O novo desafio no mundo do Big Data: a execução!

Big data virou palavra de ordem: tudo vem dos dados. A questão é que o ouro não está mais na informação em si, mas sim no que somos capazes de fazer com ela

Agora mesmo, enquanto você lê este texto, bilhões de dados estão sendo gerados no mundo todo, nas mais diversas plataformas e em formatos variados. É o tão falado big data, o enorme conjunto de dados que serão garimpados, analisados e processados para fornecerem ideias e insights, gerando estratégias e soluções.  Hoje, a maioria das organizações está consciente de que é essencial ter em mãos dados que sejam importantes para o seu negócio. O desafio, agora, é identificar e usar bem os dados corretos, isto é, os mais adequados para o contexto e as demandas.

O que estou querendo dizer com isso é que, cada vez mais, o valor não reside na informação em si, mas sim na nossa capacidade de tratá-la, analisá-la e, principalmente, contextualizá-la. Porque só assim conseguimos fazer o melhor uso dos dados que vão, efetivamente, enriquecer nossas campanhas, nossas ideias, nossos projetos e trabalhos. Como dissemos em um artigo anterior, “nestes tempos digitais, há grande diversidade de canais, e as marcas devem estar em todos eles – como seus clientes estão – com a mensagem certa, no tom correto, na hora exata”.

Sabemos que a publicidade tradicional já não funciona, afinal, o mundo mudou, a internet diversificou as fontes de pesquisa e não buscamos mais informação como costumávamos fazer. O tempo em que a propaganda dizia às pessoas o que elas queriam ou do que precisavam já passou. Hoje, a empresa que quiser ser relevante tem que chegar ao consumidor com a solução que ele precisa naquele momento para resolver determinada dúvida ou problema. E, para isso, o uso estratégico do big data, com a coleta eficiente e as análises precisas, deve embasar qualquer plano de atuação ou tomada de decisão.

John Fernandez, VP de receita de marketing da Contently, disse em um artigo recente que os profissionais de marketing precisam de evidências quantitativas para provar – principalmente para gestores e acionistas – o valor dos investimentos. Mas, ele observa, muitos deles “parecem estar fixados em reunir todos os dados quando deveriam realmente colocar todas as suas fichas em busca dos dados corretos”. Relatando experiências com o jogo de pôquer e suas tentativas de melhorar o seu desempenho nas partidas a partir de uma planilha com todos os dados de todas as suas jogadas, ele percebeu que “dados por si só não são a solução”.

Mas, então, o que se pode fazer para usar os dados de maneira mais eficaz? Segundo Fernandez, a resposta pode ser enganadoramente simples: comece com um dado que mostre um impacto claro nos negócios e siga a partir daí. Um exemplo: você tem uma reunião em que vai apresentar a proposta da sua agência para a empresa X. Você pode chegar com muita informação sobre essa empresa –  não terá feito mais do que se espera, certo? Por outro lado, se você tem na cabeça que “dados por si só não são a solução”, terá estudado, também, o contexto, o mercado da empresa, como ela aparece, como se diferencia (ou não) dos seus competidores, seus pontos fracos e fortes, o que as pessoas comentam sobre a empresa e sobre seus competidores. Enfim, você terá, mais do que dados, informações pertinentes, relevantes, que passaram por uma análise cuidadosa e efetivamente contribuem para mostrar (e gerar insights para mudar) a realidade da empresa cliente. Ou seja, o uso dos dados corretos enriquece a atuação.

Dados adequados geram conteúdo relevante

Um exemplo citado por Fernandez é o Walmart, que começou a obter, aos poucos, mais orçamento e participação quando a equipe editorial descobriu que os clientes engajados via conteúdo tinham um tíquete médio de pedidos 7% maior do que o dos clientes que compravam direto. E à medida que foi usando mais inteligência e sabendo mais sobre qual conteúdo criar, houve outros sinais de progresso – a taxa de rejeição caiu 22% e o tempo que as pessoas passavam no site aumentou 30%.

A lição é que, se o conteúdo é rei, a informação relevante é a rainha nesta corte digital. Os melhores dados, analisados e contextualizados, levam à criação de conteúdo mais rico e influente, inspiram produtos, serviços e ofertas que respondem às demandas dos clientes.

“Digital e conteúdo têm de ser como um vírus.

A agência inteira precisa ser infectada.”

Luiz Telles, diretor nacional de conteúdo e engajamento da Artplan

É mais do que hora de os profissionais de marketing, além de pensarem no conteúdo como a bateria que superalimenta tudo o que eles fazem, perceberem que, para além dos dados, a utilização das informações corretas e relevantes é o que realmente importa. E, para isso, o uso de plataformas que utilizam a inteligência para coletar e analisar informações é fundamental, reunindo os dados corretos sobre um potencial consumidor e ajudando os times criativos a convertê-los em ações que sejam relevantes, adequadas, efetivas e que tenham mais originalidade e um approach mais direcionado.

