Ferramentas digitais geram conexões mais assertivas

No mundo fora do marketing digital, em que além de atingir seu público–alvo as empresas também impactavam os não alvos de maneira indireta, era mais difícil saber com quem uma instituição estava realmente “conversando”. Novas ferramentas inéditas vieram para mudar esse cenário e hoje é possível alcançar positivamente quem é considerado o real receptor da mensagem que se deseja transmitir.

Mas, esse novo cenário vai além da aproximação entre empresa e público. A realidade virtual proporciona mecanismos que garantem o contato direto com as pessoas certas, aquelas que querem ser atingidas e realmente precisam receber informações do produto oferecido naquele momento.

Grandes aliadas da implementação de estratégia para aproximar clientes de diversas empresas que o mercado possui hoje, as ferramentas que compõem o marketing digital geram conexões mais assertivas. Por isso, destaquei algumas ferramentas importantes para esse alcance:

Redes Sociais – Sem dúvidas uma parcela do seu público está nas redes sociais, por isso, é importante que a empresa conte com esse artifício em seu plano de marketing. Mas, é importante analisar a persona e o público-alvo e entender quais plataformas mais se identificam com a sua estratégia e os objetivos da instituição.

E-mail marketing – Essa ferramenta é essencial para conquistar clientes. É ainda o meio mais eficaz para potencializar conversão se seguindo um modelo de funil de vendas. Porém, é importante dividir a lista de contatos baseando-se em critérios como interesses ou perfil, para desenvolver uma comunicação distinta para cada segmento. Elaborar um layout que se encaixe na identidade da marca e trazer ofertas interessantes, também é importante.

Links patrocinados – A cada segundo, o Google processa cerca de 40 mil buscas. A empresa pode ter toda essa exposição ao alcance do negócio ao anunciar na página de resultados. Esse é o objetivo do Google AdWords, plataforma de links patrocinados do buscador. Nele, é possível escolher as palavras de buscas que gostaria de inserir anúncios e somente é pago quando o público realmente interagir com ele.

Rede de display do Google – Esse sistema de publicidade é atrelado ao Google Ads e permite mostrar conteúdo em uma série de páginas parceiras, o que inclui a maioria dos sites da Internet. Ao elaborar a campanha, o próprio algoritmo exibe o anúncio para o público certo, não importa onde ele esteja.

Inbound marketing – Um conjunto de estratégias voltadas para educar a audiência de forma contínua até que ela fique pronta para consumir. O inbound marketing não vai atrás do seu público-alvo. Em vez disso, utiliza conteúdo de qualidade para atrair essas pessoas e se estabelece como uma autoridade no meio de atuação de uma empresa. Dessa forma, é um caminho de como conquistar clientes usando ofertas pensadas para cada perfil e um planejamento.

Marketing de conteúdo – Para impactar a audiência de uma empresa e de forma competente, é preciso oferecer um conteúdo relevante que mereça receber engajamento. Isso significa que está na hora de implementar o marketing de conteúdo. Para isso, é preciso analisar quais parecem ser as principais necessidades do público e elaborar uma lista de possíveis pautas para explorar. Posts informativos, que são capazes de cativar o público porque oferecem justamente o que o público está procurando.

Vídeos – O formato audiovisual proporciona um consumo fácil por parte do público e pode ser um mecanismo bastante eficiente para divulgar uma marca e reter clientes. Ele pode ser utilizado em redes sociais e diferentes canais de comunicação. A ferramenta funciona como uma forma de engajar melhor o público, cativá-lo de maneira pessoal e entregar o conteúdo por uma fácil assimilação. Dá para mostrar entrevistas, tutoriais, incluindo assuntos complexos e o que mais se encaixar na estratégia da empresa.

Marketing local – O marketing local leva em consideração a geolocalização do usuário para oferecer a ele uma publicidade direcionada, voltada para aquele ponto. Portanto, é mais indicado a estabelecimentos físicos, como lojas, restaurantes, academias, entre outros.

Influenciadores digitais – A publicidade online não se faz apenas com a ajuda de anúncios bem direcionados, mas com ações estratégicas que são capazes de entregar resultados de qualidade superior ao convencional. Esse é o caso dos influenciadores digitais, personalidades de múltiplas áreas que conseguem direcionar um público grande para os produtos de uma empresa.

