Verbete Draft: o que é Marketing Holístico

Não precisa acender incenso. O Marketing Holístico leva em conta que todas as partes envolvidas com a empresa se relacionem em uma estratégia ampla e, portanto, mais eficiente. Conheça.

MARKETING HOLÍSTICO

O que acham que é:  Marketing voltado a terapias alternativas.

O que realmente é: Marketing Holístico é uma abordagem que visa contemplar partes diversas (como stakeholders, clientes, funcionários, fornecedores) ao criar e implementar estratégias de marketing. No conceito está a ideia de que a melhor solução nasce de uma perspectiva ampla e inter-relacionada. Quatro vertentes, necessariamente, precisam trabalhar juntas no Marketing Holístico: Marketing de Integração, de Relacionamento, Interno e Socialmente Responsável. Segundo Guilherme Pereira, diretor acadêmico dos MBAs da FIAP, o Marketing de Integração deve criar uma experiência unificada para o cliente, da mensagem ao entendimento. “Já o Marketing de Relacionamento visa gerar vínculo e criar envolvimento a longo prazo da marca com o cliente e o Marketing Interno é um conjunto de ações direcionadas ao público interno da organização ou empresa”, afirma. Eventualmente é possível adicionar mais vertentes como endomarketing, webmarketing, branding etc. Para Eduardo Prange, CEO da Zeeng, que analisa big data nas áreas de marketing e comunicação, o Marketing Holístico parte do pressuposto de que todas as partes envolvidas com a organização sofrem interferência e se relacionam. “Todos os processos de desenvolvimento, projeto ou a implementação de programas e atividades de marketing devem ter consciência dessa correlação.”

Quem inventou: Os acadêmicos e autores norte-americanos Philip Kotler e Kevin Lane Keller.

Quando foi inventado: Em 2006.

Para que serve: Para, por meio da sinergia criada entre todas as partes, impactar positivamente o resultado, fazendo com que o produto ou serviço venda mais. “Basicamente, o Marketing Holístico procurar enxergar o entorno de forma mais ampla e complexa, visando construir valor para a marca e para a empresa”, diz Silvio Sato, do curso de Publicidade e Propaganda da FAAP.

Quem usa: Qualquer empresa ou marca que deseje integrar estratégias.

Efeitos colaterais: Ineficiência, caso haja resistência na mudança da cultura da empresa (advinda da integração das áreas).

Quem é contra: Empresas que acreditam que a eficiência vem da segmentação. “São organizações que acreditam que o departamento de marketing é o pensador e o executor das estratégias, e não a empresa como um todo”, afirma Pereira.

Fonte: Projeto Draft

Zeeng realiza levantamento que mapeia presença digital das escolas de samba do Rio de Janeiro

Salvador, 07/03/2019 – Os desfiles das escolas de samba de 2019 são sempre a grande atração do carnaval. E, para defenderem seus enredos e compartilharem detalhes da participação em um dos maiores eventos do Brasil, as escolas utilizam cada vez mais a internet e redes digitais.

Afim de acompanhar o engajamento das escolas de samba do Rio de Janeiro, um dos principais recantos do samba no Brasil, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação, realizou um estudo onde analisou as redes sociais e a presença digital das escolas cariocas no Carnaval de 2019.

O período analisado foi de 01 de janeiro ao dia 26 de fevereiro no Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. O resultado concluiu que as escolas com maior presença digital foram: Acadêmicos do Salgueiro, Portela e Estação Primeira de Mangueira.

A Acadêmicos do Salgueiro fechou este período com 315.782 fãs no Facebook; 24.381 seguidores no Twitter; 202.176 no Instagram e 223 inscritos no Youtube. A Portela acumulou 340.017 fãs no Facebook; 9.501 seguidores no Twitter; 126.883 no Instagram e 1.534 inscritos no Youtube. Enquanto a Estação Primeira de Mangueira alcançou 255.154 fãs no Facebook; 28.570 seguidores no Twitter; 123.222 seguidores no Instagram e 6.795 inscritos no Youtube.

Já a média de engajamento no Facebook durante o período apontado foi de 0,15% da Acadêmicos do Salgueiro; 0,23% da Portela e 0,23% da Estação Primeira de Mangueira. No Instagram, a média foi de 1,13% da Acadêmicos do Salgueiro; 1,39% da Portela e 1,95% da Estação Primeira de Mangueira.

Se tratando de notícias veiculadas, as escolas mais presentes foram Estação Primeira de Mangueira, com 706 matérias; seguida pela Portela com 521; e Beija–Flor com 422. A Acadêmicos do Salgueiro ocupa o quarto lugar com 374 matérias.

“Notamos que a medida que o Carnaval se aproxima, as escolas aumentam suas interações com seus fãs e seguidores nas redes sociais. Se levarmos em consideração que cada vez mais as pessoas buscam informações nos meios digitais, a tendência é que as interações aumentem e a presença online do mundo do samba invada as redes, ano a ano”, finaliza Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Fonte: TI Bahia

Fundadores do Instagram comentam proposta polêmica

Depois de abandonarem a sua criação, os fundadores do Instagram, Kevin Systrom e Mike Krieger, comentaram uma possível divisão do Facebook, Amazon, Apple e Google. Essa é uma proposta da democrata Elizabeth Warren, candidata à presidência dos Estados Unidos.

De acordo com Systrom, talvez essa não seja uma estratégia muito adequada para o momento. Isso porque, apesar da proposta tentar quebrar monopólios, ela pode funcionar em apenas alguns casos isolados. Além disso, ele aponta que há “um sentimento anti-tecnologia” em Washington:

 Ser grande por si só não é um crime. Se você quer resolver problemas econômicos, há outras formas de fazer isso. Dividir uma empresa não corrige isso. Meu receio é que uma proposta pode acabar com toda a tecnologia esteja jogando com o atual sentimento de todos sobre a anti-tecnologia. Isso vai contra o que os políticos devem fazer, que é abordar problemas reais com soluções reais.

