Zeeng Score – Indicador que permite comparar marcas e/ou empresas no ambiente digital

Integrada a Zeeng Platform, nova funcionalidade unifica parametrização da análise competitiva de marcas no ambiente digital

Em um mundo cada vez mais complexo, onde os modelos de comunicação se fragmentam e criam um ambiente caótico que transforma rapidamente os hábitos de consumo, as marcas sofrem para se manterem ativas e competitivas. Sempre antenada ao mercado e com a missão de otimizar a gestão dos profissionais de marketing e comunicação, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor, anuncia o Zeeng Score.

Com a ampliação de seu portfólio de funcionalidades, o Zeeng Score traduz de forma objetiva e tangível a mensuração e comparação do desempenho online de diferentes marcas, em uma única interface digital. “Antigamente, nossos clientes até tinham informações sobre as estratégias e desempenhos de seus concorrentes no ambiente online, mas de maneira mais ‘solta’ e de difícil interpretação. Por isso, o Zeeng Score chega como um parceiro estratégico no âmbito de cada negócio onde o gestor de área consegue, em poucos cliques e de modo muito intuitivo, entender o que os seus principais concorrentes estão fazendo e onde estes têm se saído melhor. E mais do que isso, consegue perceber qual é o seu real posicionamento neste ambiente competitivo”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Incorporado à plataforma da Zeeng, o ZS utiliza métodos estatísticos para classificar de forma qualitativa as empresas, utilizando indicativos que co-relacionam diferentes bases de análise como: melhores práticas de web analytics, presença das marcas na imprensa online e portais de comunicação bem como os comportamentos destas nas redes sociais, gerando uma nota para cada player competidor cadastrado na Plataforma.

“O Zeeng Score é fruto de um trabalho muito intenso para dar as ferramentas certas às empresas que buscam entender a atuação dos seus concorrentes no ambiente digital e como utilizar estes dados a seu favor. Possibilitamos um olhar parametrizado sobre diferentes ambientes competitivos de forma holística, robusta e sistematizada”, explica Prange.

Quer saber o score da sua empresa?

Criar o próprio algoritmo valoriza o serviço e o negócio

Desenvolver o próprio algoritmo pode ser um diferencial para o serviço que uma empresa oferece? Especialistas dizem que sim. “Pode ser grande diferencial, porque mantém o empreendedor que desenvolve a ferramenta mais próximo do cliente para que possa fazer alterações e adaptações caso a caso. O risco de usar algoritmo pronto é trabalhar com uma solução engessada”, diz o especialista em análise de big data (pela FIA/USP) e em internet das coisas (pela Poli/USP) César Cavini Almiñana, que atua na consultoria Ekantika.

Segundo ele, é vantajoso criar o próprio algoritmo quando o modelo de negócio é voltado a um objetivo bastante específico. “Trabalhar com algoritmo pronto e genérico resolve os problemas, só que de forma mediana, enquanto o algoritmo próprio proporciona precisão e melhor desempenho.” Almiñana afirma que, até do ponto de vista de investimento, a empresa que detém o próprio algoritmo tem menos barreiras. “O motivo é que a inteligência e tecnologia estão dentro de casa e o empreendedor não é refém de terceiros.”

Professor de pós-graduação em pequenas e médias empresas e do MBA gestão empresarial na Fia/USP, Alexandre Del Rey considera que é vantajoso quando se tem equipe técnica muito capaz, que consegue ter compreensão aprofundada de um determinado mercado. “Criar algoritmos que resolvem problemas e necessidades importantes de um segmento é ótimo caminho para o sucesso.”

Ambos dizem, no entanto, que utilizar algoritmos desenvolvidos por grandes empresas de tecnologia, para criar uma arquitetura única e diferenciada, também é estratégia assertiva.

César Cavini Almiñana, consultor da Ekantika.
Foto: Beatriz Ribas/Divulgação

Antes de optar por um dos dois caminhos, o consultor diz que os empreendedores devem responder perguntas como: vou fazer um algoritmo melhor que o que já está disponível no mercado? Quanto tempo vai demorar? Vai valer à pena? Qual será o investimento?

“A falta de flexibilidade é um erro de muitos empreendedores, por resultar em soluções engessadas. Muitos desenvolvem algoritmo robusto, mas tão engessado, que adaptar uma linha do código vira um inferno.”

Construir uma ferramenta flexível foi o que estimulou Tom Canabarro a criar o próprio código e fundar a Konduto, que oferece serviços de prevenção a fraude de cartão de crédito nas lojas de e-commerce.

“Como desenvolvedor posso ajustar a solução. Essa é a principal vantagem. Trabalhar com uma ferramenta pronta deixa o empreendedor travado, ele não pode oferecer coisas novas. Ao mesmo tempo, ter a propriedade intelectual do algoritmo é uma grande força na valorização da empresa, porque na hora de levantar investimento, uma das primeiras perguntas é se o algoritmo é próprio ou se tem muitas coisas de terceiros.”

O empresário também alerta quem quer entrar nesse mercado quanto à robustez da solução. “Muita gente faz um sistema robusto para aguentar milhões de dados, sendo que no começo não terá quase nada. É melhor focar na eficiência e no resultado do algoritmo, depois pode resolver o problema de suportar mais volume. Nós seguimos esse caminho e deu certo.”

Segundo ele, no início, o mais difícil foi não ter base de dados para forçar o algoritmo a identificar o que é fraude e o que não é, para que o robô pudesse aprender a diferenciar um do outro. “Foi difícil conseguir o primeiro cliente, pois não tínhamos nada para provar que a tecnologia funcionava.”

A conquista dependeu de muita sorte e de um jogo aberto. “Falamos que estávamos começando e oferecemos a tecnologia de graça por três meses para testar. Nesse período, coletamos base de dados e fizemos ajustes. No final, o cliente gostou e nos contratou, o que facilitou a conquista de outros clientes.”

Tudo começou em janeiro de 2014. Ele e o sócio, Milton Tavares Neto, trabalharam um ano e meio com recursos próprios, depois receberam investimento anjo. Hoje, empregam 43 pessoas e atendem 200 clientes. Em 2019, querem atrair investimento para lançar novo produto, aumentar a força de vendas e entrar em outros países. “Temos clientes no México e Argentina, mas queremos atingir toda a América Latina.”

Fundadores da startup de reconhecimento facial FullFace, Danny Kabiljo e José Guerrero passaram dois anos desenvolvendo o próprio algoritmo. “Em 2015, fomos para o mercado”, diz Kabiljo, CEO da empresa. Até 2014, trabalharam com recursos próprios, depois, receberam investimento anjo e aporte do fundo Primatec. Hoje, a empresa tem 13 funcionários e até o final do ano terão 22.

