Verbete Draft: o que é Marketing Holístico

Não precisa acender incenso. O Marketing Holístico leva em conta que todas as partes envolvidas com a empresa se relacionem em uma estratégia ampla e, portanto, mais eficiente. Conheça.

MARKETING HOLÍSTICO

O que acham que é:  Marketing voltado a terapias alternativas.

O que realmente é: Marketing Holístico é uma abordagem que visa contemplar partes diversas (como stakeholders, clientes, funcionários, fornecedores) ao criar e implementar estratégias de marketing. No conceito está a ideia de que a melhor solução nasce de uma perspectiva ampla e inter-relacionada. Quatro vertentes, necessariamente, precisam trabalhar juntas no Marketing Holístico: Marketing de Integração, de Relacionamento, Interno e Socialmente Responsável. Segundo Guilherme Pereira, diretor acadêmico dos MBAs da FIAP, o Marketing de Integração deve criar uma experiência unificada para o cliente, da mensagem ao entendimento. “Já o Marketing de Relacionamento visa gerar vínculo e criar envolvimento a longo prazo da marca com o cliente e o Marketing Interno é um conjunto de ações direcionadas ao público interno da organização ou empresa”, afirma. Eventualmente é possível adicionar mais vertentes como endomarketing, webmarketing, branding etc. Para Eduardo Prange, CEO da Zeeng, que analisa big data nas áreas de marketing e comunicação, o Marketing Holístico parte do pressuposto de que todas as partes envolvidas com a organização sofrem interferência e se relacionam. “Todos os processos de desenvolvimento, projeto ou a implementação de programas e atividades de marketing devem ter consciência dessa correlação.”

Quem inventou: Os acadêmicos e autores norte-americanos Philip Kotler e Kevin Lane Keller.

Quando foi inventado: Em 2006.

Para que serve: Para, por meio da sinergia criada entre todas as partes, impactar positivamente o resultado, fazendo com que o produto ou serviço venda mais. “Basicamente, o Marketing Holístico procurar enxergar o entorno de forma mais ampla e complexa, visando construir valor para a marca e para a empresa”, diz Silvio Sato, do curso de Publicidade e Propaganda da FAAP.

Quem usa: Qualquer empresa ou marca que deseje integrar estratégias.

Efeitos colaterais: Ineficiência, caso haja resistência na mudança da cultura da empresa (advinda da integração das áreas).

Quem é contra: Empresas que acreditam que a eficiência vem da segmentação. “São organizações que acreditam que o departamento de marketing é o pensador e o executor das estratégias, e não a empresa como um todo”, afirma Pereira.

Fonte: Projeto Draft

Aliadas, tecnologia e dados de consumo ajudam marcas a otimizar sua performance em vendas

Por Ricardo Rodrigues (*)

Você sabia que, em média, menos de 2% dos visitantes que chegam a um e-commerce compram no ato? Desse dado é possível concluir muita coisa. Primeiro que nenhum negócio consegue sobreviver exclusivamente de compras por impulso. A conta de investimento em atração de público versus vendas nunca vai fechar desse jeito. O que nos leva ao segundo ponto: só porque 98% de usuários deixam um site sem comprar nada, não significa que eles não gostaram dos produtos ou não têm intenção de converter com a marca em algum momento. Essas pessoas simplesmente não estavam prontas para comprar.

E isso pode acontecer por diversos motivos – o consumidor estava sem o cartão de crédito na hora, com pressa para buscar o filho na escola ou se distraiu com um e-mail de trabalho. Isso acontece porque a jornada de compra não é linear. Ao mesmo tempo, as marcas não podem simplesmente desperdiçar todo esse volume de potenciais clientes, que entraram no site e demonstraram interesse nos produtos. Portanto as empresas precisam ajudar as pessoas a tomarem uma decisão de compra e o melhor caminho para fazer isso é através dos dados de consumo, que indicam o perfil e comportamento do público de uma empresa e podem orientar campanhas mais assertivas.

Desvendando o perfil do consumidor através dos dados

Para otimizar a estratégia de marketing digital, o primeiro passo é  identificar quem são os visitantes do site – as necessidades e desejos do consumidor. Entender com profundidade o comportamento desses usuários  enquanto navegam nas páginas do site e quais são os produtos e categorias em que tem mais interesse é essencial para que as marcas criem campanhas mais direcionadas e personalizadas, com maior potencial de conversão, fazendo com que cada consumidor se sinta especial, mais próximo e querido pela empresa.

Todo este processo, desde a primeira identificação do cliente com a marca até a fidelização e recompra, é definido pela jornada de compra.  O objetivo de qualquer negócio online é buscar a evolução do visitante nesse processo, para que se torne um comprador fiel e constante, justamente pela boa experiência vivida no e-commerce.

Uma estratégia baseada em dados

Uma vez identificados os perfis de consumo dos consumidores, é possível aplicar uma comunicação humanizada, adequada ao momento em que aquele usuário está na sua jornada de compra.

Por exemplo: resultados preliminares de uma pesquisa de neurociência e linguística, liderada pela Social Miner, mostram que quando um novo visitante entra num site e está na fase de consideração da sua jornada de compra, usar uma linguagem mais afetiva e empática pode performar até 17% melhor. Ou seja, para cadastrar mais leads, o ideal é que as marcas sejam receptivas e encantem o seu potencial cliente. Na fase de avaliação, o compartilhamento de informações sobre os produtos – utilidades e vantagens – pode garantir resultados até 23% melhores.

Já na fase de conversão, a oferta de benefícios financeiros, como descontos e condições especiais, são mais relevantes em 60% dos casos e, na fase de retenção, o cuidado com a experiência pós-compra, bem como conteúdos que proporcionam uma boa experiência garantem a fidelização.