Já Krieger concorda com o colega e acrescenta que talvez haja uma falta de foco. Por isso, as autoridades precisam definir o que querem solucionar:

 Acho que elas [discussões envolvendo a proposta] serão melhores e levarão a uma política melhor se formos realmente específicos sobre os problemas que estamos tentando resolver

Quando questionados sobre a saída do Facebook, ambos não quiseram criticar o antigo emprego. Para eles, a perda de autonomia dentro da rede social foi algo natural devido ao seu crescimento. Além disso, Systrom disse que a venda do Instagram para o Facebook permitiu ao aplicativo o ganho de milhares de usuários:

A coisa é: o Instagram não foi vendido para o Facebook e morreu, isso é um exemplo de uma fusão ou aquisição acontecendo e reduzindo a concorrência. Qual consumidor foi prejudicado? Eu acho que [o tamanho do Instagram] é um forte argumento de que a aquisição ajudou os usuários.

Vale lembrar que, enquanto o mercado de tecnologia debate a proposta de divisão de grandes empresas, Mark Zuckerberg trabalha com a ideia de unificar os seus aplicativos de mensagem em uma única plataforma.

Fonte: Tribuna Hoje

4 dicas para escolher uma plataforma de inteligência de dados

Os dados são nossos parceiros de negócio e essa já é uma realidade instalada no mercado atual. Há algum tempo, as pessoas, empresas e profissionais de áreas comentam sobre como as informações, geradas tanto no ambiente online quanto no off-line, têm servido para compor estratégias e mudar verdadeiramente o rumo de ações e campanhas

Artigo produzido por: Eduardo Prange

Como você já deve ter percebido: estou falando de uma nova era, a era das plataformas de inteligência de dados.

Segundo a Gartner, principal empresa de consultoria e pesquisa do mundo, 2,2 milhões de terabytes de novos dados são criados todos os dias e a expectativa é que, até 2020, exista um total de 40 trilhões de gigabytes de dados espalhados pelo mundo.

Isso quer dizer que, em pouco tempo, tudo o que conhecemos de informação será apenas uma ponta (muito pequena) do iceberg conhecido como Big Data.

A tendência é que a quantidade de dados gerados nos próximos anos seja tão grande que parecerá impossível mensurá-la e, para as empresas, fazer leituras deste cenário se torna imprescindível.

Pensando em ajudar você nessa jornada de competição acirrada, separei algumas dicas para auxiliar na escolha de uma ferramenta de inteligência que atenda tanto os seus desejos, como os dos leads, que poderão contar com um fornecedor que oferece mais do que bons produtos, mas ótimas experiências. Confira!

1. Captura de dados eficiente: As plataformas de inteligência de dados são ambientes que reúnem enormes quantidades de informações de diferentes bases públicas, mídias sociais, etc., e que precisam ser eficientes para cruzamentos e análises de conteúdo complexos.

O objetivo é que, além das grandes coletas de dados, as informações capturadas sejam eficazes do ponto de vista estratégico. Que sirvam para identificar comportamentos e conhecer os perfis dos consumidores, por meio de cruzamento de dados usando ferramentas como o Analytics de forma inteligente.

A ideia é que os dados coletados sirvam como base para melhores tomadas de decisão. Por isso, procure por uma solução que entregue: usabilidade, praticidade, organização e que também está pronta para as grandes análises de dados.

2. Gestão de dados inteligente: Além do auxílio na coleta de informações significativas para a empresa, uma plataforma de dados tem como proposta aumentar sua capacidade de gestão.

Com uma solução que faz uma leitura de dados complexa existem mil maneiras de melhorar os resultados do negócio. Em vez de despender tempo fazendo uma coleta e seleção enorme de informações, você já tem os dados mais interessantes distribuídos em dashboards e relatórios, basta fazer a leitura.

A tecnologia, portanto, facilita muito o trabalho de controle sobre o que está servindo de insumo para as estratégias da empresa.

O gerenciamento das informações – uma prática fundamental quando se lida com dados – deixa de ser uma tarefa morosa e passa a funcionar como um meio muito eficiente para geração de insights.

3. Visualização facilitada: Outro fator que deve ser levado em consideração é optar por ferramentas totalmente visuais. Ou seja, os dados precisam ser apresentados de maneira que todos tenham acesso prático, desde as pessoas de negócios até os profissionais que lidam diariamente com inteligência.

Uma boa plataforma deve ser funcional ao ponto de permitir avaliações rápidas de cenários para reverter problemas pontuais, como mudar uma campanha de marketing com o objetivo de aumentar as conversões em leads, por exemplo.

4. Análise estratégica: Uma plataforma de inteligência de dados muito completa permite que a empresa se diferencie das outras no mercado e isso está totalmente relacionado ao seu poder de análise.

Para que a empresa ganhe destaque entre seus concorrentes diretos e indiretos, é importante que ela tenha potencial analítico e encontre facilmente respostas para seus planos, ações e estratégias em dados muito valiosos.

Com o auxílio de boas plataformas é possível diminuir o risco das avaliações apressadas de cenário. Todo e qualquer levantamento feito pela sua empresa será fundamentado em dados estratégicos, pois a própria solução funciona de maneira inteligente, oferecendo relatórios comparativos, simplificando o trabalho de análise.

Com isso, a produtividade das equipes acaba aumentando e insights diferenciados surgem para melhorar os negócios da empresa.

O tempo de retrabalho é reduzido, assim como os custos, e gestores e líderes passam a desempenhar funções ainda mais estratégicas, mudando positivamente a realidade das empresas, agora muito mais inteligentes.

