Em audiência, presidente do Google é questionado sobre privacidade de dados e nega viés político na empresa

Em meio ao crescente escrutínio de empresas do Vale Silício que utilizam dados de usuário, Sundar Pichai, presidente do Google, se apresentou pela primeira vez diante de legisladores nesta quarta-feira (12).

Em audiência realizada pelo Comitê Jurídico da Câmara dos Deputados nos Estados Unidos, ele foi questionado sobre:

  • práticas de privacidade e violação de dados pessoais;
  • a maneira como a empresa lidou com campanhas de desinformação para influenciar eleições;
  • suposto viés político nos resultados de buscas;
  • interesse em voltar ao mercado chinês;
  • monopólio da plataforma
Sundar Pichai, presidente do Google, testemunha em audiência na Congresso dos Estados Unidos. — Foto: Jim Young/Reuters

Sundar Pichai, presidente do Google, testemunha em audiência na Congresso dos Estados Unidos. — Foto: Jim Young/Reuters

O executivo também foi questionado sobre violações de dados pessoais, depois que o Google anunciou que irá acelerar o processo de fechamento de sua rede social Google+, com a revelação de um erro que expôs dados de mais de 50 milhões de usuários. Pichai afirmou que o Google oferece um sistema que permite aos usuários ter controle e ajustar como seus dados são coletados pela empresa.

Apesar disso, grande parte da discussão entre Pichai e os congressistas se focou em acusações de que o Google usa sua rede de aplicativos e mecanismos de busca para suprimir vozes conservadores — uma alegação que o executivo negou com veemência. “Nós usamos uma metodologia robusta para refletir o que está sendo dito sobre qualquer tópico a qualquer hora. Posso assegurar que fazemos isso sem nenhum viés ideológico e político.”

Durante a audiência, que durou 3h30, os congressistas republicanos focaram em questionar Pichai sobre acusações de que o Google teria uma preferência em deixar sites conservadores mal posicionados nas buscas. Para isso usaram evidências, como vídeos e e-mails vazados, de que engenheiros e funcionários da empresa tinham preferência ideológica.

Outros legisladores, acusaram a empresa de dar suporte a iniciativas que convocavam eleitores latinos a votar em estados-chave. Pichai negou qualquer viés na ferramenta de anúncios, afirmando que ela é baseada em oferta e demanda.

Ele também respondeu a perguntas sobre a entrada do Google na China, um mercado que a empresa deixou em 2010. A preocupação dos congressistas é que a empresa jogue pelas regras chinesas e estabeleça censura nas buscas no país.

Pichai respondeu a essas perguntas afirmando que o Google é uma empresa que “nunca esqueceu suas raízes americanas”. Ele acrescentou que a empresa gerou, nos últimos três anos, US$ 150 bilhões para a economia americana, criando 24 mil vagas de trabalho.

Fonte: G1

Webinar: Como monitorar performance de atores políticos no ambiente digital

Em parceria com a Trêspontos, Zeeng Data Driven Platform promove o Webinar sobre como monitorar a performance de políticos no ambiente digital.

O Webinar traz o case de Thiago Ribeiro que utilizou a plataforma durante as eleições para monitorar a candidatura de políticos, sendo dois deles elegidos nas eleições de 2018.

 

QUEM MINISTRA

Thiago Ribeiro: publicitário, criador da plataforma Trespontos e outros negócios digitais. Liderou a equipe de Inteligência, Monitoramento e Interações da campanha vitoriosa de Rui Costa ao governo do Estado da Bahia e da campanha que elegeu Jaques Wagner senador da República, nas últimas eleições. Atuou como professor universitário, consultor de Marketing para PMEs, Coordenador de Comunicação da Ouvidoria Geral do Município de Salvador, Ouvidor e Gerente de Marketing da Desenbahia.

Em parceria com a Trêspontos Zeeng promove o Webinar sobre como monitorar a performance de políticos no ambiente digital. O Webinar traz o case de Thiago Ribeiro que utilizou a plataforma durante as eleições para monitorar a candidatura de políticos, sendo dois deles elegidos nas eleições de 2018.