Estudamos ainda a relação entre a navegação do usuário em um site com a sua intenção de compra. E descobrimos que quanto mais engajado esse consumidor está, visitando mais páginas, maiores são as suas chances de conversão. Isso significa que podemos prever, com baixíssimo grau de erro, a probabilidade de um visitante comprar ou não, baseado em seu comportamento de navegação. Uma boa estratégia de engajamento ajuda as marcas a guiarem a navegação dos seus visitantes dentro do site, multiplicando as oportunidades de venda.

Automação x humanização: é possível ter os dois ao mesmo tempo?

A automação, aliada à personalização, permite que as marcas tratem os seus clientes com exclusividade e melhor: faça isso de forma escalável. Ou seja, a tecnologia faz o trabalho duro de análise de dados, enquanto as equipes de marketing podem focar no que realmente importa: as pessoas e o que elas esperam das marcas.

É, portanto, um recurso essencial tanto para grandes, quanto para pequenas e médias empresas. Num cenário de grandes e-commerces, os recursos ajudam a vencer o desafio de criar campanhas humanizadas, em escala. Já para o pequeno e médio empreendedor, oferece diferencial competitivo – baseada na experiência de compra humanizada – já que nem sempre essas organizações podem brigar por preço. Chamamos essa metodologia, que garante até 3,5 vezes mais conversões para as marcas, de People Marketing.

Por fim, é sempre importante buscar parceiros de confiança para que a sua marca esteja em boas mãos, afinal é a sua reputação que está em jogo. Existem empresas que podem te ajudar nesse sentido: criando verdadeiros laços entre a sua marca e seus clientes. Nós da Social Miner promovemos uma comunicação humanizada e automatizada para e-commerces aumentarem suas vendas. Minha dica é: valorize seu consumidor e fale com ele como se fossem bons amigos. Seja autêntico e, com certeza, você irá se destacar no mercado.

(*) Ricardo Rodrigues é cofundador da Social Miner

Fonte: Proxxima

GARTNER IDENTIFICA CINCO MITOS SOBRE O USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NAS EMPRESAS

Os líderes de TI e de negócios geralmente ficam confusos sobre o que a Inteligência Artificial (IA) pode fazer por suas organizações e são frequentemente desafiados por falsas ideias sobre como aplicar os conceitos dessa tecnologia em suas organizações. O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, avalia que os gestores de TI e negócios que desenvolvem projetos de inteligência artificial devem separar a realidade dos mitos para elaborar suas estratégias de inovação para o futuro.

“Com a tecnologia de IA ​​entrando nas companhias, é crucial que os líderes de negócios e de TI compreendam completamente como as soluções inteligentes podem criar valor para seus negócios e onde estão suas limitações”, diz Alexander Linden, Vice-Presidente de pesquisa do Gartner. “As tecnologias de Inteligência Artificial só podem gerar valor se fizerem parte da estratégia da organização e forem usadas da maneira correta”.

Para evitar concepções erradas, o Gartner anuncia cinco mitos sobre o uso da Inteligência Artificial:

Mito 1: A Inteligência Artificial funciona da mesma maneira que o cérebro humano

A Inteligência Artificial é uma disciplina de engenharia da computação. Em seu estado atual, consiste em ferramentas de software destinadas a resolver problemas. Embora algumas formas de IA sejam altamente capacitadas e habilidosas, seria impossível pensar que as aplicações inteligentes atuais são semelhantes ou equivalentes à inteligência humana.

“Algumas formas de aprendizado de máquina (ML – de Machine Learning, em inglês), que é uma categoria de inteligência artificial, podem ter sido inspiradas pelo cérebro humano, mas não são equivalentes”, afirma Linden. “A tecnologia de reconhecimento de imagem, por exemplo, é mais precisa do que a maioria dos humanos, mas não é útil quando se trata de resolver um problema de matemática. A regra com a Inteligência Artificial, hoje, é que ela resolve uma tarefa extremamente bem, mas, se as condições da tarefa mudarem um pouco, essa tecnologia falhará”.

Mito 2: Máquinas inteligentes aprendem por conta própria

A intervenção humana é necessária para desenvolver uma máquina ou um sistema baseado em Inteligência Artificial. O envolvimento pode vir de experientes cientistas de dados humanos, que são imprescindíveis para executar tarefas como definir e enquadrar quais são as questões a serem executadas, preparar os dados, determinar conjuntos de informações apropriados para a análise, remover possíveis erros (ver mito 3) e – o mais importante – para atualizar continuamente o software, permitindo a integração de novos conhecimentos e de aprendizagem para o próximo ciclo de inovação presente nas máquinas.

Mito 3: Inteligência Artificial pode ser livre de preconceito

Toda tecnologia de Inteligência Artificial é baseada em dados, regras e outros tipos de informações fornecidas por especialistas humanos. Semelhante aos humanos, as aplicações inteligentes também são intrinsecamente enviesadas por uma forma ou outra de análise.

“Hoje, não há como banir completamente o preconceito, no entanto, temos que tentar reduzi-lo ao mínimo”, diz Linden. “Além de soluções tecnológicas, como diversos conjuntos de dados, também é crucial garantir a diversidade nas equipes que trabalham com a Inteligência Artificial e fazer com que os membros da equipe revisem o trabalho uns dos outros. Esse processo simples pode reduzir significativamente o viés de seleção e confirmação”.