Para finalizar, posso dizer que por ter acompanhado os resultados da segunda edição do estudo “Índice de Inteligência Empresarial”, realizado pela Zebra Technologies Corp., empresa inovadora na estrutura de negócios com soluções e parceiros que permitem às companhias capturar sua vantagem competitiva, percebi que o número de empresas enquadradas na categoria “smart” dobrou em 2018, em relação ao ano anterior.

Isso quer dizer que elas estão aproximando cada vez mais o mundo físico com o digital, impulsionando suas ações por meio de tecnologia e plataformas inteligentes.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de doze anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: Crypto ID

Estudo revela como anda a presença digital das marcas brasileiras mais valiosas

Zeeng e Blumahub divulgam estudo inédito que aponta posicionamento das marcas mais valiosas de 2018 no ambiente digital.

Anualmente, a Interbrand, consultoria global de marca, realiza estudo em que apresenta as 25 marcas mais valiosas do mercado brasileiro.

Com o objetivo de compreender melhor como essas empresas se comportam no ambiente digital, a Zeeng, plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação, em parceria com a Bluma Hub, empresa focada em estratégias digitais, preparou o estudo inédito sobre o tema.

O ranking analisa o impacto positivo de um bom posicionamento na internet na visão dos consumidores. “Essa é uma provocação para estimular a reflexão de como as marcas do estudo estão se comportando e como isso pode atribuir ainda mais valor ou apresentar uma possibilidade de crescimento para essas empresas” comenta Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Ao todo, as empresas foram divididas em treze setores:

Financeiro: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Cielo e BTG Pactual Digital são as cinco marcas mais presentes digitalmente. Quando analisadas separadamente, nota-se que o Banco do Brasil demonstra um posicionamento de notícias muito mais elevado do que qualquer outra competidora, enquanto nas redes sociais o Itaú é a marca que apresenta maior ativo social.

Cerveja: As marcas mais relevantes no ambiente digital são Skol, Brahma, Itaipava, WALS e Bohemia. As marcas Brahma e Bohemia podem melhorar seus ranking de Web Analytics, onde outras marcas nacionais estão melhores posicionadas.

Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos: Os destaques foram Natura, Salon Line, Tô de Cacho, O Boticário e Hinode. Embora a Natura seja uma empresa de relevância nacional, em relação ao trabalho no digital, ocupa o segundo lugar, perdendo para a Salon Line.

Energia: petróleo, gás, etanol, gasolina, lubrificantes e afins: as empresas que estão no top 5 são: Petrobras, Ipiranga, Atvos, Raízen, CPFL Energia. É importante levar em consideração que a Petrobrás apresenta uma grande diferença, em seu posicionamento de notícias por ter sido constantemente citada em matérias relacionadas à política nacional.

Moda e produtos de luxo:  Os destaques são Lojas Renner, Riachuelo, C&A, Marisa e Reserva, respectivamente. Delas, a Lojas Renner – que é a 11ª marca mais valiosa da pesquisa – ocupa o 1º lugar no posicionamento online. Mesmo que as empresas apresentem um ativo social muito próximo um do outro, a Renner é muito mais ativa nas plataformas de mídias sociais.

Hospital, clínicas, laboratórios e afins: Hospital Israelita Albert Eintein, Hospital São Camilo, Hospital Sírio-Líbanês, Hospital Moinhos de Vento e o Laboratório Fleury são destaques no top 5.  Os hospitais mostram-se muito estruturados em relação à seu posicionamento digital, sendo 4 dos 5. Embora apareça no ranking, a empresa Fleury ainda pode explorar ações no ambiente digital e melhorar sua posição.

Para acessar o estudo completo com todas os setores, acesse aqui.

Fonte: Proxxima, Revista Live Marketing

Monitorar e conhecer a concorrência para estar à frente dela

Calcule quanto tempo você dedica para monitorar as estratégias da concorrência e perceba que está falhando nesse quesito. Para ter sucesso, é preciso conhecer a fundo os competidores do mercado.

Quando se fala em concorrência, logo vem em mente palavras como rivalidade ou disputa. E, muitas vezes, elas soam como sendo um problema, como se fosse preciso vencer um oponente a qualquer custo. Porém, gostaria de desmistificar essa ideia mostrando porque as empresas que andam lado a lado podem servir como uma alavanca para o seu crescimento.

A concorrência no novo mercado

Vivemos em um mercado em que predomina a lei da demanda e da oferta – um modelo muito comum de determinação de preço, que busca estabilizar a procura e a oferta de um produto ou serviço. Dentro desse universo, podem surgir diversas empresas concorrentes, vendendo produtos similares ou até mesmo iguais, mexendo com o equilíbrio do mercado.

Por isso, dizemos que a concorrência é quem determina a forma como o mercado e as relações comerciais vão se comportar. Se a dois dias atrás você dominava certo nicho de mercado, amanhã pode nascer uma empresa com ofertas muito parecidas e dividir aqueles consumidores que antes estavam somente interessados no seu negócio.

Nesse contexto, é preciso lembrar também que o mercado mudou e não existem mais somente os grandes monopólios. As estruturas de mercado imutáveis agora moram no passado, pois hoje em dia vemos empresas com a mesma oferta coexistindo no cenário econômico mundial.

Um ponto muito interessante – e que faz você perceber como o mercado mudou – é quando competidores indiretos se tornam tão fortes quanto aqueles que oferecem a mesma solução que você. E o começo dessa história pode ser explicado pelas mais recentes entrantes do mercado: as startups.

As inúmeras empresas nascidas no universo digital fizeram com que a tecnologia assumisse o posto de “mãe da competição” e, hoje, qualquer produto digital acaba competindo com outro produto digital, mesmo que esses sejam de naturezas diferentes. É a famosa “uberização”, que ocorreu quando o Uber, a plataforma de transporte urbano mais conhecida do mundo, provocou mudanças em diversas indústrias do mercado ao introduzir fortemente conceitos como a agilidade e a velocidade nas entregas.

