Facebook vai marcar anúncios políticos e indicar quem pagou por eles

Campanhas com fins eleitorais serão marcadas como “Propaganda Eleitoral” no Facebook e exibirão CPF ou CNPJ do responsável

Com a proximidade das eleições no Brasil, o Facebook vem adotando medidas para tratar com mais transparência as campanhas políticas divulgadas na rede social. Nesta quinta-feira (9), a companhia anunciou uma delas: vai marcar conteúdo político patrocinado e indicar quem está pagando por ele.

Mais precisamente, os anúncios com temática política deverão ter uma marcação na parte superior com os dizeres “Pago por” seguido do nome da entidade ou pessoa física responsável por promover aquele conteúdo na rede social.

 

Tem mais: se os anúncios forem marcados especificamente como eleitorais — fazem campanha direta para um candidato, por exemplo —, eles receberão a identificação “Propaganda Eleitoral”. O CPF ou CNPJ do responsável por promover anúncios desse tipo será informado junto à marcação.

Para veicular anúncios eleitorais na rede social, partidos políticos e candidatos deverão se registrar no Facebook e submeter documentos como número de CPF / CNPJ e comprovante de endereço para validação cadastral. Somente depois disso é que as campanhas serão liberadas.

Os anúncios autorizados começarão a ser veiculados em 16 de agosto. O Facebook disponibilizou esta página para registro e mais informações. A companhia também promete liberar uma “biblioteca de anúncios” que indicará gastos aproximados com propagandas eleitorais, o público-alvo destas e outras informações relacionadas.

De acordo com o Facebook, o Brasil é o segundo país em que a rede social passa a sinalizar anúncios com fins políticos. O principal objetivo com as medidas de transparência é tornar o serviço um ambiente menos tóxico, por assim dizer, durante o período de campanha eleitoral.

Mas não é só por isso que as medidas foram criadas: elas estão conciliadas com um conjunto de regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Presumivelmente, as medidas também deverão ajudar o Facebook a evitar escândalos similares ao da Cambridge Analytica.

Vale relembrar que combater fake news faz parte desses esforços. Recentemente, o Facebook removeu da rede social 196 páginas e 87 perfis brasileiros acusados de disseminar notícias falsas.

Fonte: Tecnoblog

Zeeng Protagonizando nas Eleições 2018

Entender um cenário político em constante transformação no Brasil nunca foi tão importante. Por isso a Zeeng coletou uma abrangente gama de dados, apresentando uma fotografia acurada – quantitativa – da militância dos presidenciáveis na web. Trata-se de um norte, neste terreno escorregadio, para a corrida eleitoral de 2018.

Nosso primeiro estudo das Eleições 2018 foi publicado no dia  27 de novembro de 2017 e você pode conferir aqui ou na íntegra:

 

Além de inúmeros clientes candidatos nas mais diferentes esferas: presidenciáveis, deputados, senadores e governadores a nossa Plataforma também tem pautado os principais veículos de comunicação do país nesta tão importante eleição onde o digital está mais presente do que nunca.

 

Você pode conferir matérias com base no levantamento realizado pela Zeeng:

Publicado pelo El País:

Segundo Maílson da Nobrega, chances do pré-candidato vencer eleições não passam de 20%

Publicados pela Veja:

Levantamento compara o volume de conteúdo sobre o ex-presidente entre agosto de 2017 e janeiro de 2018 em sites brasileiros

Alckmin, Bolsonaro e Ciro aparecem quase o mesmo tanto em matérias jornalísticas.

Os dois primeiros em números de seguidores.

Mais seguidores.

Em um cenário ruim, Bolsonaro se destaca.

 

Já pensou em entender o seu posicionamento e compara-lo com o seu ambiente competitivo? Verificando a veracidade das notícias e acompanhando em tempo real suas redes e as de seus concorrentes? Experimente a primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de Marketing e Comunicação do mercado brasileiro.