Confira abaixo mais informações:

Convidado especial: Eduardo Prange: Chief Executive Officer (CEO) e sócio da Zeeng. Empreendedor “Promessas Endeavor”. Possui MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT/SP. Sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais. Ainda é ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da ABRADI e nos anos de 2016 e 2017 foi vencedor do prêmio ABCOMM como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

PROGRAMA

Que eleições!?
Fluxo de trabalho que usei nas eleições
O case das últimas eleições
Kit de ferramentas
Modelo de relatório
Case de performance: com Zeeng
Métricas para tomada de decisão
Desafios para as próximas campanhas
Papo aberto

COMO FUNCIONA

Papo aberto com profissionais e estudantes, pensado como um espaço colaborativo de aprendizagem. No dia do evento, você receberá um link para participar e interagir ao vivo. Ao longo do evento, compartilhe dúvidas, impressões, ideias, referências e tudo que puder ampliar nossa troca.

Os encontros não serão gravados. Reúna sua equipe, assista na sua empresa, de casa, no metrô, de onde quiser. Vamos repensar as práticas, movimentar a comunidade, trocar experiências e ampliar nosso contato com profissionais de todo o Brasil.

RESUMO

08/01 (10 – 11h)
Online, Ao Vivo
Vagas limitadas
Certificado
Gratuito

Garanta sua vaga!

Facebook bloqueia contas por comportamento suspeito nas eleições dos EUA

Nesta terça-feira (6) estão ocorrendo as eleições de meio mandato de 2018 dos Estados Unidos. Porém, apenas algumas horas depois da abertura das urnas, o Facebook anunciou que bloqueou cerca de 30 contas na rede social, enquanto que o Instagram bloqueou outras 85. O argumento é que esses perfis estavam se “comportando de maneira coordenada e não autêntica”.

A dica sobre essas contas parece ter sido dada às agências policiais dos Estados Unidos na noite de domingo (4). Enquanto isso, o Facebook diz que ainda está investigando as contas bloqueadas, e, embora a empresa não tenha divulgado explicitamente o que esses perfis fizeram ou quantas pessoas alcançaram, a notícia deixa a entender que foram questões de influência política, as quais podem afetar o processo eleitoral.

As preocupações com os efeitos que os discursos e notícias políticas em redes sociais causam sobre as pessoas têm aumentado muito desde o ciclo eleitoral e o Facebook parece engajado em mostrar ao seu público e ao seu país que se importa com esse tipo de comportamento dentro de suas principais plataformas.

 As páginas suspeitas que foram bloqueadas eram, em sua grande maioria, de origem francesa e russa, de acordo com o Facebook, enquanto que os perfis do Instagram eram em grande parte ingleses. Contudo, a companhia ainda precisa confirmar a origem das contas e, inclusive, averiguar se elas estão vinculadas a qualquer grupo de interferência externa, tal como a Agência de Pesquisa da Internet da Rússia.

5 lições de marketing digital importantes que podemos tirar das eleições 2018

As eleições de 2018 finalmente chegaram ao fim, depois de uma campanha extensa e de o país protagonizar uma divisão de ideais como nunca.

Mas, para quem deseja usar o potencial da internet, essas eleições trouxeram outras lições importantes e que não podem ser ignoradas.

Basta observarmos que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, foi na contra mão do senso comum eleitoral e conseguiu vencer a eleição no segundo turno com 55,10% dos votos válidos.

Mas o que trouxe essa vitória a Bolsonaro? Qual foi o papel do marketing digital nas eleições 2018?

Estas e outras reflexões é que vamos fazer juntos neste post.

Mas, antes disto, um aviso importante: Esse é um post de marketing digital e não de política. Portanto, as análises e reflexões serão feitas como aprendizado da estratégia digital usada por Bolsonaro. Por favor, vamos nos manter dentro da proposta do artigo e evitar comentários políticos.

As 5 lições de marketing digital das eleições 2018

Qual foi o impacto da internet e das redes sociais nas eleições? Realmente você enxergou tudo o que aconteceu nessas eleições?

