Solicitar dados públicos anonimamente se torna mais fácil no Brasil com novos mecanismos do governo e da sociedade civil

Para jornalistas brasileiros, poder preservar a identidade ao solicitar dados públicos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) tornou-se mais fácil recentemente.

Na semana passada, o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) passou a permitir que cidadãos peçam informações a órgãos federais de forma “anônima”. Isso tornou o país um dos sete no mundo a proteger a identidade dos requerentes, de acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-Rio).

Com o novo dispositivo, o solicitante ainda precisa inserir seus dados pessoais ao fazer o pedido pela LAI, mas a identidade é conhecida apenas pela CGU, de acordo com reportagem do Estadão. Isso quer dizer que o servidor público encarregado de fornecer a informação não sabe quem fez a pergunta.

Embora a mudança valha apenas para instâncias federais do governo, os jornalistas que quiserem manter o anonimato ao requisitar dados a órgãos estaduais e municipais, assim como a federais, também podem recorrer a uma nova ferramenta da Open Knowledge Brasil chamada Queremos Saber. O nome é uma homenagem ao site de pedidos de informação criado pelo grupo Transparência Hacker em 2011, antes mesmo da LAI entrar em vigor.

A plataforma funciona como um intermediador para fazer perguntas a órgãos públicos. O usuário cadastra no site seu pedido, que é encaminhado ao governo em nome da Open Knowledge. Nenhuma informação pessoal é registrada — o usuário fica apenas com um número de protocolo que, posteriormente, dá acesso à resposta, segundo explicação no site do Queremos Saber.

Um dos criadores da ferramenta, Vitor Baptista, reúne os pedidos, descarta aqueles que não se encaixam no formato da LAI e protocola junto aos órgãos governamentais as perguntas. “Esse processo é fácil de ser replicado em outros países, até porque esse problema não é exclusivo do Brasil. O Queremos Saber é um sistema muito simples, porque é feito de forma manual”, explica Baptista ao Centro Knight.

Para o repórter do Estado de S. Paulo especializado em LAI Luiz Fernando Toledo, garantir o anonimato dos requerentes pode evitar o enviesamento das respostas e, consequentemente, melhorar a qualidade do material enviado por órgãos públicos.

No ano passado, o jornalista revelou que um chefe de gabinete da prefeitura de São Paulo disse que iria dificultar a resposta dos pedidos feitos por Toledo e por repórteres da TV Globo e do Agora São Paulo. Em um áudio de uma reunião, o funcionário público diz querer fazer os profissionais desistirem de reportagens que poderiam ser negativas ao governo, tornando a obtenção de respostas por LAI mais trabalhosa. Após a revelação da gravação, o servidor foi exonerado do cargo. A prefeitura disse não haver irregularidades com a transparência.

Segundo a lei de transparência brasileira, os órgãos públicos não podem levar em consideração o motivo ou o autor das solicitações ao produzir as respostas. “[Nesse caso] mostramos que a prefeitura tinha dificuldade em cumprir a legislação, e isso continua sendo um problema até hoje”, diz Toledo ao Centro Knight.

Um relatório da organização Artigo 19 publicado este ano reuniu 16 ocorrências de intimidação judicial, pressão psicológica, exposição de identidade, perseguição política e sonegação de informações em pedidos de LAI.

Por essas razões, proteger a privacidade dos cidadãos que requerem informações públicas é uma reivindicação importante dos defensores da transparência no Brasil, segundo especialistas. O país já havia feito um compromisso nessa área em 2016, por meio da iniciativa internacional Open Government Partnership (OGP).

Novos desafios para liberdade de informação no Brasil

O próximo passo para a melhoria na transparência brasileira é estender a proteção da identidade de requerentes a outras esferas do poder público, diz Toledo. “No caso dos governos locais, o obstáculo é muito grande. Primeiro porque muitos nem têm canal de transparência, ou têm um canal precário. Existem problemas ainda mais básicos que a proteção de identidade. É justamente nesses casos que o problema é mais grave”, afirma.