Mito 4: A Inteligência Artificial só substituirá trabalhos repetitivos e que não exigem graus avançados

A Inteligência Artificial permite que as empresas tomem decisões mais precisas por meio de previsões, classificações e agrupamentos da análise de dados. Essas habilidades das soluções baseadas em IA permitiram que as empresas reduzissem as demandas acerca das tarefas mais comuns, mas, por outro lado, também aumentaram a complexidade das tarefas remanescentes. Um exemplo é o uso de Inteligência Artificial na avaliação de imagens na área da saúde. Uma radiografia de tórax baseada em IA pode detectar doenças mais rapidamente que radiologistas. No setor financeiro e de seguros, robôs estão sendo usados ​​para o gerenciamento de rendas ou detecção de fraudes. Essas capacidades não eliminam o envolvimento humano nessas tarefas, mas permitem que os humanos lidem apenas com os casos incomuns ou mais específicos. Com o avanço da Inteligência Artificial ​​no local de trabalho, os líderes de negócios e de TI devem ajustar os perfis de trabalho e o planejamento das habilidades de suas equipes, além de oferecer opções de certificações e reciclagem de conhecimento para os profissionais já presentes na companhia.

Mito 5: Nem todas as empresas precisam de uma estratégia de Inteligência Artificial

Todas as organizações devem considerar o impacto potencial das soluções de Inteligência Artificial ​​em suas estratégias e investigar como essa tecnologia pode ser aplicada às demandas de suas operações. Evitar a exploração da Inteligência Artificial é o mesmo que abandonar a próxima fase da automação, o que, em última análise, poderia colocar as companhias em desvantagem competitiva.

“Mesmo que a estratégia atual de uma empresa não utilize a Inteligência Artificial, é importante que os líderes de negócios dessa companhia avaliem esse tema para tomar uma decisão consciente, baseada em muita pesquisa e avaliação do cenário. E como em relação a qualquer outra estratégia, é sempre recomendável que as companhias revisitem periodicamente seus planos, alterando suas diretrizes e rumos de acordo com as necessidades da organização. As ferramentas de Inteligência Artificial podem ser necessárias mais cedo do que o esperado”, finaliza Linden.

Fonte: Digitalks

Precisando de investimento? Saiba onde e como encontrar

Conseguir um investimento sempre é uma tarefa desafiadora para empreendedores que desejam agregar valor ao seu negócio. Para encurtar a distância entre a startup e o investimento que tanto precisa, elencamos algumas iniciativas que ajudam os empreendedores a encontrar o investidor certo, elaborar um pitch de sucesso, se conectar com os maiores players de empreendedorismo do Brasil e até mesmo ser orientado por mentores e especialistas nos temas mais relevantes para empresa.

Programas de aceleração

O InovAtiva Brasil oferece atividades online como mentorias coletivas e individuais, capacitações, eventos presenciais e a chance de se apresentar para a maior banca de investidores do Brasil, no Demoday InovAtiva que ocorre em São Paulo, gerando ainda mais visibilidade e conexão para a empresa.

Outra aceleradora que chama a atenção é a Spin. Especializada em startup indústria do Brasil, oferece mentorias com metodologias exclusivas do Vale do Silício, estrutura de escritório e salas de reunião em quatro cidades, programas exclusivos de governança corporativa para startups, coaching em grupo e individual, treinamentos, cursos, workshops e assessoria jurídica e contábil. “Nós acreditamos que a execução de um negócio é superior a ideia, por isso buscamos bons projetos e equipes com capacidade de entrega. Esses métodos ajudam as startups a se tornarem mais atrativas para os investidores, além de promover a conexão destas com possíveis clientes, indústria e grandes empresas”, conta Beny Fard, CEO da Spin.

Internacionalização

Com o StartOut Brasil, até 20 startups participam de ciclos de imersão nos mais promissores ecossistemas de empreendedorismo do mundo. A próxima edição ocorre de 24 a 29 de março em Santiago. Nela, os empreendedores irão visitar aceleradoras, incubadoras e empresas locais; participar de seminário de oportunidades, reuniões com prestadores de serviços e encontros de negócio organizados pelo programa; além de realizar uma apresentação para possíveis investidores e parceiros.

Coworkings

Os espaços de coworking têm buscado cada vez mais oferecer atividades que incentivam a conexão entre residentes com o objetivo de promover o crescimento das empresas, com a possibilidade de conquistar investimentos para o seu negócio. “Aqui no Co.W. nós sempre realizamos eventos com conteúdos direcionados aos mais diversos segmentos para criar conexões entre os empreendedores e investidores. Acreditamos que essa é a melhor maneira de fomentar o ecossistema como um todo”, afirma Renato Auriemo, CEO do Co.W., coworking que tem como objetivo conectar empresas, novas ideias e culturas diferentes em um clima voltado ao networking, inovação e a construção de um futuro cada vez mais próspero e empreendedor.

Eventos de empreendedorismo

A Summit Hub, empresa que chegou ao mercado com a missão de gerar conexões entre grandes players e novos empreendedores por meio de conteúdos e principalmente eventos, como é o caso da Gramado Summit, um dos maiores eventos para startups no Brasil. O grande objetivo do evento é alavancar o ecossistema brasileiro com a concretização de negócios e conteúdo de qualidade. Para isso, proporciona aos novos empreendedores a geração de um networking de qualidade, leads concretos e a possibilidade de ampliar seus projetos através da negociação com novos clientes e investidores.

Dicas de quem já recebeu investimento

Eduardo Prange, CEO da Zeeng, plataforma de big data analytics voltada para comunicação e marketing, participou do programa InovAtiva Brasil e compartilhou o que aprendeu: “Esteja atento e se questione sobre a real necessidade de buscar um investimento. Olhe e entenda até que ponto o capital é uma fraqueza da organização ou uma oportunidade. Se for fraqueza, linhas de crédito minimizam o impacto disso. Mas se for oportunidade, é porque você tem um negócio na mão que funciona, que pode ser tracionado e acelerado, e que só falta o dinheiro para isso acontecer”, explica Prange.