Mobile first – Os dispositivos mobile são responsáveis pela maioria dos acessos à internet no Brasil e podem trazer uma série de oportunidades bastante valiosas para uma empresa. Vale a pena pensar na força que um SMS possui ao chamar a atenção do público.

Análise de resultados – Esse não é um canal de marketing digital,mas é essencial para potencializar os retornos e garantir o sucesso de campanhas. Para isso, é necessário ter o hábito de mensurar os resultados das campanhas para ter certeza de dois pontos bem importantes: o que deu certo e o que precisa de ajustes.

Por fim, as ferramentas digitais são de extrema importância para a comunicação de uma empresa. Sem esse recurso se torna difícil estabelecer metas e entender a evolução e desempenho de campanhas e ações online. Por isso, use e abuse dessas soluções da melhor forma.

Fonte: It Fórum 365

Esconder número de likes e de views no Instagram tende a ser positivo

E se o número de curtidas nas fotos no Instagram não aparecesse mais? E se a contagem de visualizações não fosse mais pública? Você postaria a foto do seu almoço ou o vídeo do seu cachorro brincando? Será que a marca X apostaria no influenciador Y? Questões assim estão mais próximas de se tornarem reais e parte do dia a dia de quem utiliza a plataforma.

A rede social anunciou este mês que está testando essas possibilidades. O experimento ocorre no Canadá e, por enquanto, não há prazo para terminar nem indicação se a mudança será ou não adotada globalmente. “O recurso está sendo testado para que os seguidores se concentrem nas fotos e nos vídeos que são compartilhados, e não em quantas curtidas recebem”, aponta o posicionamento oficial do Instagram.

Ainda nessa linha de mais qualidade de uso da rede e reflexo do Instagram na vida de seus usuários, a plataforma tem outros recursos já trabalhados há algum tempo. As iniciativas de suporte incluem uma campanha de prevenção ao bullying, feita em parceria com a Unicef; ferramentas para ajudar no combate a essa prática e informações sobre recursos de apoio para quem pesquisa as #ansiedade e #depressão.

Leandro Bravo é head de relacionamento da Celebryts, startup cujo pilar principal é levar resultado dentro de uma campanha em rede de influência. “Verificamos todos os números e nuances, perfil de público, reating e outros, para identificar o melhor influenciador para a campanha”, comenta. A plataforma capta os nomes automaticamente pelo Instagram ou YouTube e mantém uma base filtrada e qualificada com cerca de 60 mil nomes. “Não temos casting, porque só indicamos os nomes que realmente fazem sentido para aquele cliente, e não o contrário”, explica.

Entre os clientes já atendidos pela Celebryts estão Nestlé, Leroy, Bob’s, Netshoes, Microsoft, O Boticário, Magazine Luiza e Domino’s. Com cerca de três anos, a empresa está em crescimento acelerado e vê com bons olhos os testes feitos pelo Instagram. “Tem um ponto positivo para as pessoas e marcas de aprofundar o foco no conteúdo e não no números de likes. Mas acho que para empresas especializadas como a nossa isso já era uma realidade. Quando temos de identificar o melhor nome, não vemos só números ou só uma métrica, é um conjunto, um conteúdo já faz parte da nossa empresa. Acredito que essa mudança tem muito mais a ver com público final”, diz Bravo.

O executivo acredita que, se o recurso for adotado, o número de likes estará dentro da parte de dados ao qual o influenciador e/ou a marca com a qual trabalha tem acesso. Outro ponto que ele chama a atenção é a importância de fazer com que os creators se sintam representados e valorizados.

Com uma visão semelhante, Eduardo Apolinário, diretor de relacionamento com clientes da Sprinklr para a América Latina, também está otimista com a possível mudança. Ele afirma que vê um resultado positivo para os usuários e para a rede ser usada de forma mais saudável, sem comparações e busca por números. “O like por si só é uma métrica não tão sólida para a gente confirmar se o conteúdo tem grande relevância ou não. Tem outras métricas, como de conversas e engajamento, para medir com mais qualidade a aceitação e a produtividade. Acho que todo mundo ganha. Mas é um teste, temos de esperar, para ter mais dados para corroborar se é bem aceito ou não, e os pontos negativos e positivos”, comenta.

Adaptação e evolução
Profissionais que trabalham com influenciadores e conteúdo ressaltam que ambientes de testes são muito comuns nas redes sociais, para avaliar sistemas e comportamentos, que por isso é preciso aguardar a definição do Instagram antes de tomar qualquer medida em relação ao dia a dia.

