Análise de dados auxilia no crescimento das marcas

Atualmente, nenhuma ação de comunicação de sucesso existe sem o uso de dados. Estamos em tempos de real time marketing, onde as marcas precisam se movimentar de acordo com os movimentos dos seus concorrentes e dos consumidores. Para isso, é importante monitorar a todo tempo informações que de alguma forma ajudem na concepção de soluções e estratégias de comunicação.

Ter sucesso no mercado é basicamente vender um produto ou serviço. E quando se analisa o ambiente competitivo, com muitos players e diversos canais para comunicação, ter visibilidade é essencial para impulsionar as vendas. Pensando nisso, reunimos opiniões de diversos especialistas de comunicação que relataram a importância de usar a análise de dados como trampolim para os negócios. Confira!

Mensuração de dados
Para os anunciantes, analisar dados é ideal para ter maior precisão nas compras de mídia e consequente na avaliação de resultados. Segundo Celso Vergeiro, CEO da Adstream, o cruzamento de informações como compra de mídia, valores investidos, exibição e audiência da mídia veiculada, é possível avaliar cada campanha, se os resultados esperados foram atingidos e até mudar o plano de voo caso os resultados não estejam sendo alcançados. “Muitas marcas utilizam ferramentas de medição, mas ainda pouco precisas. Quanto mais informação conseguirmos cruzar por meio dos relatórios analíticos, mais eficientes serão as campanhas” completa.

Análise da concorrência
Entender o posicionamento da sua empresa utilizando dados disponíveis no mercado a seu favor torna a tomada de decisão muito mais assertiva. “Mais do que monitorar o mercado é de suma importância analisar o comportamento da concorrência como forma de entender o que mais está funcionando em suas estratégias de comunicação. Você pode e deve usar estas evidências como forma de se diferenciar em seu mercado, tomando ações corretivas, embasadas e de maneira ágil. Como já diz algumas das máximas da administração: o que não pode ser medido não pode ser gerenciado!”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Comportamento do consumidor
O Analytics é uma ferramenta crucial para o entendimento do comportamento do consumidor nos meios digitais. Saber o que desperta seu interesse, quais as principais páginas e ações dentro de um site. Mas vai além disso, é importante entender também como o conteúdo é consumido, por qual canal, por quanto tempo, que tipo de assunto tem mais aderência. “Compreender os objetivos do consumidor é essencial para saber o que o marketing irá perseguir. Pensar nas pessoas não como um número, mas como parte integrante da engrenagem do sucesso das estratégias”, afirma Hérica Machado, Head de Performance da DIWE, primeira agência de profound marketing do país. “De maneira prática podemos usar como exemplo uma análise simples, mas que muda toda a maneira de pensar uma estratégia, que é entender qual o principal dispositivo de acesso ao seu site. Em um cenário que o mobile tenha uma parcela maior de acessos, o planejamento deve ser feito com o pensamento “mobile first”, campanhas, formatos e ações devem conversar diretamente com esse dispositivo. Por outro lado, entender se existe apenas volume por esse dispositivo mas não qualificação, ou seja, pelo Analytics, podemos acompanhar se o tráfego é qualificado e isso dá insumos para traçar planos de ação que possam aumentar essa qualidade. Todas essas características influenciam na maneira de consumo de informação e em como podemos otimizar a comunicação com o público aumentando a visualização da marca”, finaliza Hérica.

7 dicas essenciais para manter o controle de seus dados on-line

Há tantos golpes por aí, sem mencionar que as empresas vendem suas informações pessoais sem o seu conhecimento, que podem se sentir como se fosse impossível ter qualquer tipo de controle sobre quem pode ver e ter seus dados on-line.

Mas é possível, e descreveremos algumas maneiras simples de trancar suas configurações de privacidade, gerenciar suas senhas e manter suas finanças seguras.

Como identificar um e-mail fraudulento

Sua caixa de entrada provavelmente está repleta de muitos e-mails indesejados, mas é crucial reconhecer um spam de uma fraude.