O CEO do Qranio, Samir Iásbeck, compartilha da mesma ideia. “Acredito que as startups precisam criar uma fundação sólida, para que os seu negócio seja ‘sustentável’. Os investimentos são vantajosos sim, mas entendo que a empresa deve ter um plano de negócio já consolidado, porque o crescimento acelerado pode ser um risco se ela não tiver faturamento e só estiver sobrevivendo de especulação e fundo de investimento”, afirma Iásbeck.

A BeeTech, fintech especializada em serviços digitais cross border como a Remessa Online e a BeeCâmbio, se aproxima cada vez mais do ecossistema internacional e chama atenção do mercado. Para Tatiana Delgado, Head of Business and Corporate Development, oferecer excelência aos clientes é a melhor forma de ter notoriedade. “Trabalhamos em prol do melhor serviço e, com parcerias que nos ajudam neste processo, chamamos a atenção de investidores. É inevitável que fiquemos mais conhecidos e em evidência”, explica. Em 2017 a empresa fez parte de um programa de aceleração da Visa e em 2018 recebeu um round Series A, além de firmar parceria com a Ripple para envio de remessas internacionais via blockchain.

A Agenda Edu, uma startup de educação que integra alunos, pais e escolas por meio de um app e de uma plataforma online. “Todo empreendedor, quando está captando investimento, precisa se questionar se está no momento certo para buscar investimento e se tem a maturidade necessária. Depois disso, deve encontrar um investidor que tenha uma tese de investimento aderida ao que ele está buscando. Por fim, após olhar esses pontos, tem que entender todos os riscos de uma operação como essa”, afirma Anderson Morais, CEO da empresa.

Fonte: Startupi

Zeeng realiza levantamento que mapeia presença digital das escolas de samba do Rio de Janeiro

Salvador, 07/03/2019 – Os desfiles das escolas de samba de 2019 são sempre a grande atração do carnaval. E, para defenderem seus enredos e compartilharem detalhes da participação em um dos maiores eventos do Brasil, as escolas utilizam cada vez mais a internet e redes digitais.

Afim de acompanhar o engajamento das escolas de samba do Rio de Janeiro, um dos principais recantos do samba no Brasil, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação, realizou um estudo onde analisou as redes sociais e a presença digital das escolas cariocas no Carnaval de 2019.

O período analisado foi de 01 de janeiro ao dia 26 de fevereiro no Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. O resultado concluiu que as escolas com maior presença digital foram: Acadêmicos do Salgueiro, Portela e Estação Primeira de Mangueira.

A Acadêmicos do Salgueiro fechou este período com 315.782 fãs no Facebook; 24.381 seguidores no Twitter; 202.176 no Instagram e 223 inscritos no Youtube. A Portela acumulou 340.017 fãs no Facebook; 9.501 seguidores no Twitter; 126.883 no Instagram e 1.534 inscritos no Youtube. Enquanto a Estação Primeira de Mangueira alcançou 255.154 fãs no Facebook; 28.570 seguidores no Twitter; 123.222 seguidores no Instagram e 6.795 inscritos no Youtube.

Já a média de engajamento no Facebook durante o período apontado foi de 0,15% da Acadêmicos do Salgueiro; 0,23% da Portela e 0,23% da Estação Primeira de Mangueira. No Instagram, a média foi de 1,13% da Acadêmicos do Salgueiro; 1,39% da Portela e 1,95% da Estação Primeira de Mangueira.

Se tratando de notícias veiculadas, as escolas mais presentes foram Estação Primeira de Mangueira, com 706 matérias; seguida pela Portela com 521; e Beija–Flor com 422. A Acadêmicos do Salgueiro ocupa o quarto lugar com 374 matérias.

“Notamos que a medida que o Carnaval se aproxima, as escolas aumentam suas interações com seus fãs e seguidores nas redes sociais. Se levarmos em consideração que cada vez mais as pessoas buscam informações nos meios digitais, a tendência é que as interações aumentem e a presença online do mundo do samba invada as redes, ano a ano”, finaliza Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Fonte: TI Bahia

Grupo Vega, na Grande Belém, aumenta 30% das vendas com estratégias de marketing digital

Com atuação expressiva na Grande Belém, o Grupo de concessionárias Vega conta com reforço da Lead Force, agência de marketing digital especializada em concessionárias, há um ano e já colhe frutos dessa parceria ao registrar aumento na geração de leads e por consequência nas vendas. O Grupo tem duas lojas Volkswagen e uma Ford.

De acordo com Paulo Mutran, diretor da Vega, a concessionária registrou aumento de 30% nas vendas depois de contratar os serviços da Lead Force. A empresa realiza o trabalho de estratégia digital da marca de forma direcionada e com o objetivo de gerar e converter leads.

“O que nos impressiona é o suporte que a Lead Force nos dá, de maneira ágil. Anteriormente, perdíamos muito tempo tendo que abrir chamados para que a comunicação e as ações digitais pudessem acontecer”, analisa Paulo.

No atendimento à Vega, a Lead Force desenvolve campanhas de Google Ads, Instagram, Facebook, SMS a clientes e e-mail marketing. Para tanto, a empresa dispõe de uma equipe prestativa e que avalia cada elemento para criar a estratégia digital da concessionária. Tudo para que a Vega mantenha o relacionamento pré-venda e venda.

O Grupo Vega atende a Região Metropolitana de Belém desde 2016 e, hoje, conta com 250 funcionários. Os dois sites da empresa, Vega Ford e Vega Volkswagen, foram criados pela Lead Force que, direta e indiretamente, impacta nas vendas dos automóveis.As concessionárias ainda utilizam os serviços de CRM da Syonet, que é líder em soluções de Gestão de Relacionamento com o Cliente para concessionárias no Brasil.

