CCXP: o épico feito experiência

A CCXP 2018, que se realizou em São Paulo semana passada, pode ser considerada, sob vários aspectos e sem medo de errar, como o maior festival de cultura pop do mundo. Já explico porque.

Mas o mais importante a considerar sobre a CCXP, sob a ótica na nossa indústria, talvez não seja isso.

A Comic Con Experience 2018 é um evento que faz parte de um mundo que a indústria do marketing e da comunicação considera uma espécie de universo paralelo, o mundo geek e da cultura pop. Lá habitam seres alienígenas, que se comportam e se vestem de forma estranha, viciados em conteúdos em série e jogos de toda natureza. Eu, hein?

Pois esse povo tem super-poderes. Movimenta hoje algo perto de US$ 2,2 trilhões, globalmente. Esse é o volume de dinheiro da indústria do entretenimento. A indústria da mídia publicitária, nosso mundinho dominado e particular, deve movimentar algo entre US$ 600 e US$ 700 bilhões este ano.

POW! Santa cegueira, Batman!

A maior parte desses investimentos passa, como naves especiais de Star Wars, apenas na estratosfera da nossa indústria, agências e publishers. Mesmo os anunciantes e suas marcas não endêmicas (aquelas que não fazem parte natural desse mundo extra-mídias de massa) não parecem muito entusiasmadas com o que multidões de consumidores em todas as partes do mundo já estão. Consumidores não, fãs. Registre-se.

Mais de 100 marcas estiveram na CCXP deste ano, um marco. Mas os chamados anunciantes de produtos e serviços de consumo foram tímidos.

Para citar apenas alguns e correndo o risco de esquecer outros, estiveram presentes na CCXP deste ano Ford, Havaianas, Oi e Hershey´s. E deu.

Algum craque de mídia de plantão, The Flash, vai rapidamente argumentar: mas só passaram por lá reles 260 mil pessoas. Quatro pontos de audiência de TV na Grande São Paulo, varinha de Harry Potter, já são mais que isso. Então, praquê, né?

Todo Superman tem seu momento criptonita.

Fãs do mundo geek são clusters globais de look alikes. Não são pontos de audiência, são um movimento cultural global contemporâneo anabolizado pelos tentáculos tecnológicos de uma cadeia sem fim de distribuição de conteúdo em plataformas digitais virtuais e experiências live memoráveis. Tudo interligado e hiper-conectado.

Como diz claramente a CCXP em tudo que faz… é um planeta épico. Globalmente épico.

Toda marca que se preza, deveria prezar gente assim. Numa rede assim. Num mundo assim.

É pop? Tá na Globo.

O pessoal lá da Globo parece que entendeu a saga. Tanto que várias de suas estrelas circularam, em carne e osso, pela CCXP. Foi o caso de Débora Falabella, Leandra Leal, Taís Araujo e Camila Pitanga, que foram entrevistadas ao vivo no estúdio streaming do evento, para o lançamento da nova série da Globo, Aruanas.

Mais que isso, a maior empresa de mídia da América Latina estava lá com dois grandes stands. E, pelo menos em mais uma operação da Omelete & Co., responsável pelo evento (já falaremos dela em seguida), o  GameXP, a Globo é também sócia do Omelete (os organizadores do Rock in Rio compõem igualmente a sociedade).

Opa, avisa o pessoal lá que não precisa. Anuncia só na própria Rede Globo, que basta.

Hummm, será?

Em um esforço conjunto para promover suas marcas, a Globo reuniu pela primeira vez todas as suas unidades na CCXP — GloboPlay, Globo, Globosat e Som Livre — em espaços com cenários personalizados, meet & greet’s com atores e produtores e experiências imersivas.

Globoplay na CCXP é a Globo abraçando não só o mundo geek, como a lógica do streaming e da programação on demand digital.

Desde 2015, o Telecine, grupo de canais de filmes da Globosat, são também parceiros da CCXP. Óbvio, por eles circulam alguns dos maiores sucessos de bilheteria do mundo do cinema, exatamente o mundo CCXP.