Baptista destaca o fato de que o sistema de pedidos do Queremos Saber não pode ser automatizado pois não existe padronização na forma de registrar perguntas por meio da LAI entre as diferentes instâncias do governo. “Antes, se aceitava fazer pedidos por e-mail, o que facilitaria a automatização. Em outros países, é possível fazer perguntas dessa forma”, ressalta.

A forma com que o governo implementou a anonimização dos pedidos de LAI também é motivo de críticas. O fato de a CGU ainda conhecer a identidade dos requerentes não garante a segurança total do pedido, segundo Baptista. Especialistas apontam ainda para a necessidade de um órgão de controle independente para monitorar a qualidade das respostas.

Apesar desses fatores, Baptista percebe que, desde que a LAI foi sancionada, em 2012, houve melhoria na percepção do público sobre a importância da transparência governamental. “Lembro que pedi uma informação e os servidores imprimiram, carimbaram, assinaram, digitalizaram e me mandaram”, diz. “Para mim, o maior avanço que tivemos é a mudança cultural entre servidores público e cidadãos”.

Nota da editora: a colaboradora do Centro Knight Alessandra Monnerat, que escreveu este post, também trabalha para o jornal O Estado de S. Paulo, citado neste texto.

Fonte: Jounalism in the Americas

 

Bancos e setor de bebidas dominam ranking de marcas mais valiosas do Brasil, diz pesquisa

Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil continuam na liderança, como nos últimos seis anos, segundo a Interbrand; veja a lista.

As empresas do setor financeiro e de bebidas continuam na liderança do ranking das 25 marcas mais valiosas do Brasil em 2018, de acordo com uma pesquisa da consultoria Interbrand divulgada nesta quinta-feira (22).

Das cinco primeiras posições, três são bancos e duas são marcas de bebidas alcoólicas.

Como nos últimos seis anos, as cinco marcas de maior valor são Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil (veja abaixo a lista completa). Este ano, a marca Assaí passou a integrar o ranking, ocupando a 23ª posição, com um valor de R$ 459 milhões.

Itaú é a marca com maior valor de mercado do Brasil, segundo a Interbrands, com R$ 29,7 bilhões. — Foto: Sergio Moraes/ReutersItaú é a marca com maior valor de mercado do Brasil, segundo a Interbrands, com R$ 29,7 bilhões. — Foto: Sergio Moraes/Reuters

Itaú é a marca com maior valor de mercado do Brasil, segundo a Interbrand, com R$ 29,7 bilhões. — Foto: Sergio Moraes/Reuters

O valor total das marcas que compõem o ranking cresceu 2,7% em relação a 2017, se aproximando de R$ 120 bilhões. Das 25 marcas ranqueadas, nove perderam valor. Já as que estão no topo da lista ficaram ainda mais valiosas, com as cinco primeiras correspondendo a 75,8% do total, ante 75,3% no ano passado.

Veja abaixo as 25 marcas mais valiosas do Brasil em 2018:

  1. Itaú: R$ 29,7 bilhões (+6%)
  2. Bradesco: R$ 22,6 bilhões (+2%)
  3. Skol: R$ 16,9 bilhões (+6%)
  4. Brahma: R$ 11,3 bilhões (+1%)
  5. Banco do Brasil: R$ 10,1 bilhões (-2%)
  6. Natura: R$ 7,5 bilhões (+8%)
  7. Antarctica: R$ 4,04 bilhões (-1%)
  8. Petrobras: R$ 3,07 bilhões (+1%)
  9. Vivo: R$ 2,3 bilhões (-2%)
  10. Cielo: R$ 1,4 bilhão (-18%)
  11. Renner: R$ 1,32 bilhão (+2%)
  12. Lojas Americanas: R$ 1,15 bilhão (+1%)
  13. Ipiranga: R$ 1,12 bilhão (-2%)
  14. BTG Pactual: R$ 938 milhões (-13%)
  15. Magazine Luiza: R$ 745 milhões (50%)
  16. Casas Bahia: R$ 722 milhões (+5%)
  17. Porto Seguro: R$ 715 milhões (+12%)
  18. Havaianas: R$ 656 milhões (-5%)
  19. CVC: R$ 518 milhões (+21%)
  20. Extra: R$ 506 milhões (+1%)
  21. Bohemia: R$ 462 milhões (-3%)
  22. Localiza: R$ 461 milhões (+10%)
  23. Assaí: R$ 459 milhões
  24. Totvs: R$ 457 milhões (-8%)
  25. Fleury: R$ 441 milhões (+7%)
 Fonte: Interbrand