“No projeto do Grupo Veja, além de seguir o guideline de criação de cada marca, focamos também em várias formas de geração de leads, como por exemplo: formulários, Chat robô, linhas de calltracking e clique e ligue, porque não adianta investir em mídias como Google e Face Ads se as “iscas digitais” não estiverem prontas para captar o lead. O próximo passo com o Grupo Vega será implantar nosso integrador de estoque GiroCar, com os anúncios de veiculos com visão 360 graus para aumentar ainda mais a geração de leads e por consequência aumentar a rentabilidade do Grupo Vega, afinal foi para isto que a Lead Force foi contratada”, complementa o diretor da Lead Force, Isac Campos.

“Estamos muito satisfeitos com essa parceria e dou nota 10 para Lead Force, que tem sido fundamental para o desenvolvimento de nossas campanhas de vendasna web”, finaliza Paulo Mutran.

Fonte: Revista Live Marketing

4 dicas para escolher uma plataforma de inteligência de dados

Os dados são nossos parceiros de negócio e essa já é uma realidade instalada no mercado atual. Há algum tempo, as pessoas, empresas e profissionais de áreas comentam sobre como as informações, geradas tanto no ambiente online quanto no off-line, têm servido para compor estratégias e mudar verdadeiramente o rumo de ações e campanhas

Artigo produzido por: Eduardo Prange

Como você já deve ter percebido: estou falando de uma nova era, a era das plataformas de inteligência de dados.

Segundo a Gartner, principal empresa de consultoria e pesquisa do mundo, 2,2 milhões de terabytes de novos dados são criados todos os dias e a expectativa é que, até 2020, exista um total de 40 trilhões de gigabytes de dados espalhados pelo mundo.

Isso quer dizer que, em pouco tempo, tudo o que conhecemos de informação será apenas uma ponta (muito pequena) do iceberg conhecido como Big Data.

A tendência é que a quantidade de dados gerados nos próximos anos seja tão grande que parecerá impossível mensurá-la e, para as empresas, fazer leituras deste cenário se torna imprescindível.

Pensando em ajudar você nessa jornada de competição acirrada, separei algumas dicas para auxiliar na escolha de uma ferramenta de inteligência que atenda tanto os seus desejos, como os dos leads, que poderão contar com um fornecedor que oferece mais do que bons produtos, mas ótimas experiências. Confira!

1. Captura de dados eficiente: As plataformas de inteligência de dados são ambientes que reúnem enormes quantidades de informações de diferentes bases públicas, mídias sociais, etc., e que precisam ser eficientes para cruzamentos e análises de conteúdo complexos.

O objetivo é que, além das grandes coletas de dados, as informações capturadas sejam eficazes do ponto de vista estratégico. Que sirvam para identificar comportamentos e conhecer os perfis dos consumidores, por meio de cruzamento de dados usando ferramentas como o Analytics de forma inteligente.

A ideia é que os dados coletados sirvam como base para melhores tomadas de decisão. Por isso, procure por uma solução que entregue: usabilidade, praticidade, organização e que também está pronta para as grandes análises de dados.

2. Gestão de dados inteligente: Além do auxílio na coleta de informações significativas para a empresa, uma plataforma de dados tem como proposta aumentar sua capacidade de gestão.

Com uma solução que faz uma leitura de dados complexa existem mil maneiras de melhorar os resultados do negócio. Em vez de despender tempo fazendo uma coleta e seleção enorme de informações, você já tem os dados mais interessantes distribuídos em dashboards e relatórios, basta fazer a leitura.

A tecnologia, portanto, facilita muito o trabalho de controle sobre o que está servindo de insumo para as estratégias da empresa.

O gerenciamento das informações – uma prática fundamental quando se lida com dados – deixa de ser uma tarefa morosa e passa a funcionar como um meio muito eficiente para geração de insights.

3. Visualização facilitada: Outro fator que deve ser levado em consideração é optar por ferramentas totalmente visuais. Ou seja, os dados precisam ser apresentados de maneira que todos tenham acesso prático, desde as pessoas de negócios até os profissionais que lidam diariamente com inteligência.

Uma boa plataforma deve ser funcional ao ponto de permitir avaliações rápidas de cenários para reverter problemas pontuais, como mudar uma campanha de marketing com o objetivo de aumentar as conversões em leads, por exemplo.

4. Análise estratégica: Uma plataforma de inteligência de dados muito completa permite que a empresa se diferencie das outras no mercado e isso está totalmente relacionado ao seu poder de análise.

Para que a empresa ganhe destaque entre seus concorrentes diretos e indiretos, é importante que ela tenha potencial analítico e encontre facilmente respostas para seus planos, ações e estratégias em dados muito valiosos.

Com o auxílio de boas plataformas é possível diminuir o risco das avaliações apressadas de cenário. Todo e qualquer levantamento feito pela sua empresa será fundamentado em dados estratégicos, pois a própria solução funciona de maneira inteligente, oferecendo relatórios comparativos, simplificando o trabalho de análise.

Com isso, a produtividade das equipes acaba aumentando e insights diferenciados surgem para melhorar os negócios da empresa.

O tempo de retrabalho é reduzido, assim como os custos, e gestores e líderes passam a desempenhar funções ainda mais estratégicas, mudando positivamente a realidade das empresas, agora muito mais inteligentes.

Para finalizar, posso dizer que por ter acompanhado os resultados da segunda edição do estudo “Índice de Inteligência Empresarial”, realizado pela Zebra Technologies Corp., empresa inovadora na estrutura de negócios com soluções e parceiros que permitem às companhias capturar sua vantagem competitiva, percebi que o número de empresas enquadradas na categoria “smart” dobrou em 2018, em relação ao ano anterior.