Artigo escrito por Eduardo Prange – CEO da Zeeng.

Facebook | Sistema de verificação de notícias chega ao Brasil na próxima semana

O Facebook anunciou que seu sistema de checagem de notícias e indicação de fake news chega na próxima semana ao Brasil. Já em operação nos Estados Unidos e diversos países da Europa, o recurso faz com que informações falsas tenham seu alcance orgânico reduzido de forma significativa, de forma a reduzir sua disseminação. O mesmo vale para as páginas que forem acusadas de compartilharem tais links repetidamente.

Por aqui, duas instituições serão responsáveis pela verificação das notícias: a Agência Lupa e a Aos Fatos. Ambas já trabalham há algum tempo no ramo da checagem de informações e, na parceria com o Facebook, lidarão principalmente com as denúncias feitas pelos usuários e indicarão links relacionados que trarão mais contexto ou contestarão as publicações originais. Ao tentar compartilhar uma nota comprovadamente falsa, os utilizadores ainda verão notificações sobre a falta de confiabilidade daquele conteúdo.

A ideia é repetir, por aqui, o sucesso da empreitada nos Estados Unidos, onde o Facebook alega que as fake news tiveram uma redução de cerca de 80% no alcance orgânico. O momento é crucial, na aproximação das eleições presidenciais, que acontecem em outubro, e faz parte das iniciativa da rede social para garantir que a manipulação ocorrida durante o pleito americano de 2016 não aconteça de novo em casa e também outros países.

Sistema de checagem de notícias do Facebook traz selos e links relacionados (Imagem: Divulgação/Facebook)

Esse caráter foi enaltecido por Tai Nalon, diretora da Aos Fatos, afirmando que a parceria é crucial para garantir o acesso à informação verificada em um “momento crítico da história brasileira”. Já Cristina Tardáguila, da Agência Lupa, se disse feliz de embarcar na empreitada junto com o Facebook, acreditando na melhora do debate público e em seu impacto junto à sociedade.

O lançamento internacional da ferramenta de checagem chega após grandes turbulências. Ao ser lançada como um método de demonstrar aos usuários que links compartilhados poderiam ser mentirosos, o Facebook percebeu que tal indicação não apenas não resolveu o problema como o amplificou, motivando usuários, movidos por posicionamentos políticos, a compartilharem os links falsos ainda mais. Daí veio a mudança, reduzindo a agressividade das notificações em prol de links relacionados verificados ou dados que tragam contexto e informação verídica.

Fora o feedback da comunidade, o Facebook também terá algoritmos que ajudarão a indicar possíveis fake news. Todas serão remetidas aos verificadores de fatos que, caso comprovem se tratar de informações falsas, reportarão de volta à rede social. Aí, então, acontece a inclusão de matérias relacionadas e a redução de alcance orgânico, ou, então, a indicação de que aquele conteúdo foi verificado pelas agências credenciadas.

Além disso, como forma de minar ainda mais a disseminação de fake news, conteúdos comprovadamente falsos, de acordo com a visão dos checadores, não poderão ter seu alcance impulsionado por meio de campanhas pagas. Administradores de páginas que compartilharem fake news também serão notificados sobre isso para que possam tomar providências, podendo, também, perder completamente a possibilidade de adquirir anúncios na plataforma.

Fonte: Facebook

Zeeng: conheça a plataforma de big data analytics voltada para marketing e comunicação

Entrevista para a Revista Venda Mais

Entender o seu posicionamento no mercado e comparar com seu ambiente competitivo, por meio de uma plataforma de big data analytics,voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Essa é a proposta da Zeeng, empresa de Porto Alegre que visa trazer, com uma interface simples e intuitiva, dados e informações para auxiliar na tomada de decisões.

Confira nesta entrevista com o CEO da Zeeng, Eduardo Prange, como esta funcionalidade pode auxiliar a compreender o comportamento de mercado e gerar insights para gestores.

Para começar, vamos falar um pouco da Zeeng: o que fazem e o que oferecem exatamente?

A Zeeng oferece uma plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação. Apostamos em uma interface simples e intuitiva para que os nossos clientes possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores. E também acompanhar as ações das marcas de seu interesse no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

A plataforma opera em três vertentes principais:

  • Web Analytics;
  • Monitoramento de notícias;
  • Análise de comportamento de marcas em mídias sociais.

Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que facilitam a geração de insights. Todo conteúdo capturado é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções sólidas do mercado, auxiliando os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing em suas empresas.

Quais as principais tendências por parte das empresas que você vê hoje ocorrendo na questão do uso de big data analytics na área de Marketing?

Eduardo Prange: CEO da Zeeng

Eduardo Prange: CEO da Zeeng

O mercado está aquecido e passando por um processo de amadurecimento. O tema big data analytics e data driven marketing está na pauta prioritária de todo e qualquer CMO contemporâneo.

O que vemos é uma grande oportunidade das empresas se apropriarem de dados externos como forma de se diferenciarem competitivamente no mercado. Porém a oportunidade ainda esbarra na dificuldade de incutir essa tecnologia no dia-a-dia. Seja por questões de cultura ou até mesmo por desconhecimento técnico.

Acredito que esse processo evolutivo ganhará ainda mais força em 2018. E os CMOS passarão a contar com o apoio de profissionais capacitados em “data science”. Esses profissionais, por sua vez passarão a exercer um espaço cada vez mais estratégico nas organizações, ocupando o “C level”, como CDOs (Chief Data Officer), fornecendo insumos para tomadas de decisões que transcendam a área de marketing das organizações.

Uma vez que tenhamos essa imersão dos CDOs nas organizações, acredito que iniciaremos verdadeiramente de maneira eficaz a operar o marketing com uma série de tecnologias de inteligência artificial e machine learning. Isso elevará e potencializará ainda mais os resultados obtidos pelas empresas em suas ações e campanhas.

Imagine que uma empresa está pensando em usar big data analytics para melhorar sua comunicação. Por onde deve começar? De maneira sucinta e objetiva, quais as suas principais recomendações?

Acredito que esse processo deva acontecer com o acompanhamento dos parceiros de comunicação (agências e consultorias de marketing) das empresas. Sem sombra de dúvidas, os parceiros são fundamentais para que a imersão neste “novo” mundo seja ainda mais efetiva para as empresas.

O que sempre digo para os nossos clientes é: não tenha medo de experimentar, errar, aperfeiçoar e evoluir. Mesmo no universo do data driven marketing, não existe receita de bolo. O que existe é um arsenal tecnológico que pode e deve fazer parte do dia-a-dia das organizações como forma de empoderar os gestores de marketing a tomarem decisões baseadas em evidências informacionais de seus mercados.

E é de suma importância que exista consciência de que este é um caminho sem volta. Em países desenvolvidos como Estados Unidos, Inglaterra, França e Espanha, o data driven marketing já deixou de ser tendência. Ele se tornou crucial nas organizações há pelo menos três anos.

Quais são os erros mais comuns que você vê as empresas cometendo em relação a este assunto específico? O que você acha que DEIXOU de funcionar, mas ainda tem empresas fazendo?

Como existe um volume muito representativo de dados dentro das organizações, elas acabam investindo energia para aperfeiçoarem a extração de valor que os mesmos podem proporcionar. E acreditam na tomada de decisão limitada e embasada no que lhes pertencem.

O fato é: as empresas possuem “dados em casa”. Mas o que efetivamente elas fazem com eles?

Não estou dizendo que os dados internos não geram valor! Estes têm de fato muito valor, mas de maneira alguma podemos desconsiderar o cruzamento e integração com os dados relacionados ao ambiente externo das organizações.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando maiores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são somente alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes.

Dessa lista de erros, qual você considera o mais grave? Por quê?

Subestimar o valor e poder dos dados! Existem muitos gestores de marketing que estão enxergando tudo isso como tendência, algo do futuro, com baixa prioridade em suas organizações. O fato é que se eles não se conscientizarem de que este é um caminho sem volta, podem levar as suas empresas à falência.

Qual seu diferencial em relação a outros possíveis concorrentes? Por que vocês são diferentes de outros fornecedores da área?

Atualmente no Brasil não existe nenhuma plataforma que ofereça a mesma proposta de valor ao mercado de comunicação e marketing como a Zeeng. Resolvemos um problema informacional relacionado à inteligência competitiva e levamos evidências para os nossos clientes tomarem as melhores decisões.

Desenvolvemos a primeira plataforma de big data analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Consolidamos em uma única plataforma o que antes nossos clientes encontravam de maneira fragmentada e desintegrada em diferentes ferramentas. Isso possibilita um cruzamento informacional extremamente ágil, em tempo real. E permite uma tomada de decisão baseada em evidências e não mais apenas pelo “big idea” ou pelo “feeling” criativo.

Com tanta experiência na área, quais dicas ou informações você vê sendo dadas pela mídia em geral sobre este assunto com as quais claramente não concorda?

