Zeeng é destaque na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

100 ideias de futuro para montar o seu negócio em 2018

A Zeeng foi destaque na edição da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios na matéria de capa sobre as startups que vêm se destacando em meio à revolução digital que dominou todas as áreas da economia.

A reportagem sobre as 100 ideias de futuro para montar o seu negócio em 2018 apresenta ferramentas como algoritmos de inteligência artificial, plataformas de realidade virtual e dispositivos de internet das coisas que já estão disponíveis para empresas de qualquer tamanho ou setor.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Com robô de arrecadação eleitoral, empresa cresce mirando 2018

Empresa gaúcha cresceu vinte vezes em um ano oferecendo prestação de contas digital, análise de big data e mecanismo para arrecadar doações

Cinco empreendedores do interior gaúcho iniciaram um negócio de prestação de contas eleitorais de forma digital. Em janeiro, tinham 25 clientes entre políticos, partidos e diretórios. Agora, esse número chegou a 510, vinte vezes mais, com a oferta de um novo serviço que coincide com a maior preocupação atual dos partidos de olho em 2018: a arrecadação eleitoral. Na próxima eleição, a doação de empresas privadas para campanhas está vetada, mas a doação de simpatizantes dos candidatos é permitida.

“Os partidos vivem hoje a síndrome do ‘sonho de ganhar na Mega-Sena’. Criamos a figura do doador oculto. A gente liga para os partidos e tenta fazer doação para eles. Eles dizem que as pessoas não doam, porque a política está desgastada e não existe essa cultura de doação. É verdade. Mas tentamos doar, como teste, para cinquenta diretórios do país e não tivemos sucesso com nenhum. O atendimento é ruim, não sabem informar se é por depósito, débito, boleto. A experiência é péssima”, contou a VEJA Guilherme Anderson Sturm, de 30 anos, contador e CEO da EssentJus.

A ideia de criar um “robô de arrecadação surgiu quando os contadores perceberam que muitos políticos ou diretórios não contratavam a prestação de contas digital por falta de previsão de verba para o ano que vem. Os clientes da EssentJus pertencem a treze partidos como PTPSDB e Progressistas, para citar alguns.

“Criamos essa funcionalidade onde o partido ou o candidato cadastra pessoas para montar listas. Então, nosso robô começa trabalhar: dispara convites por e-mail ou por mensagem de celular, arrecada fundos por meio de cartão de crédito ou boleto. Essas doações podem ser tanto pontuais como recorrentes, com programação mensal, por exemplo. O partido também pode usar o robô para vender bandeira, camiseta e ingresso para eventos”, explica o CEO.

Guilherme Anderson Sturm, de 30 anos, à esquerda, e os sócios da EssentJus, empresa de Tucunduva, no interior do Rio Grande do Sul, que ajuda candidatos de todo o Brasil a prestar contas e a arrecadar doações (EssentJus//Com robô de arrecadação eleitoral, empresa cresce mirando 2018/Divulgação)

O serviço funciona com uma mensalidade que, com a gestão legal das contas e robô de arrecadação, custa apenas 79,90 reais mensais para diretórios partidários de porte pequeno. A startup surgiu de uma empresa de mais de 40 anos que presta serviço a partidos desde 1998. Sturm trabalhou dezessete anos na empresa da família até criar a nova empresa. A startup funciona em Tucunduva, cidadezinha de 5.000 habitantes, no noroeste do estado, e tem clientes em São PauloGoiásRio Grande do NorteMinas Gerais e Santa Catarina. Sturm pretende dobrar o número de clientes ainda nesse ano e para crescer ainda mais no ano que vem. “Aprendemos com a política que quando atingimos a meta, nós dobramos a meta”, brinca.

A EssentJus atende até mesmo clientes que concorrem entre si. Em 2016, a empresa fez a prestação de contas tanto da campanha de Raul Pont (PT) à prefeitura de Porto Alegre como da campanha de Nelson Marchezan Jr. (PSDB), que foi eleito. “Temos uma postura discreta. E tomamos todos os cuidados como não ter ninguém na equipe que seja filiado a algum partido. Temos uma postura muito neutra e garantimos o sigilo sem vazamento de qualquer informação”, explica Sturm.

Para “dobrar a meta” de clientes, além da prestação de contas e arrecadação, a EssentJus está iniciando uma parceria que oferece também análise de dados, o chamado “big data”. Junto com a empresa Zeeng, a startup gaúcha vai ajudar candidatos a analisar o comportamento do eleitorado através de um monitoramento de ações digitais como postagens em redes sociais notícias e audiência.