Muitas organizações, com base no que os próprios consumidores estão demandando, tem mudado as suas ofertas e voltado seu olhar para o mundo digital. Nele, estão introduzidos temas como aqueles trazidos pelo Uber, como as entregas mais rápidas e a praticidade, por exemplo. E, por isso, as empresas estão transformando seus modelos de operar, processar e atuar. Fator que não está relacionado apenas a estar à frente da concorrência, mas de vencer a si mesmo.

Quem são os seus concorrentes?

Como falei anteriormente, novas empresas surgem a todo o momento e, com elas, novos modelos de negócio para uma mesma solução. A oferta do Uber é um exemplo clássico, mas é possível escolher outros para destacar.

O avanço dos smartphones é um deles. Hoje, esses pequenos aparelhos móveis, além de eliminar fronteiras e diminuir distâncias, funcionam como um assistente pessoal, auxiliando na organização das tarefas do dia a dia e oferecendo funções que simplificam a rotina das pessoas. Assim como a história da Blockbuster, que se manteve fiel ao formato de locadora de vídeos e, com isso, perdeu espaço para a Netflix, a maior provedora global de filmes e séries em formato streaming da atualidade.

Neste cenário, sobreviveu a empresa que identificou mais rápido o que os clientes realmente desejavam e conseguiu se adaptar às novas necessidades e não aquela que estava a mais tempo no mercado. E, por isso, reforço que é fundamental saber quem são seus reais clientes e o que é possível fazer para melhorar as suas ofertas ao ponto de conquistá-los mais do que a loja ao lado.

Para isso, o primeiro passo é identificar as particularidade do seu negócio. Qual o seu diferencial? Depois, acompanhar a trajetória e as escolhas feitas pelos seus concorrentes (todos eles, diretos e indiretos). Somente assim será possível fazer com que a sua marca se destaque e ganhe a visibilidade que merece ter.

 

Case de sucesso

Uma história muito interessante que ilustra bem isso é a do McDonald’s. A maior rede de fast food mundo, enfrenta sistematicamente entrantes no mercado, que provocaram algumas mudanças nesse reinado, forçando a rede a mudar o rumo das suas estratégias. Para isso, o CFO da empresa, Kevin Ozan conta que, mesmo vendendo produtos físicos, o maior investimento da marca nos últimos foi em tecnologia. “A maior área de aumento em nossos gastos foi em tecnologia, o que está ajudando a impulsionar nosso crescimento”, disse Ozan.

O Mcdonald’s em 2015 estava vivendo o auge de sua crise e Ozan assumiu o cargo de liderança para ajudar na transformação que a empresa precisa viver. E, nesse processo, o novo CFO do Mcdonald’s descobriu que o verdadeiro caminho para o sucesso era melhorar a experiência do cliente. “Você precisa de ofertas digitais. Mas, em última análise, os vencedores serão as empresas que melhor podem integrar o físico e o digital e tornar a experiência geral do cliente o mais prazerosa possível”, afirmou.

Ou seja, além de estar alinhado com o que de novo surgiu no mercado, a empresa se mostrou preparada para vencer seus próprios desafios, reconhecendo a necessidade da mudança, de olhar para as ofertas de forma diferente e rever as estratégias traçadas para satisfazer o consumidor.

Como ser original em um mar de novas ofertas?

As empresas, normalmente, só inovam quando se sentem ameaçadas pela concorrência. Elas estão tão preocupadas com o que devem fazer que esquecem que os melhores insights, muitas vezes, surgem quando se está olhando de uma maneira diferente para um mesmo lugar. Às vezes, basta mudar de ângulo para enxergar melhores saídas para um problema ou até mesmo uma solução de negócio. Porém, esse é um exercício que precisa ser feito constantemente.

Analisar todos os dias a estrutura do mercado atuante faz com que as suas ações se tornem originais, desde o começo, com a tomada de decisão, até a execução das ideias. Permitindo que você tome as decisões certas e não deixe que o concorrente seja mais esperto na sua estratégia de atração, retenção e conversão de clientes.

E, por isso, é preciso parar e questionar: o que a minha empresa está fazendo para estar à frente da concorrência? Será que estou no caminho certo? A minha sugestão para iniciar uma jornada de sucesso no novo mercado é passar a enxergar seus opositores como uma oportunidade de crescimento. Entretanto, para isso, é preciso mudar seu mindset em relação a concorrência.

Procure aproximar-se daqueles que estão em torno do seu radar, conhecendo suas ofertas, analisando seus comportamentos e procurando entender suas estratégias de comunicação com o público-alvo – elas são essenciais para o bom andamento das empresas no mercado. Além disso, lembre-se que monitorar a concorrência é uma tarefa que não pode ser feita de forma pontual, trata-se de um processo que deve ser realizado periodicamente, afinal, as mudanças – como já foi falado – são constantes.

Com avaliações diárias da concorrência são feitas leituras muito mais claras do cenário em que a você e seus concorrentes diretos e indiretos estão inseridos. É possível identificar os desafios vigentes do mercado, assim como oportunidades de negócio e lacunas a serem preenchidas, competindo à altura dos desejos dos seus consumidores.

Fica o convite para os amigos que quiserem conhecer a Zeeng tomar decisões estratégias de comunicação e marketing em uma plataforma totalmente orientada por dados.

 

9 tendências de marketing digital para 2019

Os rápidos avanços tecnológicos muitas vezes fazem com que as estratégias mudem muito rápido. Por isso, estar atento às tendências é uma boa ideia para sair na frente do mercado.

