A necessidade de reaprender o marketing

Ciência, dados, análises, estatísticas, algoritmos. Essas expressões nem sempre fizeram parte do vocabulário do profissional de marketing. No entanto, nos últimos anos, elas não só compõem o repertório da área como ganharam o centro das atenções.

Desempenho e entrega eficiente são alguns dos resultados buscados com essa automatização. Michelle Peluso, CMO da IBM e Keith Weed, que em dezembro do ano passado deixou o posto de CMO da Unilever, acreditam que não dá mais para fazer marketing com a mentalidade ou as ferramentas que foram eficazes até aqui. Os dois dividiram um painel no C Space, área da CES dedicada à publicidade.

“Todo mundo ganha nessa nova configuração, o consumidor que deixa de receber anúncios de coisas que ele não quer. A marca que consegue se conectar de forma relevante, a agência que passa a ter maior retorno sobre seu trabalho, ou seja, a grande questão é, neste momento, agrupar tantas ferramentas e transformações em um mesmo cenário”, disse Weed. Ele reforça que o momento atual do marketing é resultado de décadas em que a área veio se transformando e entendendo que não seria mais suficiente permanecer como estava. “Hoje o marketing é muito mais estratégico e ganhou muito espaço no centro de decisões das grandes empresas”, afirmou.

Para Peluso, da IBM, o fato de estar em uma empresa centenária mostra que o caminho da reinvenção e, em alguns casos da reconstrução, é inevitável. “Eu adoro esse assunto, apesar do desafio e o trabalho que ele traz, ele nos dá novas perspectivas, torna o marketing mais relevante, coloca mais inteligência em nosso trabalho”, disse. Hoje o profissional de marketing precisa reaprender sobre o significado dessa palavra, adicionar metodologias ágeis, ter um olhar científico e não apenas criativo.

Em entrevista ao Meio & Mensagem, em novembro de 2017, Peluso defendeu que o marketing evoluiu de uma área pensativa e funcional focada em criatividade para um driver dinâmico, tempo real, analítico e focado em experiência do cliente e dos desempenhos da empresa. “São muitas as grandes mudanças ocorridas no marketing, moldadas, sobretudo pela preocupação em nos conectarmos com os clientes, da necessidade de gerar resultados e liderar as equipes neste contexto de mudança. O digital, sem dúvida, mudou as transações”, diz Michelle.

Keith e Peluso não falaram apenas de dados e ferramentas, mas ressaltaram a influência da diversidade e das demandas da sociedade para o marketing. “Nunca houve um momento tão bom para fazer negócios, para contar com talentos das mais variadas origens e habilidades”, reforçou Peluso.

Data-driven: vantagem competitiva com o uso produtivo dos dados

Na Nova Economia, o volume de dados disponíveis para empresas cresceu de maneira vertiginosa, não apenas em quantidade mas também em complexidade. Com o aumento do volume, diversidade, profundidade e latência, temas como Analytics, Big Data, Machine Learning, Data Science etc passaram a estar presentes no dia a dia das organizações. Apesar disso, o uso produtivo é que fica abaixo da expectativa. Destaque para “uso produtivo”. Digo isso porque é comum empresas com grandes DataLakes, ferramentas de Visualização de Dados e Dashboards não utilizarem as informações para guiar seus caminhos.

Uma recente pesquisa, realizada pela Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) em conjunto com o Google, aponta que 38% das empresas ainda utilizam a intuição para orientar suas decisões. Apenas 27% se consideram uma organização Data-driven, ou seja, que definem suas ações a partir das informações – foram ouvidos 3225 empresários. Acontece que, ao contrário do que se possa pensar, isso não ocorre pela falta de informação dentro das empresas. Um dos principais motivos que a pesquisa destaca é a falta de habilidade dos profissionais de marketing em se aprofundarem nas análises de forma a entender os fenômenos que compõem KPIs (Key Performance Indicator, em português, indicador-chave de desempenho) agregados.

Nos modelos tradicionais, a análise e disseminação dos conhecimentos gerados pelos dados ficavam centralizados em times específicos, como Planejamento, Inteligência de Marketing, CRM etc. Atualmente, as ferramentas de WebAnalytics empoderam o time de Marketing, que podem consultar as informações que precisam no momento que quiserem, inclusive de forma real-time. Porém, quando isso acontece de forma desestruturada, a consequência é uma incapacidade de desenvolver uma visão única e integrada do consumidor e dos resultados da empresa.

O que te impede de começar hoje?

Um artigo recém publicado pela eMarketer divulgou uma pesquisa realizada pela Snowflake Computing em parceria com a Harvard Business review e destacou que pessoas, 44%, e processos, 29%, são os principais impedimentos para evoluir uma cultura de tomada de decisão a partir da intuição da liderança para uma mais baseada em dados. Para começar a implementar processos novos, organizamos abaixo um roteiro que tem funcionado e auxiliado diferentes empresas. Veja as três fases da implementação de um processo de análise de KPIs orientado a objetivos de negócios:

1- Conheça e alinhe os objetivos de negócio

Não comece a montar nenhuma tabela ou gráfico ainda. Organize, em primeiro lugar, os objetivos de negócio da sua área ou do âmbito que você atender. Por exemplo: Melhorar a rentabilidade, ganhar maior penetração de mercado e melhorar a satisfação do cliente. Posteriormente, desça um nível e entenda quais ações táticas serão necessárias para entregar os objetivos de negócio.