Vejo muita “fumaça” em cima do termo big data, do uso de inteligência artificial e sobre robôs substituindo pessoas nas organizações, que por sua vez ficarão desempregadas. Entendo que esse processo de transformação e evolução esteja relacionado à realocação das competências profissionais. Um grande exemplo disso está relacionado a escassez dos profissionais de ciência de dados, extremamente valorizados (estou falando em âmbito global). Ou seja, quem serão os “operadores” destas máquinas que estão sendo e ainda serão criadas?

Que tipo de empresa pode se beneficiar dos serviços/produtos oferecidos pela Zeeng?

A aplicação não se restringe a um perfil específico de empresas, e sim à maturidade e ao nível de competição no qual esteja inserida. Quanto mais competitivo o mercado for e/ou maior apelo ao consumidor final a empresa possuir, maior será a aderência com o nosso negócio.

Em outra ponta, existem as agências de comunicação em geral (tradicionais, digitais, PR, etc.) que possuem uma grande percepção de valor sobre a plataforma. Elas utilizam a Zeeng em diferentes áreas: comercial (para fortalecer o speech na aquisição de clientes), planejamento, criação, conteúdo e mídia.

Damos condições dos profissionais das agências atuarem de maneira fundamentada (orientada por dados) e mensurável em tempo real, permitindo a correção de rotas dentro das ações e campanhas propostas aos seus clientes.

Da mesma forma, que tipo de situação a Zeeng NÃO se propõe a resolver?

A Zeeng não presta Consultoria e/ou serviço de inteligência. Focamos no nosso modelo de negócio (SaaS), em que vendemos assinatura para a licença de uso da nossa plataforma.

Nosso core business está relacionado ao desenvolvimento de tecnologias que fortaleçam as áreas de marketing e comunicação.

Entendemos que os melhores parceiros para os nossos clientes (empresas) sejam as agências de comunicação e empresas de consultoria que possuem expertise para extração de valor, obtenção de insights e proposição de ações orientadas pelas evidências apresentadas na plataforma.

Onde uma pessoa que quiser saber mais sobre a Zeeng pode encontrar informações e tirar dúvidas?

O nosso principal canal é o nosso website: www.zeeng.com.br. As pessoas interessadas na plataforma da Zeeng podem se dirigir para o nosso blog ou até mesmo solicitar um “free trial” da plataforma.

Algum último comentário que queira fazer para os leitores da VendaMais?

Gostaria de agradecer pelo espaço e convite para esta entrevista e me colocar 100% à disposição para evoluirmos a conversa, conforme interesse do público, por meio do meu perfil no Linkedin: /eduardoprange ou até mesmo e-mail: eduardo.prange@zeeng.com.br. Um grande abraço a todos!

Fonte: Revista Venda Mais

A face não tão bela do Big Data

Microtargeting não nos parece tão malévolo quando a Netflix nos sugere o filme perfeito para o momento, certo?

Quem não exclamou algo parecido com “é um absurdo!” sobre o recente escândalo envolvendo Facebook e Cambridge Analytica? Parece inadmissível considerar que empresas estejam usando nossas informações compartilhadas em uma rede social para nos manipular, principalmente porque não os autorizamos a usar estes dados. Mas talvez esta revolta não nos dê a visão mais completa.

No caso específico da Cambridge Analytica, tudo começou com o psicólogo e cientista de dados Michael Kosinsky, interessado em como a personalidade poderia afetar decisões, comportamentos e preferências. Ele criou um aplicativo de Facebook que prometia mapear a personalidade das pessoas a partir de suas respostas, ao mesmo tempo em que coletava dados pessoais dos usuários. A autorização era solicitada com uma frase parecida com “permitir que o aplicativo acesse seus dados de perfil” – certamente o leitor se lembra de já ter visto isso em alguma ocasião. Munido de uma gigante base de dados, Kosinsky criou um algoritmo preditivo relacionando os elementos de personalidade com o comportamento dos usuários no Facebook e divulgou o estudo. Daí ao uso deste tipo de dados e algoritmos para persuadir eleitores, foi um pulo.

Mas o que a estratégia da Cambridge Analytica tem de tão inovadora? Se entendermos eleitores como consumidores, pouca coisa. Eles usam dados individuais para gerar mensagens convincentes dentro do objetivo que têm, que poderia ser vender sabão em pó da marca A, mas é convencer a votar no candidato B. Na eleição de Trump, por exemplo, se você fosse eleitor nos Estados Unidos, poderia ter recebido mensagens dizendo “não vote em ninguém”, “vote em Trump”, “Hillary não é confiável” ou diversas outras, conforme sua propensão a concordar com isso ou aquilo. A estratégia se chama microtargeting e é a evolução da mídia de massa: em vez de enviar a mesma mensagem a muitos consumidores, o uso de dados como filtros direcionadores permite a comunicação de maneira one-to-one, em que a empresa pode dizer exatamente o que o consumidor espera ouvir.