Os golpistas se tornaram muito melhores em reunir e usar seus medos em um e-mail convincente para enganá-lo a entregar informações como senhas de contas e até mesmo números de cartão de crédito ou dados bancários.

Você pode ver e-mails que dizem que uma das suas contas foi suspensa ou encerrada devido a atividades suspeitas ou fraudulentas. Geralmente, há um link para clicar para que você possa fazer login e ‘resolver o problema’. Mas esse link provavelmente vai para um site falso que parece o negócio real. Se você digitar seu nome de usuário e sua senha, você os entregará ao golpista e, se usar os mesmos detalhes para outros websites, acabará comprometendo sua segurança ainda mais.

Em caso de dúvida, nunca clique em um link em um e-mail. Em vez disso, digite o endereço do site confiável e conhecido da empresa diretamente em um navegador web (ou use o Google para encontrá-lo) e faça login em sua conta dessa maneira.

Nenhuma empresa respeitável lhe enviará um e-mail do nada e pedirá que você entregue sua senha ou quaisquer detalhes financeiros.

E se você receber e-mails com ofertas inacreditáveis para iPads, festas ou qualquer outra coisa, desconfie se você não conhece a empresa por trás dele. Não entregue detalhes nem pague por nada até ter certeza de que é genuíno.

Não forneça detalhes extras

Ao se inscrever para uma nova conta online, preencha apenas os campos obrigatórios. Não é necessário inserir seu endereço, número de telefone ou qualquer outro dado pessoal (mesmo seu nome do meio) se o site não forçar você.

Obviamente, se você estiver solicitando produtos, precisará fornecer um endereço de entrega, mas, se conseguir, obtenha itens entregues em um endereço comercial.

Além disso, em vez de entregar seus dados bancários, vale a pena configurar uma conta do PayPal e usá-la sempre que possível, pois o comerciante nunca verá sua conta bancária ou seu número de cartão de débito. Se você não quiser usar o PayPal, experimente o Apple Pay ou o Google Pay.

Se você não pode usá-los, por que não configurar uma conta bancária especificamente para compras on-line e manter apenas uma pequena quantia de dinheiro? Desta forma, se esses detalhes forem comprometidos em um hack e caírem nas mãos erradas, quaisquer perdas serão muito limitadas.

Tenha vários endereços de e-mail

As contas de e-mail são gratuitas, por isso é uma boa ideia configurar uma para diferentes atividades on-line, como compras, mídias sociais, fóruns etc.

Dessa forma, você pode limitar a quantidade de e-mails indesejados que você precisa ver, pois não há necessidade de verificar regularmente as contas em busca de e-mails, e isso mantém sua conta de e-mail principal muito mais livre de spam.

Isso também significa que você não é forçado a usar o mesmo endereço de e-mail para todas as suas contas on-line, o que é um risco de segurança.

Use um gerenciador de senhas

A razão pela qual a maioria das pessoas usa a mesma senha para várias contas é porque é difícil lembrar de outras dezenas. Um gerenciador de senhas resolve isso armazenando com segurança logins para contas por trás de um nome de usuário e senha principais. Então tudo que você precisa lembrar é uma única senha.

Melhor ainda, os bons gerenciadores de senhas geram senhas fortes e podem até atualizar suas senhas fracas existentes em alguns casos. E eles inserem automaticamente os detalhes de login de um site ou aplicativo para que você não precise procurá-los.

Recomendamos o LastPass e o 1Password.

Use uma VPN

Uma VPN garante que a conexão entre o seu dispositivo e a internet seja criptografada. É crucial que você use uma VPN em um Wi-Fi público e aberto, caso contrário, você deixará seus dados expostos a qualquer pessoa que queira bisbilhotar.

Normalmente, uma única conta VPN pode ser usada em vários dispositivos para que você possa proteger os telefones e laptops de sua família.

Cheque as suas configurações de privacidade

Se você usa o FacebookInstagramTwitter ou qualquer outro site de rede social, entre em suas configurações e veja as opções de privacidade. A menos que você os tenha alterado, eles serão definidos com os padrões que talvez não ofereçam a privacidade desejada.