2- Mapeie as métricas e priorize

Agora que está claro os objetivos e as ações táticas que permitirão entregar os resultados, você precisará de KPIs que te ajudem a medir o progresso sem a necessidade de esperar prazos muito longos para saber se as ações deram certo ou não. Nesse processo, você deve primeiro explorar o máximo de métricas, colete sugestões e debata sobre os principais drivers relacionados às ações, não se limite as informações que você já usa nos relatórios atuais. O segundo passo dessa etapa é priorizar, todo indicador é uma métrica, mas nem toda métrica é um KPI, apenas as mais relevantes serão destacadas.

3- Avalie a maturidade dos dados e planeje a execução

Após os objetivos de negócio, as ações táticas e os KPIs, chegou o momento de avaliar a maturidade de dados atual da sua empresa. Esse momento é importante para alinhar as expectativas, ajustar caminhos e planejar a implementação das métricas de acordo com o nível de disponibilidade das informações.

Existe no mercado muitas ferramentas disponíveis que se propõem a lidar com o volume crescente de dados, sua mineração e visualizações. No entanto, muitas empresas estão mergulhando de cabeça em um volume abundante de elementos, as discussões se tornam cada vez mais complexas e técnicas, falta para os líderes de negócios conclusões que lhes dê a confiança necessária para agir.

Ao final deste roteiro, você estará pronto para iniciar uma mudança de mindset, e construir um processo que te leve para além do data-driven, mais orientado aos insights e melhor preparado na tomada de decisão, de modo ágil e preciso. Veja que em nenhum momento falamos sobre tecnologias, pois acreditamos que, independentemente da plataforma e mecanismo, as empresas precisarão de processos e pessoas que permitam extrair o máximo potencial de suas ferramentas, uma cultura verdadeiramente insight-driven.

Por Felipe Ladislau, consultor de CRM da aceleradora Organica

Fonte: Inforchannel

“Má gestão de dados e informações relevantes são risco real para empresas”, diz Rafael Morales da TBL Manager

Empresa de Business Analytics lista principais carências apresentadas pela grande maioria das empresas, especificamente demandas do mercado de sustentabilidade e apresenta solução.

Em tempo de Big Data, termo utilizado para descrever o grande volume de dados estruturados e não estruturados que são gerados a cada segundo, é cada vez mais comum e constante a busca por soluções capazes pela disrupção de processos de gestão. Nas grandes empresas, tem sido uma constante a possibilidade de mudar como as coisas sempre foram feitas, ou seja, sair do tradicional e oferecer soluções que otimizem resultados, custos e priorizem a qualidade.

Gerir dados e informações relevantes nem sempre é tarefa fácil e a má gestão das informações pode trazer diversos riscos para uma administração corporativa saudável. No que diz respeito especificamente às demandas exigidas pelo mercado de sustentabilidade, esse cuidado deve ser ainda maior, uma vez que o desempenho ambiental e social das empresas, são aspectos de valoração do negócio.

Dentre as principais carências apresentadas pela grande maioria das empresas estão: dificuldade na gestão dos dados corporativos, a falta de eficiência das planilhas que não garantem a segurança dos dados, nem mesmo padronizam as informações; dificuldade na transparência e na busca por dados de gestão, entre outros.

Rafael Morales, diretor da TBL Manager, empresa especializada em soluções para excelência na gestão de indicadores e performance de sustentabilidade, destaca a importância de mantê-los organizados e consolidados de maneira intuitiva, clara e confortável aos diferentes públicos. “As empresas precisam ser transparentes diante das informações apresentadas para seus stakeholders. É uma cadeia de informações integradas que precisam ser apresentadas de forma consistente para definir as diretrizes e estratégias da empresa.” explica.

“Especificamente os aspectos de sustentabilidade precisam ser apresentados e gerenciados de maneira coerente, segura e eficaz, porque traduzem o comprometimento da empresa com seus diferentes stakeholders. A má gestão de dados e informações relevantes são risco real para empresas”, concluiu.

A Solução

Para atender essa necessidade do mercado, a TBL Manager criou o SIS – Sistema de Indicadores da Sustentabilidade, uma solução para excelência na gestão que possibilita a criação ou edição de indicadores e formulários de desempenho de acordo com as necessidades e demandas das empresas, para que elas façam mensuração dos seus indicadores, criando assim, uma melhor gestão dos seus aspectos de sustentabilidade.

A ferramenta permite que as empresas tangibilizem seus aspectos socioambientais, subsidiem análises e resultados das estratégias traçadas em tempo real e elaborem relatórios de desempenho, otimizando recursos, reduzindo custos e oferecendo informações para tomada de decisão por parte da alta gestão.

Sempre atenta às necessidades individuais de cada cliente e à rápida capacidade de oferecer autonomia aos usuários, a TBL mantém em sua carteira importantes clientes, como: Suzano Papel & Celulose, Amil, Copagaz, CPFL Renováveis, Even, Merck, Raízen, Lojas Renner, Banco Santander, entre outros.

Fonte: Segs

Cosin Consulting aponta principais desafios para as empresas com a Lei Geral de Proteção de Dados

Promulgada em agosto de 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é um marco fundamental no setor de Data & Analytics e se soma a uma série de outros instrumentos legais, desde a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH/1948), passando pelo Marco Civil da Internet brasileira (Lei nº 12.965/2014), até a Regra Geral de Proteção de Dados Europeia (Diretiva 2016/680 & 2016/281), criando um cenário completamente novo para as empresas que operam com dados – basicamente todas, atualmente. É o que apontam os especialistas da Cosin Consulting, consultoria de negócios e tecnologia do grupo Dentsu Aegis Network (DAN) com mais de 2 mil projetos desenvolvidos, Mario Hime e Antonio Cipriano.