Vamos observar a fundo 5 lições de marketing digital das eleições 2018 e ver o que podemos aprender com elas. Acompanhe esses 5 pontos que destaquei e descubra como a sua empresa ou negócio podem usá-los a seu favor. Confira!

1. Seguidores e não apenas eleitores

Jair Bolsonaro deixou clara a sua estratégia em uma reportagem especial do Fantástico, transmitida pela Rede Globo nesse Domingo (28).

A campanha do novo presidente do Brasil começou quatro anos antes, em 2014. E nesse período ele se dedicou totalmente ao marketing digital, fazendo suas mídias sociais crescerem cerca de 3.900% nesse período.

Segundo a mesma matéria, Bolsonaro saltou de pouco mais de 200 mil fãs no Facebook para mais de 8 milhões de seguidores. Somando todos os perfis nas principais redes sociais do candidato eleito, chegamos a um montante considerável de mais de 17 milhões de seguidores.

Bolsonaro se dedicou a gerar conteúdo, postar tudo o que acontecia com ele, compartilhar sua mensagem e atrair pessoas que se conectavam com ela. Uma estratégia que lhe rendeu um crescimento considerável nas mídias e o direito de residir no Palácio da Alvorada a partir de 1 de janeiro de 2019.

A estratégia de atrair fãs sem dúvida deu certo, pois os militantes digitais da campanha tiveram um papel muito importante nessas eleições. Eles foram os responsáveis por replicar o conteúdo de Bolsonaro e aumentar sua presença nas mídias digitais.

No Google Trends, que mede o interesse dos internautas em relação a um termo de pesquisa, o crescimento de Bolsonaro também é visível. Veja como a tendência de pesquisa foi aumentando com o passar do tempo:

Já pensou usar essa mesma estratégia a favor da sua empresa? Pense no impacto que sua marca poderia causar se usar as mídias digitais de forma adequada e estratégica.

2. Segunda opinião para os conteúdos

Algo que me chamou a atenção na entrevista de Bolsonaro, para o repórter Paulo Renato Soares, foi o fato de uma segunda opinião para os conteúdos postados na mídia. Jair Bolsonaro confidenciou que tinha um “amigo cabeça” para revisar seus conteúdos e dar uma segunda opinião.

Indo além das revisões de redação, o papel do amigo de Bolsonaro era medir o “tom” e o “sentimento” das mensagens. Fica claro que o novo presidente tinha receio de criar alguma crise por suas publicações e se precaveu disso buscando por segundas opiniões.

Essa é uma estratégia muito simples, mas que sem dúvida contribuiu para os resultados de Bolsonaro nas eleições 2018.

E a sua empresa, tem um curador de conteúdo ou uma segunda opinião para resguardar sua estratégia de marketing digital? Você toma esse cuidado na hora de publicar e compartilhar conteúdos em suas mídias?

Se ainda não faz, saiba que deve começar o quanto antes. Essa segunda opinião pode ser um amigo, funcionário, ou qualquer outra pessoa próxima. Mas, se puder contar com apoio
profissional é ainda melhor, como um consultor ou especialista em marketing digital.

3. Ouvir a sua audiência e atendê-las

Analistas políticos completaram as lições de marketing digital das eleições 2018 que podemos tirar. Segundo eles, Bolsonaro fixou seu discurso em temas que interessavam a população brasileira, pelo menos a maioria, e isso o fez ter sucesso em sua campanha.

Foi comum ver nos discursos do candidato, e agora presidente eleito, assuntos como combate a corrupção, aumentar a segurança no Brasil, liberdade e muitos outros temas. Percebemos que estes são os principais pontos levantados pelos brasileiros como aspectos a serem melhorados em nosso dia a dia.

Mas o que isso tem a ver com marketing digital ou mídias sociais? Se você adicionar os pontos de interesse de seu público nos discursos da sua empresa vai gerar conexão, atrair seguidores e posteriormente clientes.

Você com certeza gostaria disso, não é? Então, dedique-se a conhecer bem a sua persona e buscar atendê-la não só no discurso, como nas ações diárias em sua empresa (atendimento ao cliente, qualidade, pós venda, etc.).