Para o mercado de marketing digital, o cenário não é diferente. Confira nove tendências apontadas por especialistas desta área para munir e preparar as companhias para as transformações que o marketing tem passado.

Inteligência competitiva

Analisar dados é ponto vital para desenhar estratégias e ações de crescimento para as empresas. A inteligência competitiva te coloca a frente dos concorrentes. “Utilizar dados de concorrência é fundamental para analisar os pontos que sua empresa precisa melhorar e até criar novas oportunidades de mídia. Além de basear suas campanhas em fatos reais e não em “achismos” comenta Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Automação de marketing

A tecnologia na área de marketing está sendo cada vez mais usada com o objetivo de otimizar processos, melhorar os resultados e o engajamento dos consumidores com as marcas, permitindo criar estratégicas cada vez mais eficazes para o público-alvo. “Mas, para isso é importante oferecer experiências diferenciadas aos consumidores, criar um bom relacionamento entre eles e permitir que ele se torne fiel aquela marca. E, com certeza a automação de marketing sempre será um grande aliado nesse momento”, afirma Israel Nacaxe, co-fundador da Propz.

Para Roberto Rocha CMO da leadlovers, automatizar é lindo! Até o nome fica bonito quando escrevemos. Pode parecer coisa de outro mundo mas já estamos inseridos nessa realidade tem tanto tempo que nem percebemos quando estamos sendo influenciados por algum processo que é automatizado. ”Por exemplo, hoje quase todo o processo de compras é automático e somos levados até a compra acreditando que todas as escolhas foram realizadas por nós mesmos”. O melhor da automação, no marketing, é dar escala a processos que antes seriam custosamente desenvolvidos por diversas pessoas. Quando falamos escala é ter a capacidade de vender 10 e 100 com praticamente os mesmos recursos.

Influenciadores digitais

Sabemos que as parcerias com influenciadores cresceram em 2018 e, por meio da atuação junto aos micro influenciadores, diversas marcas adotaram essa estratégia, principalmente as que atuam em mercados de nicho. Segundo a agência norte-americana da MediaKix o mercado de influenciadores no Instagram movimentou mais de U$ 1 bilhão em 2018 e estimativa de aumento significativo em 2019

Segundo Sérgio Hneda,Planning Specialist for New Business da GhFly, agência referência em marketing e performance, um ponto a ser observado durante o desenho de uma estratégia com influenciadores é selecionar aqueles que mais se encaixam ao negócio a ser anunciado. “Aqui não deve-se levar em consideração somente o alcance do influenciador, mas também sua relevância no mercado que a empresa a ser anunciada está inserida e se ele tem fit com o produto”, explica Sérgio.

Humanização de marcas

Os consumidores estão interagindo cada vez mais com as marcas nas redes sociais e nas suas páginas, opinando sobre os seus produtos e compartilhando as suas experiências de compras. “Os clientes não compram mais às escuras, eles pesquisam e procuram indicações de pessoas que já tenham consumido na loja. Por isso que as marcas precisam criar ações de engajamento e se preocupar com o que está sendo falado sobre ele”, afirma Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox.

Consultoria é fundamental

Ainda segundo Sérgio Hneda, da GhFly, o uso de machine learning e automação de lances em canais pagos, como o Google Ads tem diminuído cada vez mais a necessidade frequente de atuações manuais. “Esse cenário faz com que os anunciantes e agências possam focar em análises macro e na construção de estratégias de negócio e desenvolvimento de comunicações eficazes. Hoje o papel de uma agência deve ser mais consultivo, indo além da geração de leads via canais pagos, por exemplo.”, explica.

Sérgio explica que, normalmente o maior problema das marcas está depois da aquisição dos leads. As dúvidas mais comuns são: ‘o que faço agora, ligo para eles, incluo em um fluxo de e-mails, quanto tempo esperar para ligar?’. “É nesse momento que a agência entra com um papel consultor, entendendo qual caminho adotar, estabelecendo fluxos de comunicação e de qualificação. Isso faz com que a agência se torne de fato um parceiro de negócios da marca e parte importante do resultado conquistado”, completa Sérgio.

Marketing digital nichado

Recentemente, a Cazamba lançou uma plataforma voltada para divulgar produtos, empresas e serviços para o setor de agronegócio. A ideia de criar uma ferramenta voltada para o universo agro surgiu a partir de uma necessidade do mercado “Ouvimos de um cliente que queria muito entrar na mídia digital, mas não queria desperdiçar verba nos grandes portais. Ele precisava descobrir qual era o público do agronegócio que estava perdido na imensidão da internet, e precisava criar estratégias que pudessem engajar sua marca de forma assertiva nesse segmento”, comenta Victor Canô, CEO da Cazamba. A ideia da empresa trouxe grandes resultados e confirmou que aposta na segmentação pode ser uma grande aposta para o marketing digital para os próximos anos. Além do agro, a Cazamba já visa expandir sua atuação também para a área de saúde e educação.

Marketing Interativo é uma tendência em franca expansão

Essa ação de marketing visa a interagir com as pessoas e podemos estabelecer uma conexão infalível entre as ações de marketing e o relacionamento com o cliente, que também é beneficiado pela adequação às suas preferências. A Cazamba, oferece para o mercado formato de anúncios interativos que impulsionam esse tipo de conexão empresa e cliente que atraiu e trouxe resultados relevantes. “O nosso objetivo é veicular uma mídia diferente de forma customizada e de alto impacto no digital, para possibilitar mais interação das marcas com seus públicos. Várias montadoras exatamente por causa da flexibilidade nos formatos das campanhas. A gente coloca o carro para girar, o usuário consegue trocar de acessório, trocar de cor, de roda. Mostramos tudo o que tem no painel do veículo, que também acende, por exemplo”, destaca.