Isso quer dizer que elas estão aproximando cada vez mais o mundo físico com o digital, impulsionando suas ações por meio de tecnologia e plataformas inteligentes.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de doze anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: Crypto ID

Big Data ou Small Data? Entenda as diferenças e saiba como usar cada um

gerenciamento de dados nunca foi tão importante quanto é hoje. Não à toa, o Big Data nasceu da necessidade cada vez maior em conseguir lidar com a grande quantidade de informações gerada a partir dos processos cotidianos de uma empresa.

Baseando-se em três princípios: volume, velocidade e variedade, o objetivo é armazenar e analisar estes dados, sendo possível, por exemplo, organizar relatórios que mostrem os comportamentos, preferências e necessidades dos clientes.

Hoje é fundamental contar com soluções de Big Data para garantir o sucesso contínuo da empresa, pois, apenas ele é capaz de lidar com tanta rapidez e eficiência com a quantidade gigantesca de dados que as companhias geram e salvam atualmente.

Já o Small Data vem ganhando protagonismo no mercado nos últimos tempos graças às expectativas e necessidades dos clientes que querem personalização e um atendimento diferenciado, o que incentiva as organizações a buscarem maneiras inovadoras de trazer algo único para seu público-alvo.

A ferramenta analisa os dados de forma qualitativa, enquanto o Big Data faz isso quantitativamente. Além disso, ainda possibilita a análise de detalhes e opiniões sobre a experiência do cliente, seus desejos e necessidades, permitindo insights e decisões que, talvez, o Big Data não pudesse proporcionar. O resultado é maior conhecimento para entregar ao cliente a melhor experiência possível e produtos desenhados exatamente de acordo com o que ele deseja.

Para entender como o Big Data e o Small Data podem ser vantajosos para o seu negócio, a seguir, listo as principais diferenças entre essas tecnologias e como elas podem gerar resultados para a sua marca:

Condições dos dados

Como o Big Data lida com uma grande quantidade de informações, estas ficam armazenadas de forma não-estruturada, exigindo um trabalho minucioso de agregação e de interpretação para que possam ser analisadas. Enquanto isso, o Small Data atua com um volume menor, o que faz com que os dados dessa ferramenta estejam prontos para análise sempre que necessário.

Localização

O Big Data opera com todas as informações da organização, colhendo-as a partir dos sistemas na nuvem, do SQL Server, dos bancos de dados, dos PCs da empresa, entre outros lugares nas quais são geradas. Já o Small Data costuma trabalhar apenas com elementos vindos dos PCs, dos CRMs, de pesquisas e das redes sociais. A partir desses meios, é possível ter acesso direto às opiniões, hábitos, dúvidas, reclamações e necessidades dos clientes.

Tamanho e complexidade

A medida que o Big Data atua com medidas como terabyte e petabyte, o Small Data — que, lembre-se, recolhe dados de poucas fontes — lida com quantidades que, além de pequenas, também são consideravelmente mais simples. Uma única venda já é capaz de gerar subsídios muito importantes para o Small Data.

Importância e utilidade

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, o Small Data não chegou para substituir o Big Data. A mineração e a análise de dados continuam tendo uma importância crescente dentro das companhias, que nunca geraram tantas informações digitais como hoje.

Com isso, é possível perceber que ambas são tecnologias complementares. Elas solucionam diferentes necessidades das empresas, possibilitando melhores resultados, decisões mais embasadas e eficientes, além de um crescimento contínuo das organizações.

*Alexandre Glikas é diretor-geral da Locaweb Corp, unidade corporativa da Locaweb

Fonte: Computer World

Privacy by Design: Uma resposta inteligente para a alucinante jornada de proteção de dados pessoais e adequando à LGPD

Mesmo as leis bem ordenadas são impotentes diante dos costumes“ — Nicolau Maquiavel 1469 – 1527.

As montadoras hoje não entregam um carro sem sistema de freios, espelhos retrovisores, ABS, airbags frontais, materiais internos não inflamáveis, dentre outros. Muitos destes não eram itens de série nos veículos há 40 anos ou não tinham seu uso aplicado em massa. Dentro do contexto da época, muitos destes itens eram considerados dispensáveis, na perspectiva do fabricante e dos proprietários. As estatísticas do trânsito demostram hoje o quão importante são.

economia de dados e toda a revolução que ela provocou nos últimos 10 anos segue um caminho similar. E essa travessia vem enlouquecendo todo o mercado – de grandes players de tecnologia a startups –  pois escancara os gapsque existem hoje em seus produtos (ou em sua implementação), do ponto de vista de segurança da informação e privacidade de dados.

GDPR e LGPD são movimentos naturais que surgiram para direcionar e trazer o equilíbrio necessário entre inovação e proteção de dados. A necessidade destas leis é inquestionável. Porém, não há lei que traga sozinha resultados efetivos caso não haja disrupção na forma de como o desenvolvimento de produtos e soluções hoje tratam o tema de cybersecurity e privacidade de dados pessoais. Vale a provocação aqui de que uma plataforma ou um app, por mais cool and inspiring que seja, não sobrevive ileso a um vazamento de dados ou abuso na utilização destes. Privacidade pode não ser relevante no MVP de uma startup, porém, será essencial com a ampliação da base de clientes.

Privacy by Design é uma abordagem elaborada na década de 1990 por Ann Cavoukian, na época responsável pelo Gabinete de Informação e Privacidade do estado de Ontário/Canadá. A GDPR dedica o capítulo 25 inteiro ao tema de Privacy by Design. Curiosamente, este é um dos capítulos mais generosos da GDPR no sentido de prover direcionamento e recomendações ao mercado.