Danny Kabiljo, CEO da FullFace. Foto: Laureni Fochetto

Kabiljo diz que desenvolveram diferenciais. “O primeiro foi vencer a necessidade de usar um hardware específico para fazer a identificação. Hoje, nosso algoritmo faz reconhecimento facial em smartphone, webcam ou câmera de alta resolução. Outras tecnologias estão atreladas a um equipamento específico. Quebramos essa barreira.
Entre as dificuldades, conta que quebraram a cabeça para definir o modelo comercial. “Nosso modelo principal é venda por consumo.”

Segundo ele, para desenvolver algoritmo o empreendedor tem de acreditar no projeto, porque muitos fecham as portas. “Também precisa acreditar no próprio potencial, criar diferenciais em relação às tecnologias globais, e desenvolver tecnologia estruturada para aguentar expansão internacional.”

Ele afirma que ter um serviço que se encaixa nas necessidades dos clientes facilita todo o processo. “Dominamos a tecnologia que é viva, está sempre sendo aprimorada. Tecnologia não pode ficar parada.”

A Zeeng, de André Saldanha e Eduardo Prange, foi criada quando eles perceberam dentre os projetos que desenvolviam, que havia vários clientes com demandas comuns. “Criamos uma plataforma para agrupar informações e entregá-las de forma consolidada, para que os clientes possam consumir os dados sem a necessidade de aguardar um projeto específico”, diz Saldanha.

A ideia surgiu em setembro de 2016 e o negócio foi lançado em março de 2017. Hoje, atende mais de 30 clientes que possuem equipes de marketing, além de agências de publicidade. “Com nossas informações eles monitoram suas campanhas na web, bem como a dos concorrentes.”

Ele explica que com o algoritmo dá para saber quando o concorrente lança algo novo, passa por uma crise, ou fez uma publicação que não foi bem vista pelos usuários, que estão fazendo críticas nas redes sociais. “Fornecemos informações e apontamentos que geram insights e permitem análises rápidas.”

André Saldanha, CTO da Zeeng. Foto: Luis Fernando Martins/Divulgação

Utilizar algoritmo próprio, segundo ele, reduz custos, porque usar os que são desenvolvidos pela IBM ou Google gera cobrança de centavos de dólar para cada utilização. “Quem utiliza algoritmo dessas grandes empresas tem de usar os parâmetros genéricos oferecidos por elas. Quando é próprio pode adaptá-lo de forma específica”, ressalta.

Conceito existe há séculos e surgiu com matemáticos

“Ao sair de casa, pegamos carteira, documentos, chave do carro, fechamos as janelas, trancamos a porta – e verificamos se, de fato, ficou trancada – para então entrar no carro. No final das contas, isso trata-se de uma sequência lógica, finita e ordenada de passos que é seguida de forma automática.

No mundo da computação e das linguagens de programação chamamos essa sequência de algoritmo. Para executar uma operação de multiplicação, por exemplo, as calculadoras executam algoritmo que calcula somas um determinado número de vezes. Um programa de computador é o que resultado de uma sequência de códigos e algoritmos trabalhando em harmonia.

O conceito de algoritmo existe há séculos e o seu uso pode ser atribuído a matemáticos gregos. Contudo, o início da formalização do conceito de algoritmo ocorreu apenas em 1936, com a Máquina de Turing, dispositivo que escrevia e interpretava símbolos durante a Segunda Guerra Mundial, criada pelo matemático Alan Turing”, explica o consultor César Almiñana.

‘Mercado é promissor e carente de boas soluções

Alexandre Del Rey, professor da FIA

Criar o próprio algoritmo é uma boa estratégia?
Pode ser uma boa estratégia para empresas que conhecem muito do negócio e das regras de negócio do segmento que pretende atender. Essas regras são fontes de vantagem competitiva. O algoritmo de busca do Google, de roteirização do Waze, de recomendação de filmes da Netflix e de precificação da Amazon, por exemplo, são e foram muito importantes para o sucesso dessas empresas.

Em que caso é mais vantajoso criar o algoritmo?
Criar seu próprio algoritmo pode ser vantajoso quando se tem uma equipe técnica muito capaz, que consegue conversar com pessoas com a compreensão muito aprofundada daquele mercado. Desenvolver algoritmos que resolvem problemas e necessidades importantes para uma determinada indústria é um ótimo caminho para o sucesso.

O que o empreendedor deve avaliar antes de definir se irá criar o negócio em plataforma própria ou não?
Ter plataforma própria não necessariamente significa usar o próprio algoritmo. Criar a sua própria plataforma traz o desafio adicional de ter que gerar público para aquela plataforma. Muitos empreendedores comercializam seus algoritmos por meio de outras plataformas bem conhecidas como a AWS da Amazon, a Bluemix da IBM, para citar algumas.

Ser detentor do código dificulta ou facilita a entrada no mercado?
Na verdade, criar o próprio algoritmo não é muito diferente do que criar novos produtos e serviços. Primeiro é preciso criar um algoritmo que consiga tratar de maneira efetiva necessidades e desejos de um determinado mercado. Depois disso é preciso que este algoritmo passe a ser conhecido por este mercado. O desafio adicional encontrado é que são poucas as empresas com pessoal capacitado para poder compreender e julgar qualidade tecnológica de algoritmos. Assim, a reputação de uma grande marca pode ajudar muito nestes casos.

O mercado nacional tem preconceito em adotar tecnologia interna?
Reputação é algo que se conquista. Startups brasileiras que desenvolveram o próprio algoritmo ou arquitetura de solução como a 99Taxi, a QuintoAndar, a Inloco Mídia e a Oiti Tech conseguiram alcançar bastante sucesso. A qualidade das soluções normalmente prevalece. Veja o caso da 99Taxi, que entrou no mercado para disputar com gigantes como a Uber e a Cabify. Isso é muito relativo. Acredito que o mercado tem preconceito com soluções ruins.

Que avaliação faz do momento pelo qual está passando esse mercado?
Empreender no desenvolvimento de algoritmo é um mercado muito promissor. Há uma carência enorme de boas soluções em várias indústrias de diversos segmentos. Do outro lado, como ainda há muita dificuldade por parte dos tomadores de decisão em compreender todo o potencial destas novas tecnologias disruptivas que envolvem inteligência artificial e blockchain, por exemplo, há o desafio adicional de educar o mercado e de mudar a mentalidade.