Profound marketing

Essa é uma tendência que reúne o que há de melhor no Marketing, Vendas, Negócios e Tecnologia, para identificar oportunidades e gaps dentro de uma empresa e desenvolver estratégias que ajudem a alcançar objetivos específicos. É o que oferece a DIWE, primeira agência de profound marketing do país. Segundo o CMO da empresa, Eduardo Fonseca, a grande proposta de valor do Profound Marketing é fazer uma imersão completa no cliente, partindo da área de Marketing e Vendas para entender quais são as principais barreiras que impedem seu crescimento e quais estratégias podem ser desenvolvidas para resolvê-las e que, ao final, impactam todas as áreas do negócio. “Nós saímos da esfera de comunicação, apenas, e partimos para uma disciplina essencial a uma empresa: sua performance e escala enquanto negócio”, afirma Fonseca.

Comunicação em vídeo

Com a diversidade de plataformas e novas formas de receber informações, os vídeos precisam ser extremamente atraente e informativo. Cada vez mais o brand content ganha espaço nas mídias digitais e sendo um conteúdo atraente e informativo acaba sendo impulsionado pelos próprios consumidores. “Um conteúdo de marca bem idealizado e produzido ganha distribuição gratuita em diversas novas mídias por meio do interesse do consumidor por aquele tema” comenta Celso Vergeiro, CEO da Adstream, maior plataforma de distribuição de materiais publicitários via streaming.

Fonte: ItForum365

 

8 tendências para empreendedores em 2019

O Brasil fechou o ano de 2018 com 10 mil startups em atividade, segundo a base de dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), instituição sem fins lucrativos que mapeia startups de todo Brasil. Esse mercado, portanto, está em pleno crescimento. Novas ferramentas e plataformas surgem a cada ano, e com elas novas formas de interagir com os clientes, criando assim as mais variadas possibilidades mercadológicas.

Para ajudar os empreendedores a entenderam as mudanças, o Sebrae/PR preparou o Caderno de tendências 2018/2019, analisando o mercado atual e com ênfase nas PMEs. Confira oito dessas tendências e empresas inseridas nesse contexto.

1. Cliente no controle

O jovem consumidor contemporâneo tem visto a publicidade on-line como uma inconveniência, preferindo ter o controle daquilo que consome no ambiente online. Por isso, compreender esse público, direcionando a criação de conteúdos ou ações a ele, tem se tornado essencial para o êxito de qualquer negócio.

Especializada em oferecer as principais ferramentas para o marketing digital, a leadlovers auxilia os empreendedores que queiram atrair potenciais clientes para seu negócio, sem gastar muito.

Para engajar ainda mais os consumidores, a Cazamba, empresa de tecnologia e inovação em mídia, cria formatos de anúncios customizados e de alto impacto no digital, para possibilitar mais interação das marcas com seus públicos.

Além disso, a análise de concorrência é um ponto crucial para realizar campanhas de forma eficiente. Para auxiliar neste processo, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics para o setor de comunicação e marketing, ajuda a monitorar seus concorrentes em três vertentes: redes sociais, imprensa e web analytics.

Outro exemplo é a GhFly, agência referência em marketing digital e líder em performance. A empresa é especializada em gestão de campanhas criativas e inovadoras com foco em resultado, aliando mídia online com um formato de consultoria.

2. Consumidores investigativos

Estudos recentes indicam que 70% dos consumidores procuram saber mais sobre as empresas que consomem. Se as organizações não fornecem dados, certamente o consumidor irá procurar tais informações na internet. Para ajudar nessa busca, muitas startups criaram tecnologias capazes de melhorar na pesquisa por informações verdadeiras sobre as marcas no ambiente online.

É o caso da Trustvox primeira e única certificadora de reviews no Brasil, que possui uma ferramenta que permite que os lojistas publiquem apenas as opiniões verdadeiras dos clientes, ou seja, daqueles que realmente compraram na loja mesmo não sendo comentários positivos, sem que haja moderação nos comentários, para que haja transparência entre o cliente e a loja.

3. Cultura de aprendizagem

As diversas mudanças no século XXI também resultaram no surgimento de uma preocupação quanto à construção de uma cultura de aprendizagem, inclusive no campo corporativo. Pesquisas apontam que empresas que exercem uma mentalidade de crescimento ao estimularem a educação e a capacitação de seus funcionários podem se tornar três vezes mais lucrativas.

Entre as empresas que oferecem tecnologias para auxiliar empresas na criação de treinamentos personalizados para seus colaboradores está a Qranio, plataforma mobile que usa gamificação para estimular seus usuários com conteúdos educacionais.

Outro exemplo é a Solides, HR Tech mineira especializada em gestão de pessoas e people analytics, que traz para o mercado o Self Coach, um software que funciona a partir da tecnologia de aprendizado de máquina, que é capaz de fornecer treinamento personalizado de funcionários sem interação humana.

4. Compradores imediatistas

Os tipos de serviço criados para facilitar e agilizar a entrega de produtos e serviços para o consumidor fizeram com que eles se acostumassem ao ritmo imediato e à “pronta-entrega”. Já habituados ao mundo digital, os clientes estão se tornando cada vez mais impacientes, fazendo com que empresas surgissem para responder a essa demanda como a MVarandas plataforma que desenvolve soluções de gestão operacional para estabelecimentos comerciais do ramo alimentício.

A startup proporciona por meio de suas ferramentas um suporte 24 horas, integração, parceria com aplicativos e adquirentes e gestão 360º: salão, cozinha, estoque e financeiro, segurança e sigilo dos dados.