“Algumas práticas já eram comuns e existiam regras esparsas, mas o LGPD consolida este cenário criando leis específicas, mecanismos de controle e punições severas. Com isso, as empresas devem se preparar sob pena de riscos financeiros, jurídicos e para sua imagem. Acreditamos também que uma estrutura bem adaptada a esta nova realidade possa gerar uma vantagem competitiva, especialmente no relacionamento com o consumidor”, afirma Mario Hime, vice-presidente da Cosin Consulting. Já Antonio Cipriano, também vice-presidente da Cosin Consulting, completa que “os novos instrumentos legais trouxeram apreensão, mas é preciso ficar claro que a Lei não impõe a confidencialidade ou impossibilidade total de manipulação dos dados. O que é necessário é uma estrita proteção e a necessidade de se pedir o consentimento de pessoas físicas”.

Dentre os pontos de atenção para as empresas, os executivos destacam seis. O primeiro é o já mencionado consentimento explícito do consumidor. Esse processo precisa ser realizado de forma simples, mas efetivo e que possa ser rastreada em caso de necessidade. O segundo ponto – um dos mais descobertos no momento – é a criação de mecanismos de resposta rápida quando o consumidor retira sua autorização para a utilização de dados. O terceiro ponto é relativo à manipulação de dados sensíveis (financeiros, políticos, religiosos) e de menores de idade, que devem ter cuidados ainda mais estritos.

Uma inovação introduzida pelo LGPD (quarto ponto) é a obrigação de informar à Sociedade e às Autoridades em caso de vazamento de dados – um risco real, mesmo com todos os investimentos em segurança digital que estão sendo realizados atualmente. “Esse, talvez, seja o principal ponto de atenção da nova lei. As empresas precisam criar políticas e procedimentos a fim de viabilizar o atendimento desta norma, até para minimizar impactos em sua imagem”, ressalta Mario Hime.

Todos esses elementos trazem à tona novamente a importância de práticas sólidas de segurança da informação (quinto ponto). “Para dar conta deste grande desafio, as empresas devem ter um olhar amplo, considerando esta questão não apenas uma atribuição de TI, mas incluindo todos os departamentos, como RH, Jurídico, Vendas, Controladoria, etc. Recomendamos a criação de regulamentos internos específicos, com prazos, responsabilidade e sanções”, explica Antonio Cipriano. Os próprios dados dos colaboradores merecem atenção, ainda mais em empresas de maior porte (sexto ponto).

Os executivos concluem que “a mudança deve ser tão grande que é necessário que o atendimento à LGPD faça parte do plano de negócios da empresa”.

Fonte: Proxxima

Concorrência e competência: mais que uma rima, uma solução

Analisar o cenário competidor, prever tendências e antecipar cenários pode mudar a realidade de uma empresa, tornando ela muito mais competente em suas ações.

Eduardo Prange – CEO da Zeeng – Data Driven Platform

 

Buscar o mercado ideal para o seu negócio, aquele em que você é quem comanda e dita as regras, é o desejo de toda empresa. Mas a verdade é que ser único em um ambiente de muita competição não é mais possível: sempre vai existir, em algum lugar, alguém com uma oferta igual ou parecida com a sua.

Vivemos em um mundo em que a cada dia surge uma nova companhia, startup ou fintech totalmente orientada por dados, abraçada em tecnologia e no universo digital. São competidores que chegam ocupando um espaço significativo dentro do mercado, e toda e qualquer organização para se manter ativa precisa estar atenta a essa movimentação.

Para entender o atual cenário competitivo basta lembrar que, hoje, se vive na era do Big Data, da análise de dados e da pronta-entrega, do imediatismo e também do real time marketing. Um produto ou serviço – mesmo que físico – precisa interagir com o universo digital, que é onde toda a magia entre empresa e cliente acontece atualmente. Mas, para isso, as empresas devem estar muito concentradas em tomar as melhores decisões de negócio, sabendo exatamente onde querem chegar e como podem alcançar isso.

As mais novas, por exemplo, entram no mercado mostrando todo o potencial de quem já nasce pronta para enfrentar os desafios impostos pela velocidade do digital, e acabam provocando mudanças muito rápidas em segmentos de atuação já consolidados. É como o caso de uma operadora de televisão percebendo a evasão de seus clientes para plataformas de streaming, como a Netflix. Das redes de hotéis recebendo menos hóspedes devido a ascensão do Airbnb. Ou dos motoristas de transporte urbano que usam canais digitais para encontrar seus passageiros, migrando para o mundo das ofertas ágeis, assim como a revolução que o crescimento das fintechs causou no mercado bancário.

 Nesse cenário, empresas tradicionais, de segmentos antes tidos como sólidos, como o de telefonia, hotelaria e até mesmo finanças, acabam vendo as suas ofertas se tornando obsoletas. E a única saída é rever os seus modelos de negócio, reparar processos e renovar as suas entregas. É preciso encarar o movimento das novas entrantes com olhar de quem está vendo um leão a sua frente. Afinal, não é à toa que para se manter ativo em um mercado altamente competitivo é necessário matar um leão por dia – ou até mesmo 10 ou 20 -, certo?

Por isso, mais certo do que qualquer outra afirmação que você vai ler neste artigo, é que as corporações que não procuram conhecer o contexto em que estão desenvolvendo as suas ofertas, não serão capazes de respirar por muito tempo. Elas podem até convencer seus consumidores de que o seu produto ou serviço, ainda assim, é o melhor, porém, não terão forças para brigar com aquelas que sabem muito bem “o que estão fazendo”, “porque estão fazendo” e “para quem estão fazendo” e entregam o máximo de valor a cada interação com o público.