Fonte: Estadão

Como as ferramentas de marketing digital podem impulsionar as vendas durante a black friday

Mas, para que as marcas possam se destacar da concorrência e aumentar as suas vendas é preciso realizar promoções e ações para engajar os clientes. O uso de ferramentas de marketing digital tem sido um ponto fundamental nas estratégias de divulgação, pois permite que os lojistas se aproximem do seu público e estejam presentes em todos os canais de comunicação. “Proporcionar uma experiência diferenciada, surpreendente e única para os clientes é fundamental e imprescindível para melhorar a jornada de compra dos consumidores. O uso de ações de push, mala direta, sms com campanhas promocionais pode ajudar a alcançar esse objetivo”, afirma Israel Nacaxe, COO da Propz, empresa que oferece soluções de CRM, inteligência analítica e big data que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada.

Segundo dados do Google, 82% das pessoas que compram alguma coisa durante  a Black Friday, fazem isso online. Para ajudar nesse processo, alguns empreendedores do segmento mostram como as ferramentas de marketing digital podem impulsionar as vendas durante a Black Friday:

Comunicação assertiva e investimento em marketplaces Oferecem condições especiais para novas compras é também uma forma de fazer o cliente

comprar de novo. Segundo Sidney Zynger, diretor de marketing do Bling, sistema de gestão empresarial (ERP) online para micro e pequenas empresas,  a jornada do consumidor é orgânica e não guiada apenas por um evento ou promoção. “Na Black Friday, as pessoas estão mais dispostas a arriscar com marcas que não conhecem. Esse pode ser o início de uma relação com novas lojas. É importante não focar apenas nesta data, pois muitos reservam suas compras para os dias antes e depois do evento: quase 40% das vendas do período ocorrem fora da sexta-feira. Isso pode acontecer devido a ofertas pontuais, e por isso que o empreendedor deve ficar atento para aproveitar ao máximo os sinais de intenção do consumidor”, explica.

Para Dannyel Filgueiras, CEO da Epicom, plataforma para gestão de marketplaces, investir em uma ferramenta que viabiliza produtos em múltiplos ambientes simultaneamente é essencial para que o negócio dê certo. “Por meio da Epicom, por exemplo, os clientes conseguem aumentar sua exposição, vendas, além de otimizar o tempo de gestão em um único ambiente”, explica.

 

Conheça o seu público-alvo

Para Jordão Bevilaqua, Head de Marketing da Xtech Commerce plataforma que cria lojas virtuais para pequenas e médias empresas, você precisa primeiramente conhecer o seu cliente, saber onde ele está, como ele se comporta, quais são seus hábitos de compra, como ele prefere pagar e receber suas mercadorias. “O comportamento do seu cliente vai determinar como o seu negócio gira. Saiba onde ele mais te procura, por exemplo se é pelo Instagram, pense em maneiras de marketing através desta rede social”. Pense em quais mídias as ações de marketing serão veiculadas, qual é objetivo dessas ações e o público que deseja atingir.

 

Mantenha um bom relacionamento com seus clientes

Os consumidores estão cada vez mais curiosos, impacientes e exigentes. Isso significa que os esforços devem ser direcionados em entender as necessidades deste público e oferecer soluções personalizadas, de forma única e diferenciada. “As pesquisas por produtos e marcas aumentam significativamente antes da Black Friday, o que oferece uma grande oportunidade aos lojistas para chamar a atenção do seu público e iniciar a construção do relacionamento com o cliente”, explica Gustavo Hana, CEO da GhFly, agência referência em marketing digital e performance.

Outra maneira de garantir que as marcas tenham um relacionamento de confiança com os seus consumidores é agir de forma transparente e sincera. Por isso, é importante que as opiniões sobre a experiência de compra que são feitos sobre os produtos comercializados pela loja sejam publicados em todos os seus canais de comunicação. “Principalmente durante a Black Friday os consumidores investem seu tempo para buscar opiniões e histórias reais desses itens de interesse, por isso essas avaliações de produto e loja precisam ficar disponíveis, para que elas sejam usadas na tomada de decisão de compra”, ressalta Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox, primeira certificadora de reviews.

 

Invista em conteúdos audiovisuais

Os vídeos são ferramentas poderosas para entreter e vender mais na internet. Além dos benefícios mais facilmente mensuráveis, como aumento do tempo médio de permanência no site e consequente melhoria no ranqueamento e SEO, com vídeos é possível posicionar melhor a marca no mercado e na mente do consumidor, criando uma melhor experiência de compra. “Para produzir vídeos que convertem é preciso elaborar materiais curtos e usar muito storytelling. Evite colocar preços de produtos/serviços nos vídeos, isso vai facilitar muito a manutenção dos materiais no futuro, evitando perda de tempo com edições desnecessárias. Outra dica importante é usar a Lei do Pareto: 80% de entretenimento e 20% de propaganda, conseguindo assim passar as informações mais importante para gerar engajamento”, explica Pedro Filizzola, CMO da Samba Tech.

Atenção na estratégia

Hoje já existem muitas ferramentas consagradas no meio digital para que as empresas escolham quais as melhores para a data. Mas, para Eduardo Prange, CEO da Zeeng, o cuidado a se tomar é a estratégia. “Atenção total para não lesar uma relação construída com estes novos clientes durante o período de descontos. No fim das contas falamos de baixa de preço, mas não gaste suas forças apenas oferecendo grandes descontos. É fundamental atrela-lo também à qualidade do seu serviço e à experiência desse consumidor com a sua marca”.

 

O impacto do marketing digital na Black Friday

Para os lojistas está sobretudo a democratização do espaço que antigamente era apenas dos gigantes. Hoje, todos podem gerar conteúdo para a internet, agregar valor para a sua audiência, aparecer para o público e ser lembrado por ele durante o ano todo.

Até mesmo anunciar ficou mais fácil e barato. Antes a publicidade se resumia em TV, jornal e revista, o que era muito custoso para a maioria das pequenas e médias empresas. Hoje, com o Facebook Ads e o Google AdWords, por exemplo, é possível impactar sua audiência com um capital bem mais modesto, além de conseguir mensurar o que está dando mais ou menos resultado, otimizando seus investimentos e aumentando suas chances de sucesso. Tudo em tempo real e na palma da mão.

Para Roberto Rocha, CMO da leadlovers“Quanto mais presente você estiver no dia a dia do seu público durante todos os dias do ano, mais resultados terá na Black Friday ou em qualquer outra data importante para o comércio”.

Segundo Filgueiras, da Epicom, é fundamental que os lojistas se preparem para oportunidades reais. “Hoje, a Black Friday tornou-se uma ótima forma de renovação e giro de estoque parado. Lançamentos também ocorrem e são aguardados pelo consumidor. Por isso, eles têm antecipado sua atenção e monitoramento sobre itens de seu interesse. por isso, acredito que é necessário oferecer de fato alguma vantagem”, finaliza.