5. Consumo on-the-go

Hoje, o consumidor tem buscado otimizar seu tempo, por meio da utilização aplicativos nas mais diversas ocasiões, desde o agendamento de entrega das compras de supermercado a domicílio à marcação de consultas online. Para trazer mais praticidade e conveniência aos seus consumidores, a Liv Up, startup de alimentação saudável, oferece um cardápio variado de refeições e porções ultracongeladas, snacks, além de opções de lanches doces e salgados, possibilitando que o cliente agende a entrega no horário que for mais conveniente para ele. Além disso, a empresa mantém um controle de qualidade dos ingredientes via incentivo da produção familiar e pequenos produtores.

Outro exemplo dessa tendência é o Supermercado Now, maior plataforma de supermercados online, que atende hoje mais de 1000 bairros da capital paulista além das regiões do ABC e Alphaville.

6. Caça ao desconto

Encontrar os melhores preços para itens de desejo é o que o consumidor mais procura na internet. Desde a recessão de 2008, que impactou a economia mundial, as pessoas têm buscado por ofertas baseadas em preços baixos, refletindo diretamente no crescimento de negócios baseados em descontos. É o caso da Promobit, rede social que reúne os melhores cupons e descontos do e-commerce brasileiro. Todas as ofertas passam por uma curadoria, garantindo que as lojas são seguras e os preços reais.

7. Espaço integrados e sociais

O mercado autônomo tem se desenvolvido em todo mundo. Por isso, a demanda por espaços de coworking, e de convivência em condomínios residenciais, também devem aumentar, assim como, a flexibilização dos espaços de trabalho para colaboradores. É o caso do CO.W., coworking que tem como objetivo conectar empresas, novas ideias e culturas diferentes em um clima voltado ao networking e à construção de um futuro cada vez mais próspero e empreendedor.

8. Cocriação

Seja por meio de recursos físicos ou digitais, as marcas agora podem tornar suas relações com os clientes cada vez mais íntimas, informais e, consequentemente, reveladoras. Conhecer o seu cliente e saber com qual a frequência que ele vai até a sua loja, são informações importantes para melhorar a sua experiência de compra. Para isso, a Propz, empresa que oferece soluções de CRM, inteligência analítica e big data que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada.

Fonte: IDGNow

O que as melhores agências para trabalhar têm em comum?

Equipe da Mirum, avaliada como a Melhor Agência de grande porte. Foto: Divulgação

As melhores agências para se trabalhar oferecem treinamentos e mentoria a seus colaboradores, estimulam a colaboração e caminham para o equilíbrio cada vez maior entre homens e mulheres em cargos de liderança. É o que mostra a sétima edição do ranking Melhores Agências do estudo Melhores Empresas para Trabalhar, divulgado nesta segunda-feira, 14.

Relativo ao ano de 2018, o levantamento foi feito com mais de 10 mil empresas em 59 países, considerando questionários quantitativos com colaboradores, comentários dos funcionários e avaliação de cultura e práticas das empresas. Na edição mais recente do estudo, participaram agências com no mínimo 30 funcionários: ao todo, foram 52 agências inscritas, contabilizando 7,3 mil funcionários.

Pelo segundo ano consecutivo, a Mirum, do grupo JWT, aparece como a melhor agência de grande porte para se trabalhar no Brasil (ver ranking abaixo).  Na segunda posição está a I-Cherry, do mesmo grupo, enquanto a RMA Comunicação manteve a terceira posição. Já entre as agências de médio porte, a primeira colocada é a DP6, à frente da Netza e da Audi Comunicação.

O incentivo ao bem-estar geral e ao desenvolvimento profissional dos colaboradores parecem ser unanimidade entre as agências premiadas pelo GPTW: 35% dispõem de verbas para programas de desenvolvimento; 40% oferecem cursos internos e 65% oferecem bolsas de estudos para cursos de idiomas, graduação e pós graduação. Ainda, 6 em cada 10 agências premiadas oferecem programas de coaching e mentoria aos funcionários.

Entre todos os colaboradores das agências premiadas, 15% foram promovidos durante 2018, taxa superior à de 2017 – que foi de 11%. Além disso, apenas 5% tiveram demissões em massa nos últimos 5 anos.

Fatores de retenção

A oportunidade de crescimento é o fator que mais “segura” os colaboradores nas agências, de acordo com 52% dos funcionários das 20 melhores agências. A qualidade de vida aparece como fator relevante para 24% dos funcionários, seguida do alinhamento de valores com a agência, importante para 13% deles. Só depois são considerados os benefícios e estabilidade profissional, apontados como os mais relevantes por 8% e 2% dos colaboradores, respectivamente.

Ainda, quanto maior o número de feedbacks dado aos colaboradores, maior é o índice de confiança em uma agência: cerca de 46% dos funcionários das agências premiadas receberam mais de três feedbacks no ano passado. “Incentivamos e cobramos que nossa liderança faça conversas periódicas com os times, pois assim conseguimos identificar o clima da área, da empresa e ajudá-los no desenvolvimento e crescimento profissional”, exemplifica Guilherme Gomide, CEO da Mirum.

Em 2018, a agência implementou campanhas e treinamentos de conscientização sobre o assédio moral, sexual e o machismo no ambiente de trabalho. No período, também criou um grupo de debate sobre diversidade, uma aceleradora de talentos para estagiários e estendeu a licença maternidade e paternidade.

Escritório da DP6, considerada a melhor agência de médio porte. Foto: Divulgação

A DP6, agência de performance considerada a melhor de médio porte, faz o monitoramento constante da satisfação dos funcionários para entender se estão recebendo desafios interessantes e adquirindo novos aprendizados. “Temos um plano de carreira claro e estruturado: todos recebem feedbacks constantes e temos avaliações 360º e de desempenho a cada seis meses. Isto faz com que as pessoas percebam que estão evoluindo”, afirma Fernanda Rezende Soares, responsável pela área de RH da agência.