Concorrência: um inimigo (nada) oculto

Contudo, não são só as novas entrantes que mexem com a competitividade do mercado e provocam esse sentimento nas empresas de querer sempre ser melhor do que a do terreno ao lado. Há séculos, sabemos que a concorrência é um inimigo nem um pouco oculto que pode, muitas vezes, derrubar a sua oferta se essa não for muito bem planejada e executada. 

O modelo das Cinco Forças de Porter, sugerido por Michael Porter, publicado no artigo “As cinco forças competitivas que moldam a estratégia”, em 1979, na Harvard Business Review, faz uma análise do cenário de competição existente entre empresas. Segundo Porter, existem algumas forças que influenciam a capacidade das empresas em atender seus clientes e ter lucros, e essas ainda mexem com todo o jogo de competição.

Entre elas estão: a ameaça de produtos substitutos, a ameaça de entrada de novos concorrentes, o poder de negociação dos clientes, o poder de negociação dos fornecedores e a rivalidade entre os concorrentes. Fatores que continuam impedindo o avanço e crescimento de muitas organizações no mercado.

O que mudou é que, hoje, não existem mais concorrentes diretos ou indiretos bem definidos. Independentemente do segmento em que a empresa atua, ela estará competindo com fatores que estão até mesmo acima das suas entregas, são eles: a agilidade e a velocidade.

 Startups como o Uber mudaram não somente a oferta de uma serviço, mas os desejos dos consumidores. O avanço do digital, o uso constante de novidades tecnológicas, ferramentas e softwares para construção de produtos e soluções de negócio, assim como o fenômeno da mobilidade, transformou o comportamento e os desejos das pessoas. Agora, elas querem ter produtos e serviços ao seu alcance com muita agilidade e priorizam aquelas organizações que conseguem resolver seus problemas em poucos minutos.

 E, nesse contexto, não se pode ficar de braços cruzados, esperando que as suas ofertas, assim como as suas ações e campanhas de marketing, sejam engolidas por outras muito mais animadoras e adequadas às expectativas dos consumidores. É preciso desenvolver uma nova mentalidade dentro da organização, transformar os processos produtivos e criativos, bem como a cultura da empresa como um todo. Começando por uma trabalho de leitura de dados que levará a um entendimento do cenário competidor, afinal, conhecer profundamente cada concorrente é fundamental para ter competência no mercado.

 

Competência: o motor por trás da competitividade

Por falar em competência, você já parou para pensar que ela é o motor por trás da competitividade? Quanto mais competentes as empresas se tornam, mais elas elevam o nível das suas entregas e sobem a régua para a concorrência. Para alcançá-las, é preciso produzir melhor, ou seja, ser mais competente a cada interação com o público. 

Nesse contexto, a minha pergunta é: o que você está fazendo, hoje, para ser mais competente? Uma das maneiras mais eficientes de conquistar boas atuações no mercado e atingir o sucesso desejado é por meio de muito conhecimento, um dos pilares da competência. Entender o cenário em que a empresa está inserida, conhecer a realidade dos competidores, assim como o comportamento dos consumidores – muito mais inseridos no ambiente online -, e combinar essa capacidade com os recursos e habilidades certas, é o que torna possível desenvolver ótimas soluções para o mercado.

No entanto, essa não é uma tarefa simples. Nem sempre as informações são fáceis de serem apuradas, coletadas e avaliadas. Além da análise de dados ser uma função complexa, exige certa preparação das empresas. Elas precisam conhecer o universo da inteligência de dados e contar com plataformas eficientes de coleta e mensuração de dados para somar resultados positivos.

Por meio delas, é possível entrar a fundo no universo do competidor, levantar informações pertinentes sobre a concorrência, antecipar possíveis cenários e tendências e reunir o conhecimento necessário para melhorar as suas estratégias. Assim, o trabalho das equipes de marketing e vendas, por exemplo, se torna muito mais prático e eficiente. Com os dados corretos em mãos, são desenvolvidos novos planejamentos, ocorrem mudanças no rumo de estratégias e a performance das ações e campanhas é aperfeiçoada, melhorando as tomadas de decisão da empresa como um todo.

Como vimos, concorrência e competência andam lado a lado quando se quer alcançar melhores desempenhos. Esses conceitos são mais que uma rima, eles são a verdadeira solução para as empresas, e você não precisa sofrer mais por falta de conhecimento ou por fazer as escolhas erradas e perder posições e clientes para os concorrentes. 

Fonte: Proxxima

2019: o ano do ecossistema digital orientado por dados

Um dos desafios como provedor de tecnologia é ajudar o cliente a prever o futuro, não só de sua operação para preparar a infraestrutura para as demandas dos negócios, mas o futuro da própria sociedade e qual será o impacto na área de atuação das empresas. Não é fácil e, por isso, na Dell essa tarefa é uma constante.

Um estudo do Instituto for the Future (IFTF), realizado em parceria com a Dell Technologies, mapeou as consequências que as novas tecnologias devem ter na vida e no trabalho das pessoas até 2030. No ano passado, apontamos oito tendências que impactariam de forma significativa o mercado em 2018, o que nos obriga a avaliar os acertos e ajudar novamente nossos parceiros de negócios a pensar em 2019.

Fizemos previsões ousadas ano passado — algumas se concretizaram um pouco mais rápido do que outras. Sabemos que ainda há muito a ser feito em relação aos avanços das tecnologias de machine learning, inteligência artificial e sistemas autônomos, que seguem mostrando seu potencial de transformar os negócios. Enquanto isso, as organizações ainda enfrentam o desafio de preparar sua infraestrutura e sua força de trabalho para comportar todo o potencial ainda desconhecido dessas tecnologias.