Menção feita pela autoridade de proteção de dados da Europa (ICO – Information Commissioner’s Office) sobre Privacy by Design: “Em essência, isso significa que você precisa integrar a proteção de dados em suas atividades de processamento e práticas de negócios, desde a concepção e por todo o ciclo de vida dos dados. Privacy by Design envolve considerar antecipadamente proteção de dados e privacidade em tudo que você faz. Contribuirá para a conformidade com os princípios e requisitos fundamentais do GDPR e demonstra comprometimento efetivo com o tema.”

Independentemente do método que a sua tribo utilize – agilescrum, kanban, squads, cascade, extreme go horse (!!) – o desenvolvimento de um produto ou serviço deve cuidar de questões relevantes no contexto de privacidade. Exemplos:

  1. Natureza dos dados que serão coletados ou tratados (cadastrais, transacionais, sensíveis, dados de navegação e rastreamento);
  2. O consentimento do cliente para o uso dos seus dados;
  3. A transparência com o cliente sobre como os dados serão tratados e com quem serão compartilhados;
  4. Personalização de campanhas de marketing e ofertas de produtos –  cuidados na seleção de público utilizando critérios ou algoritmos enviesados;
  5. Controle de acesso aos dados;
  6. Tracking do uso das informações (logs para monitoramento);
  7. Proteção contra vazamento ou divulgação indevida.

Product ownersscrum mastersUX designers, gestores ou especialistas de negócio, arquitetos de dados, estatísticos, desenvolvedores, testadores, times de devops e equipes do ongoing – todos estes possuem papel específico na implementação de segurança e privacidade.

Privacy by Design baseia-se em 7 princípios:

  1. Preventivo não reativo – a concepção, desenho e implementação são conduzidas contemplando requisitos para evitar incidentes de privacidade dados;
  2. Privacidade como configuração padrão – o produto é entregue tendo suas configurações iniciais setadas com a adequada privacidade;
  3. Privacidade embutida no design da solução – privacidade incorporada a modelos de negócio e arquitetura de sistemas, aplicações e bancos de dados;
  4. Full Funcionallity (no zero sum) – abordagem win win – os requisitos de negócio igualmente balanceados com os requisitos de proteção dos dados;
  5. End-to-End Security – medidas de segurança e privacidade são aplicadas em todo o ciclo de vida dos dados – da coleta, armazenamento, tratamento, processamento, uso e descarte;
  6. Visibilidade e Transparência – cliente com visão clara de como o produto trata os seus dados pessoais. Uma política de privacidade de dados bem elaborada pode salvar uma empresa. Com isso, evitamos uma abordagem “Privacy Zuckering”, uma referência aos escândalos recentes de mau uso de dados;
  7. Respeito pelo cliente – abordagem user-centric. Aqui está a alma do conceito de proteção dos dados pessoais dos cidadãos. A avaliação da user experience definitivamente passa pelo conforto que o cliente tem de que o produto zela pelos seus dados.

Privacy by Design confere um tom concreto e prático à jornada de implementação de compliance com a GDPR e LGPD. Provém um enfrentamento efetivo a impactos em processos de negócio, arquitetura de sistemas, banco de dados, nas práticas internas de segurança da informação e na forma como a empresa se relaciona com os seus clientes e parceiros.

E assim o baile seguirá nos deleitando com a deliciosa e instigante dança entre inovação e privacidade de dados, em harmonia.

Fonte: Digitalks

Como vencer o desafio de qualificar leads com conteúdo inteligente

Adotar as estratégias de marketing certas para o seu negócio, melhorar a comunicação entre a marca e o consumidor e qualificar leads é o desejo de toda organização. Mas alcançar estes objetivos nem sempre é uma tarefa fácil.

Não existe fórmula mágica ou algum tipo de receita para conquistar clientes interessados no seu produto ou serviço e ter sucesso em suas ações e campanhas. Tudo está relacionado a forma como as empresas se preparam para encarar os desafios do marketing digital, a imagem que elas apresentam para os consumidores em todos os pontos de contato, a forma como se posicionam e resolvem um problema e, principalmente, como elas entendem o conceito de produção de conteúdo inteligente.

 

O desafio de qualificar leads

Um dos desafios do marketing é qualificar leads. Chamar a atenção dos consumidores certos para o seu negócio e mantê-los interessados é uma grande  dificuldade, principalmente quando não se sabe como agir dentro das diversas possibilidades que o universo da comunicação apresenta. Mas, uma coisa é certa: para alcançar esses clientes, é preciso ir além das estratégias de marketing óbvias (ou até mesmo ultrapassadas).

  • Atrair os consumidores em potencial com informações rasas
  • Insistir em mensagens de autopromoção sem efetivamente resolver os problemas dos clientes
  • Usar os mais variados canais para conquistar leads sem calcular se os meios escolhidos são os que mais se alinham ao seu perfil

Esses são apenas alguns exemplos sobre como as empresas têm tentado melhorar a sua base de leads. O que não se sabe, muitas vezes, é que para envolver os consumidores certos – ou seja, aqueles que demonstram engajamento e tem muito potencial de compra – é necessário produzir conteúdo inteligente. E mais do que isso: saber que qualquer estratégia de conteúdo de valor exige tempo, manutenção, teste, coleta e análise de dados, segmentação, estudo e pesquisa constante sobre as Personas e muito alinhamento de discurso.

Portanto, mais do que nunca, a sua empresa deve conhecer os caminhos do marketing que levam uma organização ao sucesso. Para não somente alcançar milhares de consumidores que talvez nunca comprem ou tenham interesse pelo seu serviço e para que não se gaste mais tempo com planejamentos e produções que podem não chegar os resultados esperados.