Nós queremos que empresas armazenem nossos dados e os utilizem para gerar experiências de compra personalizadas

Veja por outro lado: microtargeting não nos parece tão malévolo quando a Netflix nos sugere o filme perfeito para o momento, certo? Ou quando buscamos algo específico no Google e a resposta ideal aparece logo no primeiro link patrocinado. Aliás, isso é justamente o que queremos hoje enquanto consumidores: customização. Esperamos que ao acessar o aplicativo de transporte nossas preferências de destino estejam salvas, que ao chegar a uma nova cidade outro aplicativo nos sugira restaurantes de acordo com nossas preferências, e que ao fazermos compras on-line possamos, na sequência, receber ofertas de produtos que “combinem”. Nós queremos justamente que empresas armazenem nossos dados e os utilizem para gerar experiências de compra personalizadas. Qual, então, o problema ético com a Cambridge Analytica, se ela fez essencialmente o mesmo? Falta de transparência? Tratar eleitores como consumidores? Ambos?

A linha limítrofe é tênue. Transparência na coleta de dados é fundamental para que a conduta seja ética e o consumidor não se sinta desrespeitado, mas não vejo, sinceramente, este fator como o centro da discussão. A busca por prazer e felicidade se tornou algo tão intenso nos últimos anos, com objetivos tão imediatistas e de curto prazo, que o risco do compartilhamento de informações parece pequeno no instante da decisão. Tornar a coleta mais transparente não fará com que deixe de acontecer. Veja a configuração do seu celular: quantos aplicativos monitoram sua localização geográfica em tempo real, oferendo em troca rapidez e customização?

Ao lado da “irresponsabilidade” dos consumidores, a forma como os dados são adquiridos é outro dos elementos centrais. A Cambridge Analytica não coletou dados, não pediu autorização aos eleitores ou ofereceu algo em troca; ela simplesmente comprou a base de dados do Facebook, plataforma que vende diversão, e os usou para criar uma comunicação convincente. Isso não pode acontecer em um mercado pautado por respeito, e é preciso que encontremos meios legais de garantir que não se repita no futuro. Regulamentar o acesso aos dados é vital para que não desvirtuemos a essência do uso de Big Data.

Um último ponto: deveria haver um limite para a persuasão. A medida de quão longe uma empresa pode ir utilizando dados dos consumidores não está definida e não sabemos qual a distância entre oferecer um produto e direcionar um voto. Talvez a Cambridge Analytica tenha feito um favor à sociedade, ao iluminar um problema que precisa ser resolvido. É hora de desmistificar o uso de Big Data, aceitar que nossa realidade hoje está apoiada na coleta e armazenamento de dados e, juntos, construir diretrizes que regulamentem seus pormenores.

Temos de lembrar que o uso de Big Data tem seu lado positivo e ele é enorme. Na área de saúde, por exemplo, o compartilhamento de dados de pacientes gera pesquisas que auxiliam no avanço de tratamentos e na criação de condutas adequadas. No direito, há algumas iniciativas que utilizam Big Data para auxiliar advogados e juízes a tomar melhores decisões. Existem índices de violência sendo criados pelo compartilhamento de dados, aqui mesmo no Brasil, cujo objetivo é aumentar a segurança pública. Todos partem de dados individuais para, de alguma forma, influenciar positivamente a vida de outras pessoas. Usar dados para customizar ações não é um problema em si, mas pode se tornar um – e dos grandes – sem atitudes éticas.

Globo quer se tornar um banco de dados do mercado

Em evento realizado em São Paulo, emissora abriu informações sobre todos seus diferentes pilares com a proposta de gerar novos negócios

Em outubro do ano passado, a Globo apresentou ao público uma campanha que anunciava o alcance dos produtos televisivos da emissora a cada dia – “100 milhões de Uns”, segundo cálculos que compreendem as plataformas linear e digital. Mais do que uma campanha institucional, o projeto nasceu com a proposta de iniciar uma jornada de compartilhamento de informações com o mercado publicitário, a fim de tornar a Globo uma fonte de dados estratégicos.

Mais um passo nessa iniciativa foi dado nessa quarta-feira, 25, quando a emissora realizou o primeiro evento sob a bandeira dos “Milhões de Uns”. Com 25 palestras rápidas – todas realizadas por profissionais da casa – a Globo compartilhou com 250 convidados (profissionais de agências e de grandes anunciantes) alguns cases, diretrizes e dados de suas iniciativas nos pilares de esportes, jornalismo, dramaturgia, responsabilidade social, pesquisa, inovação e tecnologia.