Após as avaliações de desempenho, todos os colaboradores constroem um plano de desenvolvimento individual, e então sentam-se com os líderes mensalmente para fazer um acompanhamento e direcionamento de carreira.

Além de programas de educação continuada e horários flexíveis, as melhores agências para trabalhar costumam dar prioridade para seus próprios colaboradores na hora de preencher vagas de destaque. “Falamos abertamente sobre carreira e reconhecemos nosso time. As oportunidades existem para quem faz a diferença”, acrescenta Guilherme.

 

Equipe da Netza, segunda colocada entre as agências de médio porte. Foto: Divulgação

A Netza, que desde a primeira edição do ranking esteve entre as 5 primeiras colocadas, busca ainda manter um sistema de gestão mais colaborativo. “Nossa política de gestão horizontal tem como princípio básico uma estrutura sem valorização de relações de poder. Nossa dinâmica é mais participativa, nas quais as decisões são tomadas em conjunto”, afirma Fabiana Schaeffer, sócia-diretora da agência.

Lideranças

Conforme aponta o estudo, a maioria das agências reconhecidas pelo Great Place to Work caminham para um ambiente de trabalho igualitário em termos de gênero. As mulheres ocupam cerca de 54% das funções de média liderança e 46% dos cargos de alta liderança nas agências premiadas. Contudo, entre as 20 principais agências da lista, o cargo de CEO é ocupado por mulheres em apenas seis. O perfil médio dos CEOs é de profissionais com cerca de 42 anos, os quais ocupam o cargo há nove anos, em média.

Na relação com os líderes, colaboradores valorizam a capacidade de gerenciamento de pessoas e negócios, o respeito às suas questões profissionais e pessoais e a imparcialidade em relação a todos os funcionários.

A DP6, por exemplo, aposta em um formato de liderança acessível. “A liderança busca deixar todos os colaboradores informados sobre a estratégia e planos futuros, conquistas e perdas. Todos os líderes são acessíveis e existe muita abertura para sugestões. Novas ideias são ouvidas e levadas em consideração, independente de cargo e tempo de empresa”, conta Fernanda.

Remuneração

Mesmo entre as agências mais atraentes, contudo, há opiniões críticas dos colaboradores sobre a remuneração e modelos de gestão. Cerca de 36% dos funcionários acham que as pessoas de sua agência não são pagas adequadamente pelo serviço que fazem. Outros 27% acreditam que chefes lançam mão do favoritismo em relação a funcionários e não envolvem os colaboradores em decisões que afetam suas atividades.

Fonte: Meio&Mensagem

Quantas são e o que fazem as martechs brasileiras

As martechs, startups que prestam serviços de marketing, já são 194 no Brasil. A constatação é do levantamento Liga Insights MarTechs, realizado pela aceleradora Liga Ventures em parceria com a Astela Investimentos. Do montante analisado, os serviços mais comuns prestados são relacionados a atendimento, produtividade, social media e comunicação, analytics, performance e ferramentas de fidelidade do cliente. Com menor representatividade estão CRM, vendas e geração de leads.

Para chegar ao número, a Liga Ventures analisou um banco de dados com mais de 11 mil startups no país durante o ano de 2018 e selecionou as mais promissoras prestadoras de serviços de marketing. O levantamento também considerou entrevistas de especialistas de empresas como Uber, Centauro, Mercado Pago, Magazine Luiza e XP Investimentos. “Essas startups auxiliam na criação e execução de estratégias e conteúdos nas áreas de marketing, além de ajudarem no gerenciamento de grandes times focando em produtividade”, diz Raphael Augusto, startup hunter da Liga ventures e responsável pelo estudo.

“Nosso ecossistema vem amadurecendo e, com isso, várias iniciativas em diversos setores vêm se estabelecendo. Por uma questão de proximidade do dia-a-dia do potencial empreendedor, que aí consegue avaliar de uma maneira mais clara a oportunidade de empreender, alguns setores saem na frente nessa corrida – como o varejo, afinal, todos nós compramos ou vendemos quase que diariamente, independente da nossa formação ou profissão”, reforça Raphael.

Das startups mapeadas, 42% estão na cidade de São Paulo seguidos por Florianópolis, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, São José dos Campos, Recife, Londrina e Goiânia. Marcelo Sato, sócio da Astela Investimentos, explicou em artigo recente no ProXXIma, que o resultado da junção entre marketing e tecnologia impulsionou o fortalecimento dessas empresas. “O primeiro desafio das empresas é a concepção de um produto que demonstre uma proposta de valor e o seguinte é construir o canal de distribuição para seu produto. Encontrada essa combinação, temos a gêneses de negócios que prosperam e crescem exponencialmente”, observa.

Outro estudo, o “100 Startups to Watch”, fruto de uma parceria entre a Editora Globo e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, identificou as 13 martechs brasileiras mais promissoras. Entre elas estão Contentools e Exact Sales, de Florianópolis, a Decision6 e Forebrain, do Rio de Janeiro, Meus Pedidos, de Joinville, Mindminers, SenseData, SocialMIner, Squid e Ramper, todas de São Paulo. Além de Tracksale, de Belo Horizonte, Zeeng, de Porto Alegre e Trakto, de Maceió. O estudo, que reúne outros segmentos além de marketing, demandou mais de cinco meses de análise de dados e selecionou as startups de um total de 1,3 mil inscritas.

Luiz Morcelli, CMO do Ahoy! Berlin, centro de inovação em São Paulo, afirma que as martechs são uma necessidade para as agências, consultorias e áreas de marketing das empresas. “Dentro desse ecossistema de inovação, dessa nova economia, elas complementam o trabalho das outras startups. Um exemplo próximo e recente é a InLoco e que acabou de ganhar o Caboré e passou recentemente por um programa de aceleração”, observa.

Fonte: Meio&Mensagem