Confira, a seguir, as três principais maneiras de qualificar leads e melhorar a sua base de clientes:

 

1. Atração

Uma das principais formas de interagir com os consumidores quando o objetivo é que eles conheçam a marca e se interessem pelas suas ofertas é usando marketing de atração, conhecido também como Inbound Marketing. Uma metodologia que, somente pelo nome, já mostra ao que veio: atrair mais leads para a base de contatos.

O mais interessante é que essa estratégia não funciona como no marketing tradicional, quando qualquer pessoa pode ser classificada como um cliente em potencial. Por meio de Inbound, a ‘atração’ acontece de forma direcionada e a panfletagem ou propaganda é substituída por campanhas e anúncios que alcançam diretamente o público-alvo da marca. Em vez de ir até os clientes para mostrar as suas ofertas e procurar atraí-lo a todo e qualquer custo, são utilizados meios mais discretos (e também mais efetivos) de chamar a atenção, conquistando e engajando leads muito mais qualificados.

A ideia é reduzir tempo de trabalho e fazer com que o consumidor venha até a marca com menos esforço. Sendo assim, a sensação é como se você estivesse pegando uma pessoa pela mão – que por alguma ação, click, comentário ou comportamento nas suas páginas de relacionamento demonstrou interesse pelo negócio -, mostrando a ela o valor do produto ou serviço, para que a mesma, naturalmente, acesse o site da marca e conheça o que ela tem a oferecer.

Para que isso dê certo, não basta ser um produtor de conteúdo vazio e criar diversas publicações sem levar em conta a construção de um planejamento e de uma estratégia de comunicação coerente – fatores essenciais para o sucesso no marketing digital.

Nessas horas, é necessário priorizar o uso de conteúdo inteligente – isto é, aquele que tem um propósito, que oferece valor para o consumidor e de forma objetiva resolve seus problemas e dúvidas. Estamos falando de postagens em mídias sociais, materiais com conteúdo mais denso, publicações com caráter educacional, anúncios nos mecanismos de buscas, e-mails marketing personalizados, entre outros formatos de entrega, produzidos com muita qualidade, que ajudam no desenvolvimento de uma estratégia de atração.

Feito isso, é essencial destacar que todo conteúdo qualificado é produzido com base em muito conhecimento e pesquisa. De nada adianta construir peças gráficas atrativas se esse conteúdo não é pensado e direcionado para as pessoas certas. O cliente deve estar sempre no centro do marketing de atração. Achar que você sabe o que ele deseja não vai levá-lo a lugar nenhum, pois conhecer seu público consumidor profundamente significa estar constantemente analisando seus comportamentos, feedbacks e comentários e interagindo ao máximo para saber se aquela pessoa é realmente um lead qualificado para o seu negócio.

 

2. Relacionamento

Outra possibilidade que o marketing permite é a de qualificar leads por meio de estratégias de relacionamento. E, aqui, não nos referimos somente aos mecanismos digitais, que podem auxiliar na atração, nutrição e fidelização de consumidores, mas aos mais tradicionais, utilizados pelas empresas há séculos para manter uma boa relação com o cliente.

É como o caso de uma equipe que trabalha no setor comercial ou de marketing, conhecidos como Inside Sellers, que pode auxiliar na construção de melhores relacionamentos. Por exemplo, durante um evento direcionado para o seu segmento de atuação, é possível conversar com diversas pessoas, mostrar o propósito da marca e capturar dados (como nome, contato e e-mail dos participantes) para depois iniciar uma estratégia de relacionamento muito efetiva, envolvendo diferentes times da organização.

Essas informações podem ser direcionadas para a equipe de marketing que, por meio do método tradicional, realiza ligações para os leads, procurando maior aproximação. A proposta aqui é começar o relacionamento de forma mais direta e com o auxílio do time de telemarketing, lembrando a pessoa qual é a oferta da empresa e afirmando que as portas estão abertas para negociações. Depois, entra em cena o setor comercial oferecendo uma demonstração do produto ou uma promoção para os consumidores que demonstraram interesse no primeiro contato. E assim começam novas parcerias para as empresas.

Outra maneira de qualificar leads é por meio de estratégias de relacionamento que envolvem a equipe de marketing digital. É possível usar os dados de campanhas de ativação para conhecer os consumidores, entender seus comportamentos e segmentá-los a partir dos seus gostos e desejos, oferecendo materiais direcionados ao interesse de cada um por meio de e-mails marketing e outras ações estratégicas.

Nesse momento, mostrar que a empresa domina diferentes temáticas e conhece a fundo sobre assuntos relacionados ao seu segmento de atuação pode fazer toda a diferença. Além de passar muita credibilidade para os leads, que poderão perceber o nível de qualidade da sua empresa ao receber conteúdos inteligentes e muito bem produzidos, é uma forma de conquistá-los e mantê-los informados e interessados sobre o seu negócio.

 

3. Venda

A qualificação de leads tem o poder de transformar os resultados das suas equipes de marketing e comercial. Mas, como é possível chegar a esse ponto e realmente conquistar consumidores mais interessados para o negócio? Uma das estratégias mais usadas é a de marketing voltado para a promoção de produtos e serviços.

Nesse caso, o objetivo da marca é vender. Ou seja, alcançar aqueles consumidores maduros para efetuar uma compra. O foco está totalmente na oferta e todo conteúdo produzido será orientado para contribuir com essa proposta. Para isso, não é preciso envolver grandes equipes ou o setor comercial da empresa, basta ter conhecimento em produção de conteúdo inteligente e usar os recursos de marketing digital certos para alcançar os leads.

Fonte: Doxxa