Big Data: Quando os dados ditam o que você vai comprar

As empresas, com informações extremamente relevantes e mineradas da forma adequada, estão um passo à frente dos desejos do consumidor.

O mundo digital poderia ser definido como uma grande estante com milhares de gavetas cheias de informações. Nomes, CPFs, localizações, preferências, restaurantes favoritos, amigos… A lista é gigante! Estes são só alguns dos infindáveis dados que a internet nos permite ter acesso. Neste mundo tão high tech, nos tornamos consumidores altamente conectados e deixamos traços da nossa vida online por onde passamos. O conjunto de todas essas informações é o tão falado big data.

As empresas, com informações extremamente relevantes e mineradas da forma adequada, estão um passo à frente dos desejos do consumidor. Ter a capacidade de antecipar tendências de consumo é o objetivo de todo varejista. Conhecer a rotina de compra do cliente, cada vez mais hiperconectado é estar atento ao que ele procura.

Como consumidores, estamos cada vez mais ligados a marcas, empresas, causas, etc. Neste ponto, a tecnologia nos apresenta uma nova forma de consumir, onde estamos pautados pela experiência de compra, onde o preço não é fator determinante. É muito mais atraente comprar em uma loja segura, que entregue os produtos com agilidade e que tenha atenção no cliente, ao ponto de oferecer o que nós precisamos – mesmo quando nem sabemos que precisamos.

Um recente estudo da Euromonitor Internacional, empresa de pesquisas digitais, mostrou que os consumidores comparam preços no ambiente digital pelo menos uma vez por semana e pelo menos uma vez na vida interagiram com uma empresa via mídias sociais. Além disso, destacam-se três características marcantes desse público: imediatismo; personalização e independência. Em todos estes aspectos, o big data pode, e muito provavelmente estará completamente incluso, facilitando a vida de quem compra e de quem vende.

Conhecer essa jornada e os interesses dos consumidores garante uma oferta personalizada e estratégica. Quem nunca pesquisou determinado produto e segundos depois encontrou diversos semelhantes no seu feed de notícias? Ou recebeu um SMS assim que entrou no shopping? O consumidor está mais exigente e alcança-lo de forma positiva vai ajudá-lo a escolher o que ele vai comprar e onde.

Com toda essa transformação digital, o cliente ganha o poder de dizer e ser ouvido no mesmo instante por milhares de pessoas sobre um produto ou marca, e essa opinião compartilhada passa a influenciar as decisões de outros consumidores.

Aproveitar tudo o que a internet e as tecnologias podem oferecer é participar dessa transformação que temos, aos poucos, vivido. Ou seja, as ideias e as decisões das empresas são embasadas na análise das informações coletadas sobre o público e o mercado. Tal público se baseia na reputação, segurança e cuidado que esta empresa oferece aos seus clientes. Com a união de ambas as partes, a mensagem que chega ao cliente é a que ele quer ouvir (ou ler), onde quer que ele esteja, e na hora em que ele quiser.

Por isso, estar conectado é ser visto e abordado pelas marcas. Elas oferecem incontáveis oportunidades, por vezes descontos e até um relacionamento personalizado. Analise com base em suas necessidades, dores e experiências o que mais te satisfaz. Isso é o futuro.

Fonte: Olhar DigitalProxxima

Grupo CDI traz a relação das fake news com as marcas em e-book

Nunca se falou tanto sobre fake news. Com a evolução da comunicação via internet, a circulação de notícias cresceu em larga escala, porém nem todas as informações veiculadas são verdadeiras. É aí que entra a importância de checar o fato antes de compartilhá-lo.