De acordo com a diretoria da emissora, a proposta é abrir ao mercado um pouco das informações que a Globo veio coletando ao longo de anos de trabalho de pesquisa acerca dos hábitos de sua audiência. “Temos um banco de dados muito rico e acreditamos que compartilhar essas informações com o mercado é uma maneira de fortalecer nossa atividade e de ajudar a desenvolver melhores iniciativas e soluções em conjunto”, disse Marcelo Duarte, diretor-geral de negócios da Globo.

Durante toda a tarde, a emissora apresentou 25 palestras conduzidas por nomes de sua diretorias e elenco. Com duração de 20 minutos, cada uma sintetizava as iniciativas de algum pilar da empresa, como dramaturgia, jornalismo, variedades, negócios, inovação, esportes, responsabilidade social, pesquisa e inclusão. O jornalista William Bonner, o ator Lázaro Ramos, o diretor de dramaturgia Silvio de Abreu, o diretor de programação Amauri Soares e a autora Gloria Perez foram alguns dos palestrantes.

Na ocasião do lançamento da plataforma, no ano passado, o diretor de Comunicação da emissora, Sérgio Valente, declarou que a abertura das informações ao mercado teria como propósito gerar novos negócios entre a Globo e o mercado anunciante. Essa premissa foi reforçada no evento dessa quarta-feira, 25. “Antes de trabalhar na Globo me perguntava como a emissora era capaz de criar tanta coisa que gerava tanto interesse e conexão com as pessoas. Hoje abrimos um pouco como isso é feito a todo o mercado com a expectativa que esses insights também tragam inspirações e novas ideias a todos”, declarou Valente. Outros eventos e iniciativas da plataforma “Milhões de Uns” estão programados para acontecer neste ano.
Fonte: Meio & Mensagem

Data Driven Marketing: os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital

Na manhã de hoje tivemos a oportunidade de participar de um Webinar organizado pelos nossos queridos parceiros da Trezo.

Falamos sobre o que mais gostamos: Data Driven Marketing – os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital!

Para os amigos que ficaram interessados e não conseguiram participar do webinar, segue o vídeo na íntegra para assistir:

Nos colocamos 100% á disposição para estressarmos o tema/assunto por aqui 😀 #GoZeeng#DataDrivenMarketing

O uso estratégico de Big Data para a aquisição de clientes nas agências de comunicação

A importância de uma boa plataforma para proporcionar a melhor experiência para o seu cliente desde a contratação

No universo das agências e dos gestores de comunicação e marketing, encontrar as melhores formas para as empresas se comunicarem com o público sempre foi o ponto central. O que a revolução digital fez foi acrescentar a esse core novas maneiras e ferramentas de atuação e gestão para atender à demanda crescente por fundamentação e métricas para as ações propostas. Foi-se o tempo da “genialidade pura” e do “feeling” para criar e propor ações de massa para públicos mais ou menos genéricos. Para ser relevante e efetivo hoje, é preciso conhecer o público, entender bem suas necessidades e então pensar na experiência a ser proporcionada a este público.

Afinal, de que adianta gastar muito para aparecer no horário nobre da TV, nas páginas mais caras das revistas ou impulsionar dezenas de posts em redes sociais se você não sabe muito bem com que público falar, como falar, onde falar e, principalmente, o que e quando falar? Nestes tempos digitais, há grande diversidade de canais, e as marcas devem estar em todos eles – como seus clientes estão – com a mensagem certa, no tom correto, na hora exata.  Em tempos de Big Data, o uso inteligente deste grande volume de dados, com coleta eficiente e análises precisas, é fundamental para embasar qualquer plano de atuação.

Assim, com o imenso volume de informações que geramos e temos à disposição e a necessidade de analisá-las de forma rápida, objetiva e concreta, surgem diversas soluções voltadas a extrair o valor real dessa massa de dados e transformá-la em conhecimento útil para embasar ações e iniciativas guiadas por dados para as marcas. Este uso estratégico do Big Data é importante já na hora de conquistar um cliente – seja prospectando uma determinada empresa/marca, seja atendendo a uma chamada específica -, pois você tem que estar preparado para a disputa com outros fornecedores.

A prospecção e mesmo a formatação de uma proposta são trabalhos caros e que levam tempo – é preciso que profissionais qualificados estudem muito bem o cliente e/ou sua demanda, entendam o que acontece no entorno deste cliente e quais são os seus problemas, para poder então formatar um plano de atuação/proposta voltado ao atendimento daquilo que ele precisa.