4. Mídias tradicionais perdem espaço

É inquestionável que o papel das mídias tradicionais, como rádio e TV, perderam espaço para a internet nas eleições de 2018. Basta considerarmos que o candidato eleito, Jair Bolsonaro, tinha apenas 8 segundos de TV no primeiro turno contra 2 minutos e 23 segundos de Fernando Haddad, do PT.

Além disso, o candidato com o maior tempo de televisão, Geraldo Alckmin do PSDB, nem sequer chegou ao segundo turno e teve um dos piores desempenhos dessa campanha. Dados que comprovam que as mídias sociais estão tomando espaço dos canais tradicionais e sendo mais consideradas na hora de tomar decisões importantes.

Você ainda duvida que o seu cliente faz o mesmo para decidir comprar seu produto ou contratar seu serviço? Ou que ele não pesquisa na internet antes de comprar de você? É lógico que seus potenciais clientes estão conectados e você precisa se dedicar a encontrá-los na internet.

5. É possível fazer um bom marketing com menor investimento Já é sabido que as campanhas eleitorais no Brasil custam milhares de reais. Entretanto, as eleições de 2018 foram marcadas por escassez de recursos e limitações mais pesadas do TRE (Tribunal Superior Eleitoral).

Mesmo assim o candidato com menos recursos financeiros foi o grande vencedor dessa disputa. Jair Bolsonaro declarou R$1.721.537,42 gastos em sua campanha, contra R$ 34.400.867,06 de Fernando Haddad do PT.

O Candidato eleito também dispunha de menos recursos do Fundo Partidário que seu adversário (R$ 20.000 contra R$ 1.000.000).

Um outro dado que chama a atenção é que Jair Bolsonaro declarou R$ 115 mil gastos com a criação e inclusão de páginas na internet, revelando um pouco da sua estratégia de marketing digital. Enquanto isso, Fernando Haddad, não declarou despesa similar. Deixando claro que o foco de sua campanha foi nas mídias tradicionais.

Esse ponto deixa claro que a internet possibilita criar uma estratégia de marketing mais barata e eficaz, sem precisar de financiamentos milionários como outros canais. E o que a sua empresa pode fazer em relação a isso? Estar nas mídias digitais e ter uma estratégia de marketing digital eficaz é o primeiro passo para economizar e crescer ao mesmo tempo!

Qual a maior lição das eleições de 2018?

Observando todos os números que vimos anteriormente, fica claro o potencial do marketing digital nas eleições de 2018. Mas é visível que estes canais podem ser usados para expandir o alcance de sua mensagem, atrair pessoas que pensam da mesma forma que você e criar uma comunidade.

Essa estratégia pode ser usada não apenas como fonte de eleitores, mas de clientes e seguidores para sua marca também.

Portanto, espero que essa rápida reflexão faça você enxergar o real potencial das mídias digitais para o seu negócio. Afinal de contas, o Case Bolsonaro não deixa dúvidas que é possível crescer e ir além usando corretamente as mídias sociais.

Independente de sua posição política ou partido, é inegável que a campanha eleitoral de 2018 foi muito diferente das anteriores. Onde o não tão óbvio surpreendeu e os canais tradicionais foram superados pelo poder da internet.

E a sua empresa, como está usando o novo marketing para gerar negócios?

Fonte: Ecommerce News

Apple e Twitter deverão revelar usuários que vendem elogios a candidatos

Rede de usuários divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR nas eleições 2018

Nos últimos dias, foi exposta uma rede de usuários que divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR, sem revelar que eram pagos por isso — o que viola a lei eleitoral. A PRE-MG (Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais) quer a ajuda da Apple para investigar o caso.

Bruno Nominato de Oliveira, procurador regional eleitoral auxiliar de MG, pediu nesta terça-feira (28) que a Apple revele todos os usuários que baixaram os aplicativos O Brasil Feliz de Novo e Follow Now. Ela tem 48 horas para responder.

Os dois apps eram usados para recrutar e coordenar elogios a candidatos do PT e PR no Twitter. A rede social, por sua vez, deverá informar os dados cadastrais dos usuários @pppholanda, @delucca, @choracuica, @cadefeminista, @joycelular e @AgenciaLajoy.