O Facebook é o principal a verificar, como o Twitter, Instagram e outros que são públicos, então o que você postar é visível para todos. O Facebook permite que você bloqueie sua conta para que apenas seus amigos possam ver o que você postou, e você pode até configurar diferentes grupos de amigos e excluir pessoas específicas quando você postar.

Se você tem filhos com menos de 13 anos, aconselhamos que não permita que eles usem aplicativos sociais que permitam a qualquer pessoa ver o que publicam. Algumas aplicações permitem-lhe definir uma conta privada, que apenas seguidores ou amigos aprovados podem ver as mensagens.

Verifique se seus dados estão comprometidos

Como tem havido muitos hacks de empresas e sites de alto perfil, você deve verificar se algum dos seus dados foi comprometido. Vá até Have I been pwned? e digite seus endereços de e-mail que você usa para contas on-line.

Se ele foi incluído em qualquer uma das violações, elas serão listadas. Embora seja um pouco tarde para impedir que seus dados sejam roubados, você pode pelo menos alterar a senha associada a qualquer conta invadida para impedir qualquer acesso adicional a essa conta.

Não há mágica quando se trata de manter seus dados on-line seguros. Mas use essas dicas e você terá uma chance muito maior de manter o controle de quem pode vê-los.

Fonte: ITMIDIA

Google Search começará a exibir anúncios em dispositivos móveis em breve

A explicação para a implementação dessa funcionalidade é que potenciais consumidores fazem compras em curtos períodos, enquanto assistem TV ou estão no banheiro.

O aplicativo de buscas do Google (ou Google Search), aquela barra de pesquisas localizada na página inicial do seu smartphone, começará a trazer anúncios ainda este ano. Essa adição pode fazer com que este recurso seja um novo gerador de receitas para a empresa. Além disso, também será adicionado uma galeria de até oito imagens com anúncios dentro dos resultados de pesquisa.

Com isso, o Google quer facilitar aos usuários a tarefa de descobrir e comprar novos produtos. A explicação para a implementação dessa funcionalidade é que potenciais consumidores fazem compras em curtos períodos, enquanto assistem TV ou estão no banheiro. Essa mudança tem o objetivo de facilitar o modo como o usuário faz suas compras online.

Os anúncios também vão aparecer na página inicial do aplicativo do Google, chamado de Discover. Ele funciona como um feed de notícias, no estilo do Facebook, em que os usuários acessam para visualizar conteúdos personalizados, de acordo aos seus hábitos.

A empresa informou que os anúncios serão veiculados em qualquer lugar onde o Discover estiver disponível, inclusive em sua versão mobile, mas esclareceu que a publicidade só estaria no aplicativo do Google.

Os anúncios no Discover vêm sendo testados desde o ano passado, quando a empresa disse que mais de 800 milhões de pessoas estava usando o recurso mensalmente. O Google também disse que iria começar a mostrar conteúdo personalizado em sua página inicial do Google Shopping.

Fonte: Olhar Digital

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

A Importância do Big Data na prospecção de clientes

Com o mundo em constante transformação, é preciso estar atento às novas possibilidades para se aproximar dos seus públicos de interesse. Principalmente, porque estamos falando de um mercado cada vez mais competitivo onde o diferencial se encontra nos pequenos detalhes.

Isso fica mais complicado se levarmos em consideração a área de comunicação, onde as agências e gestores de marketing têm que buscar sempre novas formas para captar novas contas. Até porque, que hoje em dia não basta escolher um cliente aleatoriamente, é importante que ele tenha fit com a sua expertise e que exista sinergia entre as marcas envolvidas. Nesse caso, uma plataforma de big data é fundamental.

É claro que não basta só captar todas essas informações, pois a grande sacada é saber analisá-las e decidir o que fazer a partir delas. Esse, na verdade, é o “pulo do gato” quando falamos em big data. As plataformas captam grande volume de dados e se não soubermos trabalhar com eles a consequência pode ser negativa. O maior desafio é aplicá-los pensando sempre em quais são os mais adequados para o contexto e as demandas. Afinal, só uma boa análise é capaz de gerar um conteúdo mais rico que atenda as expectativas dos clientes.