Com a experiência de contador, o empresário percebeu que muitas campanhas têm a prestação de contas reprovada por falta de conhecimento, não necessariamente por falhas intencionais. Por isso, acredita que sua empresa pode colaborar para tornar a prestação e contas mais transparente. “Se a gente quer que a política mude, a gente tem que proporcionar mudanças para que o sistema melhore e não afaste um monte de gente legal que não vai querer entrar nesse circuito”, explica.

Fonte: VEJA

Conheça 15 soluções que podem otimizar a operação da sua empresa em 2018

O começo do ano é o momento que as empresas elaboram de forma estratégica todo o planejamento e definem as metas de cada uma das áreas para o próximo ano. Setores como administrativo, financeiro, recursos humanos, logística e pós-venda são responsáveis e fundamentais no aumento da receita e do faturamento, tanto em grandes organizações empresas como em startups.

Por este motivo, é importante que essas áreas sejam trabalhadas de forma integrada, completando umas as outras, para que elas possam auxiliar no crescimento de cada uma das corporações. Para isso, muitas delas optam por utilizar soluções tecnológicas que melhoram e automatizam processos. Conheça 15 ferramentas e plataformas que podem otimizar a operação da sua empresa em 2018:

Planejamento estratégico

Zeeng – Há alguns anos era comum que as marcas agissem olhando para trás, interpretando dados do passado. Hoje, graças à digitalização dos negócios as empresas são obrigadas a monitorar seu mercado em tempo real para que a tomada de decisão seja a mais assertiva possível. Essas mudanças, aliadas à necessidade de ações imediatas, tornaram a tomada de decisão estratégica cada vez mais complexa, uma vez que as companhias competem em âmbito global. Pensando em auxiliar os gestores de Marketing e Comunicação, e também democratizar a ciência de dados, a Zeeng desenvolveu a primeira plataforma de Big Data Analytics do Brasil voltada ao setor – a Zeeng Data Driven Platform. A empresa aposta em uma interface simples e intuitiva para que as companhias da área possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

Propz –  O varejo físico, apesar de um mercado mais tradicional, também pode se beneficiar de soluções de inteligência artificial para vender mais, assim como os e-commerces fazem. Ofertas mais assertivas, vindas de uma coleta de dados que monitora a jornada de consumo do cliente na loja, aumentam a frequência no ambiente e o ticket médio dos estabelecimentos. A Propz, ferramenta que oferece um sistema de Inteligência Artificial e Big Data para o varejo e serviços financeiros, é pioneira na aplicação dessas tecnologias que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada.

Gestão de compliance:

upLexis – Com dezenas de processos para serem realizados, é comum vermos alguns erros sendo cometidos por falta de planejamento e organização nas empresas. Por isso, a gestão de compliance é fundamental para que os empresários possam incluir novos procedimentos que melhorem a gestão empresarial. Dessa forma, a upLexis é uma alternativa viável para essas corporações, já que elas têm como objetivo detectar onde estão as falhas, podendo ir desde as fraudes até ter informações divergentes para melhorar os seus resultados. Por meio de big data, é possível realizar diversas consultas e buscas que garantem a efetividade nas tomadas de decisões, e ficar em conformidade com as leis estabelecidas regulamentando a atuação interna ou externa.

Antifraude:

Konduto: Para evitar que uma compra seja realizada por criminosos virtuais utilizando cartões de crédito clonados, a Konduto, empresa brasileira que desenvolveu um sistema antifraude eficiente e de alta performance, utiliza a tecnologia de Machine Learning para monitorar o comportamento de compra do consumidor e com isso, detectar quem está realizando a compra, se é um fraudador ou não. Com isso, é possível garantir a saúde financeira das lojas virtuais e a segurança das transações efetuadas.

Pós-venda:

Tracksale:Em um mercado no qual as empresas estão cada vez mais competitivas, a experiência do usuário faz toda a diferença. Afinal, ela tem grande importância para que o cliente crie e compartilhe a imagem da empresa, seja negativa ou positiva. Por isso, ter um pós-venda eficiente pode ser a chave para entender as necessidades do consumidor e resolver problemas. Por isso, que a Tracksale surgiu no mercado com o objetivo de melhorar a experiência de compra do consumidor por meio da metodologia Net Promoter Score (NPS) e outros indicadores que medem a experiência do cliente. A startup disponibiliza mais de 70 relatórios inteligentes que cruzam dados estratégicos e geram insights para tomada de decisão e indicam quais falhas e gargalos foram encontradas em cada empresa.