Fonte: adnews

SEO é mais importante que palavra-chave

*por Betto Alves, coordenador de marketing na SEMrush

Estar em primeiro lugar nas pesquisas de sites de busca é importante, mas é preciso ser realmente a solução relevante que as pessoas procuram. É preciso oferecer mais! Por isso, o trabalho de SEO (Search Engine Optimization) se torna muito mais do que apenas o foco em palavras-chaves e, sim, um projeto que deve ser analisado continuamente, a longo prazo, dentro da sua estratégia de marketing digital.

Mas, quais técnicas de SEO são importantes além de trabalhar uma lista de palavras chave específica para o seu negócio? Conheça outros pontos importantes para destacar no seu projeto e acompanhar de perto, diariamente, para não ter problemas na hora da indexação.

Site responsivo

O acesso mobile cresce cada vez mais. Por isso, ter um site responsivo não é mais um diferencial, mas sim obrigação! Isso porque, ter um site que se adeque aos mais diferentes formatos de aparelhos, contribui para oferecer uma melhor experiência para o usuário e diminui a taxa de rejeição, por exemplo.

Ter um site responsivo, também é fundamental para uma boa indexação em sites de busca com o Google. Isso porque, quando uma busca é feita por um dispositivo móvel, ele dá preferências aos sites que tem essa opção, otimizando o tráfego orgânico.

Outro fator importante, é que desde março de 2018, o Google anunciou que prioriza a versão mobile de um site na hora de indexá-lo, tornando os sites mobile, muito mais importantes para o buscador do que o mobile.

Velocidade de Carregamento e Arquitetura de site otimizada

Além do site se adequar aos mais diferentes formatos de tela disponíveis hoje no mercado, outros dois pontos são importantes para um bom desempenho na sua estratégia de SEO. São eles: velocidade de carregamento e arquitetura de site otimizada.

O Google dá atenção a páginas que carregam mais rápido. Isso significa que de nada adianta ter um site cheio de imagens lindas e detalhes cativantes se os arquivos e imagens demoram minutos para carregar. A lentidão no carregamento do seu site, pode afetar negativamente todo o seu projeto de otimização.

Quando falamos sobre design e estrutura do site, também é preciso ficar de olho. O usuário precisa encontrar com facilidade o que ele procura. O seu site precisa ser, acima de tudo, extremamente útil. Por isso, as informações das páginas precisam estar organizadas de maneira hierárquica.

Tags

Bom SEO, é sinônimo de bom conteúdo. Por isso, é importante ficar atento aos conteúdos que você produz em sua página e principalmente as TAGs de suas páginas. Sendo elas:

Tag de título: essa tag deve ser cativante para ajudar os rastreadores a encontrá-la com mais facilidade. Na criação desta tag, você precisa se atentar a títulos duplicados que podem confundir os seus clientes.

Tag H1: esta tag também é importante para os rastreadores e usuários entenderem o seu conteúdo. Robôs de pesquisa usam o H1 para ter uma ideia do que a sua página fala. Essa tag também contribui para que o seu texto fique mais estruturado e crie um conteúdo escaneável.

Meta descrição: uma meta descrição bem feita pode ser o grande diferencial para gerar o clique para o seu site. Por isso, ela se torna tão importante para o seu negócio. Sempre que seu link aparecer em uma pesquisa, essa descrição aparecerá logo abaixo falando sobre o conteúdo daquela página. Vale também o cuidado com meta descrições duplicadas, pois elas podem atrapalhar os buscadores a entenderem o que é realmente relevante.

SSL

O seu site é um site seguro? O SSL é uma chave de segurança que cria uma conexão segura com a internet e garante que não haja problemas de invasão durante a troca de dados. Este dado agora, é um dos fatores de rankeamento do Google. Assim, hoje o HTTPS, gerado pelo certificado SSL, permite que o Google Analytics identifique a fonte de tráfego de qualquer site para qualquer endereço.

É preciso verificar se o seu certificado SSL está atualizado, se ele ainda é válido, registrado no domínio correto e se não gera notificações perturbadoras para o seu usuário. Quando falamos de adicionar este protocolo seguro para o seu site, é preciso ter cuidado para não se deparar com redirecionamentos ausentes para não resultar em ranqueamentos mais baixos.

Lembre-se: ao adicionar o SSL em seu site, atualize os links internos e seu sitemap com URLs em HTTPs.

Estratégias com links

SEO é muito mais do que palavra-chave. Ao fazer a otimização de sites é fundamental estar atento também a uma estratégia de links. Afinal, são eles que vão guiar as pessoas dentro do seu site. Desde a construção das URLs até os links de direcionamento.

Por exemplo, uma URL pode afetar negativamente a indexação e classificação do seu site. Assim, usar hífens entre as palavras, ajuda muito a construir URL amigáveis e a evitar problemas e a não atrapalhar a legibilidade para robôs e humanos.

Ao trabalhar técnicas de link building, tome cuidado também com os links quebrados, para não gerar uma experiência uma experiência ruim com os seus usuários. Busque sempre estar relacionado a sites de referência, já que, quanto mais importante o link te indicou tem, mais relevância você também terá pelo site de busca!

Fique atento também a quantidade de links em uma mesma página para que seu site não pareça um spam.

Trabalhe bem com as mídias sociais

Esteja presente nas mídias sociais. Tenha um perfil mais próximo e dinâmico no relacionamento dos seus clientes. Utilize imagens que podem viralizar e produza posts de qualidade. Investir em links externos também te ajuda, já que quando você divulga os seus conteúdos nesses canais, você é visto positivamente pelos mecanismos de busca, já que o alcance orgânico do seu material e contribuindo para que estes endereços fiquem bem posicionados.

Qualidade de Conteúdo

A qualidade e o tamanho do seu texto são extremamente importantes. O seu conteúdo precisa ser relevante para o Google, não pode ser um texto sem nexo criado com o planejador de palavra chave, que não faça sentido e faça com que o leitor desista em minutos. Ele precisa encontrar o que ele busca!

Como resultado deste bom trabalho, quanto melhor for o texto que você criar, mais chances tem dele estar no topo da busca orgânica!

Análise de concorrência

Estar de olho nos seus concorrentes pode ser um grande diferencial. Assim, você pode aproveitar todas as brechas e falhas de estratégia de SEO que ele não executa para aumentar o seu volume de buscas e alcançar melhores resultados.