Uma reflexão importante que temos que fazer quando estamos prospectando um cliente é que conquistar novos pode custar sete vezes mais caro do que manter os já existentes, como um dos maiores especialistas em marketing, Philip Kotler, já afirmou, além de tomar muito tempo e energia. Sendo assim, é importante acertar o alvo de primeira. Para isso, é preciso estar a par de quem quer impactar e qual a melhor maneira de fazê-lo. Nesse sentido, a análise de dados pode contribuir e oferecer insights relevantes, tornando a proposta mais rica e criativa com as informações que a plataforma permite captar.

Uma boa ferramenta de Web Analytics pode gerar grande volume de dados que facilitem a tomada de decisão. Dessa maneira, fica mais fácil identificar o que seu cliente em potencial precisa, no momento certo e com a aproximação correta. Até porque, assim como o mundo, os consumidores podem apresentar mudanças muito velozes de comportamento devido à sua capacidade de se adaptar às novidades que o mercado oferece. Com isso, picos, quedas e curvas de crescimento são cada vez mais comuns nos gráficos de vendas das empresas.

Em linhas gerais, podemos concluir que muitas empresas já se deram conta que ter dados é essencial para os negócios e têm procurado por soluções e caminhos para fazer o melhor uso de toda essa onda de informação. Afinal “em terra de cego, quem tem olho é rei”, e é imprescindível ter diferenciais para estar sempre à frente.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de doze anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: ADNEWS

10 tendências de marketing de influência, segundo Bia Granja

Bia Granja, fundadora do YouPix, palestrou durante a 21º Locaweb Digital Conference, ocorrida nesta terça-feira (30), no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP). A profissional, que foi anunciada recentemente como jurada no Cannes Lions 2019, elencou 10 tendências sobre marketing de influência, ou como ela definiu: “uma visão sobre como a gente consegue criar ações e campanhas de influência com resultados mais palpáveis”.

Confira:

1 – Jogo de Estratégia

Para Bia, é imprescindível pensar que uma ação de influência precisa de estratégia. “Muitos dos trabalhos são mais ou menos assim: temos um budget, daí mapeamos os influenciadores, definimos e contratamos os caras, mandamos o briefing, geralmente via intermediário, como agências – que é um telefone sem fio, vamos combinar – publica, rezando para dar tudo certo e mensura o básico”, exemplifica.

Segundo Bia, as pessoas não pensam estrategicamente, mas querem resultados dados com KPIs, com indicadores específicos.

“Não dá pra eu cobrar final de funil fazendo ações de awareness”, comenta a profissional. Ela elencou 17 itens para iniciar o trabalho de influência: definir objetivos claros; target; budget; objetivos mensuráveis; redes sociais; estudar target; definir narrativa; partir para criação ou cocriação; mapear influenciadores; estudar influenciadores; definir e contratá-los; preparar o briefing; começar a produção; publicar; amplificar e otimizar; mensurar e analisar e, por fim, retroalimentar.

2 – Foco em social vídeo

“Quando falo de social vídeo, acham que é vídeo postado em rede social. Não é isso. É vídeo pra estabelecer conversa”, esclarece Bia.

“Quando você está usando vídeo só como linguagem de conteúdo, você vai postar para as pessoas verem e consumirem. Em social, no universo digital, é o contrário. A partir do momento que você posta alguma coisa é que começa o seu trabalho. O social vídeo como ferramenta de conversa vem muito para isso”, comenta a palestrante.

Para ela, é menos a marca dizendo “olha o que eu fiz” e mais em querer criar conversas. “Estamos saindo do universo passivo para fazer parte de comunidade”, diz. Ela ressalta que isso não é novidade, mas que, mesmo assim, não é feito.