Trustvox: Para que haja transparência entre o cliente e a loja, é preciso que o lojista colete e divulgue apenas opiniões verdadeiras, ou seja, daqueles que realmente compraram na loja mesmo que não sejam comentários positivos, sem que haja moderação nos comentários. Por este motivo, a Trustvox primeira e única certificadora de reviews no Brasil, atua com o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce, a fim de melhorar a experiência de compra.

Gestão documental

Vianuvem: Muitas empresas não possuem espaços disponíveis para armazenar documentos sejam eles notas fiscais, arquivos contábeis, comprovantes de pagamentos, contratos, dentre outros tipos de informações. Em alguns casos, as companhias até mesmo possuem espaço físico, mas têm problemas de armazenamento, pois em muitas situações elas guardam os documentos em locais de difícil acesso e na hora de resgatar algum deles encontra-se dificuldade. Pensando em otimizar esse processo, melhorar a gestão documental, a Vianuvem desenvolveu uma plataforma que auxilia o gestor no gerenciamento eletrônico de documentos (GED) e processos de negócios (BPM) para simplificar a comunicação nas empresas, ao entregar soluções customizáveis para diversos setores. Ele tem como proposta oferecer uma solução 100% digital capaz de desburocratizar processos internos, sejam eles notas fiscais, reembolsos, compras, contratos ou gestão de crédito.

Gestão financeira:

Iugu: Otimizar a operação financeira e gerar cobranças com agilidade ainda é um desafio para muitas empresas. No Brasil um dos métodos preferidos de pagamento é o boleto e mesmo assim, é comum que as companhias ainda tenham problemas com esse tipo de operação. Por isso, a automatização de processos na área financeira se torna fundamental. Reduzir custos operacionais com a equipe e a inadimplência dos clientes é a proposta da iugu, uma plataforma de automação financeira. A solução permite a emissão de boletos que podem ser acessados online, tanto no computador quanto no celular e também o pagamento de todos os documentos que foram pagos e os que estão pendentes.

BizCapital: Mesmo fazendo uma gestão adequada das finanças, muitas vezes, algumas empresas precisam de um investimento extra para aumentar seu estoque ou o capital de giro. Nestes casos, um empréstimo pode ser a solução para não tirar dinheiro diretamente dos lucros da empresa. Muitas fintechs oferecem crédito com juros mais atrativos, como é o caso da BizCapital, que tem como objetivo tornar o crédito mais acessível e atender micro e pequenas empresas que estão fora do radar dos grandes bancos.

Parte estrutural:

Xtech Commerce: Antes de abrir um e-commerce, é preciso que o empreendedor escolha a plataforma ideal para o seu negócio, ou seja, o sistema que ela será criada, porém ela precisa estar atrelada a outras funções também. Para isso, a Xtech Commerce, permite que o lojista trabalhe de forma multicanal, além de possuir estratégias que permitem cuidar 360º da inteligência da loja virtual.

Recursos Humanos:

Gama Academy: Um dos problemas que tem se tornado cada vez mais comuns no universo de startups é o turnover, ou seja, a rotatividade na entrada e saída dos colaboradores do quadro de funcionários. Quando alguém deixa a empresa, seja por demissão ou desligamento voluntário, é gerado um gasto com rescisões e a contratação de uma nova pessoa, o que pode prejudicar o crescimento da empresa. Para auxiliar as startups a terem um controle maior sobre os gastos com contratações e demissões, a Gama Academy, escola que trabalha com recrutamento e treinamento de talentos para o mercado digital, cria programas de seleção e capacitação para encontrar os melhores profissionais para as empresas.

2XS: Os Recursos Humanos podem, e devem, mudar. Este setor moderniza frequentemente seu modo de operação e se adequa às mais variadas empresas que surgem no mercado. Os empreendedores precisam que suas contratações sejam as mais assertivas possíveis para montarem a melhor equipe. A natureza de cada empresa deve ser compreendida em sua totalidade, para que o RH aja como uma conexão entre talentos e oportunidades. A 2XS desenvolve soluções personalizadas, combinadas com ferramentas de hunting para entender o perfil profissional que cada empresa busca de acordo com suas necessidades.