Visto todos esses detalhes, fica claro que a pesquisa de palavras-chave é apenas um pequeno detalhe para otimizar o seu site e ter destaque nas páginas do Google. Para isso, é ter ferramentas que te auxiliem nesse projeto, como a SEMrush.

Ferramentas para a construção de estratégia

Hoje, a SEMrush possui o maior banco de dados de palavras-chaves do Mundo. São mais de 8 milhões de palavras-chaves, nos mais diferentes idiomas, para te ajudar no seu planejamento de pesquisa. Com uma rápida pesquisa, é possível uma visão geral das palavras escolhidas, a dificuldade de cada uma e insights para criar tráfego orgânico.

Mas, não é só isso, a ferramenta também contribui com um relatório completo com análise do site de seus clientes, mostrando o relatório de posições, as lacunas de palavras-chave, um relatório de backlinks dos concorrentes e uma análise de tráfego consistente.

Comentamos sobre a importância da criação de um forte portfólio de backlinks. Com a SEMrush você conseguir analisar os seus backlinks, criar uma auditoria e ainda contar com uma ferramenta especializada de linkbuilding.

Alguns detalhes em um projeto de SEO são mais difíceis de serem mapeados, entre eles erros de SEO on-page, como links quebrados, erros em tags e meta descrição. Uma maneira fácil de solucionar esse problema é o nosso Site Audit e o ON Page SEO Checker.

Conheça essa e outras ferramentas de SEO da SEMrush em nosso e-book. Você pode também baixar um checklist completo para conferir quais itens de SEO, além das palavras-chaves, precisa implementar no seu negócio.

Fonte: Canal Tech

5 lições de marketing digital importantes que podemos tirar das eleições 2018

As eleições de 2018 finalmente chegaram ao fim, depois de uma campanha extensa e de o país protagonizar uma divisão de ideais como nunca.

Mas, para quem deseja usar o potencial da internet, essas eleições trouxeram outras lições importantes e que não podem ser ignoradas.

Basta observarmos que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, foi na contra mão do senso comum eleitoral e conseguiu vencer a eleição no segundo turno com 55,10% dos votos válidos.

Mas o que trouxe essa vitória a Bolsonaro? Qual foi o papel do marketing digital nas eleições 2018?

Estas e outras reflexões é que vamos fazer juntos neste post.

Mas, antes disto, um aviso importante: Esse é um post de marketing digital e não de política. Portanto, as análises e reflexões serão feitas como aprendizado da estratégia digital usada por Bolsonaro. Por favor, vamos nos manter dentro da proposta do artigo e evitar comentários políticos.

As 5 lições de marketing digital das eleições 2018

Qual foi o impacto da internet e das redes sociais nas eleições? Realmente você enxergou tudo o que aconteceu nessas eleições?

Vamos observar a fundo 5 lições de marketing digital das eleições 2018 e ver o que podemos aprender com elas. Acompanhe esses 5 pontos que destaquei e descubra como a sua empresa ou negócio podem usá-los a seu favor. Confira!

1. Seguidores e não apenas eleitores

Jair Bolsonaro deixou clara a sua estratégia em uma reportagem especial do Fantástico, transmitida pela Rede Globo nesse Domingo (28).

A campanha do novo presidente do Brasil começou quatro anos antes, em 2014. E nesse período ele se dedicou totalmente ao marketing digital, fazendo suas mídias sociais crescerem cerca de 3.900% nesse período.

Segundo a mesma matéria, Bolsonaro saltou de pouco mais de 200 mil fãs no Facebook para mais de 8 milhões de seguidores. Somando todos os perfis nas principais redes sociais do candidato eleito, chegamos a um montante considerável de mais de 17 milhões de seguidores.

Bolsonaro se dedicou a gerar conteúdo, postar tudo o que acontecia com ele, compartilhar sua mensagem e atrair pessoas que se conectavam com ela. Uma estratégia que lhe rendeu um crescimento considerável nas mídias e o direito de residir no Palácio da Alvorada a partir de 1 de janeiro de 2019.

A estratégia de atrair fãs sem dúvida deu certo, pois os militantes digitais da campanha tiveram um papel muito importante nessas eleições. Eles foram os responsáveis por replicar o conteúdo de Bolsonaro e aumentar sua presença nas mídias digitais.

No Google Trends, que mede o interesse dos internautas em relação a um termo de pesquisa, o crescimento de Bolsonaro também é visível. Veja como a tendência de pesquisa foi aumentando com o passar do tempo:

Já pensou usar essa mesma estratégia a favor da sua empresa? Pense no impacto que sua marca poderia causar se usar as mídias digitais de forma adequada e estratégica.

2. Segunda opinião para os conteúdos

Algo que me chamou a atenção na entrevista de Bolsonaro, para o repórter Paulo Renato Soares, foi o fato de uma segunda opinião para os conteúdos postados na mídia. Jair Bolsonaro confidenciou que tinha um “amigo cabeça” para revisar seus conteúdos e dar uma segunda opinião.

Indo além das revisões de redação, o papel do amigo de Bolsonaro era medir o “tom” e o “sentimento” das mensagens. Fica claro que o novo presidente tinha receio de criar alguma crise por suas publicações e se precaveu disso buscando por segundas opiniões.

Essa é uma estratégia muito simples, mas que sem dúvida contribuiu para os resultados de Bolsonaro nas eleições 2018.

E a sua empresa, tem um curador de conteúdo ou uma segunda opinião para resguardar sua estratégia de marketing digital? Você toma esse cuidado na hora de publicar e compartilhar conteúdos em suas mídias?

Se ainda não faz, saiba que deve começar o quanto antes. Essa segunda opinião pode ser um amigo, funcionário, ou qualquer outra pessoa próxima. Mas, se puder contar com apoio
profissional é ainda melhor, como um consultor ou especialista em marketing digital.

3. Ouvir a sua audiência e atendê-las

Analistas políticos completaram as lições de marketing digital das eleições 2018 que podemos tirar. Segundo eles, Bolsonaro fixou seu discurso em temas que interessavam a população brasileira, pelo menos a maioria, e isso o fez ter sucesso em sua campanha.

Foi comum ver nos discursos do candidato, e agora presidente eleito, assuntos como combate a corrupção, aumentar a segurança no Brasil, liberdade e muitos outros temas. Percebemos que estes são os principais pontos levantados pelos brasileiros como aspectos a serem melhorados em nosso dia a dia.

Mas o que isso tem a ver com marketing digital ou mídias sociais? Se você adicionar os pontos de interesse de seu público nos discursos da sua empresa vai gerar conexão, atrair seguidores e posteriormente clientes.