Notícias falsas tem o poder de se disseminar facilmente. Seus produtores se aproveitam da falta de checagem de informações para alcançar seus objetivos, que na maioria das vezes visam arranhar a reputação de uma empresa ou indivíduo.

CONTEÚDO DO E-BOOK

Pensando nisso, o Grupo CDI reuniu um time de especialistas para compartilhar dicas de como prevenir a reputação das marcas contra as fake news. “Seu objetivo é ajudar a identificar conteúdos duvidosos, incentivar a avaliação crítica diante de dados recebidos e evitar a disseminação de fatos distorcidos”, explica Alexandre Alfredo, COO da CDI Comunicação Corporativa.

O que são fake news? Organizado em 16 páginas, o e-book trata do surgimento do termo e apresenta diversos temas atuais, pertinentes às marcas e indivíduos, como:

Iniciativas de fact-checking – Como os veículos da mídia estão se mobilizando para combater notícias falsas.

Na dúvida, jamais compartilhe – Artigo por Anaísa Silva, diretora de atendimento da CDI Comunicação Corporativa, que trata sobre as responsabilidades dos cidadãos na disseminação de informações.

A preocupação e o combate nas empresas – Wagner Giovanini, especialista em compliance e código de conduta corporativa, alerta para o potencial das fake news em destruir reputações.

Além desses e outros conteúdos, o e-book conta com uma entrevista exclusiva com Pollyana Ferrari, doutora em Comunicação Social pela USP, jornalista e professora da PUC-SP, que comenta sobre quais são as melhores formas de combater as tão faladas fake news.

DO FATO AO BOATO

No início de setembro, a CDI promoveu o evento “Do Fato ao Boato: como as fake news podem destruir a sua reputação”. O encontro, em forma de talk show, contou com a participação dos especialistas: Patrícia Blanco, presidente do Instituto Palavra Aberta; Lino Gaviolli, gerente de Compliance da Compliance Total; Francisco Brito Cruz, diretor do Internet Lab e Vinícius Mota, secretário de Redação da Folha de S. Paulo.

Confira o vídeo do evento na íntegra aqui.

Reputação é coisa séria. Demora anos para ser construída e pode ser abalada em poucos minutos. É necessário que as organizações e seus indivíduos estejam preparados para identificar conteúdos duvidosos e agir de maneira rápida e efetiva na proteção da sua imagem.

Esperamos que você possa aproveitar ao máximo esse conteúdo preparado especialmente para te orientar sobre um assunto atual e extremamente importante para o futuro das marcas. Tenha uma boa leitura!

 

 

Fonte: cdicom

Época Negócios destaca Zeeng entre as 100 Startups to watch

Época NEGÓCIOS e Pequenas Empresas & Grandes Negócios lançam um radar preciso das empresas nascentes mais atraentes do mercado e a Zeeng está entre elas!

 

Em meio à crescente complexidade do ecossistema de inovação brasileiro, o projeto “100 Startups to Watch” nasce como o mais preciso radar para detectar talentos e orientar governos, empresas e investidores. Fruto de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de análise de dados e mobilizou uma equipe de mais de 40 especialistas e líderes da comunidade de startups, que fizeram parte de um Conselho Consultivo. Escolhidas entre mais de 1,3 mil inscritas, as empresas listadas têm foco em soluções que estão moldando os rumos da nova economia e foram divididas em 14 setores e nos estágios protótipo, validação, MVP, tração e escala., MVP, tração e escala.

 

 

ÉPOCA NEGÓCIOS Qual é a sua visão sobre o cenário de corporate venture no Brasil?
Rogério Tamassia
 Tivemos uma explosão de iniciativas de aproximação entre corporações e startups nos últimos dois anos. Mas é preciso destacar que boa parte desses projetos ainda está ligada a estágios iniciais do corporate venture. Trata-se de um movimento natural: grandes empresas preferem apostar em formatos como hackathons e competições antes de investir em programas de inovação mais consistentes. Embora não gerem resultados expressivos, esses modelos ajudam a preparar as organizações para níveis de parceria que exigem mais comprometimento, como aceleradoras e fundos de investimento.