Canal assertivo para atingir o seu público-alvo;

Samba Tech: Com o crescimento do mercado de vídeos online no país, a onda Netflix ganhou evidência e atingiu o pequeno produtor. Neste ano, diversos canais com conteúdo de nicho ganharam destaque e conquistaram cada vez mais seguidores. Por isso, para impactar seu público-alvo com uma mensagem relevante, investir em conteúdo por meio de vídeos online é a melhor alternativa.Ter uma comunicação clara, dialógica com todos os seus públicos é fundamental para trabalhar a construção da confiança, e as plataformas de streaming estão aí para ajudar a pulverizar seu conteúdo e impactar seus steakholders.

A Samba Tech, pioneira na distribuição de vídeos online na América Latina, está de olho nesse mercado e desenvolveu o Samba Play, um produto para empresas, pessoas e empreendedores que queiram conquistar cada vez mais clientes por meio das plataformas digitais.

Gestão logística:

Cobli: Reduzir gastos excessivos com combustível e manutenção veicular, calcular mudanças de rota e monitorar o modo de condução dos motoristas, são algumas das preocupações dos gestores de frotas. Para isso a Cobli, startup especializada em rastreamento, telemetria e gestão de frotas, oferece um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de tecnologia que aplica algoritmos de aprendizado da máquina, o sistema da Cobli consegue determinar, com alta precisão – 93%, quem é o motorista que está dirigindo naquele momento. Com base em dados de telemetria, ou seja, modo de frenagem, tempo de aceleração e troca de marchas, é possível entregar relatórios completos e detalhados, de maneira que o gestor consegue melhorar a performance da área logística, seja ele dono de micro e pequeno negócio com poucos carros ou até grandes transportadoras com centenas de caminhões. Presente em 26 Estados e DF, a Cobli possui mais de dois mil usuários ativos mensais.

Fonte: E-Commerce News

6º COLOCADO NO BRASILEIRÃO, FLAMENGO É CAMPEÃO NO AMBIENTE DIGITAL

Levantamento mostra que Corinthians, São Paulo e Palmeiras completam o G4 no ranking digital; Vitória, Avaí, Ponte Preta e Atlético – GO integram o Z4, em posição semelhante a do Campeonato Brasileiro de 2017

Pode comemorar torcedor Rubro-negro. O Flamengo é o grande campeão brasileiro de 2017 – ao menos no ambiente digital. É o que diz uma pesquisa realizada pela Zeeng Data Driven Platform, plataforma de Big Data Analytics voltada ao setor de Marketing e Comunicação, que tem como objetivo mostrar a relevância dos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro na internet.

O levantamento levou em conta todos os times da primeira divisão e fez uma análise das respectivas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e YouTube) e também das citações na imprensa online. Além do clube carioca, os três paulistas – Corinthians, São Paulo e Palmeiras, completam o chamado G4 digital – grupo dos primeiros quatro colocados no campeonato nacional que dá direito à uma vaga na Copa Libertadores da América do ano seguinte. Já o Z4 da internet ficou bem parecido com o grupo dos times rebaixados para a segunda divisão da competição, com Vitória, Avaí, Ponte Preta e Atlético – GO. No Brasileirão dos gramados, além das equipes de Campinas e Goiânia, caíram também Coritiba e Avaí.

“Chama muito atenção o fato de, se isolarmos o Flamengo, que se destacou em diversos aspectos, e o São Paulo que surge como 3º colocado geral, mas fez uma campanha ruim, podemos notar muita semelhança com a tabela final do campeonato. Esses resultados podem evidenciar o quanto a presença digital pode influenciar no desempenho de uma equipe. Vale notar que clubes tiveram dificuldades na competição, como o Atlético – GO que foi rebaixado, tem o potencial de gerar grande engajamento, ainda que seja com reações negativas”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Paulistas e carioca estão entre os clubes com mais reações de amor

No Facebook, o Corinthians, campeão brasileiro de 2017, o Flamengo e o Palmeiras são as equipes que geraram mais reações de amor. No ranking geral, o Rubro-negro carioca e o Timão ganham a companhia do São Paulo no grupo dos times com maior número de fãs – 11.549.185, 11.467.152 e 6.793.029, respectivamente. Em paralelo a isso, o Flamengo também se destaca como um dos times que mais geram reações de raiva, seguido de Palmeiras e Santos.

Twitter e Instagram

O Corinthians também fez bonito no Twitter, liderando o ranking com 5.617.992 seguidores e garantindo o segundo lugar no Instagram com 2.079.626. O Flamengo surge como o maior time na rede de compartilhamento de fotos com 2.260.799 seguidores.