Você com certeza gostaria disso, não é? Então, dedique-se a conhecer bem a sua persona e buscar atendê-la não só no discurso, como nas ações diárias em sua empresa (atendimento ao cliente, qualidade, pós venda, etc.).

4. Mídias tradicionais perdem espaço

É inquestionável que o papel das mídias tradicionais, como rádio e TV, perderam espaço para a internet nas eleições de 2018. Basta considerarmos que o candidato eleito, Jair Bolsonaro, tinha apenas 8 segundos de TV no primeiro turno contra 2 minutos e 23 segundos de Fernando Haddad, do PT.

Além disso, o candidato com o maior tempo de televisão, Geraldo Alckmin do PSDB, nem sequer chegou ao segundo turno e teve um dos piores desempenhos dessa campanha. Dados que comprovam que as mídias sociais estão tomando espaço dos canais tradicionais e sendo mais consideradas na hora de tomar decisões importantes.

Você ainda duvida que o seu cliente faz o mesmo para decidir comprar seu produto ou contratar seu serviço? Ou que ele não pesquisa na internet antes de comprar de você? É lógico que seus potenciais clientes estão conectados e você precisa se dedicar a encontrá-los na internet.

5. É possível fazer um bom marketing com menor investimento Já é sabido que as campanhas eleitorais no Brasil custam milhares de reais. Entretanto, as eleições de 2018 foram marcadas por escassez de recursos e limitações mais pesadas do TRE (Tribunal Superior Eleitoral).

Mesmo assim o candidato com menos recursos financeiros foi o grande vencedor dessa disputa. Jair Bolsonaro declarou R$1.721.537,42 gastos em sua campanha, contra R$ 34.400.867,06 de Fernando Haddad do PT.

O Candidato eleito também dispunha de menos recursos do Fundo Partidário que seu adversário (R$ 20.000 contra R$ 1.000.000).

Um outro dado que chama a atenção é que Jair Bolsonaro declarou R$ 115 mil gastos com a criação e inclusão de páginas na internet, revelando um pouco da sua estratégia de marketing digital. Enquanto isso, Fernando Haddad, não declarou despesa similar. Deixando claro que o foco de sua campanha foi nas mídias tradicionais.

Esse ponto deixa claro que a internet possibilita criar uma estratégia de marketing mais barata e eficaz, sem precisar de financiamentos milionários como outros canais. E o que a sua empresa pode fazer em relação a isso? Estar nas mídias digitais e ter uma estratégia de marketing digital eficaz é o primeiro passo para economizar e crescer ao mesmo tempo!

Qual a maior lição das eleições de 2018?

Observando todos os números que vimos anteriormente, fica claro o potencial do marketing digital nas eleições de 2018. Mas é visível que estes canais podem ser usados para expandir o alcance de sua mensagem, atrair pessoas que pensam da mesma forma que você e criar uma comunidade.

Essa estratégia pode ser usada não apenas como fonte de eleitores, mas de clientes e seguidores para sua marca também.

Portanto, espero que essa rápida reflexão faça você enxergar o real potencial das mídias digitais para o seu negócio. Afinal de contas, o Case Bolsonaro não deixa dúvidas que é possível crescer e ir além usando corretamente as mídias sociais.

Independente de sua posição política ou partido, é inegável que a campanha eleitoral de 2018 foi muito diferente das anteriores. Onde o não tão óbvio surpreendeu e os canais tradicionais foram superados pelo poder da internet.

E a sua empresa, como está usando o novo marketing para gerar negócios?

Fonte: Ecommerce News

O enorme poder do marketing digital

O marketing digital é hoje uma necessidade incontornável para as empresas, grandes e pequenas, em qualquer sector. Na conferência “Futura”, organizada pelo Negócios, vamos debater as grandes tendências do marketing digital.

Há conferências e palestras que não se esquecem. Nunca me hei-de esquecer da aula de Michael Wade, professor da IMD, em Lausanne, que no Verão de 2017 explicou a uma sala apinhada a estratégia de marketing digital da campanha eleitoral de Donald Trump. Como ao início o presidente escarnecia das redes sociais e como depois elas se tornaram, graças ao Facebook e à Cambridge Analytica, uma arma decisiva.

O escândalo só rebentaria meses depois, em Março deste ano, quando a jornalista do The Guardian, Carole Cadwalladr, contou ao mundo a forma como na campanha foram usados dados pessoais cedidos pela maior rede social do mundo, sem consentimento dos utilizadores. Quem esteve na sala a ouvir o Michael Wade, além de um arrepio na espinha, ficou com uma demonstração muito real do poder do marketing digital.

Nunca como antes os “marketeers” tiveram ao seu dispor ferramentas tão poderosas para conhecer o cliente, chegar ao cliente, interagir com o cliente e, o mais importante para as marcas, ganhar o cliente. O “big data“, a inteligência artificial ou o “machine learning” abriram possibilidades imensas e há novas a surgir a cada dia que passa.

O tema do marketing digital não é uma moda, é já hoje uma realidade incontornável para as empresas, transversal a toda a organização. Ciente dessa importância, o Negócios, em parceria com a Omnicom MediaGroup, organiza a Futura, uma conferência que junta oradores de prestígio internacional e nomes de grande relevo nacionais para falar sobre as grandes tendências do marketing digital.

Fonte: Jornal de Negócios

Empresas estimam o comportamento da geração Z durante a Black Friday

A geração Z é composta por quem nasceu entre 1995 e 2009 e será a principal base de consumidores em 2020. Essa parcela da população tem algo em comum: nenhum deles viveu em um mundo sem internet ou smartphones. Segundo uma pesquisa do Think With Google, portal de pesquisa e tendências da Google, dois em cada três adolescentes já estão fazendo compras online. Conectados o tempo todo, estes membros são menos pacientes e esperam encontrar o que precisam quando procuram.

De acordo com o estudo da IBM, empresa dos Estados Unidos voltada para a área de informática, estes recém consumidores têm acesso a U$ 44 bilhões em poder de compra e 75% deles confirmam que gastam mais da metade do dinheiro disponível para eles por mês. Ainda em questões de consumo, a Geração Z é um pouco menos consciente de preços. Cerca de 43% comparam os preços, em comparação com 49% dos milênios e 51% dos baby boomers, de acordo com pesquisas da Euclid Analytics, empresa de marketing de Wi-Fi e análise de visitantes.

Para eles não existe online e off-line. Tudo precisa estar conectado. Eles cresceram com a mídia social fazendo parte de suas vidas e, por isso, consome mais conteúdo on-line do que qualquer outra geração.