Rodrigo Soriano, fundador da Airfluencers, reforça que a novidade, se aprovada, deve afetar mais a parte de comportamento. “Tem pessoas que não gostam de dar o primeiro like, outras que gostam de dar like em algo que já foi avalizado por muita gente. Agora a reação terá de ser muito mais pelo conteúdo postado”, diz. Soriano avalia ainda que isso não deve interferir no trabalho com influenciadores, pelo contrário. “O mercado vai valorizar cada vez mais o conteúdo, ao tirar a visão dos números. A métrica vai se adequar. Mudanças são corriqueiras. E quem trabalha com social media está sempre preparado”, afirma.

A executiva Flavia Meirelles, sócia-diretora da Forma RP, também vê com bons olhos e considera possíveis reflexos na dinâmica entre influenciador e marca. “Ou a cultura do like vai deixar de ser uma métrica ou será cada vez mais necessária a intermediação de agências que tenham acesso aos dados dos influencers, já que esses dados não estarão disponíveis na rede. Nesse sentido, o foco hoje dedicado à geração de likes deve se voltar à criação de um conteúdo ainda mais engajador”, acredita.

Facilidade para comprar
Enquanto essa possibilidade está em teste, o Instagram expandiu outro recurso apresentado recentemente: a Checkout, ferramenta de compras iniciada em março. No fim de abril, a rede anunciou que em vez de o criador de conteúdo tagear as marcas que está usando, adicionar os detalhes na legenda e responder dúvidas em comentários e mensagens no Direct, agora ele pode marcar o que está usando. Anteriormente, só as marcas podiam fazer isso.

No anúncio da novidade, o Instagram afirmou que “independentemente do momento em que as pessoas se sentem inspiradas, o nosso compromisso é tornar a experiência de compras mais simples, conveniente e segura”. Os testes começaram com cerca de 50 criadores de conteúdo, entre eles a brasileira Camila Coelho e as personalidades da mídia e empresária Kim Kardashian West e Kylie Jenner.

“Meus seguidores sempre perguntam nos comentários e no Direct sobre quais marcas eu estou usando ou sobre onde comprar algumas peças. Essa ferramenta vai facilitar muito para que eu possa oferecer os detalhes e informações que meus seguidores estão procurando, com um único clique. Os dias de tirar print da tela, salvar na galeria de fotos e de caçar para encontrar meus produtos favoritos acabaram”, afirma Camila.

De acordo com o Instagram, para que os criadores marquem os produtos, as empresas devem fazer parte da versão beta da Checkout. Além disso, a rede vai fornecer insights sobre o desempenho das publicações de compras.

Fonte: Prop Mark

A era do dataísmo e os próximos passos do marketing

O dataísmo é a nova religião dos dados. No passado acreditava-se muito nos princípios da fé para ter respostas às angústias que nos cercavam. Agora os poderosos algoritmos nos dão encaminhamento para as respostas. Alguns usam as estatísticas assim como os bêbados, mais para apoio do que para iluminação.

Antes eu estimava o tempo que levaria para me locomover de A para B, hoje tenho o tempo exato. Antes recorria à intuição dos mais velhos para saber se ocorreria uma chuva durante o dia, hoje tenho a previsão exata se isto acontecerá. Antes fazia minhas orações para não ser acometido por uma doença grave, hoje os testes de DNA fazem análises preditivas. Quando queríamos saber alguma informação para nos ajudar a decidir, recorríamos antigamente ao professor, ao chefe e até ao padre da paróquia. Tínhamos como base de conhecimento as grandes religiões, como o Cristianismo, o Hinduísmo, o Budismo e o Islamismo.

Não sou mais um profissional de marketing, hoje sou um profissional de Matemarketing, minha vida é sufocada por dados. No passado quando encontrava os meus pares de mercado, a pergunta mutua que me faziam era: qual é a sua agência de publicidade?  Hoje perguntamos: quais são as martechs que estão plugadas no seu negócio? Todas as martechs tem no seu DNA algoritmos potentes que geram dados, que por sua vez geram informações, que por sua vez geram a big idea.

A sequência é mais ou menos essa: Biga Data, Data, Small data, insight.  No período da big ideia pura, para aprovar uma campanha havia necessidade de muitas autorizações, assinaturas e carimbos dando autenticidade de que a ideia havia sido aprovada. Era um vai vem de papel, pranchas, assinaturas, etc. Hoje é muito comum o analista fazer uma campanha nas redes sociais, ninguém viu, ninguém aprovou e ninguém opinou. Ela impacta 1 milhão de pessoas, geram milhões de impressões, click views e centenas de clientes interessados etc. Com custo de aquisição de cliente e prospect, e acuracidade de 06 casas depois da vírgula. Tudo é absolutamente mensurado. Acabou a era dos palpiteiros de plantão.