NEGÓCIOS Como as corporações podem evoluir para estratégias mais consistentes?
Rogério
 As empresas precisam saber o que estão procurando. Patrocinar um hackathon dificilmente resultará em um modelo de negócio “disruptivo”. Mas pode ser uma boa oportunidade para aprender sobre startups. Programas de aceleração corporativos, por sua vez, tendem a apresentar resultados mais palpáveis. No final das contas, tudo depende de quanto as empresas estão dispostas a investir na parceria — e em quanto tempo esperam obter o retorno sobre esse investimento.

NEGÓCIOS O que os gestores dos programas devem fazer para que as startups não sejam sufocadas pelos processos burocráticos de grandes empresas?
Rogério
 A maioria das corporações trabalha com metas de curto prazo. O problema é que startups apresentam ciclos de maturação mais extensos, incluindo etapas sucessivas de tentativa e erro. Quando essas duas realidades se encontram, é natural que aconteça um choque. A melhor maneira de resolver esse conflito é adotar uma mentalidade voltada para o longo prazo. Demonstrar compromisso é essencial para ganhar legitimidade no ecossistema de startups e tecnologia.

NEGÓCIOS Quais tendências devem surgir no circuito de inovação corporativa?
Rogério 
Passada a fase de consolidação atual, acredito que veremos um número maior de empresas apostando em estratégias mais completas. As organizações passarão a implantar modelos que contemplem negócios em diversos estágios de crescimento. A crença de que os programas de corporate venture servem para encontrar unicórnios também deve chegar ao fim. As expectativas de retorno sobre investimento tendem a ficar mais realistas.

NEGÓCIOS Por que é importante levantar dados que ajudem a mapear o ecossistema de startups?
Rogério 
A disponibilidade de informações confiáveis é essencial para que as empresas enxerguem o nível de evolução das startups brasileiras. Muitos executivos viajam para o Vale do Silício em busca de tecnologias que já existem por aqui. Existem muitas soluções inovadoras sendo criadas no país. Precisamos encontrar novas maneiras de mostrá-las para o mundo.

Fonte: Época Negócios

Zeeng Protagonizando nas Eleições 2018

Entender um cenário político em constante transformação no Brasil nunca foi tão importante. Por isso a Zeeng coletou uma abrangente gama de dados, apresentando uma fotografia acurada – quantitativa – da militância dos presidenciáveis na web. Trata-se de um norte, neste terreno escorregadio, para a corrida eleitoral de 2018.

Nosso primeiro estudo das Eleições 2018 foi publicado no dia  27 de novembro de 2017 e você pode conferir aqui ou na íntegra:

 

Além de inúmeros clientes candidatos nas mais diferentes esferas: presidenciáveis, deputados, senadores e governadores a nossa Plataforma também tem pautado os principais veículos de comunicação do país nesta tão importante eleição onde o digital está mais presente do que nunca.

 

Você pode conferir matérias com base no levantamento realizado pela Zeeng:

Publicado pelo El País:

Segundo Maílson da Nobrega, chances do pré-candidato vencer eleições não passam de 20%

Publicados pela Veja:

Levantamento compara o volume de conteúdo sobre o ex-presidente entre agosto de 2017 e janeiro de 2018 em sites brasileiros

Alckmin, Bolsonaro e Ciro aparecem quase o mesmo tanto em matérias jornalísticas.

Os dois primeiros em números de seguidores.

Mais seguidores.

Em um cenário ruim, Bolsonaro se destaca.

 

Já pensou em entender o seu posicionamento e compara-lo com o seu ambiente competitivo? Verificando a veracidade das notícias e acompanhando em tempo real suas redes e as de seus concorrentes? Experimente a primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de Marketing e Comunicação do mercado brasileiro.

IGTV – Nova Geração do Vídeo

IGTV – Saiba como usá-lo em sua estratégia de comunicação

O Instagram lançou mais um serviço e vale conhecer melhor a novidade, pois em breve ela tende a ser adotada por diversas empresas, inclusive do seu setor de atuação.

O serviço, conhecido como IGTV, é uma plataforma de vídeo integrada ao app Instagram, e permite aos usuários a publicação e visualização de vídeos longos, no formato vertical.

Sem dúvidas, este lançamento provoca uma ruptura no mercado de vídeo e grandes mudanças são aguardadas. Quer saber mais? Confira o material que nossos queridos parceiros do Grupo CDI prepararam sobre este lançamento.

Baixe o guia sobre essa nova ferramenta do Instagram e aprenda como utilizar o IGTV em sua estratégia de comunicação.

O Big Data e as eleições de 2018

EM ANO DE ELEIÇÕES, BOLSONARO, LULA E DÓRIA REGISTRAM MAIORES ATIVOS DIGITAIS NO FACEBOOK

Jair Bolsonaro, Lula e João Dória possuem o maior ativo digital no Facebook entre os potenciais candidatos à presidência, com 4,7 milhões, 3 milhões e 2,8 milhões de fãs, respectivamente. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela Zeeng Data Driven Platform, plataforma de Big Data Analytics voltada ao setor de Marketing e Comunicação, que tem como objetivo construir um panorama do período que antecede as eleições de 2018.

Faltando poucos meses para a próxima eleição presidencial no Brasil, o levantamento avaliou a presença de possíveis candidatos à presidência nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e YouTube) e também na imprensa online. Foram analisados 12 nomes que provavelmente estarão na disputa: Álvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Eduardo Jorge (PV), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Jair Bolsonaro (PSC), Joaquim Barbosa (sem partido), João Doria (PSDB), Luciana Genro (PSOL), Lula (PT), Marina Silva (Rede) e Ronaldo Caiado (DEM).

Quando o assunto é o Twitter, Marina Silva desponta como a candidata com a maior base de fãs: 1.802.306 seguidores – um legado oriundo de sua candidatura nas eleições em 2014. A rede social, aliás, é a única onde Joaquim Barbosa possui base expressiva. O ex-ministro conquistou um ativo de mais de meio milhão de seguidores.

Já no Instagram, os destaques ficam por conta de João Dória e Jair Bolsonaro, onde isoladamente cada um possui uma base de seguidores maior do que todos os demais candidatos somados. Dória, que usou a ferramenta com bastante frequência durante sua candidatura a prefeito de São Paulo em 2016, aparece com pouco mais de 741 mil seguidores, enquanto Bolsonaro registra cerca de 612 mil.

Confira o estudo na íntegra:

YouTube: plataforma é pouco explorada

Na contramão da forte atuação dos políticos nas outras plataformas digitais, o YouTube se mostrou uma ferramenta que pouco engaja os eleitores. As visualizações totais não ultrapassam 1 milhão, um número relativamente baixo, se considerarmos que no Brasil, 95% da população online acessa a plataforma pelo menos uma vez por mês, representando 98 milhões de brasileiros, segundo dados do Google.

Vale notar que João Dória e Ronaldo Caiado não deixam aberto o volume de inscritos em seu canal, e Joaquim Barbosa e Fernando Haddad não possuem perfis na rede. Já Jair Bolsonaro construiu uma base de inscritos absolutamente superior aos outros concorrentes e possui muitas interações positivas (curtidas) em seu canal.

Lula é destaque na imprensa online

Entre os meses de setembro e outubro de 2017, Lula foi o candidato com maior evidência na imprensa online. O ex-presidente registrou um total de 6.398 notícias com o seu nome na web. Dória, Alckmin e Bolsonaro aparecem em seguida com 3.117, 2.031 e 1.542, respectivamente.

Pesquisa sobre fake news: como os brasileiros lidam com notícias falsas

A questão das fake news vem ganhando cada vez mais destaque no Brasil e no mundo. Há quem atribua os resultados das eleições norte-americanas e francesas à disseminação de fake news. Exagero ou não, a preocupação com o impacto que ela pode ter nas eleições brasileiras já foi tema de discussão no TSE e nos principais veículos da imprensa nacional.

Um estudo realizado pelo jornal Folha de S. Paulo em fevereiro deste ano mostrou que, no mês anterior, páginas de notícias falsas engajaram cinco vezes mais do que as de jornalismo nas redes sociais.

O tema é delicado e requer atenção. Deve ser discutido com seriedade e combatido à exaustão, já que as fake news nada mais são do que a disseminação de notícias falsas. Por isso, o Opinion Box, em parceria com o Digitalks, realizou uma pesquisa para saber o que os brasileiros pensam sobre fake news. Veja a seguir os resultados:

Internet como fonte de informação

Não é segredo para ninguém que a internet assumiu o protagonismo como fonte de informação. 76% dos internautas brasileiros utilizam sites, blogs e portais como fonte de leitura, acompanhamento e compartilhamento de notícias, e 74% usam as redes sociais. A título de comparação, a TV aberta é usada por 59%, o rádio por 33% e os jornais impressos por 23%.

7 em cada 10 entrevistados acreditam que a internet ajuda as pessoas a se informarem melhor, de uma forma geral. Por outro lado, 62% concordam que a internet contribui para espalhar informações falsas.

E as fake news?

65% dos entrevistados afirmam que sabem o que são fake news, e 18% já ouviram o termo mas não sabem o que significa.

Ainda assim, os internautas sabem também que as notícias falsas fazem parte do dia a dia. 37% dos internautas já compartilharam algo nas redes sociais ou no WhatsApp e depois descobriram que o conteúdo era falso. Destes, 57% apagaram o conteúdo e 29% desmentiram a informação.

E quando você se depara com um conteúdo fake na sua timeline, o que faz? 79% já perceberam que algum amigo ou parente havia compartilhado uma notícia falsa. Nesses casos, 46% avisaram a pessoa em particular sobre a falsidade do conteúdo, 38% comentaram na própria publicação e 15% não fizeram nada.

Além disso, 60% já teve contato com algum perfil fake. Destes, 61% denunciaram o perfil, 32% não fizeram nada e 7% entraram em contato pedindo que a pessoa deletasse o perfil.

Por fim, 8% admitiram já ter compartilhado uma fake news intencionalmente, seja por achar engraçado, porque gostaria que fosse verdade ou por não ter certeza absoluta de que era falsa.

Fake news e a confiabilidade nos meios

A questão da credibilidade das informações e dos veículos de comunicação em geral dividem opiniões. 33% dos entrevistados acham que as redes sociais têm mais notícias falsas do que verdadeiras, e 24% acham que têm mais notícias verdadeiras do que falsas.

34% concordam que a internet contribuiu para a queda da qualidade do jornalismo, mas 35% discordam dessa informação. E 29% acreditam que as informações divulgadas pelos meios de comunicação são confiáveis, enquanto a mesma parcela, 29%, acreditam que elas não são confiáveis.

Pensando especificamente em diferentes meios de comunicação, a TV é considerada um meio confiável por 60% dos internautas, e os jornais impressos e as revistas por 57%. 31% consideram os sites, redes sociais e blogs confiáveis, e apenas 16% confiam nas redes sociais.

Fake news: como combater

7 em cada 10 entrevistados acham que cada vez mais as pessoas têm compartilhado notícias falsas sem perceber. Por outro lado, ao falar de si mesmas, as pessoas se dizem muito atentas com a verificação do conteúdo. 8 em cada 10 afirmam que verificam as informações antes de postar em suas próprias redes sociais.

E de quem é a responsabilidade de verificar a veracidade de um conteúdo publicado? Aqui, as opiniões também divergem. 30% acham que a responsabilidade é de quem compartilha a notícia. 28% acham que a responsabilidade é do veículo que publica. Por fim, 25% acham que é das redes sociais onde as notícias são publicadas.

Informações técnicas sobre a pesquisa

A pesquisa sobre fake news foi realizada no início de março deste ano com 2.016 internautas de todas as regiões do Brasil. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,2pp.

 

Fonte: OpinionBox