“O criador é isso, ele já tem essa relação, você não pode ir para perturbar, se intrometer, mas para agregar. Influência é transferência de capital social. Confiança é a moeda do século. Eu to construindo isso através de reciprocidade”, comenta.

3 – Novas métricas

É preciso ir além da tríade like, comment e share como medidor de resultado. “Não é mais sobre se expor para um monte de gente, mas conseguir se conectar com cada comunidade […] Damos duplos cliques sem dar atenção”, diz a fundadora do YouPix. Ela exemplifica: “se eu perguntar qual a última coisa que você curtiu, você não vai lembrar. Se eu perguntar a última conversa que teve, você irá lembrar. Essa é a mudança”.

“Quem faz trabalho com influenciador já deve ter tido essa crise: você gastou milhões, a pessoa postou a foto e os comentários são: ‘linda!’, ‘Segue de volta'”, conta em meio a risos da plateia.

No digital, é preciso achar pessoas que estejam no centro da mensagem que a marca quer passar.

4 – Nicho é novo rico

“Marketing de influência não é marketing de celebridade. É diferente, não é sobre quem é conhecido, é sobre quem é conhecido daquela comunidade que a gente quer se conectar”, alerta.

“O recorte não é de seguidor. Invista primeiro em encontrar sua comunidade, comunidade gera conversa e conversa gera conversão”, finaliza.

5 – Creator Marketing

Trabalhar com formador de opinião não é uma novidade. Mas quais as mudanças? Antes do digital ou eram jogadores de futebol, astros da tv e música. Daí havia um longo processo para colocar o Tony Ramos, por exemplo, como astro da campanha. Contato com o empresário, agência para criar a campanha, produtora para filmar o comercial, Ibope para medir os resultados, entre outros.

No caso do universo digital, há o que Bia chama de Creator Marketing. “O cara que é o nativo digital é o conector da comunidade, ele não é um garoto propaganda, ele vai ser uma mini agência, vai criar, baseado em linguagem de uma forma que a comunidade vai receber bem, ele vai produzir e se você contratou ele é obrigado a te mandar um print do analytics”, compara.

O influenciador está cocriando e isso pode ser benéfico para a marca, como no caso de Bradesco com os Desimpedidos.

Outro exemplo é o Kondzilla, que virou consultor criativo da marca Orloff.

6 – Esse é pra casar

Bia diz que é preciso evitar a atitude de marca golfinho: aquela que aparece num post do influenciar, dá um alô e volta para a água.

“Você não consegue ter perenidade ou sustentar a mensagem junto aquela comunidade”, diz. Além disso, é preciso evitar o influenciador Samambaia.

Menos rostinho bonito e mais relações de perenidade.

7 – Não é sobre os 99%

Segundo Bia, quanto mais diversa for sua comunicação, mais lucro você terá. “Hoje é esperado das marcas que elas representem a diversidade do lugar onde elas tão”, comenta.

“‘Não me vejo, não compro’ é um movimento muito grande hoje”, alerta. Ela exemplifica um bom trabalho focado na diversidade feito pelo Bradesco ao lado da influenciadora e empreendedora Paula Xongani.

8 – Chama na responsa

“Não acreditem que vocês não vão ser cobrados como organização. Não existe mais essa coisa de não é problema meu”, afirma a profissional.

É preciso deixar de ter olhar extrativista para migrar para algo mais construtivista. “Não tem faculdade para influenciador, mas pra o que vocês fazem tem”, comenta.

Ela lembra a polêmica Cocielo e questiona como a Coca-Cola, à época parceira do influenciador, não se atentou a uma playlist do youtuber chamada Copa Cirrose.

9 – Vai regular

Bia também comenta que o digital e as redes sociais alcançaram a ala política e que o futuro terá, certamente, a regulamentação de alguns hábitos e profissões. “Estamos vendo isso no mundo inteiro”, alerta.

10 – Cuidado com a cabeça

A profissional destaca que é preciso estar atento à saúde mental. “Burnout é o mal do século”, comenta. Ela cita Egnalda Côrtes, CEO da Côrtes Assessoria e Agenciamento, como uma profissional que exige que os agenciados façam terapia.