Estamos vivendo a era do Dataísmo, a nova religião de dados, tudo se explica através de números. Os profissionais de marketing e comunicação que não acordarem para esta nova realidade estão fora da arena de negócios. Independentemente da carreira que atuamos, todos deveremos ser proficientes em competências analíticas, sobretudo os profissionais de humanas que passaram e ter que incorporar essa nova habilidade no seu grid. Ouso afirmar que o Big Data adquiriu um protagonismo significativo nos últimos anos a ponto de parear com o big ideia, no entanto um não vive sem o outro. Profissionais de humanas, bem-vindos ao mundo de exatas.

Fonte: Consumidor Moderno

Análise de dados auxilia no crescimento das marcas

Atualmente, nenhuma ação de comunicação de sucesso existe sem o uso de dados. Estamos em tempos de real time marketing, onde as marcas precisam se movimentar de acordo com os movimentos dos seus concorrentes e dos consumidores. Para isso, é importante monitorar a todo tempo informações que de alguma forma ajudem na concepção de soluções e estratégias de comunicação.

Ter sucesso no mercado é basicamente vender um produto ou serviço. E quando se analisa o ambiente competitivo, com muitos players e diversos canais para comunicação, ter visibilidade é essencial para impulsionar as vendas. Pensando nisso, reunimos opiniões de diversos especialistas de comunicação que relataram a importância de usar a análise de dados como trampolim para os negócios. Confira!

Mensuração de dados
Para os anunciantes, analisar dados é ideal para ter maior precisão nas compras de mídia e consequente na avaliação de resultados. Segundo Celso Vergeiro, CEO da Adstream, o cruzamento de informações como compra de mídia, valores investidos, exibição e audiência da mídia veiculada, é possível avaliar cada campanha, se os resultados esperados foram atingidos e até mudar o plano de voo caso os resultados não estejam sendo alcançados. “Muitas marcas utilizam ferramentas de medição, mas ainda pouco precisas. Quanto mais informação conseguirmos cruzar por meio dos relatórios analíticos, mais eficientes serão as campanhas” completa.

Análise da concorrência
Entender o posicionamento da sua empresa utilizando dados disponíveis no mercado a seu favor torna a tomada de decisão muito mais assertiva. “Mais do que monitorar o mercado é de suma importância analisar o comportamento da concorrência como forma de entender o que mais está funcionando em suas estratégias de comunicação. Você pode e deve usar estas evidências como forma de se diferenciar em seu mercado, tomando ações corretivas, embasadas e de maneira ágil. Como já diz algumas das máximas da administração: o que não pode ser medido não pode ser gerenciado!”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Comportamento do consumidor
O Analytics é uma ferramenta crucial para o entendimento do comportamento do consumidor nos meios digitais. Saber o que desperta seu interesse, quais as principais páginas e ações dentro de um site. Mas vai além disso, é importante entender também como o conteúdo é consumido, por qual canal, por quanto tempo, que tipo de assunto tem mais aderência. “Compreender os objetivos do consumidor é essencial para saber o que o marketing irá perseguir. Pensar nas pessoas não como um número, mas como parte integrante da engrenagem do sucesso das estratégias”, afirma Hérica Machado, Head de Performance da DIWE, primeira agência de profound marketing do país. “De maneira prática podemos usar como exemplo uma análise simples, mas que muda toda a maneira de pensar uma estratégia, que é entender qual o principal dispositivo de acesso ao seu site. Em um cenário que o mobile tenha uma parcela maior de acessos, o planejamento deve ser feito com o pensamento “mobile first”, campanhas, formatos e ações devem conversar diretamente com esse dispositivo. Por outro lado, entender se existe apenas volume por esse dispositivo mas não qualificação, ou seja, pelo Analytics, podemos acompanhar se o tráfego é qualificado e isso dá insumos para traçar planos de ação que possam aumentar essa qualidade. Todas essas características influenciam na maneira de consumo de informação e em como podemos otimizar a comunicação com o público aumentando a visualização da marca”, finaliza Hérica.