Neste momento, o uso de uma plataforma que contemple todas as necessidades de comunicação pode se mostrar decisivo ao municiar sua agência com informações mais qualificadas e insights realmente relevantes. Mas faltava no mercado uma boa plataforma usando Web Analytics, Clipping e Social Brand Behavior, reunindo o conhecimento qualificado que você precisa em um mesmo lugar, com fácil visualização, acesso e entendimento. E foi  com o objetivo de ocupar esse espaço que criamos a Zeeng, a primeira plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado nacional. É uma solução pioneira com essa proposta e uma visão inovadora no modo com que se propõe a resolver os problemas.

Muito mais em uma só plataforma

Estamos falando de uma plataforma que  traz basicamente os conceitos do Big Data – volume de dados, muita velocidade, veracidade, valor e variedade  – mas que é focada em trabalhar como um gerador de insights, um empoderador para os profissionais de comunicação e marketing. Seu benefício imediato é acabar com essa multiplicidade de ferramentas e abas abertas no navegador, contemplando o que sua agência precisa em um só lugar.

Em termos de web analytics, a ferramenta permite que se entenda o comportamento de acessos de qualquer website – e o grande valor, aqui, é que você consegue perceber o que acontece dentro do site do cliente mas também no dos concorrentes, como as palavras que as pessoas estão buscando para chegar até eles. Com isso, em uma reunião de apresentação para um provável futuro cliente, por exemplo, você terá um tom de autoridade muito maior, explicando por que os concorrentes dele recebem mais acessos ao blog, quais links externos mais atraem tráfego para os canais deles e oferecendo ideias mais concretas de atuação, além de insights significativos para o negócio deste futuro cliente. Assim também o trabalho de prospecção se torna mais rico e criativo com as informações que a plataforma permite captar.

Nossa plataforma também oferece uma segunda vertente, a de trabalhar com notícias, numa espécie de clipping que objetiva capturar dados relacionados às empresas/marcas que estão sendo monitoradas. Ao perceber algum pico, verificamos se a conotação é negativa para antecipar a reação a uma possível crise, por exemplo. Também conseguimos medir a relevância dos veículos e acompanhar o pico noticioso dos concorrentes. Com isso, podemos entender melhor a estratégia de marca desta concorrência, já que muito dessa postura pode ser visualizada por meio das notícias sobre determinada marca ou empresa.

Um terceiro ponto diferencial na plataforma é a análise de comportamento das marcas (Social Brand Behavior) em seus canais oficiais (Facebook, Instagram, Twitter e YouTube). É um trabalho de análise e otimização da presença e do desempenho dessas empresas – e de suas concorrentes  – nas mídias sociais, feito dentro dos canais oficiais das marcas. Como o meu concorrente X gera mais engajamento no Facebook? Qual é a frequência de postagens das marcas? A estratégia é orgânica, paga ou híbrida? Como definir um share of voice para cada uma das redes? Quais os horários de melhor acesso? Essas e (muitas) outras informações são facilmente obtidas e claramente visualizadas nos dashboards da plataforma.

Vale destacar, ainda, que a Zeeng trabalha com captura de dados de diferentes bases públicas e redes sociais, sem necessidade de login dos usuários. Ao consolidar todos esses dados em uma única plataforma, passa-se a trabalhar com informação direta, em vez de dados a burilar. E o que vai diferenciar sua empresa das demais, então, será a capacidade de executar ações a partir das informações que a plataforma entrega.

Então, sua agência pode utilizar as funcionalidades da plataforma para conquistar um cliente e ele, depois, quer continuar a receber as informações tão ricas que lhe foram mostradas na apresentação. E assim, além de empoderar a tomada de decisão por meio de um trabalho de inteligência com informações estratégicas, a plataforma da Zeeng revela-se, também, uma grande aliada na aquisição de clientes. Quer saber mais ou testar a plataforma? Acesse www.zeeng.com.br

Zeeng entre as AS 100 STARTUPS BRASILEIRAS PARA FICAR DE OLHO

Com mais de 1,3 mil inscritos, ranking 100 Startups to Watch aponta as empresas mais atrativas para investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

O impacto gerado pelas startups brasileiras pode ser observado em todos os setores e regiões do país — dos sistemas de gestão para lavouras familiares às plataformas de análise de dados para grandes indústrias, passando pelos softwares que estão transformando as áreas de educação e saúde. Em meio à efervescência desse cenário,o ranking 100 Startups to Watch surge como o mais novo e preciso radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

Resultado de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de coleta e análise de dados.