Segundo um estudo do Instagram, 1/3 dos stories mais visualizados são de empresas. No contexto atual onde há um consumo imenso das redes sociais, principalmente entre jovens, as empresas devem estar presentes com uma gestão assertiva de mídias sociais, como o Instagram. “Hoje vivemos a era da assistência, onde o consumidor está apto a ter diversos pontos de contato com uma marca. Nesse universo o online e offline se complementam e participam em conjunto na jornada de compra. Em uma pesquisa realizada pelo Google**, 90% dos anunciantes líderes dizem que usam budgets compartilhados, com mídia online e offline planejadas juntos”, explica Sérgio Hneda, Media Coordinator na agência GhFly.

Segundo ele, para as empresas, o principal ponto que se observa é a mudança de mindset. “Aqui entra em jogo o Omnichannel. As empresas precisam adotar o que o público quer, no caso dos mais jovens, essa exigência é ainda mais clara. Adoção de práticas como compre online e retire na loja; experimente na loja física e compre online são necessidades mais latentes”, conta Sérgio.

Diante dessa comunidade de jovens com grande poder de compra, o que as empresas podem fazer para acertar essas pessoas durante a Black Friday?

Segundo Alfredo Soares, fundador da Xtech Commerce, é importante estar presente em todos os canais digitais. Além da loja virtual, é necessário produzir um conteúdo relevante nas redes sociais, como Facebook e Instagram. “Essa geração busca relevância para suas compras e, se identificar com uma marca é o primeiro passo para isso”, relata. Além disso, invista na infraestrutura da sua loja, os Zs buscam por segurança no momento de fornecer dados pessoais, além de valorizar muito sua experiência em um site com um design agradável e responsivo. Quanto mais segura sua loja for, mais as chances de cativar esse consumidor.

Além disso, é importante conhecer de perto este público e, com o big data isso é possível. Sendo Eduardo Tardelli, CEO da upLexis, a internet oferece centenas de dados que podem colaborar com as estratégias de marketing para o evento, disponibilizando o produto ou serviço ideal para cada consumidor dessa geração, otimizando as vendas.

De acordo com a Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox, os consumidores estão cada vez conectados com as redes sociais e antenados com aquilo que está sendo falado sobre as marcas. Isso ocorre porque elas estão pesquisando muito antes de finalizar uma compra e por este motivo que elas precisam se preocupar com a sua reputação e o que está sendo falado sobre ela. Diante desse cenário, as marcas têm que investir em plataformas que realizam a coleta de reviews para que sejam usados de maneira enriquecedora, para engajar e converter em novas vendas.

Entenda o seu posicionamento da sua marca e compare com o seu ambiente competitivo através da Zeeng a Primeira Plataforma de Inteligência Competitiva voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro.

Fonte: AdNews

Três Rs do sucesso em marketing de conteúdo são tema de podcast

Mantendo a tradição de divulgar sempre às quartas-feiras um programa inédito, o Grupo Comunique-se apresenta amanhã, 31, a partir das 11h, o podcast “a estratégia de comunicação em três Rs” (acesse o link no final da matéria). O tema foi inspirado na palestra de abertura de Joe Pulizzi no Content Marketing World 2018 (foto), realizado em setembro na cidade norte-americana de Cleveland.

Pulizzi é visto pelo mercado mundial como uma espécie de “papa” do marketing de conteúdo. O podcast do Comunique-se será apresentado por Cassio Politi e Raony Coronado. Politi é especialista em content marketing e autor do primeiro livro em língua portuguesa sobre o assunto. Raony Coronado, por sua vez, é produtor de conteúdo do Grupo Comunique-se. O podcast “a estratégia de comunicação em três Rs” será disponibilizado neste link.

Durante o programa, o ouvinte vai conhecer os três Rs do sucesso em content marketing, que são:

Registrar: em que é fundamental definir para a marca objetivos por escrito. “Precisa ser algo grande e irracional”, ensina Joe Pulizzi.

Repetir: é necessário publicar conteúdos relevantes com consistência e regularidade. Em média, um canal de comunicação começa a gerar resultados após 20 meses. E nunca leva menos de nove meses. É preciso persistir e repetir o processo.

Remover: sobretudo, as distrações. Foco é o nome do jogo. E ele se aplica perfeitamente a canais. “As empresas erram feio ao tentar ser populares em muitos canais ao mesmo tempo. Precisam escolher um em que seja o chamado core channel, e usar os outros para promovê-lo”, explica Cássio Politi.

Esses três Rs servem não só para content marketing, mas para a vida também. Foi o que vimos na edição deste ano do Content Marketing World, em Cleveland.

Grupo Comunique-se – Nascido em 2001 e um dos maiores conglomerados de marketing e comunicação digital do país, o grupo desenvolve soluções tecnológicas variadas que ajudam empresas dos mais diversos tamanhos a gerirem a comunicação e o relacionamento com seus públicos estratégicos de interesse.

O Influency.me articula ações com influenciadores digitais. Com base composta por mais de 150 mil creators cadastrados, o software usa tecnologia proprietária que combina inteligência artificial, reconhecimento facial e taxonomia, aliada à consultoria especializada que ajuda empresas e marcas na conquista de resultados.

O Workr é ideal para departamentos de comunicação e agências especializadas que buscam mais produtividade e resultados, integrando equipes e reduzindo custos: são campanhas de email marketing, sites, releases, clippings e mailings de jornalistas de todo o Brasil juntos em um só lugar.

O DINO transforma automaticamente conteúdo em notícia, publicando em veículos de comunicação como: EXAME, InfoMoney, Agência Estado, Portal Terra, Agência Globo e muitos outros.

Já a SuaTV é a solução completa de TV Corporativa e sinalização digital, voltada a divulgação de conteúdos internos, comunicação no ponto de vendas e para redes de publicidade.

https://www.comunique-se.com.br/podcast/

Entenda o seu posicionamento e compare com o seu ambiente competitivo através da Zeeng a Primeira Plataforma de Inteligência Competitiva voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro.

Fonte: Exame

Marcas testam interação do Google Assistente em português

Mercado Livre, Bradesco Seguros, Caixa, Magazine Luiza e G1 são algumas das trinta empresas que já possuem interface do serviço no Brasil

Disponível em português no Brasil desde o ano passado, o Google Assistente tem sido também a oportunidade de que marcas locais testem interações e funcionalidades da plataforma. Vislumbrando não somente uma nova forma de conexão com os consumidores, mas também a oportunidade de se estabelecerem naquela que, segundo vários estudos de tendências, pretende ser a interface do futuro.