Zeeng: conheça a plataforma de big data analytics voltada para marketing e comunicação

Entrevista para a Revista VendaMais

Entender o seu posicionamento no mercado e comparar com seu ambiente competitivo, por meio de uma plataforma de big data analytics,voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Essa é a proposta da Zeeng, empresa de Porto Alegre que visa trazer, com uma interface simples e intuitiva, dados e informações para auxiliar na tomada de decisões.

Confira nesta entrevista com o CEO da Zeeng, Eduardo Prange, como esta funcionalidade pode auxiliar a compreender o comportamento de mercado e gerar insights para gestores.

Para começar, vamos falar um pouco da Zeeng: o que fazem e o que oferecem exatamente?

A Zeeng oferece uma plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação. Apostamos em uma interface simples e intuitiva para que os nossos clientes possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores. E também acompanhar as ações das marcas de seu interesse no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

A plataforma opera em três vertentes principais:

  • Web Analytics;
  • Monitoramento de notícias;
  • Análise de comportamento de marcas em mídias sociais.

Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que facilitam a geração de insights. Todo conteúdo capturado é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções sólidas do mercado, auxiliando os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing em suas empresas.

Quais as principais tendências por parte das empresas que você vê hoje ocorrendo na questão do uso de big data analytics na área de Marketing?

Eduardo Prange: CEO da Zeeng

Eduardo Prange: CEO da Zeeng

O mercado está aquecido e passando por um processo de amadurecimento. O tema big data analytics e data driven marketing está na pauta prioritária de todo e qualquer CMO contemporâneo.

O que vemos é uma grande oportunidade das empresas se apropriarem de dados externos como forma de se diferenciarem competitivamente no mercado. Porém a oportunidade ainda esbarra na dificuldade de incutir essa tecnologia no dia-a-dia. Seja por questões de cultura ou até mesmo por desconhecimento técnico.

Acredito que esse processo evolutivo ganhará ainda mais força em 2018. E os CMOS passarão a contar com o apoio de profissionais capacitados em “data science”. Esses profissionais, por sua vez passarão a exercer um espaço cada vez mais estratégico nas organizações, ocupando o “C level”, como CDOs (Chief Data Officer), fornecendo insumos para tomadas de decisões que transcendam a área de marketing das organizações.

Uma vez que tenhamos essa imersão dos CDOs nas organizações, acredito que iniciaremos verdadeiramente de maneira eficaz a operar o marketing com uma série de tecnologias de inteligência artificial e machine learning. Isso elevará e potencializará ainda mais os resultados obtidos pelas empresas em suas ações e campanhas.

Imagine que uma empresa está pensando em usar big data analytics para melhorar sua comunicação. Por onde deve começar? De maneira sucinta e objetiva, quais as suas principais recomendações?

Acredito que esse processo deva acontecer com o acompanhamento dos parceiros de comunicação (agências e consultorias de marketing) das empresas. Sem sombra de dúvidas, os parceiros são fundamentais para que a imersão neste “novo” mundo seja ainda mais efetiva para as empresas.

O que sempre digo para os nossos clientes é: não tenha medo de experimentar, errar, aperfeiçoar e evoluir. Mesmo no universo do data driven marketing, não existe receita de bolo. O que existe é um arsenal tecnológico que pode e deve fazer parte do dia-a-dia das organizações como forma de empoderar os gestores de marketing a tomarem decisões baseadas em evidências informacionais de seus mercados.

E é de suma importância que exista consciência de que este é um caminho sem volta. Em países desenvolvidos como Estados Unidos, Inglaterra, França e Espanha, o data driven marketing já deixou de ser tendência. Ele se tornou crucial nas organizações há pelo menos três anos.

Quais são os erros mais comuns que você vê as empresas cometendo em relação a este assunto específico? O que você acha que DEIXOU de funcionar, mas ainda tem empresas fazendo?

Como existe um volume muito representativo de dados dentro das organizações, elas acabam investindo energia para aperfeiçoarem a extração de valor que os mesmos podem proporcionar. E acreditam na tomada de decisão limitada e embasada no que lhes pertencem.