Chape faz bonito nas redes sociais

A grande surpresa do Brasileirão foi a Chapecoense – seja nos gramados ou em ambiente virtual. O clube catarinense que garantiu a participação na Libertadores de 2018, está há quatro anos fazendo boas campanhas na Série A e se envolveu no trágico acidente aéreo em novembro de 2016, ganhou a simpatia de fãs de todo o país. No Facebook, o Verdão da Condá conta 4.077.943 fãs, ocupando o posto de 5º clube com mais fãs. Já no Instagram, a Chape registou 1.144.801 seguidores.

Flamengo também lidera em notícias e inscritos no YouTube

Apesar da campanha mediana no Brasileirão, o Flamengo também obteve destaque na imprensa online e no YouTube com 25.189 notícias publicadas e 710.050 inscritos em seu canal na maior plataforma de vídeos do mundo.

Zeeng quer bater R$ 1 milhão em 2018

Zeeng, startup responsável por um plataforma de big data analytics voltada para gestores de marketing e comunicação, espera fechar o ano de 2018 com um faturamento de R$ 1,2 milhão.

Para isso, a empresa tem a expectativa de finalizar o ano com uma carteira de 50 clientes. Hoje, a startup atende a 22 empresas.

O resultado esperado para os próximos dois anos é de um faturamento de R$ 9 milhões, com 1,5 mil clientes.

A startup possibilita o acompanhamento de ações das marcas online e busca antecipar movimentos estratégicos ao entender o comportamento do mercado.

O sistema opera em cinco vertentes: antecipação de lançamento de produtos a partir de sua base de dados, monitoramento de notícias e promoções, análises de comportamento em mídias sociais e presença online.

Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que buscam facilitar a geração de insights.

A mensalidade para o uso da ferramenta varia de acordo com o número de marcas que o cliente deseja monitorar.

Além de departamentos de marketing internos, que utilizam a plataforma para monitorar sua marca e dos concorrentes – a Zeeng é utilizada por agências de publicidade, que acompanham seus clientes e as marcas que competem no mesmo mercado das empresas que atendem.

Com os 22 clientes atuais, a Zeeng conta com 850 marcas monitoradas em sua plataforma. Em dois anos, o número deve passar para 5 mil.

“Hoje, quase 80% dos clientes da Zeeng são agências, que acabam mostrando a ferramenta para as empresas atendidas e gerando um interesse na equipe de marketing em contar com as informações também internamente. Nos próximos dois anos, esperamos que a proporção de agências entre nossos clientes seja de 50%”, detalha Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Antes de criar a Zeeng no final do ano passado, Prange também fundou a Seekr – startup de monitoramento de marcas nas mídias sociais que realizou em março deste ano uma fusão com a Direct Talk, formando a Hi Platform.

César Paz, fundador da AG2, foi investidor-anjo da plataforma. Desde 2016, quando deixou de atuar na operação diária da agência, Paz tem se dedicado a consultoria de marketing digital e ao universo de startups, atuando como investidor em empresas como MPQuatro, Minovelt, Alright, Delta e Lookbel. Além dele, a Plugar, companhia de Porto Alegre que atua com inteligência de dados, se tornou sócia da Zeeng.

A plataforma reúne informações oriundas de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outras.

O conteúdo é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções do mercado para auxiliar os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing da sua empresa.

Fonte: Baguete

A importância da presença digital para sua empresa e como esse instrumento pode impulsioná-la

A presença digital deve ser levada a sério por empresas de todos os tamanhos – desde uma PME até uma multinacional

Com a ascensão da internet devido ao movimento de transformação digital dos negócios, a tecnologia se tornou indispensável para a vida e o trabalho da maior parte das pessoas. Por conta disso, estar no ambiente online se tornou fundamental na estratégia de marketing de qualquer marca, produto ou serviço.

Por toda essa relevância, a presença digital deve ser levada a sério por empresas de todos os tamanhos – desde uma PME até uma multinacional. Hoje, com as pessoas cada vez mais conectadas na rede, seja por meio de smartphones ou por outros dispositivos, é comum recorrer a internet para qualquer tipo de atividade. Segundo projeções da consultoria Gartner, até 2020, haverá mais de 26 bilhões de dispositivos conectados. Isso significa muitas conexões – alguns até estimam que esse número seja muito maior, mais de 100 bilhões.