Fonte: Propmark

Twitter: Um quinto de seguidores de políticos pode ser fake

As últimas eleições comprovaram a gravidade das fake news em momento de instabilidade política. A disseminação de informações vagas e difamações infundadas em redes sociais ganhou destaque na esfera pública e chamou a atenção para a importância de combater o fenômeno. Pensando nisso, a agência de reputação Bold Lion (www.boldlion.com.br) fez uma análise do Twitter de cinco importantes figuras públicas, com o objetivo de verificar a presença de perfis falsos entre seus seguidores: Jair Bolsonaro, Fernando Haddad, João Amoêdo, Tiririca e Carla Zambelli.

Em um total de 1.013 seguidores analisados, o perfil do Presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentou 22% de fakes, enquanto o ex-prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT), teve um total de 18% de usuários-fantasma entre os membros de seu público.

“Nós coletamos aleatoriamente uma parcela do following de cada um e utilizamos uma ferramenta digital para identificar os bots, classificados como fakes”, afirma um dos sócios da Bold Lion, Gustavo De Amorim.

João Amoêdo (NOVO) teve o menor índice de seguidores falsos entre os ex-presidenciáveis, com 17% da amostragem inválida. Os demais nomes considerados foram o do humorista e atual Deputado Federal Tiririca (PR-SP) e da Deputada Federal Carla Zambelli (PSL-SP). O primeiro, apresentou um índice de 10% de seguidores falsos e a segunda, 5% – o que não configura menor gravidade para o problema.

Reação em cadeia para viralizar, diz especialista em mídias digitais

Segundo Michel Bekhor, da agência de comunicação Press Works e especialista em mídias digitais, “os bots programados para seguirem uma determinada figura pública podem, por exemplo, retuitar uma notícia falsa em favor de um indivíduo e gerar uma reação em cadeia, fazendo a informação falsa chegar a um usuário verificado que espalha o fato para milhares de pessoas. A partir daí, o estrago está feito”.

Metodologia

A pesquisa coletou uma amostra aleatória dos followers de cada personalidade e utilizou uma ferramenta digital para identificar perfis com alta chance de serem bots, classificados como fakes. Entre os critérios utilizados para verificar as contas duvidosas, estavam a presença na rede – a maioria dos bots contabilizam zero tuíte – e a utilização de nomes genéricos acompanhados de números – padrão comum entre usuários-fantasma.

“Vale lembrar que os perfis privados foram descartados da análise, uma vez que é impossível verificar suas atividades e, portando, defini-los como legítimos ou fakes”, diz

Fonte: Ecommerce News

Instagram nega teste do fim dos likes

Na semana passada, Jane Wong, especialista em fazer a engenharia reversa de redes sociais com a finalidade de descobrir ferramentas não-lançadas, vulnerabilidades e códigos, publicou em seu perfil no Twitter três fotos que mostram como o Instagram ficaria sem a contagem de likes públicos — apenas o usuário dono do perfil poderia ver a quantidade. De acordo com Wong, o app “quer que seus seguidores foquem no que você compartilha, e não em quantos likes você recebe”.

A descoberta está ainda hoje gerando discussões sobre se a nova versão é, de fato, um teste oficial da rede ou não. Se aplicada, a ferramenta pode impactar no trabalho de influenciadores que se respaldam nessa métrica para orçar o valor de publicações patrocinadas. O Instagram se pronunciou afirmando que não testou a ferramenta. “Não estamos testando isso no momento. Mas explorar formas de reduzir a pressão no Instagram é algo que sempre estamos pensando”, afirmou uma fonte ao portal The Verge.

O Instagram não é a única rede social que repensa a questão da pressão e popularidade. Em novembro do ano passado, Ev Williams, co-fundador do Twitter e conselheiro, disse no Web Summit de Lisboa, em Portugal, que mostrar o número de seguidores de usuário foi provavelmente extremamente prejudicial. “Deixa claro que o jogo é de popularidade”, afirmou.