Mas não é só isso, Superman. É o conjunto da obra. A série toda.

Nem a Globo concorda que ela e os (poderosos, sem dúvida) pontos de audiência da TV convencional são um fim exclusivo em si. E, cada vez mais, entende que a diversidade e a complexidade emaranhada da cultura pop, e das marcas nela, tem agora novos horizontes. E está ocupando, sabia e estrategicamente, cada um deles.

Uma coisa, uma coisa. Outra coisa, outra coisa.

E todas as coisas se complementam. Sacou, Superman?

Por que Comic Con?

A expressão designa feiras de conteúdos da cultura pop espalhadas pelo mundo. As Comic Cons nasceram nos EUA, mais especificamente em San Diego, em 1970, quando quadrinhistas e amantes de quadrinhos (comics) de ficção científica se reuniram numa conferência (con) para apresentar trabalhos e trocar ideias sobre seu mundo  particular, repleto de ícones próprios.

As Comic Cons se alastram mundo afora e a de San Diego segue sendo emblemática, embora a realizada no Brasil ganhe a cada ano em representatividade.

“Essa pegada dos estandes dos grandes estúdios terem cada um sua ação de ativação especial, competindo entre eles para atrair os fãs, fomos  nós que criamos”, revela Otavio Juliato, sócio e CCO da Omelete & Co. Daí terem decidido colocar o XP, de experience, no nome do festival.

Otavio lembra ainda que, ano passado, a atriz Fernanda Montenegro, homenageada no evento, chamou a atenção dos organizadores para o fato de que a CCXP, como realizada no Brasil, é uma grande peça de teatro performático ao vivo.

Quem foi lá tem que concordar com ela.

Pierre Mantovani, sócio e CEO da O&CO, explica que a CCXP “não é um evento, é a celebração de todo o diálogo com os 15 milhões de fãs que o Omelete tem todos os meses, conversa todos os dias, fideliza o ano todo. E é óbvio que isso faz com que nossa relação seja mais do que os 4 dias e meio de evento ao vivo para nosso público. Nesses 5 anos de CCXP, conseguimos convencer a indústria de entretenimento que opera no Brasil a fazer como nós, investir em seus fãs. Acho que temos esse mérito. Todas as empresas que estão no festival, do menor varejista que comercializa uma simples camiseta, aos maiores estúdios de Hollywood, todos ativam sua presença aqui cativando de alguma forma o público. Somos o único evento do gênero a ter propriedades, conteúdos e ativações próprias. Investimos muito nisso. E nosso exemplo acaba por puxar as marcas a fazerem o mesmo”.

Bate um ovo aí

Omelete & Co. é a companhia hoje com atuação internacional que organiza a CCXP no Brasil desde 2014. E parece que tem feito direitinho.

Vamos aos números que fazem da CCXP de São Paulo o maior evento global da cultura pop.

260.000 visitantes. 115.000 metros quadrados. 2.000 jornalistas e influencers de 20 países. 42 celebridades de Hollywood, com destaque para Sandra Bullock e Jake Gyllenhall. 530 quadrinhistas, nacionais e internacionais. 10 dos maiores estúdios do mundo (Netflix, Disney, Warner, Fox, Amazon Prime, HBO, Paramount, Cartoon Network, Universal e Sony Pictures).

   

Jake Gyllenhall (foto Estado) e Sandra Bullock (foto E News)

    

Os atores Sam Holland, Jacob Batalon e Jake Gyllenhaal, de Homem Aranha, aparecem de surpresa no auditório-cinema da CCXP. Ao lado, Brie Larson, a Capitã Marvel.

O único que pode ser comparado com ele é o San Diego, mas este ano a CCXP, com seus números impactantes, conseguiu ser ainda maior que o original.

O barato geek

O pessoal que gosta, consome e come com farofa os conteúdos produzidos pelos maiores estúdios de cinema do mundo e os maiores fabricantes de games do Planeta, assim chamados geeks ou nerds, ou o que for, são uma audiência engajada por definição. Vivem profunda e literalmente as séries, filmes e jogos que consomem.

A maior expressão viva disso são os cosplay. Cosplay é uma arte de performance ao vivo em que os caracteres são apresentados por artistas ou performers amadores, vestindo roupas (costumes – cos) e interpretando (play) personagem populares.

É um barato.

              

Vingadores acabam sendo destaque.

   

Fã posa séria, caracterizada de Superwoman. E adolescentes se preparam para virar Mulher Maravilha.

O evento este ano contou com seu auditório-cinema de 3.500 metros, em parceria com Cinemark…

… 105 áreas para os tradicionais estúdios produtores de conteúdo (filmes e séries) …

       

… um novo e gigante player desse universo …

… uma área para quadrinhistas, o Artists Alley, patrocinada pela Ford …

… além de uma arena para eSports e palcos para blogeiros e influencers.
A Omelete & CO vai realizar este ano também a Comic Con da Alemanha e tornou-se um player respeitado na cena internacional do mundo geek e da cultura pop. Nasceu como um site de quadrinhos em 2000 e hoje, além do próprio site e das empresas CCXP e GameXP, atua ainda com sua plataforma de games e tech, The Enemy.
                                               Pra terminar, fica o agradecimento a um dos deuses desse Olimpo.

 

Fonte: Proxxima

Webinar: Como monitorar performance de atores políticos no ambiente digital

Em parceria com a Trêspontos, Zeeng Data Driven Platform promove o Webinar sobre como monitorar a performance de políticos no ambiente digital.

O Webinar traz o case de Thiago Ribeiro que utilizou a plataforma durante as eleições para monitorar a candidatura de políticos, sendo dois deles elegidos nas eleições de 2018.

 

QUEM MINISTRA

Thiago Ribeiro: publicitário, criador da plataforma Trespontos e outros negócios digitais. Liderou a equipe de Inteligência, Monitoramento e Interações da campanha vitoriosa de Rui Costa ao governo do Estado da Bahia e da campanha que elegeu Jaques Wagner senador da República, nas últimas eleições. Atuou como professor universitário, consultor de Marketing para PMEs, Coordenador de Comunicação da Ouvidoria Geral do Município de Salvador, Ouvidor e Gerente de Marketing da Desenbahia.

Em parceria com a Trêspontos Zeeng promove o Webinar sobre como monitorar a performance de políticos no ambiente digital. O Webinar traz o case de Thiago Ribeiro que utilizou a plataforma durante as eleições para monitorar a candidatura de políticos, sendo dois deles elegidos nas eleições de 2018.

Confira abaixo mais informações:

Convidado especial: Eduardo Prange: Chief Executive Officer (CEO) e sócio da Zeeng. Empreendedor “Promessas Endeavor”. Possui MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT/SP. Sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais. Ainda é ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da ABRADI e nos anos de 2016 e 2017 foi vencedor do prêmio ABCOMM como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

PROGRAMA

Que eleições!?
Fluxo de trabalho que usei nas eleições
O case das últimas eleições
Kit de ferramentas
Modelo de relatório
Case de performance: com Zeeng
Métricas para tomada de decisão
Desafios para as próximas campanhas
Papo aberto

COMO FUNCIONA

Papo aberto com profissionais e estudantes, pensado como um espaço colaborativo de aprendizagem. No dia do evento, você receberá um link para participar e interagir ao vivo. Ao longo do evento, compartilhe dúvidas, impressões, ideias, referências e tudo que puder ampliar nossa troca.

Os encontros não serão gravados. Reúna sua equipe, assista na sua empresa, de casa, no metrô, de onde quiser. Vamos repensar as práticas, movimentar a comunidade, trocar experiências e ampliar nosso contato com profissionais de todo o Brasil.

RESUMO

08/01 (10 – 11h)
Online, Ao Vivo
Vagas limitadas
Certificado
Gratuito

Garanta sua vaga!

Zeeng Drops – #02 – Curadoria FIC 2017

Nos últimos dias 05  e 06 de outubro aconteceu em Porto Alegre o FIC2017, onde o tema desta edição foi sobre a Economia da Experiência, ou “Economy Experience”.

Nossa equipe esteve presente no evento e preparou com muito carinho uma curadoria em formato de debate para tentar de maneira objetiva resumir os principais observados no evento que contou com palestrantes e painealistas renomados internacionalmente como: Brian Solis, Fred Gelli, Silvio Meira, Jon “Maddog” Hall, Luciana Bazanella, Marcelo Trevisani, entre outros.

Na economia da experiência a indústria criativa ganha especial destaque e protagonismo. Embora as definições sobre indústria criativa ainda sejam genéricas e amplas, podemos afirmar que ela se caracteriza por ter na criatividade e no capital intelectual seus valores referenciais.

Em seu escopo de atividades poderíamos incluir as artes, o design, a produção de conteúdo audiovisual, os jogos, a tecnologia, a comunicação, entre outras tantas atividades que se estruturam a partir da criatividade, incluindo nisso a própria ação empreendedora. Enfim, é na indústria criativa que encontraremos todas as competências necessárias na construção de experiências memoráveis e transformadoras com marcas, pessoas, contextos e espaços.

Confiram o bate papo entre Cesar Paz (curador oficial do FIC2017) e Isa Longo (Consultora parceira da Zeeng) trazendo uma visão resumida e objetiva dos principais destaques do evento:

 O conceito de economia da experiência foi introduzido pela primeira vez em 1999, por Joseph Pine e James Gilmore, ambos especialistas em mercado pela Universidade de Harvard. As experiências representam uma já existente, porém não articulada, forma de resultado econômico. Ao se distinguir “experiências” de “atividades de serviço”, abre-se uma série de possibilidades de reconhecimento de um modelo econômico que vai de encontro ao pessimismo pós-industrial de encolhimento dos empregos ante o desenvolvimento tecnológico, e resignifica a econômia de serviços comoditizada, numa nova lógica que tem as pessoas e suas variadas formas de perceber o mundo no centro de toda atividade econômica.

A “economia da experiência” continuará com seus desdobramentos e, naturalmente, evoluirá para transformações cada vez maiores. Para aqueles que já interagem com o mundo dos negócios associado à experiência, as oportunidades são vastas, cabe escolher qual o papel a ser executado.

Painel Startups Exponenciais no FIC2017

Nos últimos dias 05 e 06 de outubro ocorreu o FIC 2017 – Festival de Interatividade e Comunicação. Para quem não pode presenciar o evento ou até mesmo acompanhar o painel sobre as Startups Exponenciais (Zeeng, Warren e TAG) segue o vídeo que registrou este bate papo entre os empreendedores Eduardo Prange (Zeeng), Tito Gusmão (Warren) e Arthur Dambros (TAG).

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Zeeng marcará presença no FIC 2017 em painel sobre as STARTUPS EXPONENCIAIS

Evento trará a Porto Alegre especialistas internacionais na área da tecnologia, da criação e do consumo, como Brian Solis e Jon “Mad­dog” Hall

O Festival de Interatividade e Comunicação (FIC17) trará ao BarraShoppingSul nomes de peso no universo da tecnologia, da criação e do consumo, como Brian Solis, estudioso sobre tecnologias disruptivas e seu impacto nos negócios e na sociedade, e Jon “Mad­dog” Hall, presidente da diretoria do Linux Professional Institute e CEO da Optimal Dynamics.

Em sua 13ª edição, o FIC terá três pilares de conteúdo: Technology Experience, Design Experience e Brand Experience (para discutir marcas). Nessas trilhas, palestrantes vão apresentar cases de sucesso e interagir com a plateia. O evento terá ainda food trucks, um espaço para troca de ideias e momentos de descontração com festas noturnas e networking (confira programação completa do FIC 2017).

– Debateremos o mais avançado estágio econômico, que vem depois do agrário, industrial e de serviços: é a economia da experiência, que tem como característica a boa experiência de consumo pela praticidade – afirma o curador do evento, Cesar Paz, fundador da AG2 Nurun (Grupo Publicis) e da Abradi-RS.

Serviços costumam ser calcados na tecnologia

Serviços do gênero costumam ser oferecidos de forma colaborativa e calcados na tecnologia, a exemplo de Airbnb, Uber, Spotify e Nubank, e podem inspirar novas startups, explica Paz. Esses serviços criam novos padrões entre os consumidores, que passam a defini-los como referência. Cases brasileiros também serão trazidos ao debate. A chegada ao Brasil da Comic Con Experience, evento de cultura pop que traz roteiristas de histórias em quadrinhos e desenhistas de renome internacional, será apresentada pelo autor do projeto, Pierre Montovani.

O FIC17 é direcionado aos profissionais de marketing e Tecnologia da Informação, agências de comunicação, start-ups, agentes digitais e empresas nativas da economia pós-digital. O evento é promovido pela Associação Brasileira dos Agentes Digitais – Regional Rio Grande do Sul (Abradi-RS), com a correalização do Seprorgs Plataforma de Negócios Digitais do RS, e tem patrocínio master do Grupo RBS.

Confira entrevista do Cesar Paz para a Patricia Knebel (Jornal do Comércio) sobre o Festival de Interatividade e comunicação (FIC) 2017:


O painel Startup Exponenciais ocorrerá ás 13:00 horas do dia 06/10 e contará com a presença dos empreendedores Eduardo Prange (Zeeng), Tito Gusmão (Warren) e Arthur Dambros (TAG Livros).

Alguns dos palestrantes do FIC 2017

Brian Solis – Futurista, estudioso de tecnologias disruptivas, líder em inovação e seu impacto nos negócios, autor de sete livros, entre os quais destaca-se X: The Experience When Business Meets Design.

Jon Maddog Hall – Presidente da diretoria do Linux Professional Institute e CEO da Optimal Dynamics. Estará acompanhado de seu parceiro de negócios Alex Karasulu, CTO da Optimal Dynamics.

Silvio Meira – Fundador e presidente do conselho de administração do Porto Digital, cocriador de uma das primeiras redes de business designers do Brasil, a IKEWAI, e do C.E.S.A.R, centro de estudos e sistemas avançados do Recife.

Pierre Mantovani – Empreendedor e CEO do Omelete Group. Também é sócio do investment banking Group Argent, com sede em Nova York, tendo trabalhado com acordos na América Latina.

– Eduardo Prange – CEO da Zeeng, primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de Marketing e Comunicação do mercado brasileiro.

Paulo Aguiar – Diretor de criação da Sapient AG2. No grupo Publicis, liderou criativamente operações digitais e integradas como Publicis Modem, Nurun, Sapient.

 – Edson Erdmann – Jornalista e empresário, diretor de televisão, cinema, shows e espetáculos. Foi professor da PUCRS e atuou como diretor artístico na RBS TV e também na TV Globo.

Bárbara Mattivy – Fundadora da Insecta Shoes, marca de sapatos ecológicos e veganos produzidos no Brasil. É formada em Marketing pela UFRGS e pós-graduada em Comunicação de Moda pelo IED de Milão.

Edson Matsuo – Tem formação acadêmica em arquitetura e urbanismo. Trabalha há mais de 40 anos com design, tendo como foco principal a chamada inovação “não tecnológica”.

Samantha Souza – Coordenadora da Gastromotiva, no Rio de Janeiro, uma Oscip que busca transformar a vida de pessoas em vulnerabilidade social por meio da comida, e principal responsável pela gestão do projeto Refettorio Gastromotiva.

Serviço

O quê: FIC17 – The Experience Economy
– Quando: dias 5 e 6 de outubro
– Local: Centro de Eventos BarraShoppingSul (Av. Diário de Notícias, 300), em Porto Alegre
– Convite: R$ 520 para os dois dias. Estudante paga meia.
– Programação em www.fic17.com.br/programacao/
– Inscrições: bit.ly/inscricaofic17