Google Search começará a exibir anúncios em dispositivos móveis em breve

A explicação para a implementação dessa funcionalidade é que potenciais consumidores fazem compras em curtos períodos, enquanto assistem TV ou estão no banheiro.

O aplicativo de buscas do Google (ou Google Search), aquela barra de pesquisas localizada na página inicial do seu smartphone, começará a trazer anúncios ainda este ano. Essa adição pode fazer com que este recurso seja um novo gerador de receitas para a empresa. Além disso, também será adicionado uma galeria de até oito imagens com anúncios dentro dos resultados de pesquisa.

Com isso, o Google quer facilitar aos usuários a tarefa de descobrir e comprar novos produtos. A explicação para a implementação dessa funcionalidade é que potenciais consumidores fazem compras em curtos períodos, enquanto assistem TV ou estão no banheiro. Essa mudança tem o objetivo de facilitar o modo como o usuário faz suas compras online.

Os anúncios também vão aparecer na página inicial do aplicativo do Google, chamado de Discover. Ele funciona como um feed de notícias, no estilo do Facebook, em que os usuários acessam para visualizar conteúdos personalizados, de acordo aos seus hábitos.

A empresa informou que os anúncios serão veiculados em qualquer lugar onde o Discover estiver disponível, inclusive em sua versão mobile, mas esclareceu que a publicidade só estaria no aplicativo do Google.

Os anúncios no Discover vêm sendo testados desde o ano passado, quando a empresa disse que mais de 800 milhões de pessoas estava usando o recurso mensalmente. O Google também disse que iria começar a mostrar conteúdo personalizado em sua página inicial do Google Shopping.

Fonte: Olhar Digital

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

5 etapas para o sucesso de uma estratégia de Data & Analytic

O Gartner avalia que, com o avanço das demandas por Data & Analytics dentro das empresas, os chamados Chief Data Officers (CDOs) estão sendo cada vez mais responsáveis por uma ampla agenda que abrange as iniciativas de gerenciamento, análise e ciência de dados, além de ética e transformação digital.

Conforme a consultoria, esses especialistas precisam estar preparados para liderarem a transformação baseada em dados de suas organizações. Mas como os novos CDOs que estão assumindo essa posição desafiadora podem ter sucesso em suas jornadas?

Os primeiros 100 dias constituem um período de “lua de mel”, aponta o Gartner, perído em que os CDOs devem se estabelecer e criar percepções que os outros irão associar às suas ações subsequentes. Segundo a consultoria, cada fase inclui resultados-alvo, ações e recursos críticos, bem como algumas ideias opcionais a serem consideradas, conforme o tempo e os recursos permitirem.

De acordo com a Analista e Vice-Presidente da Consultoria, Debra Logan, preparar e comunicar um plano claramente dividido é fundamental neste processo. “Os profissionais precisarão criar planos detalhados e de alto nível para atividades-chave, com análises que incluam benchmarks e medições para mostrar o progresso e as realizações de suas iniciativas”, diz.

Confira abaixo uma lista com cinco etapas para o sucesso de uma estratégia de Data & Analytics, segundo a Gartner.

Preparar – Marque reuniões com sua equipe e com os principais líderes de negócios e de TI antes de participar e prepare um conjunto de materiais introdutórios sobre sua experiência. Se você é um veterano na empresa e passou para a função de CDO, revise sua experiência rapidamente. Demonstrar que você entende “como as coisas funcionam por aqui” é crucial.

Avaliar – Use reuniões face a face para construir uma forte compreensão do negócio e relacionamento com os principais interessados. Dedique pelo menos 50% do seu tempo a atender essas partes interessadas para explicar o papel do CDO e como você as ajudará a atingir seus objetivos críticos de negócios. Uma lista de não mais do que cinco perguntas ponderadas será mais valiosa do que tentar cobrir tudo. Preste muita atenção a pontos crônicos de dor e falhas anteriores e solicite ativamente o feedback sobre as percepções sobre as demandas direcionadas ao cargo de CDO e outras funções baseadas em dados. Também tente ter uma noção de como o CIO e a organização de TI são considerados no negócio.

Planejar – A fase de planejamento transforma as lições aprendidas das fases “preparar” e “avaliar” em um plano de ação. Compartilhe uma visão com sua equipe, gerentes de linha e as partes interessadas da empresa que você entrevistou. Apoie isso com uma avaliação de como a organização se compara à sua visão e descreva como você poderá desenvolver as operações e estruturas. Lembre-se de expressar esses objetivos em termos dos principais indicadores de desempenho de negócios (KPIs) que são importantes para as metas definidas por executivos e gerentes.