Outra questão que não deve inviabilizar o investimento de uma companhia em ambiente digital é a área de atuação. Por mais específico que seja um nicho de mercado, é possível chegar até um determinado público-alvo ou a um cliente em potencial. É importante que se invista tempo e algum esforço para que uma empresa se destaque em âmbito digital. Vale lembrar, que a presença digital não contempla apenas as redes sociais, mas também os acessos da webpage e o conteúdo noticioso que pode vir a ser publicado em portais online.

É bom ressaltar que a atuação no meio digital deve ser planejada e só dá resultados se tiver uma estratégia cuidadosa por trás. Antes de mais nada, os responsáveis pelo marketing precisam definir um objetivo. Aqui pode ser um aumento de vendas, retenção de novos clientes, rebranding, ou até mesmo uma rede virtual criada para o atendimento ao consumidor. O próximo passo é descobrir como o público escolhido se relaciona e se comporta na web. Esse processo é de extrema importância, uma vez que ajuda o gestor de marketing a definir quais os melhores canais para marcar presença.

Cuidado! A popularidade de um canal, ou de uma rede social não garante sucesso à uma estratégia de marketing digital.

É preciso saber onde a audiência desejada está para poder alcançá-la e isso pode envolver outras plataformas. Por fim, defina os formatos e os conteúdos que serão usados para interagir com o público. Lembre-se: a presença digital é um ótimo instrumento para cativar o consumidor e provocá-lo a conhecer uma marca. O engajamento conquistado por meio de uma estratégia digital é um trunfo para a fidelização e retenção de novos clientes.

Eduardo Prange — CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: Adminstradores

Rock In Rio é festival com maior presença digital no Brasil

Segundo levantamento realizado pela Zeeng Data Driven Platform, primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado brasileiro voltada ao setor de Marketing e Comunicação, o Rock in Rio é hoje o festival com a maior presença digital no Brasil. O evento carioca possui a maior média de visitantes diários, tempo de visita e exibições da webpage, seguido pelo Lollapalooza e o Tomorrowland, respectivamente.

A pesquisa mapeou as últimas edições de cinco grandes festivais de música no Brasil – Rock in Rio 2017, Lollapalooza 2017, Tomorrowland 2016, João Rock 2017 e Planeta Atlântida 2017. O levantamento ranqueou os eventos levando em conta uma combinação de fatores, como a média de visitantes diários, tempo de visita, taxa de rejeição, percentual de visitas oriundas de mecanismos de busca, exibições da webpage e o total de notícias publicadas nos últimos seis meses que antecederam a data de cada um dos eventos.

Neste período, o RiR registrou 7426 notícias publicadas em veículos noticiosos. O evento ainda apresenta a maior taxa de visitas por pesquisa, com 65%, e a menor taxa de rejeição, com apenas 36%. O Lollapalooza, festival que é marcado pelo Pop Rock Indie, registrou 58% das suas visitas oriundas de mecanismos de busca e uma taxa de rejeição de 73%. Os visitantes da página do Lolla costumam navegar por cerca de dois minutos no website do evento.

Já o João Rock, tradicional festival de rock do interior do Estado de São Paulo, possui a maior taxa de rejeição entre os cinco analisados, com 95%. Além disso, o evento também registrou uma das mais baixas médias de tempo de visita em seu website, com cerca de um minuto de navegação, perdendo apenas para o Tomorrowland, que registrou 57 segundos.

“Em plena era digital, a marca que investe em sua presença online acaba, sem dúvida, se destacando em seu mercado. O Rock In Rio é um ótimo exemplo disso, pois possui um ativo digital muito valioso”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Dados da pesquisa na íntegra:

ROCK IN RIO

Última edição no Brasil: 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24/09/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 1º

Visitas por pesquisa: 65%

Taxa de rejeição: 36%

Tempo de visita: 00:03:16

Total de notícias: 7426 notícias – 15/03/2017 até 24/09/2017

 

LOLLAPALOOZA

Última edição no Brasil: 25 e 26/03/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 2º

Visitas por pesquisa: 58%

Taxa de rejeição: 73%

Tempo de visita: 00:02:02

Total de notícias: 1021 notícias – 25/10/2016 até 26/03/2017

 

TOMORROWLAND

Última edição no Brasil: 21, 22 e 23/04/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 3º

Visitas por pesquisa: 55%

Taxa de rejeição: 90%

Tempo de visita: 00:00:57

Total de notícias: 228 notícias – 21/11/2015 até 24/04/2016

 

JOÃO ROCK

Última edição no Brasil: 10/06/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 4º