Em 2019, vamos ver o ecossistema digital orientado por dados ganhar força, apoiado por seis movimentações da indústria, que exploramos a seguir:

Tecnologia imersa na vida, pessoal e profissional

Assistentes virtuais e tecnologias conectadas – casa, coisas e carros, aprendendo suas preferências e fornecendo de maneira proativa conteúdo e informações com base em interações anteriores, devem ganhar força ao se unir à realidade virtual e aumentada para criar experiências verdadeiramente imersivas. Destaca-se aí dispositivos de monitoramento de bem-estar ainda mais inteligentes, que podem capturar informações sobre o corpo, como variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e padrões de sono, com a possibilidade de poder facilmente compartilhar essas informações com médicos para cuidar melhor da saúde.

Inteligência imersiva também nos seguirá no trabalho, com PCs e dispositivos aprendendo de forma contínua com nossos hábitos e proativamente conectando com os serviços e aplicativos certos no momento certo. Avanços em tecnologias de voz e processamento de linguagem natural criarão um diálogo mais produtivo com máquinas, enquanto a automação e robótica criarão uma colaboração mais fluida e rápida para realizar mais trabalhos. Com os aplicativos de realidade virtual e aumentada criando experiências imersivas, as pessoas terão acesso aos dados que precisam para realizar suas tarefas quando e onde estiverem.

Dados impulsionando a próxima “Corrida do Ouro” nos investimentos tecnológicos

As organizações vêm acumulando há anos grandes quantidades de dados, e a previsão é que, até 2020, se alcance o volume de 44 trilhões de gigabytes ou 44 zettabytes. A medida que a Transformação Digital ganha forma, é chegada a hora das empresas finalmente colocaram todos os dados a serviço dos negócios, motivando inovações e processos mais eficientes e gerando mais investimentos no setor de tecnologia. Novas startups devem surgir para lidar com o desafio de tornar a inteligência artificial uma realidade: para o gerenciamento e análise de dados, em que os insights podem ser obtidos virtualmente de praticamente todos os lugares, e soluções de compliance de dados para um modo mais seguro e inteligente de fornecer resultados incríveis.

Com o 5G, viveremos no limite

A rede 5G e os primeiros dispositivos compatíveis estão previstos para chegar ao mercado no próximo ano e prometem mudar completamente o consumo de dados em termos de velocidade e acessibilidade. A rede de baixa latência e alta largura de banda impactará em mais coisas, carros e sistemas conectados, o que deve acarretar em um grande volume de dados de inteligência artificial, machine learning (aprendizado de máquina) e computação na borda (edge computing), onde os dados são gerados. Não demorará muito para começarmos a ver micro-hubs ou mini data centers em nossas ruas. Os espaços urbanos estarão mais conectados do que nunca, preparando caminho para projetos de infraestruturas digitais e cidades inteligentes, revolucionando setores como saúde e indústria.

Estratégia multi-cloud para gerenciar crescimento no volume de dados

Ano passado, previmos a chegada da mega-nuvem, uma variedade de nuvens que compõem um modelo operacional multi-cloud, como parte da estratégia de TI para gerenciar o crescimento das aplicações e cargas de trabalho. Essa tendência segue forte no próximo ano, a medida em que as organizações percebem que precisam gerenciar com eficiência todos os dados gerados pela empresa. Um estudo recente da IDC apontou mais de 80% dos respondentes estavam repatriando os dados para nuvens privadas locais e podemos esperar que essa tendência continue, mesmo com projeções para crescimento da nuvem pública.

Ambientes de várias nuvens promoverão a automatização, processamento de Inteligência Artificial e aprendizagem de máquina em alta velocidade, permitindo às organizações gerenciar, mover e processar dados onde e quando for necessário. De fato, veremos mais nuvens surgirem à medida que os dados ficam cada vez mais distribuídos, computação de borda (edge computing) para dar suporte às atividades de veículos autônomos ou em fábricas inteligentes, em aplicativos nativos na nuvem, em data centers locais e protegidos para atender as exigências de conformidade e privacidade e, claro, a nuvem pública para uma variedade de aplicações e serviços que usamos todos os dias.

A Geração Z vai chegar ao local de trabalho

A Geração Z (nascidos depois de 1995) começa a integrar o mercado de trabalho, como uma força de trabalho diversificada, que se estenderá pelas próximas cinco gerações, criando uma variedade rica de experiências na vida e na tecnologia. Entre os integrantes da Geração Z, 98% terão usado tecnologia como parte de sua educação formal, muitos já entendem o básico de codificação de software e esperam contar com a melhor tecnologia disponível como parte de sua experiência de trabalho.

Esta nova geração, vai desencadear uma evolução em inovação tecnológica para a força de trabalho e criará oportunidades de educação tecnológica e aprendizagem contínua de novas habilidades com as gerações atuais. Realidade Aumentada e Realidade Virtual serão cada vez mais comuns e fecharão a lacuna de habilidades da força de trabalho atual, enquanto darão à Geração Z a velocidade e produtividade que exigem.

As cadeias de suprimentos ficarão mais fortes, mais inteligentes e mais verdes

Acreditando nas muitas vantagens de administrar um negócio sustentável, as organizações buscarão cada vez mais por maneiras de projetar todo o ciclo de seus produtos livre de resíduos, como parte de seus modelos de negócios, que inclui investir em inovações em reciclagem e boas práticas, até o correto descarte no encerramento do ciclo de vida. Na Dell, estamos compartilhando nosso projeto para transformar plásticos coletados nos oceanos em embalagens recicladas e transformar a fuligem dos gases de escape dos geradores a diesel em tinta para impressão em caixas.

Outro desafio será melhorar a rastreabilidade na cadeia de suprimentos, examinando e aproveitando as tecnologias emergentes para identificar possíveis falhas e tomar as medidas corretivas.Tecnologias de Blockchain devem contribuir para garantir confiança e segurança na terceirização, ao mesmo tempo em que garante informações e dados sobre bens e serviços ao longo da cadeia.