Fonte: Meio & Mensagem

Oito em cada 10 gestores diz que transformação digital impacta a sua área de atuação

Oito em cada dez executivos C-level percebem a transformação digital como um fator que impacta diretamente o seu mercado de atuação. Esse foi um dos aprendizados trazidos pela pesquisa Business Impact Insights, realizada pela CI&T – multinacional brasileira especializada na transformação digital de grandes marcas e com presença global – em parceria com o Opinion Box durante o primeiro CI&T Business Impact Summit 2019, evento realizado no início de abril. A pesquisa ouviu cerca de 200 executivos, sendo 100% em cargos de liderança.

E, se o impacto é inevitável, estão esses líderes e suas empresas preparados? Quase 84% dos entrevistados responderam sim à questão, quando a pergunta é voltada a uma autoanálise. Mas, quando questionados sobre o nível de preparo da companhia como um todo, o número cai para 71%.

“A maior parte dos executivos já tem consciência da relevância que a transformação digital tem para o seu negócio, porém, isso não significa que suas companhias – como um todo – já estejam preparadas para essa mudança. Apesar da alta liderança já estar engajada no processo, a transformação digital só será efetiva quando os silos deixarem de existir e trouxer real impacto para o negócio – e, pelo que a pesquisa apurou, os principais indicadores que estão sendo medidos são crescimento da receita (56%) e custos/eficiência operacional (73%). E, nesse contexto, cultura e tecnologia são enablers”, destacou Cesar Gon, fundador e CEO da CI&T.

E por falar em mindset, mudança cultural desponta – para os respondentes – como principal fator para destravar a transformação (75%), seguido de tecnologia (67%) e business (38%). “O fator ‘negócio’ estar por último pode parecer curioso, mas não é. Na verdade, já há um entendimento que a transformação tem que ser no negócio e não necessariamente do negócio”, complementou o executivo.

Em um outro recorte, a pesquisa também apurou quais são os principais fatores que têm motivado as empresas a iniciarem o processo de transformação digital. Mais de 23% dos executivos apontaram a melhora dos serviços como a principal razão, seguido da manutenção da liderança de mercado (22%) e da preparação para competir com nativos digitais (16%).

“Conhecer os clientes e gerar impacto nos negócios aparecem logo na sequência e, na CI&T, entendemos que subverter essa ordem – para ter sucesso – é crucial. Nossa prática dentro de clientes, como Nestlé, Raízen e Itaú, por exemplo, nos mostrou que buscar impacto no curto prazo e colocar o cliente no centro são prioritários”, afirma Marcelo Trevisani, CMO da CI&T.

Já em relação às tecnologias que devem impactar mais diretamente os negócios, os executivos entrevistados destacaram ferramentas que já são utilizadas com cada vez mais frequência e que, também, passaram a ser incorporadas nas estratégias das empresas, como a Inteligência Artificial (60%), Analytics e Big Data (46%), Internet das Coisas (41%), Blockchain (36%), Realidade Aumentada e Realidade Virtual (34%) e Chatbot (27%).
“Comece pelo impacto. Essa é a principal mensagem que a CI&T tem levado ao mercado e que nossa expertise tem mostrado ser viável e central. Nesse sentido, temos auxiliado diversas empresas a se transformarem e a atingirem resultados em ciclos muito mais curtos.

Acreditamos que a transformação no negócio é o melhor ativo que podemos entregar aos nossos clientes e que, sem dúvida, fará toda a diferença no longo prazo”, conclui Gon, fundador e CEO da CI&T.

Foram realizadas 200 entrevistas online, com profissionais de nível de gestão (gerentes, diretores, vice-presidentes e C-levels) em empresas com no mínimo 500 funcionários que estão passando por transformação digital em verticais como Finanças, Varejo e Comércio, Indústria e Manufatura, Educação, Saúde, Serviços, Bens de Consumo, RH, entre outros; aplicadas através de um questionário de autopreenchimento com 21 perguntas. As entrevistas foram realizadas pelo Opinion Box entre os dias 4/abr a 8/abr de 2019. Margem de erro geral de 7,6 PP e nível de confiança de 95%.