O fato é: as empresas possuem “dados em casa”. Mas o que efetivamente elas fazem com eles?

Não estou dizendo que os dados internos não geram valor! Estes têm de fato muito valor, mas de maneira alguma podemos desconsiderar o cruzamento e integração com os dados relacionados ao ambiente externo das organizações.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando maiores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são somente alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes.

Dessa lista de erros, qual você considera o mais grave? Por quê?

Subestimar o valor e poder dos dados! Existem muitos gestores de marketing que estão enxergando tudo isso como tendência, algo do futuro, com baixa prioridade em suas organizações. O fato é que se eles não se conscientizarem de que este é um caminho sem volta, podem levar as suas empresas à falência.

Qual seu diferencial em relação a outros possíveis concorrentes? Por que vocês são diferentes de outros fornecedores da área?

Atualmente no Brasil não existe nenhuma plataforma que ofereça a mesma proposta de valor ao mercado de comunicação e marketing como a Zeeng. Resolvemos um problema informacional relacionado à inteligência competitiva e levamos evidências para os nossos clientes tomarem as melhores decisões.

Desenvolvemos a primeira plataforma de big data analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Consolidamos em uma única plataforma o que antes nossos clientes encontravam de maneira fragmentada e desintegrada em diferentes ferramentas. Isso possibilita um cruzamento informacional extremamente ágil, em tempo real. E permite uma tomada de decisão baseada em evidências e não mais apenas pelo “big idea” ou pelo “feeling” criativo.

Com tanta experiência na área, quais dicas ou informações você vê sendo dadas pela mídia em geral sobre este assunto com as quais claramente não concorda?

Vejo muita “fumaça” em cima do termo big data, do uso de inteligência artificial e sobre robôs substituindo pessoas nas organizações, que por sua vez ficarão desempregadas. Entendo que esse processo de transformação e evolução esteja relacionado à realocação das competências profissionais. Um grande exemplo disso está relacionado a escassez dos profissionais de ciência de dados, extremamente valorizados (estou falando em âmbito global). Ou seja, quem serão os “operadores” destas máquinas que estão sendo e ainda serão criadas?

Que tipo de empresa pode se beneficiar dos serviços/produtos oferecidos pela Zeeng?

A aplicação não se restringe a um perfil específico de empresas, e sim à maturidade e ao nível de competição no qual esteja inserida. Quanto mais competitivo o mercado for e/ou maior apelo ao consumidor final a empresa possuir, maior será a aderência com o nosso negócio.

Em outra ponta, existem as agências de comunicação em geral (tradicionais, digitais, PR, etc.) que possuem uma grande percepção de valor sobre a plataforma. Elas utilizam a Zeeng em diferentes áreas: comercial (para fortalecer o speech na aquisição de clientes), planejamento, criação, conteúdo e mídia.

Damos condições dos profissionais das agências atuarem de maneira fundamentada (orientada por dados) e mensurável em tempo real, permitindo a correção de rotas dentro das ações e campanhas propostas aos seus clientes.

Da mesma forma, que tipo de situação a Zeeng NÃO se propõe a resolver?

A Zeeng não presta Consultoria e/ou serviço de inteligência. Focamos no nosso modelo de negócio (SaaS), em que vendemos assinatura para a licença de uso da nossa plataforma.

Nosso core business está relacionado ao desenvolvimento de tecnologias que fortaleçam as áreas de marketing e comunicação.

Entendemos que os melhores parceiros para os nossos clientes (empresas) sejam as agências de comunicação e empresas de consultoria que possuem expertise para extração de valor, obtenção de insights e proposição de ações orientadas pelas evidências apresentadas na plataforma.

Onde uma pessoa que quiser saber mais sobre a Zeeng pode encontrar informações e tirar dúvidas?

O nosso principal canal é o nosso website: www.zeeng.com.br. As pessoas interessadas na plataforma da Zeeng podem se dirigir para o nosso blog ou até mesmo solicitar um “free trial” da plataforma.

Algum último comentário que queira fazer para os leitores da VendaMais?