Parece muito desafiador, mas a verdade é que nunca tivemos um momento tão bom para tecnologia – com a inovação das redes 5G, inteligência artificial e aprendizagem de máquina, além de múltiplas nuvens e Blockchain a todo vapor.

Temos certeza que faremos uso muito positivo dos 44 zettabytes de dados gerados até 2020. Vamos destravar o poder dos dados de maneira nunca imaginada, transformando o dia a dia dos negócios e da vida cotidiana. Então, aperte os cintos, caminhamos a todo vapor para a Era dos Dados.

*Luis Gonçalves é vice-presidente Sênior e Gerente Geral da Dell EMC Brasil

Fonte: ComputerWorld

Eduardo Prange – A importância da inteligência competitiva no contexto digital

 

* Por Eduardo Prange

Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização – e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas – é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade – e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva – e isso não tem preço.

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia – para variar – é a melhor aliada.

O marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Sobre a Zeeng
A Zeeng é a primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado brasileiro voltada ao setor de Marketing e Comunicação, com o objetivo de auxiliar e otimizar a tomada de decisão dos gestores do segmento. A Zeeng Data Driven Platform reúne dados provenientes de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: Revista Live Marketing

Webinar: Como monitorar performance de atores políticos no ambiente digital

Em parceria com a Trêspontos, Zeeng Data Driven Platform promove o Webinar sobre como monitorar a performance de políticos no ambiente digital.

O Webinar traz o case de Thiago Ribeiro que utilizou a plataforma durante as eleições para monitorar a candidatura de políticos, sendo dois deles elegidos nas eleições de 2018.

 

QUEM MINISTRA

Thiago Ribeiro: publicitário, criador da plataforma Trespontos e outros negócios digitais. Liderou a equipe de Inteligência, Monitoramento e Interações da campanha vitoriosa de Rui Costa ao governo do Estado da Bahia e da campanha que elegeu Jaques Wagner senador da República, nas últimas eleições. Atuou como professor universitário, consultor de Marketing para PMEs, Coordenador de Comunicação da Ouvidoria Geral do Município de Salvador, Ouvidor e Gerente de Marketing da Desenbahia.

Em parceria com a Trêspontos Zeeng promove o Webinar sobre como monitorar a performance de políticos no ambiente digital. O Webinar traz o case de Thiago Ribeiro que utilizou a plataforma durante as eleições para monitorar a candidatura de políticos, sendo dois deles elegidos nas eleições de 2018.

Confira abaixo mais informações:

Convidado especial: Eduardo Prange: Chief Executive Officer (CEO) e sócio da Zeeng. Empreendedor “Promessas Endeavor”. Possui MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT/SP. Sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais. Ainda é ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da ABRADI e nos anos de 2016 e 2017 foi vencedor do prêmio ABCOMM como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

PROGRAMA

Que eleições!?
Fluxo de trabalho que usei nas eleições
O case das últimas eleições
Kit de ferramentas
Modelo de relatório
Case de performance: com Zeeng
Métricas para tomada de decisão
Desafios para as próximas campanhas
Papo aberto

COMO FUNCIONA

Papo aberto com profissionais e estudantes, pensado como um espaço colaborativo de aprendizagem. No dia do evento, você receberá um link para participar e interagir ao vivo. Ao longo do evento, compartilhe dúvidas, impressões, ideias, referências e tudo que puder ampliar nossa troca.

Os encontros não serão gravados. Reúna sua equipe, assista na sua empresa, de casa, no metrô, de onde quiser. Vamos repensar as práticas, movimentar a comunidade, trocar experiências e ampliar nosso contato com profissionais de todo o Brasil.

RESUMO

08/01 (10 – 11h)
Online, Ao Vivo
Vagas limitadas
Certificado
Gratuito

Garanta sua vaga!

De olho na carreira do futuro: 10 mestrados internacionais em Ciência de Dados

A análise de dados é um campo em rápido crescimento, à medida que as empresas correm para utilizar os dados valiosos que coletam. Se você precisa aumentar a proficiência da sua equipe em Ciência de Dados, considere a possibilidade de investir em um mestrado na área.

Data Science Degree Programs Guide lista os melhores programas de mestrado em Ciências de Dados em universidades públicas e sem fins lucrativos. Um sistema de pontos foi desenvolvido com base em três categorias: relação aluno-professor, preço líquido médio e se a escola oferece áreas de concentração no programa de graduação.

Aqui estão algumas delas:

1. Purdue University: Krannert School of Management

Oferecido através da Krannert School of Management, o Mestrado em Ciência da Administração e Gestão de Informação da Purdue University é um programa de tempo integral que começa todos os anos em junho e dura três semestres. O programa de pós-graduação oferece três especializações em análise da cadeia de suprimentos, análise de investimentos ou análise de finanças corporativas.

É um programa certificado pela STEM, concebido para educar os alunos sobre as mais recentes tecnologias e técnicas analíticas, através da experiência prática. Você também aprenderá a usar várias ferramentas relevantes do setor, como SAS, Python, Minitab e SQL. Ao se formar, a universidade promete que o profissional poderá aplicar suas habilidades a problemas de dados usando as práticas recomendadas mais recentes para análise de dados corporativos.