Agir – Reúna-se com suas equipes operacionais para definir seu escopo de operação e considere as métricas de desempenho. Pergunte o que você pode fazer para ajudá-los a ter sucesso. Realize uma reunião de status de gerenciamento sênior e desenvolva um cronograma trimestral. Estas serão algumas das reuniões mais valiosas que você tem. A equipe executiva determinará como integrar suas necessidades em sua estratégia e deverá deixar clara sua visão sobre o que constitui o sucesso. Isso lhe dará objetivos e estrutura claros para futuras reuniões. Mantenha a agenda simples: -O que você vai fazer durante este período? -Qual é o valor comercial das ações que você está planejando abordar? -Que valor comercial a equipe executiva gostaria que você entregasse durante o próximo período?

Mensurar – Você deve articular o valor comercial dos esforços de suas equipes de projeto, para que as reuniões regulares do relatório de progresso se concentrem nas informações mais relevantes para os líderes empresariais e financeiros.

Sinalização de conteúdo pago no Instagram aumentou 56% em 2018

mercado de influência deve movimentar R$2,3 bilhões globalmente este ano, de acordo com o levantamento “Must-know Influencer Marketing Trends 2019”, divulgado esta semana pela Socialbakers. Este valor considera o volume crescente de posts patrocinados por marcas nas redes sociais. Para se ter ideia, no último ano, o número de influenciadores que utilizaram a hashtag #ad para indicar conteúdos patrocinados subiu 56%.

Conduzido entre janeiro de 2018 e março de 2019, o levantamento da Socialbakers mapeou mais de 12 milhões de perfis de influenciadores no Instagram em todos os continentes. Na América Latina, foram 2,3 milhões de influenciadores analisados. Os grandes influenciadores e celebridades, aqueles com mais de 1 milhão de seguidores, foram os que mais sinalizaram posts patrocinados: cerca de 26% deles utilizaram a hashtag #ad.

Na avaliação de Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil, a maior sinalização de posts patrocinados se deve ao amadurecimento dos influenciadores na relação com marcas. “Os conteúdos tagueados como publicidade deixaram de ser mal vistos pela audiência”, justifica.  Uma das descobertas do estudo foi a de que o conteúdo patrocinado e não-patrocinado geraram praticamente o mesmo nível de engajamento na média global, o que mostra que conteúdos de marcas podem ser tão bem-sucedidos como conteúdos orgânicos.

Os chamados macro-influenciadores, aqueles com entre 100 mil e 1 milhão de seguidores, são os mais propensos a colaborar com uma variedade maior de marcas e indústrias na produção de conteúdo. Os micro-influenciadores, com menos de 10 mil seguidores, por sua vez, são menos propensos a colaborar com um grande número de marcas e setores.  “Os micro-influenciadores, em geral, têm menos acesso às marcas e as marcas a eles. Muitas vezes, eles nem mesmo são considerados para algumas campanhas”, explica Alexandra.

Ao mesmo tempo, influenciadores menores também costumam ser mais seletivos em suas parcerias. “Ao contrário de muitas celebridades, que veem menos risco ao se associarem comercialmente às marcas, um micro-influenciador acaba criando uma relação tão próxima com sua audiência que uma associação ruim pode colocar toda a sua credibilidade em cheque”, argumenta a country manager.

A América Latina é a região com maior volume de micro-influenciadores. Entre os produtores de conteúdo online na região, 97% se enquadram nesta categoria. Para Alexandra, o sucesso de micro-influenciadores na região se deve à cultura. “Nosso modelo de relações é mais pessoal. Faz parte da nossa cultura ter uma proximidade maior com o outro”, acrescenta.

As influenciadoras entre 25 e 34 anos dominam a base global de seguidores do Instagram e recebem a maior parcela de interações na rede social. Em segundo lugar no ranking de audiência, estão influenciadoras com entre 18 e 24 anos e, em terceiro, influenciadores homens com entre 24 e 24 anos.

Entre os segmentos de mercado mais engajados em práticas de marketing de influência no Instagram estão moda, beleza, ecommerce, automotivo e varejo, nesta ordem. Estes também são os setores com o maior número de menções de influenciadores na rede social. Abaixo, você confere o ranking das indústrias mais citadas globalmente por influenciadores no Instagram.

Fonte: Meio & Mensagem

Para entender e conquistar clientes é preciso dados, não suposições

Conhecer os clientes e construir relacionamentos têm sido princípios básicos para o bom andamento dos negócios em todo o mundo. Estamos na era da hiperconectividade e você, com toda certeza, já deve ter ouvido falar em Big Data, inteligência artificial (IA), CRM, ‘machine learning’, Google analytics, ‘business intelligence’, entre inúmeros outros termos e ferramentas que se valem da análise de dados para impulsionar resultados nos mais diferentes setores. E, caso ainda não esteja familiarizado com o ‘data science‘ na gestão da sua empresa, esse é um bom momento para começar.

O mercado está cada vez mais focado em entender a jornada do cliente e sua experiência de compra. Afinal, a razão para aquela grande ideia de negócio ter nascido é a satisfação do público-alvo, seja na entrega de um produto ou de um serviço. Avanços tecnológicos, como a inteligência artificial e o machine learning, vêm transformando as estratégias de atração e relacionamento com clientes.

A utilização de análise de dados no marketing possibilita aprimorar processos, obter ‘insights’ preciosos para analisar grandes volumes de dados e tomar decisões estratégicas com o objetivo de aumentar as vendas e o ROI, fidelizar clientes e aprimorar a experiência do usuário, por exemplo. Essa nova era do marketing, conhecida por ‘data driven’, está colocando em cheque o trabalho das agências de publicidade tradicionais – que não estão preparadas para tamanha complexidade.

Companhias que analisam seus dados conseguem responder rapidamente a mudanças do mercado, prever padrões de comportamento e prevenir riscos com mais agilidade. Analisando dados, as empresas aumentam as possibilidades de entender o cliente e responder às suas necessidades, o que leva ao crescimento.

Essas informações podem ser coletadas em diferentes lugares, como redes sociais, sites de pesquisa, e-mail, newsletters, fóruns, aplicativos e ‘gadgets’. Ao acessar um site, os ‘logs’ de acesso e de visualização ou de cliques do usuário mostram seu ponto de interesse. Quando ele faz uma compra online, é possível construir um histórico de estatísticas que mostra hábitos de consumo. Por meio dos comentários – positivos ou não – em redes sociais, ele registra uma percepção sobre aquela marca/serviço.

Porém, não é uma tarefa simples agregar valor a essa infinidade de dados, de forma que tenham sentido para gerar negócios de relevância. É preciso analisar as informações de forma inteligente, com as ferramentas e a abordagem certas para formular ‘insights’ – o ‘data science’ nada mais é do que um estudo metódico dos dados e informações referentes a um negócio, abrangendo diversas perspectivas sobre um determinado assunto.

Os profissionais de marketing – e de outras áreas – têm percebido a importância de entender métodos básicos de ciência de dados para se comunicar com as equipes de análise e avaliar as oportunidades. Atualmente, tudo o que é feito nos canais de mercado transforma-se em informação valiosa para estabelecer um padrão que caracterize o cliente certo para determinado negócio.

Está mais do que comprovado que o mercado, hoje, se baseia em números para crescer, e as companhias não podem mais focar seu planejamento e gestão em suposições. São esses dados, concretos e bem analisados, que serão de grande valia para a validação do modelo de negócio e para indicar para onde devem ser direcionadas as estratégias para que a satisfação, o engajamento e a fidelização do público-alvo sejam alcançados.

Fonte: It Forum 365

Pesquisa inédita revela como C-levels brasileiros utilizam dados para tomada de decisão

Quanto maior a empresa, maior a utilização de dados na tomada de decisão. Contudo, a ferramenta escolhida para a elaboração dos dados e as áreas que demandam mais informações diferem bastante e demonstram que muitas organizações podem estar trabalhando com o ‘achismo’.

Essas informações fazem parte da pesquisa inédita sobre  Como utilizar dados para tomada de decisão, apresentada com exclusividade durante um painel no Digitalks Executive by PwC, no dia 24 de abril, em São Paulo, que contou com a participação de Edu Neves, do Reclame Aqui, Felipe Schepers, da Opinion Box, Gabriela Manzini, do Digitalks, João Ciaco, ex-FCA (Fiat Chrysler Automotive), e Reinaldo Nogueira, da BSP (Business School São Paulo), do grupo Anhembi Morumbi.