Fonte: TI Inside Online

Conteúdo segue sendo Rei. Mais do que nunca

Está caindo uma ficha (um paralelepípedo, seria a melhor analogia) na cabeça de quem anda pensando um pouquinho mais sobre o assunto, e a constatação é que a publicidade tradicional, intrusiva e pouco interativa, está em cheque, e que as marcas terão mesmo que transformarem-se em criadoras, produtoras e disseminadoras de conteúdo.

Houve uma época, para quem como eu viu a internet nascer – e isso parece que faz um milênio atrás – quando os grandes líderes da nascente indústria digital propulsionada por aquela maluquice que era (e segue sendo) a Internet, defendiam a plenos pulmões que o conteúdo era o grande asset da nova Era Digital. O conteúdo então anabolizado pela web.

“Content is King”, bradavam.

E era mesmo.

Os grandes portais – particularmente no Brasil, em que os primeiros portais de Internet nasceram das entranhas dos nossos grandes players editoriais e casas de publishing – entendiam que seria o conteúdo que atrairia o tráfego, muito como nas áreas de comunicação até ali existentes (isso faz quase 30 anos agora). Tinha uma camadinha de serviços ainda embrionária nascente, mas a internet era pouco ou nada interativa e serviço era também informação. Basicamente. Portanto, mesmo serviço, era igualmente um tipo de conteúdo.

Bom.

Essa verdade foi mudando com o tempo e o mundo web se tornou tão complexo, que afirmar hoje que Content is King parecerá a muitos old school. Desconhecimento de quem não acompanhou a história da Internet. Ou pior, uma afirmação de quem não sabe onde essa história está hoje.

Pois eu afirmo que é exatamente o contrário.

O conteúdo de fato foi empanado em relevância pelos serviços infinitos que hoje a internet promove, pelo e-commerce, pelas plataformas tecnológicas anabolizando nossas vidas, pela chegada atropelante dos dados, a ponto de afirmarem que dados é o novo petróleo … e por aí foi.

Mas o fato é que agora está caindo uma ficha (um paralelepípedo, seria a melhor analogia) na cabeça de quem anda pensando um pouquinho mais sobre o assunto, e a constatação é que a publicidade tradicional, intrusiva e pouco interativa, está em cheque, e que as marcas terão mesmo que transformarem-se em criadoras, produtoras e disseminadoras de conteúdo, para construir com suas audiências um relacionamento mais duradouro e íntimo. Ainda que seja pra meter lá no meio uma promoção no ar e vender à pândega. Não tem problema. Mas conteúdo já é agora e seguirá sendo, rei, sim senhor.

Sobre isso é o RIO2C, do qual nós aqui no M&M somos parceiros, evento que começou ontem no Rio e vai até o final de semana.

Acompanhe a cobertura no M&M que tá bem legal.

Mas o ponto aqui é esse. O evento coloca em questão exatamente os pontos que acabo de listar acima. O que é vital ser discutido.

Participei como moderador de um debate ontem (ontem, no RIO2C, foi o dia do mercado publicitário estar presente, com curadoria dos temas feita pelo M&M, sob comando do nosso head of content e editor Jonas Furtado), com a presença da Érika Mello Aredes, Gerente de Marketing da Youse e head of content da companhia; Vinicius Malinoski, Head of Zoo, a área do Google que ajuda anunciantes e agências a criarem projetos de conteúdo e de comunicação em geral; além do Cleber Paradela, Head de Brand Experience da 99 Taxis.

Como você pode ver, só plataformas digitais. Todas elas com estruturas internas de criação, produção e distribuição de conteúdo. Algumas bem parrudas.

É isso. Plataformas digitais acreditando que é esse o caminho para as marcas. As suas próprias e as de seus parceiros. Certamente, o caminho para cativar e reter o consumidor final.

Caminho sem volta, aliás.

Conteúdo é Rei. E será cada vez mais.

Fonte: Proxxima