Gostaria de agradecer pelo espaço e convite para esta entrevista e me colocar 100% à disposição para evoluirmos a conversa, conforme interesse do público, por meio do meu perfil no Linkedin: /eduardoprange ou até mesmo e-mail: eduardo.prange@zeeng.com.br. Um grande abraço a todos!

Fonte: Revista Venda Mais

Monitoramento é estratégia!

Mundo digital traz milhares de informações e a interpretação de cada uma delas. Os possíveis cruzamentos desses dados precisam estar presentes nas corporações

Conhecer o inimigo é a arte da guerra. Estar um passo à frente e entender o pensamento do seu adversário pode garantir uma vitória durante a batalha. No mundo dos negócios essa arte não é diferente. Conhecer seu concorrente, como ele pensa e o que ele faz, é muito importante para ter sucesso.Graças à internet, monitorar a concorrência se tornou mais acessível. E essa prática pode ajudar a embasar decisões, de forma que sejam assertivas e muito mais estratégicas. O mundo digital traz milhares de informações e a interpretação de cada uma delas, e os possíveis cruzamentos desses dados, precisam estar presentes nas corporações. Vivemos um momento em que o empreendedor não pode mais contar com a sorte ou achismos. Temos dados e eles precisam ser a base das tomadas de decisão.

Para sair na frente, comece listando seus concorrentes. Leia e pesquise o que fazem, onde estão, no que se diferenciam e como destacam no mercado que atuam. Isso exercita o olhar para o seu próprio negócio e te permite identificar melhorias necessárias, além de reforçar os pontos de vantagem que sua empresa tem.

Dê atenção aos websites, afinal eles são grandes conversores de vendas. Veja os pontos positivos, o que funciona ou não, mecanismos de busca, conteúdos. Tudo é relevante.

Monitore também o comportamento das marcas competidoras em seus canais sociais, eles são uma fonte inesgotável de informações que podem te ajudar a direcionar estratégias desde a criação até a divulgação de um produto ou serviço. É essencial conhecer as plataformas dos concorrentes, não apenas para descobrir tendências, mas também para analisar qual o tipo de estratégia de conteúdo e comunicação está sendo realizada e o nível de interação dos consumidores com as empresas.

Use a tecnologia a seu favor. Existem muitas formas de conhecer o seu mercado e os que nele atuam. Entretanto, como todo guerreiro, você precisa estar atento às mudanças e preparado para atacar.

Por: Eduardo Prange
CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Zeeng entre as AS 100 STARTUPS BRASILEIRAS PARA FICAR DE OLHO

Com mais de 1,3 mil inscritos, ranking 100 Startups to Watch aponta as empresas mais atrativas para investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

O impacto gerado pelas startups brasileiras pode ser observado em todos os setores e regiões do país — dos sistemas de gestão para lavouras familiares às plataformas de análise de dados para grandes indústrias, passando pelos softwares que estão transformando as áreas de educação e saúde. Em meio à efervescência desse cenário,o ranking 100 Startups to Watch surge como o mais novo e preciso radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

Resultado de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de coleta e análise de dados.

As informações relativas a inovação, mercado e escalabilidade das empresas foram analisadas por mais de 40 especialistas. Ao combinar abordagens quantitativas e qualitativas,conseguimos apresentar um panorama completo do setor. Com mais de 1,3 mil inscrições, o ranking traz ainda um levantamento inédito do ecossistema de tecnologia e inovação do país,incluindo perfil dos fundadores,rodadas de investimentos e volume de faturamento das startups brasileiras.

Mais do que apresentar uma fotografia estática, a pesquisa tem como objetivo formar uma base de dados que ajude a entender e estudar a comunidade de negócios de tecnologia no país. É uma iniciativainédita, que passará a ser realizada anualmente.

A lista completa, os perfis das empresas e os resultados da pesquisa podem ser lidos na revista da edição deste mês de abril que já está nas bancas e na edição digital de PEGN no Globo+. 

Conheça abaixo as startups selecionadas.

