neymar nas redes sociais após acusação

Entre a série de polêmicas que protagonizou em sua carreira, Neymar está encarando a maior delas nos últimos dias. Acusado de estupro pela modelo Najila Trindade, o jogador do Paris Saint-Germain viu seu nome estourar nas redes sociais mais do que nunca, como analisou Eduardo Prange, CEO da Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação.

A análise mostrou que houve um impacto significativo na imagem da marca do atleta, que teve um pico muito representativo de notícias nos últimos dias, chegando a mais de mil matérias capturadas sobre Neymar em que, muitas delas, têm ligação direta com o caso.

“A gente consegue ver um impacto bastante significativo sobre a imagem do atleta, olhando para ele como uma marca. É possível perceber que muitas dessas notícias têm relação direta com o caso. Depois da menção ao termo atleta, a gente tem tanto crime quanto estupro como os casos de maior destaque”, disse Prange.

Apesar da grave acusação, Neymar não perdeu seguidores nas redes sociais, pelo contrário. O atleta ganhou fãs, fato que, segundo o CEO, indica que a população está a seu favor na acusação do suposto crime.

“Chama a atenção a questão do ativo social do Neymar. Mesmo com o ocorrido, a gente vê que ele tem obtido um crescimento significativo, principalmente nesses últimos dias, em relação à sua base de base fãs, seguidores, o que nos leva a crer que as pessoas estão do lado de Neymar e que, de uma forma ou de outra, esse caso tem repercutido muito, mas, no que diz respeito ao ativo, tem trazido um apoio e uma conotação favorável a ele”, finalizou.

Fonte: Gazeta Esportiva

Criar vídeos falsos com deepfake nunca foi tão assustadoramente fácil

Criar vídeos fake ficou tão fácil quanto digitar o que você quer que uma pessoa fale. Cientistas da Universidade de Stanford, do Instituto Max Planck de Informática, da Universidade de Princeton e da Adobe Research desenvolveram novos softwares que usam aprendizado de máquina para permitir a edição da transcrição do texto de um vídeo para adicionar, excluir ou alterar as palavras que saem da boca de uma pessoa.

As falsificações são tão realistas que é difícil diferenciá-las do material original, tanto do ponto de vista da imagem quanto do áudio, informou o site The Verge. A prova disso é que os pesquisadores pediram para os participantes de um estudo gravarem um novo áudio usando IA com as mudanças feitas no texto da fala e a qualidade comprovou que as falsificações estão perto de se tornarem perfeitas.

O projeto ainda está no início e não foi disponibilizado ao consumidor. Mas como a Adobe já divulgou detalhes do protótipo de software que foi usado na pesquisa, chamado VoCo, que permite aos usuários editar gravações de fala tão facilmente quanto modificar uma imagem, o lançamento do projeto não estaria tão longe.

Em simulações divulgadas pelos pesquisadores, o sistema foi capaz de alterar a famosa frase do filme Apocalypse Now. De “Eu amo o cheiro de napalm pela manhã” a citação foi alterada com perfeição para “Eu amo o cheiro de rabanada pela manhã”.

Para criar as falsificações de vídeo, os cientistas combinam várias técnicas. Primeiro, eles escaneiam o vídeo original para isolar os fonemas falados pelo sujeito. Eles então combinam esses fonemas com visemas (que representam a expressão da face e da boca ao dizer uma palavra) para criar um modelo 3D da parte inferior do rosto do emissor no vídeo falso.

Desse modo, o software consegue combinar todos os dados capturados a partir dos fonemas, visemas e do modelo 3D quando o texto do vídeo é editado. Assim, novas cenas são recriadas com base nos textos inseridos e adicionados no vídeo final. Os algoritmos funcionam apenas em vídeos que mostram a cabeça de uma pessoa e exigem 40 minutos de material inicial para que os dados sejam capturados.

Em testes realizados com um grupo de 138 participantes, cerca de 60% afirmaram que as edições eram reais. Em comparação, 80% desse mesmo grupo consideraram que a gravação original e não editada também era legítima.

A tecnologia ainda está em desenvolvimento, mas seus resultados atestam que a disponibilização de um software que permite a qualquer pessoa editar o que as pessoas dizem em vídeos está mais próxima do que nunca. Os pesquisadores, no entanto, reconhecem que o projeto pode ser usado para “falsificar declarações pessoais e caluniar indivíduos”, como enfatizaram em um paper sobre o novo software.

Fonte: It Midia

Instagram reformula opções de gênero

Instagram anunciou que está reformulando suas opções de seleção de gênero para perfis públicos.

Segundo a plataforma, atualmente eles oferecem apenas duas opções para os usuários – masculino ou feminino – além de uma terceira alternativa “não especificado”, mas que isso mudará na próxima atualização do app.

A novidade permitirá que os usuários escolham entre gêneros mais personalizados, incluindo opções como trans e gender nonconforming. Ainda segundo o comunicado do Instagram, a mudança vem para que o aplicativo possa ser “Mais inclusivo e refletivo sobre como as pessoas se identificam hoje.”

O novo recurso estará disponível já nesta semana, e também fazem parte das comemorações do Mês do Orgulho LGBT+.

O guia sobre bem-estar voltado para adolescentes LGBT+ destaca, principalmente, as ferramentas que podem mantê-los seguros e os suportes oferecidos pela plataforma para denúncias e ajuda.

Fonte: Promoview