Por fim, o procurador solicitou a quebra do sigilo fiscal de seis empresas envolvidas no esquema. Isso inclui a Agência LaJoy, de Joyce Falete; Fórmula e Follow, que pertencem ao deputado petista Miguel Corrêa; e três outras empresas de parceiros de Corrêa.

Esquema de elogios coordenados no Twitter:

Na noite de sábado (25), a jornalista e militante Paula Holanda (@pppholanda) revelou o esquema. A agência de publicidade LaJoy — sem CNPJ nem endereço — prometia a partir de R$ 500 por mês para tweets positivos sobre candidatos do PT. Ela foi subcontratada pela Be Connected.

A ação era bastante coordenada. No dia 23, diversos perfis tuitaram seu apoio à petista Gleisi Hoffmann, candidata a deputada federal. No dia 24, o assunto era Luiz Marinho, candidato a governador de SP. No dia 25, a bola da vez era Wellington Dias, governador candidato à reeleição no Piauí.

 

Isso causou estranheza. Vários perfis eram de São Paulo, mas todos resolveram elogiar um candidato do Piauí ao mesmo tempo, sem motivo aparente. Paula Holanda divulgou um briefing recebido por e-mail, dizendo que “a intenção da pauta de hoje é divulgar e enaltecer a trajetória e as ações de Wellington Dias”.

TSE proíbe propaganda paga em redes sociais

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proíbe propaganda paga nas redes sociais para a campanha de 2018, exceto se for impulsionamento “identificado de forma inequívoca como tal”. A multa de até R$ 30 mil. O Twitter não está impulsionando posts nas eleições deste ano no Brasil.

Dias afirma ao Globo que os tweets pagos foram “uma estratégia de uma moçada lá da direção nacional”, diz que “nada disso foi feito por aqui”, e reconhece que “a compra de impulsionamento é contra a lei”.

Os aplicativos Follow Now e Brasil Feliz de Novo foram usados para promover ao menos 12 candidatos nestas eleições. Ao Globo, eles negam ter pago pela publicidade.

São eles:

  • o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba;
  • Lindbergh Farias (PT), candidato ao Senado pelo RJ;
  • Fernando Pimentel (PT), candidato ao governo de MG;
  • Wellington Dias (PT), candidato à reeleição como governador de PI;
  • Luiz Marinho (PT), candidato ao governo de SP;
  • Márcia Tiburi (PT), candidata ao governo do RJ;
  • Décio Lima (PT), candidato ao governo de SC;
  • Tiririca (PR), candidato a deputado federal por SP;
  • Gleisi Hoffmann (PT), candidata a deputada federal pelo PR;
  • Kátia Sastre (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Andréia Gonçalves (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Luciana Costa (PR), candidata a deputada federal por SP.

O aplicativo O Brasil Feliz de Novo também está disponível na Play Store, mas o Google não entrou no pedido da PRE-MG.

 

Fonte: Tecnoblog

Google rebate críticas de Donald Trump sobre resultados de busca

Na manhã desta terça-feira (28), Donald Trump usou o Twitter para descarregar a sua ira contra o Google. Para o presidente dos Estados Unidos, a companhia manipula as buscas para priorizar resultados com críticas negativas ao seu governo. Mais tarde, o Google soltou um comunicado refutando as acusações.

Não é incomum Trump usar o Twitter para criticar veículos de imprensa ou serviços de mídia. Porém, nos últimos dias, essas manifestações têm sido mais frequentes. No início da semana, por exemplo, o presidente acusou as redes sociais de “silenciar milhões de pessoas”, uma aparente referência às ações do Facebook e Google para apagar contas que espalham desinformação ou interferem em eleições.

Com relação ao Google, Donald Trump declarou que 96% dos resultados do buscador para “Trump News” são de veículos nacionais de esquerda que, no seu entendimento, dão apenas informações falsas ou negativas. O presidente afirmou também que, ao mesmo tempo, notícias de veículos conservadores ou republicamos são suprimidos das buscas.