AGRONEGÓCIO
AgroTools
Alluagro
Grão Direto
Horus Aeronaves
Tau Flow
Tbit

EDUCAÇÃO
12 minutos
Agenda Edu
Dentro da História
Eadbox
Estante Mágica
Me Salva!
Quero Educação

FINANÇAS
Asaas
Celcoin
GuiaBolso
Monetus
Monkey Exchange
Nexoos
Rapidoo
Rebel
Verti

GESTÃO
Agendor
Arquivei
Contabilizei
Eficiência Fiscal
Espresso
Gupy
Owl Docs
Pin People
Rocket.Chat

IMPACTO
BChem
Biosolvit
Delfos
Hand Talk
MGov Brasil
Pop Recarga
QueroQuitar
Scipopulis
Stattus4
Sumá
Vixsystem
Zeg Environmental

INDÚSTRIA
Biomassa do Brasil
BirminD
I.Systems
TNS Nanotecnologia

LAZER E TURISMO
ClickBus
MaxMilhas
Netshow.me
Poppin

LOGÍSTICA
Bynd
Cobli
Logstore
Melhor Envio
Send4
Truckpad

MARKETING
Contentools
Decision6
Exact Sales
Forebrain
Meus Pedidos
MindMiners
Ramper
SenseData
Social Miner
Squid
Tracksale
Trakto
Zeeng

MODA E BELEZA
Beauty Date

REALIDADE VIRTUAL
Imersys

SAÚDE E BEM-ESTAR
Braincare
Carenet Longevity
Cíngulo
ePHealth
Fix It
Hi Technologies
Labi Exames
Liv Up
Oncotag
Pickcells
Portal Telemedicina
Tismoo

SERVIÇOS
DogHero
Flapper
Full Face
GetNinjas
IDwall
Instacarro
Justto
Nuper
Omnize
OriginalMy
Teravoz

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Back4app
Cognitivo.ai
Eunerd
Pluga
TotalVoice

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Quem tem medo do Big Data?

O tamanho assusta, mas quem ganhou confiança já entendeu que os dados são o melhor amigo dos jornalistas e das empresas.

A Zeeng é destaque na matéria de capa da revista Negócios da Comunicação. A matéria questiona: Quem tem medo do Big Data?
A reportagem apresenta a Zeeng como Plataforma que auxilia as empresas na análise de dados para a criação de estratégias de negócios e pode ser conferida na íntegra através do link: http://portaldacomunicacao.com.br/revistas/

 

8 startups brasileiras que podem ajudar a escalar o seu negócio em 2018

Soluções se debruçam em tecnologias emergentes como big data, analytics e inteligência artificial para movimentar o mercado B2B

 

No caminho sem volta da transformação digital, muitas empresas tradicionais e mesmo as nascentes podem se perder se não adotarem boas práticas digitais para os seus negócios.

É claro, nem todo negócio é igual ao outro, mas o que os diferenciam é o segmento de atuação. O comportamento, planos, visão empreendedora com foco em inovação são os grandes desafios para se ter sucesso.

Na lista abaixo, selecionamos oito startups brasileiras que desenvolvem soluções dedicadas ao mercado B2B e que podem ajudar a escalar o seu negócio em 2018.

Vianuvem

A startup oferece uma plataforma para gestão de documentos e processos em nuvem para empresas, chamada de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED). A tecnologia prevê gerar, controlar, armazenar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos. A solução digital, segundo Fredy Evangelista, CEO da Vianuvem, traz redução no uso de papéis e otimiza os processos internos como contratos, notas fiscais, entre outros. O serviço avalia as necessidades específicas do cliente e oferece um sistema modular, o que possibilita a implantação gradativa do GED.

upLexis

A empresa oferece tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados extraídos da internet e de outras bases de conhecimento, disponibilizando informações relevantes para outras empresas escalarem. Utilizar dados extraídos de do chamado big data pode dar vantagens competitivas para conhecer clientes, gerar novos leads e evitar fraudes com compliance.