Visitas por pesquisa: 52%

Taxa de rejeição: 95%

Tempo de visita: 00:01:02

Total de notícias: 224 notícias – 03/08/2016 até 03/02/2017

 

PLANETA ATLÂNTIDA

Última edição no Brasil: 3 a 4/02/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 5º

Visitas por pesquisa: website não indexado – não foi possível obter dados

Taxa de rejeição: website não indexado – não foi possível obter dados

Tempo de visita: website não indexado – não foi possível obter dados

Total de notícias: 224 notícias – 03/08/2016 até 03/02/2017

Fonte: Bem Paraná

Big Data: entenda como a tecnologia analítica tornou-se vital para o marketing e a publicidade

Hoje, os processos de marketing e publicidade são mais precisos e o uso de ferramentas que analisam dados passou a ser vital para as empresas.

Em um mundo cada vez mais conectado, não é exagero afirmar que as empresas que são adeptas ao Business Intelligence estão vivendo o seu melhor momento em termos de disponibilidade de informações estratégicas. Graças à tecnologia, a tomada de decisão nunca esteve tão avançada e assertiva. Este cenário só é possível por conta do conceito de Big Data Analytics, que revolucionou a forma como as companhias entendem seus clientes. E dentre tantos segmentos é notável que as áreas de Marketing e Publicidade são duas das que mais se beneficiaram deste tipo de evolução.

As rotinas destes setores foram completamente otimizadas. Hoje, os processos de marketing e publicidade são mais precisos e o uso de ferramentas que analisam dados passou a ser vital para as empresas, já que agora é possível entender o consumidor de forma profunda e compreender suas preferências e necessidades. Como os clientes estão mais exigentes, é preciso compreender os reais motivos que o levam a consumir um determinado serviço ou produto, e isso exige uma análise minuciosa. Vale lembrar que antes as marcas agiam olhando para trás, interpretando dados do passado, e hoje são obrigadas a monitorar seu mercado em tempo real para que a tomada de decisão seja a mais assertiva possível.

As ferramentas baseadas em Big Data possibilitaram a análise de dados não estruturados oriundos dos mais diversos processos internos como, por exemplo, vendas, relacionamentos, atendimento aos clientes, e também de mídias digitais como blogs e redes sociais. Estas soluções são vitais para o Marketing e a Publicidade, uma vez que em plena era da informação é fundamental trabalhar com dados e evidências, deixando de lado a intuição para construir uma inteligência competitiva que empodere os gestores.

Se observarmos o mercado atual, conseguimos listar ótimos exemplos de criação de vantagem competitiva a partir de estratégias baseadas em Analytics. Com a ascensão do e-commerce, por exemplo, é possível ver muitas empresas deste setor utilizarem dados do perfil de seus consumidores para definir, em tempo real, os produtos a serem oferecidos. A gigante do streaming, Netflix, também realiza grande parte das suas vendas de pacotes por meio de recomendações customizadas. Companhias do mercado financeiro correlacionam dados públicos de diversas fontes de seus clientes para auxiliar a construção de seu perfil de crédito. Poderíamos listar ainda muitos outros casos em que o levantamento de informações se tornou um aliado dos negócios prósperos.

Há alguns anos, um dos desafios para a implementação do Big Data nas estratégias de Marketing era a complexidade das soluções, que eram usadas em maioria por especialistas em estatísticas. Felizmente, hoje as ferramentas analíticas estão cada vez mais simples e intuitivas, possibilitando que as companhias da área possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado. Por fim, temos que aceitar que o Big Data chegou para ficar e os negócios que, por alguma razão, resistirem à sua adoção, tendem a ficar para trás.

Eduardo Prange — CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Entenda como a tecnologia potencializa o marketing

O Marketing se aproxima cada vez mais de tecnologia e essa relação deverá determinar o sucesso dos profissionais e das marcas de agora em diante.

Com a consolidação da transformação digital dos negócios, muitos profissionais relacionados à tecnologia, provavelmente, já ouviram falar em Martechs. Mas o que, de fato, esse termo significa? Ele contempla projetos, ferramentas ou startups que tenham a tecnologia aliada diretamente ao marketing digital. As Martechs combinam esses dois setores com o objetivo de melhorar a performance das mais diversas iniciativas –  para marcar o brand ou conversão em alguma estratégia de marketing.

Hoje é comum que os responsáveis pelo marketing de uma empresa trabalhem diretamente com o setor de tecnologia da informação. Uma pesquisa realizada pelas consultorias DataXu, Morar Consulting e WithPR, revela que mais da metade desses profissionais possuem conhecimentos em TI ou estão trabalhando com especialistas da área lado a lado.

Além disso, em outros países, as empresas têm apostado cada vez mais nessa tendência. A Gartner, consultoria especializada no desenvolvimento de novas tecnologias, por exemplo, revelou em um estudo de 2016, que 33% dos orçamentos de marketing das empresas dos Estados Unidos e da Inglaterra já são destinados à tecnologia. Hoje, a mentalidade dos gestores do setor é de que quanto mais ferramentas tecnológicas forem utilizadas para tornar as ações de marketing mais inteligente, mensuráveis e efetivas, mais “Martech” torna-se a estratégia.

Big Data auxilia na tomada de decisão

É inegável que na era digital em que vivemos, os dados são a essência da tomada de decisões empresariais. No entanto, até recentemente, a maioria desses dados eram provenientes de feedback dos clientes, testes de marketing e análises exaustivas de mercado sem o auxílio de nenhum tipo de tecnologia. Com a popularização do Big Data, no entanto, criou-se um cenário onde mais empresas podem lançar produtos com base em análises preditivas ao invés de testes experienciais. Foi uma verdadeira revolução no mercado.

Em um passado não muito distante, as pesquisas de mercado exigiam que as companhias criassem grupos específicos para testar um produto ou campanha publicitária. Entretanto, por vezes, esses conjuntos eram limitados, e o volume de dados coletados era insuficiente. Já as métricas disponíveis de Big Data abrem um leque de possibilidades para que as empresas testem novas estratégias. Como os conjuntos de dados disponíveis graças à tecnologia são muito maiores que os encontrados na maioria das pesquisas de mercado, eles proporcionam maior assertividade para o planejamento de marketing.

Imagine o quanto uma empresa não ganha em termos de competitividade quando seus gestores dispõem de informações estratégicas, como o lançamento de produtos de um concorrente, ou quantas vezes a própria marca foi citada na imprensa e nas redes sociais em um determinado período. Felizmente, já existem plataformas que conseguem mensurar esses e muitos outros indicadores.

O fato é que em pleno século XXI, é fundamental trabalhar com dados e evidências, deixando de lado a intuição para construir uma verdadeira inteligência competitiva que empodere os gestores na tomada de decisão. O futuro chegou e as companhias que apostarem em Martechs terão muito mais chances de atingir seus objetivos.

Artigo escrito por Eduardo Prange para o Portal Proxxima.

(*) Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de 10 anos, com participação em mais de 100 Projetos relacionados ao tema.

[IMPRENSA] ZEENG ANUNCIA PLATAFORMA DE BIG DATA ANALYTICS PARA MARKETING E COMUNICAÇÃO

Solução reúne informações oriundas de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições

Em meio ao movimento de transformação digital dos negócios, a capacidade de analisar e agir sobre dados tem sido fundamental para as empresas. Essas mudanças, aliadas à necessidade de ações imediatas, tornaram a tomada de decisão estratégica cada vez mais complexa, uma vez que as companhias competem em âmbito global.

Pensando em auxiliar os gestores de Marketing e Comunicação, e também democratizar a ciência de dados, a Zeeng criou a primeira plataforma de Big Data Analytics do Brasil voltada ao setor – a Zeeng Data Driven Platform.

A empresa aposta em uma interface simples e intuitiva para que as companhias da área possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

“Antes as marcas agiam olhando para trás, interpretando dados do passado. Hoje, as empresas são obrigadas a monitorar seu mercado em tempo real para que a tomada de decisão seja a mais assertiva possível”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Vertentes

Para gerar inteligência competitiva aos seus clientes, a plataforma opera em cinco vertentes: antecipação de lançamento de produtos a partir de sua base de dados, monitoramento de notícias e promoções, análises de comportamento em mídias sociais e presença on-line. Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que facilitam a geração de insights.

A solução reúne informações oriundas de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse conteúdo é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções sólidas do mercado, auxiliando os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing da sua empresa.

“Entendemos que, na era da informação, é fundamental trabalhar com dados e evidências, deixando de lado a intuição e construindo verdadeira inteligência competitiva para um empoderamento na tomada de decisão”, completa Prange.

Atualmente, a Zeeng tem 15 clientes ativos em seu portfólio e mais de 550 empresas monitoradas. Até o final de 2017, a expectativa da companhia é atingir mais de 50 clientes em sua base de dados e aproximadamente 1 mil empresas monitoradas.

Fonte: ITForum365