A pesquisa realizada pelo Digitalks, em parceria com o Opinion Box, foi composta por 800 entrevistas online com gerentes, diretores, C-levels e presidentes de empresas a partir de 50 funcionários em todo o país.

Segundo Felipe Schepers, COO do Opinion Box, entre os desafios levantados na pesquisa estão a implantação de uma cultura de trabalhar com dados nas empresas, deixando de lado o achismo, além de avaliação e testes frequentes dos dados recebidos. “Sozinhos, sem uma avaliação mais profunda, os dados não dizem nada. Também é preciso saber quais são mais relevantes ou fundamentais, abordá-los por vários aspectos diferentes e testá-los com frequência, sempre pensando no futuro da empresa”, esclarece Felipe.

Na pesquisa, as áreas administrativas (58%), de vendas (47%), de TI (41%), de operações (38%), de produtos (33%) e marketing (33%) são as que mais fazem relatórios, com frequência diária (36%), semanal (44%), mensal (16%) e até a cada três meses ou com menor periodicidade (4%).

O uso de Excel varia de acordo com o porte da empresa, sendo 75% de utilização em empresas com 50 a 99 funcionários, 77% entre 100 a 499, 64% entre 500 e 999, e 61% a partir de 1.000 colaboradores. Enquanto 71% dos entrevistados utilizam o Excel, 22% adotam o Google Data Studio, 20% empregam outras ferramentas de BI, 17% o Google Sheets, 16% Power BI, 8% Tableau, 4% não souberam responder enquanto 2% utilizam outras.

Sua empresa tem muitos, poucos ou nenhum dado?

Os entrevistados foram questionados sobre o volume de dados que suas empresas têm de cara área. 76%  das empresas consideram ter muitos dados da área de vendas. Em seguida vem os dados de produção, gerados em grande volume em 72% das empresas. Dados sobre o mercado em geral e sobre a satisfação do cliente empatam em terceiro lugar, com 61%. Em menor volume as empresas também têm muitos dados sobre comportamento do consumidor e sobre a satisfação da equipe (57% cada), seguidos pelos dados sobre a concorrência (52%) e as buyer personas da empresa (40%).

No tocante a dados X decisões, as empresas que utilizam dados para basear suas decisões as tomam de forma mais inteligente segundo 82% dos entrevistados. No entanto, 75% gostariam que a empresa utilizasse mais dados para tomar decisões e 36% têm dificuldades em acompanhar relatórios de dados e métricas, o que demonstra que, na prática, boa parte das empresas se consideram data-driven, mas não necessariamente o são de fato, segundo explicou Schepers

Entre os principais desafios apontados pelas organizações, 22% esperam encontrar profissionais qualificados em análise de dados, 19% querem manter a periodicidade de atualização, 18% pretendem implantar uma cultura de gestão de dados, 14% pretendem coletar dados de forma sistemática, 12% querem aprovar orçamento para contratar ferramentas, 9% gostariam de compreender os dados coletados, 5% acreditam não ter desafios e 1% não vê importância nisso.

Durante o painel, após a apresentação da pesquisa, Edu Neves, do Reclame Aqui, disse que a pergunta errada resulta em dados errados, ou seja, o problema pode ser o viés. “É preciso ser outsider. Embora os dados sejam coletados por ferramentas, devem ser vistos e avaliados por seres humanos”, concluiu.

Para João Ciaco, que recém saiu da FCA, o desafio é trabalhar modelos e processos em tempo real e também tomar decisão dessa forma. “Como a quantidade de dados é muito grande, o que faz a diferença é a agilidade. Mais do que isso, tem que ter olhar crítico com tudo que recebe. Os desafios são a quebra de paradigmas e a geração de novos pensamentos e dados para ter resultados”, conclui.

Reinaldo Nogueira, da BSP, acredita que o profissional ficou hermético. “É fundamental saber qual é a pergunta de negócios que tem que ser respondida, entender exatamente o que se quer e não esperar que o time de dados resolva. As pessoas querem muito estar lá na frente, mas quando olham internamente descobrem que a empresa ainda está no ambiente 1.0, o que acontece em várias empresas de diferentes segmentos em todo o mundo”, completa.

Para finalizar, Gabriela Manzini, do Digitalks, esclareceu que os dados trazem informações para balizar decisões, mas a empresa tem suas raízes, sua linha de atuação e precisa se pautar também por tendências sociais e de mercado por isso os dois pilares (Dados e Tendências) têm que andar juntos, sempre pensando a longo prazo.

Fonte: Digitalks