Zeeng

Por meio de uma plataforma com interface simples e intuitiva, a Zeeng criou uma plataforma de big data analytics para o setor de marketing e comunicação. A startup atua junto às companhias da área para antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado e dos seus consumidores.

Propz

A startup oferece um sistema de inteligência artificial e big data para o varejo e serviços financeiros e é pioneira na aplicação dessas tecnologias que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada. A tecnologia proporciona um aumento de até 10% no ticket médio e mais de 6% na frequência em lojas.

Tracksale

Com a premissa de utilizar pesquisas no pós-venda para identificar e resolver os principais problemas e gargalos dos consumidores, a Tracksale oferece uma solução tecnológica para melhorar a experiência de compra. Com tecnologia Net Promoter Score do Brasil (NPS), a plataforma permite que as marcas possam coletar, de forma ágil e fácil, seus feedbacks, feitos por meio de uma única pergunta realizada via e-mail, SMS, websites, widget e aplicativos: “Em uma escala de zero a dez, quanto você recomendaria a empresa e o porquê?”.

Cobli

A startup paulistana, especializada no controle de frotas, telemetria e roteirização, desenvolveu um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de inteligência artificial e com mais de um bilhão de quilômetros registrados, a empresa monitora e entrega relatórios que avaliam a logística, rastreamento de veículos, roteirização e acompanhamento do modo de condução dos motoristas.

Konduto

A startup tem como objetivo monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile e, com isso, calcular em menos de 1 segundo a probabilidade de fraude em uma transação on-line. Além disso, o sistema também leva em consideração informações “básicas” da análise de risco, como geolocalização, validação de dados cadastrais e características do aparelho utilizado na compra (fingerprint), gerenciamento de regras condicionais e revisão manual.

Trustvox

O consumidor está cada vez mais exigente antes de adquirir um determinado produto, por isso eles estão em busca de sites que prezam pela transparência e sinceridade. Pensando nisso, a Trustvox desenvolveu solução que certifica reviews no Brasil, assegurando a veracidade das avaliações. O propósito é tornar o mercado do e-commerce mais transparente e, por consequência, gerar cada vez mais vendas aos comerciantes.

Fonte: IDG Now

Notícias sobre Lula aumentam 241% no mês do julgamento do TRF4

Levantamento compara o volume de conteúdo sobre o ex-presidente entre agosto de 2017 e janeiro de 2018 em sites brasileiros

Um levantamento obtido com exclusividade por VEJA mostra que o número de notícias sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cresceu 241% entre agosto de 2017 e janeiro de 2018, mês em que Lula foi julgado e condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre. Em agosto de 2017, foram publicadas 6.927 notícias sobre o petista enquanto em janeiro de 2018 foram 23.619 notícias.

O levantamento foi realizado pelas empresas gaúchas Zeeng, que trabalha com análise de big data, e Essent Jus, que atua na prestação de contas para políticos. O levantamento considerou os cinco mil sites brasileiros mais acessados. “Temos acesso a 200.000 portais, mas a gente restringe a busca pelo critério de relevância e número de acessos, por isso os dados ficam restritos aos cinco mil sites mais acessados”, explicou à reportagem Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Entre dezembro de 2017, quando o ex-presidente já estava em evidência por causa do julgamento, o número de notícias foi de 11.690, um crescimento de 102% em relação ao mês de janeiro.

O levantamento também analisou o perfil de Lula no Facebook. O maior número de interações ocorreu na véspera do julgamento, dia 23 de janeiro, em uma postagem com 56.900 comentários. No dia seguinte, a postagem com o discurso na Praça da República, em São Paulo, teve 17.000 compartilhamentos.

Já na página oficial do político no Facebook, o volume de interações de maior destaque foi para as postagens que o ex-presidente compartilhou no dia 23, um dia antes do julgamento, com 56.900 comentários, e no dia 24, após o julgamento em discurso realizado na Praça da República, com 17 mil compartilhamentos. No Twitter, a postagem após a condenação teve 3.900 compartilhamentos.