Trump não revelou detalhes sobre como chegou a essa conclusão, apenas deu a entender que irá tomar providências. O jornal The Guardian sugere, porém, que o presidente faz referência a uma pesquisa do site PJ Media que sugere que os 100 melhores resultados do Google News para “Trump” trazem “um padrão de preconceito contra conteúdo de direita”.

Se de modo suficiente ou não, companhias como Google e Facebook vêm promovendo esforços para evitar a disseminação de notícias falsas em seus serviços. É natural, portanto, que queixas surjam por parte de quem se sente prejudicado com essas ações.

O que chama atenção no caso das reclamações contra o Google é que o presidente Trump parece não entender que os resultados são dinâmicos e, portanto, podem variar rapidamente em curtos intervalos de tempo ou de acordo com os hábitos de navegação de cada usuário, por exemplo.

Além disso, não raramente, os resultados exibem links para serviços de notícias como ABC, CBS, New York Times e Washington Post. Há tempos que esses e outros veículos despertam a antipatia do presidente.

De qualquer forma, o Google tratou de rebater as acusações:

“Quando os usuários inserem termos na busca do Google, nosso objetivo é garantir que eles recebam as respostas mais relevantes em questão de segundos. O mecanismo não é usado para definir uma agenda política e nós não influenciamos os resultados em prol de nenhuma ideologia política.”

 

 

Fonte: Tecnoblog

Entenda o que pode e o que é proibido nas redes sociais na eleição

Postagens pagas por candidatos são permitidas e uso de robôs é vetado

A eleição de 2018 será a primeira com uma legislação específica que prevê o que os candidatos podem fazer e o que ilegal fazer nas redes sociais. O uso do Facebook, Twitter, Instagram e outras redes sociais são permitidos nas campanhas. Há, porém, limitações de práticas. O candidato pode, por exemplo, pagar para aumentar o alcance de postagens.

É ilegal, porém, que um eleitor financie diretamente essas postagens. Elas só podem ser pagas pela candidatura e precisa estar registradas em prestações de contas.

Veja o que é permitido e o que é proibido nas redes sociais:

  • Candidaturas podem pagar para aumentar alcance de postagens nas redes sociais?

Sim, as candidaturas podem patrocinar e aumentar o alcance de publicações pagando para empresas de redes sociais, casos de Facebook, Twitter e Instagram. Com isso, conseguem atingir mais internautas. Por exemplo: um post sem pagamento alcança um percentual de usuários que varia e é determinado pelo Facebook. Se um candidato paga para impulsionar a publicação, a rede social amplifica esse alcance e o conteúdo é exibido para mais pessoas. Esse pagamento precisa ser declarado na prestação de contas da campanha. A rede social informa aos usuários que o post é patrocinado.

  • Pessoas físicas, eleitores de um determinado candidato, podem pagar para impulsionar publicações dele nas redes sociais?

Não, apenas as campanhas estão liberadas para pagar às redes sociais. Um eleitor não pode financiar uma postagem de um candidato para que ela tenha maior alcance. Isso configura crime eleitoral e pode ser punido com multa no valor “de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais) ou em valor equivalente ao dobro da quantia despendida”, segundo a lei nº 13.488, de 2017, que inclui e alterou alguns pontos da lei eleitoral vigente.

  • Candidatos podem pagar a usuários com muitos seguidores para eles postarem comentários elogiosos? 

Não, isso é considerado crime eleitoral e passível de punição e multa de “de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais)” e processo criminal e civil, dependendo do caso, segundo o TSE. “É vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdos”, diz o artigo 57 da lei nº 13.488.

  • Campanhas podem usar robôs para aumentar a influência de postagens nas redes sociais?

Não, é proibido o uso de perfis falsos e robôs, programas que replicam postagens e controlam contas e imitam o comportamento de usuários nas redes sociais para influenciar assuntos mais comentados e buscas. Segundo pesquisa da FGV, 10% das interações no Twitter, relacionadas com as eleições presidenciais de 2014 foram realizadas por contas vinculadas a robôs.