Local : West Lafayette, Indiana
Presencial ou online? Há a necessidade de frequentar as aulas no campus
Razão aluno-professor : 12: 1
Custo: US$ 29.741 para estudantes estrangeiros, US$ 47.786 para alunos de fora do estado
Foco: Análise da Cadeia de Suprimentos, Análise de Investimentos ou Análise de Finanças Corporativas

2. DePaul University

A DePaul University oferece um mestrado em Ciência de Dados que promete equipar os alunos com as habilidades certas para uma carreira na área. O programa requer uma pós-graduação anterior, mas o profissional pode escolher entre concluir um projeto de análise de dados aplicado, fazer um curso básico de Análise Preditiva, participar de um estágio de análise ou apresentar uma dissertação de mestrado.

A DePaul University também oferece quatro especializações em Ciência de Dados, que incluem métodos computacionais, assistência médica, hospitalidade e marketing. O currículo de cada especialização “enfatiza a proficiência técnica e a experiência prática” enquanto fornece aos alunos “habilidades avançadas em mineração de dados, Estatística, Machine Learning e Big Data”.

Localização: Chicago, Illinois
No campus ou online: todos os cursos de métodos computacionais estão disponíveis online; alguns cursos de saúde, marketing e hospitalidade são online, mas outros requerem aulas presenciais
Aluno-professor : 15: 1
Custo: US$ 1.060 por crédito/hora
Foco: Métodos Computacionais, Assistência Médica, Hospitalidade e Marketing

3. University of Rochester

A University of Rochester oferece um MS in Data Science através do Instituto Goergen de Ciência de Dados. O programa pode ser concluído em dois ou três semestres de estudo em tempo integral, mas o caminho de dois semestres inclui uma carga horária rigorosa, por isso é recomendado para alunos que já tenham uma sólida formação em Ciência da Computação e Matemática. Para aqueles sem um forte conhecimento em Ciência da Computação, há a opção de um curso de verão que irá ajudar o profissional a acelerar seus conhecimentos até o início do programa.

Ao longo do programa, o profissional terá a chance de concluir estágios e obter orientação profissional. E poderá escolher entre três especializações, incluindo Métodos computacionais e estatísticos, Ciências da Saúde e Biomédicas e Ciências sociais e de Negócios.

Local: Rochester, Nova Iorque
Presencial ou online: É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor: 10: 1
Custo: US$ 51.072, em média, para 32 créditos
Foco: Métodos computacionais e estatísticos, Ciências da Saúde e Biomédicas e Ciências Cociais e de Negócios.

4. New York University

A New York University oferece um MS em Data Science (MSDS) com opção entre várias especializações, incluindo Data Science, Big Data, Matemática e Dados, Processamento de Linguagem Natural e Física. O profissional precisará completar 36 créditos para se formar, o que leva os alunos em tempo integral a uma média de dois anos de curso, até a conclusão da primeira especialização.

O aluno também será solicitado a concluir um projeto de conclusão durante o programa que o conduzirá por todo o processo de solução de problemas reais com dados em todos os setores. Espera-se que os alunos obtenham experiência prática útil na coleta e processamento de dados e, em seguida, utilizem esses dados para projetar e implementar soluções.  

Localização: New York
No campus ou online: É necessária a presença no campus
Relação aluno-professor: 10: 1
Custo: US$2.286, mas é possível economizar em taxas de inscrição e de serviços pagando por mais de uma especialização de uma só vez
Foco: Ciência de Dados, Big Data, Matemática e Dados, Processamento de Linguagem Natural e Física

5. Carnegie Mellon University

A Carnegie Mellon University oferece um mestrado em Computação e Ciência de Dados (MCDS) através da Tepper School of Business. Durante o primeiro semestre, o aluno terá que fazer quatro cursos básicos: Computação em Nuvem, Machine Learning, Ciência de Dados interativa e um seminário sobre Ciência de Dados. Até o final do primeiro semestre, o aluno precisará selecionar três especializações, incluindo Sistemas, Análise ou Ciência de Dados centrada no ser humano. Sua escolha ajudará a formatar os cursos que fará no resto do programa.

O programa se concentra em projetos experimentais, coleta de dados, modelagem e análise de dados, resolução de problemas e interação homem-máquina. Os problemas nessas áreas são abordados usando um currículo de Ciência da Computação que inclui Engenharia de Software, Machine Learning e Estatística. Os alunos saem aptos a trabalhar com conjuntos de dados de larga escala em ambientes complexos de TI.

Local: Pittsburgh, Pensilvânia
No campus ou online : É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor : 10: 1
Custo : US$ 25.000 por semestre
Concentrações: Sistemas, Análise e Ciência de Dados centrada no ser humano

6. Columbia University na cidade de Nova York

A Columbia University oferece um mestrado em Ciência de Dados por meio do Data Science Institute, que exige 30 créditos para ser concluído. O curso oferece uma longa lista de especializações, incluindo Análise na área da Saúde, Segurança Cibernética, Finanças e Business Analytics e Cidades Inteligentes, entre outros tópicos.

Antes de se inscrever no programa, o profissional precisará ser capaz de codificar em vários idiomas, como R, Python, C e Java. O domínio de pelo menos um desses idiomas será necessário para o crédito de Algorithms for Data Science.

Local: Nova York
Presencial ou online : É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor: 6: 1
Custo: US$ 2.018 por crédito
Especializações : Sistemas de Computação para Ciência de Dados; Cíbersegurança; Dados, Mídia e Sociedade; Finanças e Business Analytics; Fundamentos da Ciência de Dados; Análise na área de Saúde; e Cidades Inteligentes

7. North Carolina State University

A North Carolina State University oferece um programa MS in Analytics (MSA) projetado como uma experiência de aprendizado  de 10 meses que enfoca o trabalho em equipe e o coaching individual.

Para se inscrever no programa o profissional precisará de experiência com codificação em mais de um idioma, conhecimento de análise quantitativa complexa e ser graduado em Estatística. O programa de pós-graduação não requer a seleção de uma longa lista de disciplinas eletivas e aulas básicas. Em vez disso, o profissional seguirá um currículo afinado que incentiva o aprendizado interativo e o trabalho em equipe.

Localização: Raleigh, Carolina do Norte
Presencial ou online: É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor: 6: 1
Custo: US$ 23.460 para estudantes americanos, US$ 43.466 para estudantes estrangeiros
Especializações: Nenhuma

8. Georgia Institute of Technology

O Georgia Institute of Technology oferece um MS in Analytics que combina Estatística, Pesquisa Operacional, Computação e Negócios para oferecer um programa de graduação interdisciplinar para cientistas de dados. Ele é projetado para dotar os estudantes de Ciência de Dados nas habilidades adequadas para lidar com Inteligência de Negócios e tomada de decisões em um ambiente corporativo.

O programa MS inclui três trilhas: Ferramentas Analíticas, Análise de Negócios e Análise de Dados Computacionais. O estudante  pode escolher entre um programa no campus que pode ser concluído em um ano ou um programa de graduação online que normalmente é concluído em um ou dois anos. A optação pelo programa presencial dá acesso a orientação profissional.

Localização: Atlanta, Georgia
No campus ou online: Programas presenciais e online
Relação aluno-professor : 20:1
Custo: US$ 1.206 por crédito/hora para estudantes residentes, $ 1.665 por crédito/hora para estudantes de fora do estado; e $ 275 por crédito/hora para o programa online
Especializações: Ferramentas Analíticas, Análise de Negócios e Análise de Dados Computacionais

9. Universidade de Oklahoma

A Universidade de Oklahoma oferece um mestrado em Ciência de Dados e Analytics através das escolas de Ciência da Computação e Engenharia Industrial e de Sistemas. O curso combina conhecimentos de ambos os departamentos para ensinar aos alunos as habilidades certas para “projetar e construir ferramentas para extrair, assimilar e analisar dados”.

Alunos em período integral podem obter um diploma em 14 meses, mas também há opções para alunos em meio período. O grau mais simples, sem defesa de tese, requer nove disciplinas eletivas, 13 horas de cursos em cima das 24 horas necessárias de um curso de engenharia. O curso com defesa de tese requer três disciplinas eletivas em cima dos 20 disciplinas necessárias, uma hora de estágio de engenharia e seis horas gastas em um projeto de pesquisa.

Local : Norman, Oklahoma
Presencial ou online : no campus, opções online e híbridas
Relação aluno-professor : 18: 1
Mensalidade : US$ 30.000 por semestre, em média
Especializações: Nenhuma

10. Universidade de Iowa

A Universidade de Iowa oferece seu Mestrado em Ciência e Análise de Dados (MS DSA)através do Tippie College of Business. Essa graduação interdisciplinar combina Big Data e Business Analytics, permitindo que os alunos trabalhem “de ponta a ponta no campo do Big Data”, de acordo com a universidade.

O curso é realizado online e combina conceitos de Ciência da Computação e Engenharia de Sistemas. Alunos de pós-graduação podem escolher entre um caminho apenas de cursos ou um de defesa de tese. Em geral, leva 14 meses para que os alunos obtenham os 33 créditos necessários para a formatura. O mestrado requer passar pelos 10 cursos, mas, depois dos cinco primeiros, o aluno ganhará um certificado de especialização.

Local: Iowa City, Iowa
Proporção aluno-professor: 15: 1
Presencial ou online: Presença obrigatória no campus
Mensalidade: US $ 10.457 por semestre para estudantes residentes, US $ 16.860 para estudantes de fora do estado
Especialização: Nenhuma

Fonte:http: IDGNOW

Zeeng estuda presença digital dos e-commerces durante a Black Friday

A Black Friday, data de maior movimentação do varejo, passou. Mas por onde olhamos, percebemos o rasto que ela deixou ao longo do mês. Pensando nisso, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics, mediu a presença digital das marcas Americanas, Carrefour, Casas Bahia, Centauro, Fast Shop, Magazine Luiza, Netshoes, Ponto Frio, Ricardo Eletro e Submarino durante o mês de novembro e estudou como cada uma delas se comportou em suas redes sociais, na imprensa e web analytics:

Assista o vídeo na íntegra 

A empresa com maior destaque em todos os âmbitos foi a Magazine Luiza, com nota 7,7 no Zeeng Score, indicador que leva em conta o nível de atuação da empresa nas redes sociais, imprensa e web analytics. Ao longo do mês foram 102 publicações. Seguida pela Fastshop, com 95 posts, e Ricardo Eletro, com 53 posts.

No Youtube, a Magazine Luiza também foi a marca que mais postou, com 38 vídeos, seguida por Casas Bahia, com 24, e Ponto Frio, com 23. No Instagram, a empresa postou 45 posts, seguida de Netshoes, com 20, e Americanas, com 11. A frenquência da Magazine Luiza no Twitter foi de 87 posts, seguida por Submarino, com 86, e Americanas, com 79.

O grande destaque dos e-commerces nas redes sociais está no formato de publicação utilizado neste período. “Este ano, foi forte a atuação das empresas nas redes sociais com foco na produção de conteúdos em vídeo. Vimos o que era tendência virar realidade e as marcas souberam aproveitar isso a seu favor” relata Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Os vídeos foram muito utilizados pelas marcas, para garantir a atenção do consumidor no tema Black Friday, com predominância desses posts Magazine Luiza.

No comportamento na imprensa, o Submarino ficou na frente, com mais de 1.700 notícias, seguido de Magazine Luiza 322 notícias e Casas Bahia 311 notícias.

Fonte: E-Commerce News