“O grande engajamento é por parte de sua militância, das pessoas que são a favor a ele. Os movimentos contra o ex-presidente não aconteceram dentro dos seus canais, mas em outros canais ou pessoas espontaneamente falando”, explicou Prange sobre as reses sociais.

Se fosse uma batalha entre adversários por engajamento on-line, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) seria o vencedor. A postagem em que ele aparece ao lado de uma televisão acompanhando o voto do relator do recurso de Lula, o desembargador João Pedro Gebran Neto, teve 47.000 compartilhamentos, mais que o dobro dos compartilhamentos do discurso de Lula.

Fonte: VEJA

Big data: como tornar as estratégias de marketing mais assertivas?

Conjuntos de dados grandes e complexos perdem seu potencial se gerenciados apenas por meio de processos tradicionais

O big data, termo popular nos últimos anos, descreve um grande volume de dados armazenados na internet. A quantidade desses dados no mundo tem dobrado a cada dois anos e atingirá 40 trilhões de gigabytes em 2020, de acordo com estatísticas do Gartner e IDC – Instituto de Inteligência de Mercado.

Entretanto, essa tecnologia ainda não é comum aos tomadores de decisão, que não entendem ao certo o que podem fazer com todas as informações obtidas por meio do Big Data Analytics. Um estudo feito pela The Economist Intelligence Unit revela que 35% dos executivos acreditam que o grande obstáculo para empregar esses dados é a falta de conhecimento de como utilizá-los em seus setores.

O grande X dessa questão está aí. Não na quantidade de dados oferecidos, mas no que as empresas têm feito com essas informações. Conjuntos de dados grandes e complexos perdem seu potencial se gerenciados apenas por meio de processos tradicionais. Análises estratégicas geram valor para seus negócios e serão um importante diferencial competitivo nos próximos anos.

Quando usados de forma correta, os dados possuem potencial para extrair insights, reduzir custos de operações, desenvolver novos produto, criar ofertas otimizadas, entre muitas outras vantagens. Falar com o público-alvo da sua empresa nunca foi tão complexo e ao mesmo tempo tão assertivo. Consumidores omnichannel, cada vez mais conectados, espalham ricas informações por onde se conectam. O que podemos fazer com tudo isso? A tecnologia big data e as novas formas de processamento oferecem infinitas possibilidades de se aproximar, comunicar e cativar a atenção seu cliente, viabilizando a otimização das experiências que ele tem com a sua marca.

Um dos recursos utilizados atualmente pelas agências de comunicação é o data driven marketing. Termo que se refere ao uso dos dados para análise e tomada de decisão empresarial. Ele permite que o marketing fale exatamente o que o consumidor deseja ouvir ou ler. Com esses dados, a empresa pode se antecipar e fazer projeções de acordo com o comportamento do cliente agora e no futuro, desenvolvendo estratégias objetivas.

Um bom exemplo sobre o uso de big data a favor das melhorias da comunicação entre empresa e consumidor é a rede de franquias McDonald’s. Eles usam os dados não estruturados, como fotos, localização, gênero, faixa etária e assuntos mais discutidos do momento em redes sociais, para o trabalho de brainstorm. Parecem informações “básicas”, mas, quando bem analisadas, auxiliam na criação de campanhas assertivas, que estimulam a conversão de prospects em novos clientes e fidelizam o seu atual consumidor.

Por fim, declaro: não existe mais a possibilidade de as empresas não unirem o marketing off-line ao online. É preciso convergir e integrar. Use a tecnologia a favor do seu negócio.

Fonte: Proxxima

Zeeng é destaque na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

100 ideias de futuro para montar o seu negócio em 2018

A Zeeng foi destaque na edição da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios na matéria de capa sobre as startups que vêm se destacando em meio à revolução digital que dominou todas as áreas da economia.

A reportagem sobre as 100 ideias de futuro para montar o seu negócio em 2018 apresenta ferramentas como algoritmos de inteligência artificial, plataformas de realidade virtual e dispositivos de internet das coisas que já estão disponíveis para empresas de qualquer tamanho ou setor.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios