Rock In Rio é festival com maior presença digital no Brasil

Segundo levantamento realizado pela Zeeng Data Driven Platform, primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado brasileiro voltada ao setor de Marketing e Comunicação, o Rock in Rio é hoje o festival com a maior presença digital no Brasil. O evento carioca possui a maior média de visitantes diários, tempo de visita e exibições da webpage, seguido pelo Lollapalooza e o Tomorrowland, respectivamente.

A pesquisa mapeou as últimas edições de cinco grandes festivais de música no Brasil – Rock in Rio 2017, Lollapalooza 2017, Tomorrowland 2016, João Rock 2017 e Planeta Atlântida 2017. O levantamento ranqueou os eventos levando em conta uma combinação de fatores, como a média de visitantes diários, tempo de visita, taxa de rejeição, percentual de visitas oriundas de mecanismos de busca, exibições da webpage e o total de notícias publicadas nos últimos seis meses que antecederam a data de cada um dos eventos.

Neste período, o RiR registrou 7426 notícias publicadas em veículos noticiosos. O evento ainda apresenta a maior taxa de visitas por pesquisa, com 65%, e a menor taxa de rejeição, com apenas 36%. O Lollapalooza, festival que é marcado pelo Pop Rock Indie, registrou 58% das suas visitas oriundas de mecanismos de busca e uma taxa de rejeição de 73%. Os visitantes da página do Lolla costumam navegar por cerca de dois minutos no website do evento.

Já o João Rock, tradicional festival de rock do interior do Estado de São Paulo, possui a maior taxa de rejeição entre os cinco analisados, com 95%. Além disso, o evento também registrou uma das mais baixas médias de tempo de visita em seu website, com cerca de um minuto de navegação, perdendo apenas para o Tomorrowland, que registrou 57 segundos.

“Em plena era digital, a marca que investe em sua presença online acaba, sem dúvida, se destacando em seu mercado. O Rock In Rio é um ótimo exemplo disso, pois possui um ativo digital muito valioso”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Dados da pesquisa na íntegra:

ROCK IN RIO

Última edição no Brasil: 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24/09/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 1º

Visitas por pesquisa: 65%

Taxa de rejeição: 36%

Tempo de visita: 00:03:16

Total de notícias: 7426 notícias – 15/03/2017 até 24/09/2017

 

LOLLAPALOOZA

Última edição no Brasil: 25 e 26/03/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 2º

Visitas por pesquisa: 58%

Taxa de rejeição: 73%

Tempo de visita: 00:02:02

Total de notícias: 1021 notícias – 25/10/2016 até 26/03/2017

 

TOMORROWLAND

Última edição no Brasil: 21, 22 e 23/04/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 3º

Visitas por pesquisa: 55%

Taxa de rejeição: 90%

Tempo de visita: 00:00:57

Total de notícias: 228 notícias – 21/11/2015 até 24/04/2016

 

JOÃO ROCK

Última edição no Brasil: 10/06/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 4º

Visitas por pesquisa: 52%

Taxa de rejeição: 95%

Tempo de visita: 00:01:02

Total de notícias: 224 notícias – 03/08/2016 até 03/02/2017

 

PLANETA ATLÂNTIDA

Última edição no Brasil: 3 a 4/02/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 5º

Visitas por pesquisa: website não indexado – não foi possível obter dados

Taxa de rejeição: website não indexado – não foi possível obter dados

Tempo de visita: website não indexado – não foi possível obter dados

Total de notícias: 224 notícias – 03/08/2016 até 03/02/2017

Fonte: Bem Paraná

Precisamos falar sobre números…

Uma coisa que me incomoda profundamente, mas profundamente mesmo, é o comparativo frio de números nas redes sociais. Quem tem mais seguidores, ganhou mais curtidas… Mas esses números realmente significam algo pro seu negócio? A razão de eles ocorrerem têm relação com o produto/serviço que você oferece ou, pelo menos, com o propósito da sua empresa?

Já falou-se bastante que não adianta acumular seguidores se eles não formam uma comunidade no entorno da sua marca, se eles não interagem com o que você posta. Mas a pergunta que me eu faço, vendo números de fora das empresas, é: o que a empresa ganha com esse likes?

Todo mês, a Zero Hora divulga o ranking da Torabit, no qual sua taxa de engajamento (considerando ações nos conteúdos publicados no Facebook, Instagram e Twitter) está em primeiro lugar num comparativo entre veículos de comunicação.


Fonte: www.torabit.com.br/portfolio-item/engajamento-dos-veiculos-brasileiros-nas-redes/

Quando eu li a matéria, a primeira coisa que eu observei foi o alto índice de engajamento da ZH no Instagram. E pensei “Bah, legal! Mas por que ele é tão alto em comparação a outros veículos, que provavelmente têm mais seguidores?”

Fui eu dar aquela espiadinha básica nos três perfis e realmente a questão do total de seguidores se confirmou: enquanto a ZH tem 256k, o Estadão tem 568k e a Exame tem 491k. Então, se não é o número de pessoas conectadas diretamente aos perfis que faz a diferença, tem que ser o conteúdo.

Os três prints foram feitos em sequência, no mesmo horário. E o que eu vi e me ajudou a entender um pouco do desempenho da Zero Hora é a relação forte que ela tem com seus seguidores. Dos 12 posts mais recentes, 9 são fotos dos leitores. Fotos lindas, por sinal, bem selecionadas a partir do uso da #doleitorzh.

Essa prática colabora com um maior engajamento por dois fatores. Primeiro, que a audiência curte <3 fotos esteticamente agradáveis em uma rede social de fotos. E, claro, porque com esses reposts, a ZH reforça a sua conexão com seus leitores, os gaúchos, além de dar visibilidade a pessoas em um momento que os likes de aceitação e reconhecimento são tidos como tão necessários.

A Exame também usa este expediente, publicando fotos dos seguidores, mas em menor quantidade. Enquanto isso, o Estadão foca sua comunicação nas notícias do dia, posicionamento que repete nas outras redes. Meus questionamentos que ficam, os quais me motivaram a fazer essa pequena análise, que pode sim ser vista como superficial (até porque eu a vejo dessa forma), são:

  1. Até que ponto esse conteúdo necessariamente não-informativo, por mais que facilmente aceito e consumível, é relevante para uma empresa que vende jornalismo, ou seja, informação?
  2. o que esse alto engajamento, puxado pelo conteúdo do Instagram, significa efetivamente para o trabalho de um veículo de comunicação?

Nada do que eu escrevo aqui é absoluto. São as minhas percepções, são pontos que eu sempre analiso a partir da exatidão inexata que os números nos oferecem. E pra quem tiver interesse, aqui tem mais informações.

Post escrito por Poli Lopes, jornalista, social media e doutoranda em Processos e Manifestações Culturais (Universidade Feevale).

 

Estudo do Mercado de Cervejas Artesanais no Brasil 2017

Este material foi produzido pela Zeeng para proporcionar ao público do Festival Brasileiro da Cerveja um breve relato da história, do momento atual e da perspectiva do mercado de cervejas artesanais.

Você conhecerá os estilos oferecidos pelas cervejarias participantes do evento, passará por Ásia, Europa e Estados Unidos, para então voltar ao Brasil, conhecer os perfis de consumidores, saber o que eles falam, entender os fatores de suas escolhas e projetar o consumo da bebida número 1 dos brasileiros nos próximos anos.

Baixe o estudo e aprecie sem moderação – Estudo Mercado Cervejas Artesanal Brasil 2017