 

Fonte: Folha

RedeTV! promove debate multiplataforma entre candidatos ao governo de São Paulo

A RedeTV!, em parceria com a revista IstoÉ, promoverá o debate eleitoral entre os candidatos ao governo de São Paulo, ao vivo, diretamente dos estúdios do canal, em Osasco (SP), a partir das 22h desta sexta-feira (24).

O debate terá transmissão simultânea no portal da RedeTV!, UOL, página principal do Facebook Brasil e também a página da emissora na rede social, em seu perfil no Twitter e no canal do YouTube, contando com as mais inovadoras ferramentas disponíveis em cada plataforma. A interatividade será um dos pontos altos do debate. Qualquer pessoa poderá acompanhá-lo pelo celular, tablet ou computador, inclusive reagindo e opinando sobre as ideias, posicionamentos e propostas dos candidatos.

Enio Lucciola assina a direção da cobertura eleitoral na RedeTV!, sob o comando do chefe de redação transmídia Felipe Virgili e do superintendente de Jornalismo, Esportes e Digital, Franz Vacek.

 

 

Fonte: AdNews

Google Trends – ‪‪Primeiro debate presidencial

Primeiro encontro entre os candidatos à presidência nas Eleições 2018. Acompanhe em tempo real os temas mais buscados e a reação nas buscas ao debate, realizado no dia 9 de agosto de 2018

Os dados de Google Trends mostram o nível de curiosidade e de interesse das pessoas, em torno de um determinado nome ou assunto, e não devem ser interpretados como intenção de voto

 

A Zeeng possui um módulo de Social Analytics Dashboard, onde nele você encontra uma visão “Real Time” de indicadores chave para o sucesso das marcas do seu interesse no ambiente digital.

 

Veja quem concentrou o interesse de busca e os pré-candidatos mais populares em cada região:

 


 

 

Explore dados por candidato, temas e regiões no Google Data Studio

Veja as pesquisas que mais cresceram sobre cada candidato e as regiões onde cada um despertou mais interesse

Os mapas refletem a intensidade do interesse de busca: quanto mais escuro, maior o interesse

Os números são proporcionais: regiões pequenas buscando muito sobre um tema terão peso maior que regiões muito populosas buscando pouco sobre um assunto

“Quando será o segundo turno das eleições 2018?” foi uma das principais perguntas sobre eleições nos últimos dias anteriores ao debate

Veja a variação no interesse de busca em diferentes temas políticos durante o debate

Acesse a matéria completa em: Google Trends

 

Zeeng Protagonizando nas Eleições 2018

Entender um cenário político em constante transformação no Brasil nunca foi tão importante. Por isso a Zeeng coletou uma abrangente gama de dados, apresentando uma fotografia acurada – quantitativa – da militância dos presidenciáveis na web. Trata-se de um norte, neste terreno escorregadio, para a corrida eleitoral de 2018.

Nosso primeiro estudo das Eleições 2018 foi publicado no dia  27 de novembro de 2017 e você pode conferir aqui ou na íntegra:

 

Além de inúmeros clientes candidatos nas mais diferentes esferas: presidenciáveis, deputados, senadores e governadores a nossa Plataforma também tem pautado os principais veículos de comunicação do país nesta tão importante eleição onde o digital está mais presente do que nunca.

 

Você pode conferir matérias com base no levantamento realizado pela Zeeng:

Publicado pelo El País:

Segundo Maílson da Nobrega, chances do pré-candidato vencer eleições não passam de 20%

Publicados pela Veja:

Levantamento compara o volume de conteúdo sobre o ex-presidente entre agosto de 2017 e janeiro de 2018 em sites brasileiros

Alckmin, Bolsonaro e Ciro aparecem quase o mesmo tanto em matérias jornalísticas.

Os dois primeiros em números de seguidores.

Mais seguidores.

Em um cenário ruim, Bolsonaro se destaca.

 

Já pensou em entender o seu posicionamento e compara-lo com o seu ambiente competitivo? Verificando a veracidade das notícias e acompanhando em tempo real suas redes e as de seus concorrentes? Experimente a primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de Marketing e Comunicação do mercado brasileiro.