Marco Oliveira, gerente de parcerias do Google Brasil, contabiliza mais de trinta parceiros que utilizam o assistente em português. Entre eles estão Mercado Livre, Bradesco Seguros, Caixa, Magazine Luiza, G1 e Terra. “Atualmente no Brasil, o Assistente já permite saber como será o seu dia, fazer listas de compras, pesquisar sobre qualquer assunto e também é possível chamar outras empresas para a conversa. Nos chamados ‘Actions on Google’, é possível conferir o resultado da loteria com a Caixa, pesquisar preço de produtos com o Mercado Livre, rastrear a sua compra com a Magazine Luiza, pedir ajuda para seu carro com o Bradesco Seguros e até mesmo conversar sobre as eleições presidenciais com o G1 Eleições”, explica.

Segundo Oliveira, desde o ano passado, qualquer empresa ou desenvolvedor no Brasil pode criar os Actions on Google. “Nesse breve começo, vemos muitas empresas empolgadas em criar uma nova conversação com seus clientes e usuários. As possibilidades são imensas e para qualquer segmento, desde entretenimento, educação, varejo, financeiro até seguros. Além disso, vemos uma mudança na forma como usamos o nosso celular através das tecnologias de voz e isso irá mudar a relação das pessoas com suas marcas e serviços favoritos. Isso não é uma tendência só no exterior”, diz Oliveira.

O Brasil é o terceiro maior mercado do Google Assistente para smartphone e o português é o segundo idioma mais usado nesta interface. Francisco Leme, gerente de soluções digitais da Bradesco Seguros, conta que sempre é possível melhorar a experiência do usuário. A empresa já permite o acesso aos serviços de assistência para casos de pane, troca de pneu, batida de carro ou ajuda com chaveiro pelo aplicativo. “Neste serviço, a BIA é de extrema importância. Implementada em 2017 para clientes do banco, faz parte de um plano amplo do Bradesco para melhorar a experiência do usuário com inteligência artificial”, afirma.

De acordo com a Bradesco Seguros, com apenas 10 meses do lançamento, a BIA recebe 74 mil usuários por dia, tendo já realizado, aproximadamente, 44 milhões de interações, com 85% de satisfação do usuário. Atualmente, o sistema responde cerca de 5.500 perguntas por hora sobre 85 tipos diferentes de serviços do banco.

Daniel Aguiar, diretor de marketing do Mercado Livre, conta que a empresa utiliza a plataforma desde 2017 em português e trabalha em uma versão em espanhol com lançamento previsto para o fim deste ano. “Como todas as tecnologias que utilizam o machine learning, essa ferramenta depende da interação diária com o aplicativo e das experiências dos usuários para se tornarem ainda mais eficientes e inteligentes. Assim, quanto mais se torne um hábito, a tendência é que estes aplicativos evoluam e passem a fazer ainda mais parte do dia a dia dos consumidores brasileiros”, explica Aguiar.

Em setembro, o G1 lançou o serviço ‘G1 Eleições’, que também disponibiliza esclarecimentos a respeito de boatos e publicações falsas investigados pela equipe do projeto ‘Fato Ou Fake’. Uma das interfaces utilizadas pelo site será o Assistente. O usuário precisa dizer o comando “Falar com o G1 Eleições” e, na sequência, pedir a informação que precisa. O ‘G1 Eleições’ faz parte de um conjunto de iniciativas para gerar aprendizado sobre a distribuição e o consumo de conteúdos da Globo em assistentes de voz.

 

Fonte: Meio & Mensagem

A importância da inteligência competitiva no contexto digital

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

 

Eduardo Prange – CEO da Zeeng

 

Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização – e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas – é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

 

Por que falar sobre isso?

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade – e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

 

“Uma marca não é mais o que nós dizemos que é, mas sim o que os consumidores dizem uns aos outros sobre elas”.

Scott Cook, fundador da Intuit

 

Nessa era do conhecimento, a informação está mais e mais acessível. E aplicando a inteligência para entender (e utilizar bem) os dados sobre o ambiente, as empresas conseguem informações que têm valor real para os seus negócios e clientes, além de garantir o conhecimento do que está acontecendo no seu mercado, o que as coloca em posição vantajosa, à frente dos seus competidores.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva – e isso não tem preço.

 

Inteligência para conhecer a fundo o mercado e a concorrência

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

Digamos que você atua numa agência de comunicação e precisa desenvolver uma estratégia de comunicação em mídias sociais para uma determinada rede de farmácias. Trata-se de um segmento altamente concorrido, portanto, a inteligência competitiva se mostra absolutamente fundamental para que, munido das melhores informações sobre o ecossistema – e o conhecimento profundo sobre a concorrência – você consiga desenvolver o que pode ser a melhor linha de ação para que a rede cliente ganhe destaque.

Perceba que, assim, ao chegar para conversar com o cliente você terá, além dos dados sobre ele, seus objetivos e demandas, um olhar sobre o ambiente de competição que ele enfrenta, entendendo o que os rivais fazem e já avaliando a reação do público e como eles se comunicam. Ou seja, você terá condições de mostrar ao cliente que conhece as circunstâncias do mercado dele, as falhas e os acertos dele e da concorrência e, a partir daí, procurar oportunidades estratégicas para atuar com destaque e ganhar mercado. Suas chances de sucesso com este cliente crescem, não é mesmo?

Portanto, o uso da inteligência competitiva é um elemento cada vez mais importante para aperfeiçoar a execução das suas iniciativas e gerar resultados muito melhores para os clientes. Para monitorar o mercado, entender o cliente e agir proativamente em relação às estratégias da concorrência, investir em soluções que contemplem a inteligência competitiva é com certeza a melhor alternativa.  

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia – para variar – é a melhor aliada.

 

O papel da tecnologia

Como dissemos em outro artigo, o marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

A tecnologia, portanto, ajuda o trabalho humano da inteligência a identificar aquilo que, dentre os padrões verificados nos players que disputam determinado mercado, está gerando melhores resultados, o que pode ser oportuno ou não naquele momento, etc. Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

A Zeeng, por exemplo, é uma plataforma completa especialmente voltada para as áreas de comunicação e marketing, com uma interface amigável e simples que possibilita antecipar os movimentos dos concorrentes acompanhando as ações de várias marcas no ambiente digital, entendendo o comportamento do mercado.

Como a primeira plataforma de Big Data Analytics voltada para essas áreas no Brasil, a Zeeng nasceu e atua nesse contexto, gerando inteligência a partir do cruzamento das informações de diversas origens e da interação com a marca. O objetivo é, sempre, ajudar o seu negócio a evoluir.

Gostou do artigo? Então eu te convido a conhecer a Zeeng – e ver tudo o mais que nós podemos fazer pela sua empresa.