As informações relativas a inovação, mercado e escalabilidade das empresas foram analisadas por mais de 40 especialistas. Ao combinar abordagens quantitativas e qualitativas,conseguimos apresentar um panorama completo do setor. Com mais de 1,3 mil inscrições, o ranking traz ainda um levantamento inédito do ecossistema de tecnologia e inovação do país,incluindo perfil dos fundadores,rodadas de investimentos e volume de faturamento das startups brasileiras.

Mais do que apresentar uma fotografia estática, a pesquisa tem como objetivo formar uma base de dados que ajude a entender e estudar a comunidade de negócios de tecnologia no país. É uma iniciativainédita, que passará a ser realizada anualmente.

A lista completa, os perfis das empresas e os resultados da pesquisa podem ser lidos na revista da edição deste mês de abril que já está nas bancas e na edição digital de PEGN no Globo+. 

Conheça abaixo as startups selecionadas.

AGRONEGÓCIO
AgroTools
Alluagro
Grão Direto
Horus Aeronaves
Tau Flow
Tbit

EDUCAÇÃO
12 minutos
Agenda Edu
Dentro da História
Eadbox
Estante Mágica
Me Salva!
Quero Educação

FINANÇAS
Asaas
Celcoin
GuiaBolso
Monetus
Monkey Exchange
Nexoos
Rapidoo
Rebel
Verti

GESTÃO
Agendor
Arquivei
Contabilizei
Eficiência Fiscal
Espresso
Gupy
Owl Docs
Pin People
Rocket.Chat

IMPACTO
BChem
Biosolvit
Delfos
Hand Talk
MGov Brasil
Pop Recarga
QueroQuitar
Scipopulis
Stattus4
Sumá
Vixsystem
Zeg Environmental

INDÚSTRIA
Biomassa do Brasil
BirminD
I.Systems
TNS Nanotecnologia

LAZER E TURISMO
ClickBus
MaxMilhas
Netshow.me
Poppin

LOGÍSTICA
Bynd
Cobli
Logstore
Melhor Envio
Send4
Truckpad

MARKETING
Contentools
Decision6
Exact Sales
Forebrain
Meus Pedidos
MindMiners
Ramper
SenseData
Social Miner
Squid
Tracksale
Trakto
Zeeng

MODA E BELEZA
Beauty Date

REALIDADE VIRTUAL
Imersys

SAÚDE E BEM-ESTAR
Braincare
Carenet Longevity
Cíngulo
ePHealth
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Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Pesquisa sobre fake news: como os brasileiros lidam com notícias falsas

A questão das fake news vem ganhando cada vez mais destaque no Brasil e no mundo. Há quem atribua os resultados das eleições norte-americanas e francesas à disseminação de fake news. Exagero ou não, a preocupação com o impacto que ela pode ter nas eleições brasileiras já foi tema de discussão no TSE e nos principais veículos da imprensa nacional.

Um estudo realizado pelo jornal Folha de S. Paulo em fevereiro deste ano mostrou que, no mês anterior, páginas de notícias falsas engajaram cinco vezes mais do que as de jornalismo nas redes sociais.

O tema é delicado e requer atenção. Deve ser discutido com seriedade e combatido à exaustão, já que as fake news nada mais são do que a disseminação de notícias falsas. Por isso, o Opinion Box, em parceria com o Digitalks, realizou uma pesquisa para saber o que os brasileiros pensam sobre fake news. Veja a seguir os resultados:

Internet como fonte de informação

Não é segredo para ninguém que a internet assumiu o protagonismo como fonte de informação. 76% dos internautas brasileiros utilizam sites, blogs e portais como fonte de leitura, acompanhamento e compartilhamento de notícias, e 74% usam as redes sociais. A título de comparação, a TV aberta é usada por 59%, o rádio por 33% e os jornais impressos por 23%.

7 em cada 10 entrevistados acreditam que a internet ajuda as pessoas a se informarem melhor, de uma forma geral. Por outro lado, 62% concordam que a internet contribui para espalhar informações falsas.

E as fake news?

65% dos entrevistados afirmam que sabem o que são fake news, e 18% já ouviram o termo mas não sabem o que significa.

Ainda assim, os internautas sabem também que as notícias falsas fazem parte do dia a dia. 37% dos internautas já compartilharam algo nas redes sociais ou no WhatsApp e depois descobriram que o conteúdo era falso. Destes, 57% apagaram o conteúdo e 29% desmentiram a informação.

E quando você se depara com um conteúdo fake na sua timeline, o que faz? 79% já perceberam que algum amigo ou parente havia compartilhado uma notícia falsa. Nesses casos, 46% avisaram a pessoa em particular sobre a falsidade do conteúdo, 38% comentaram na própria publicação e 15% não fizeram nada.

Além disso, 60% já teve contato com algum perfil fake. Destes, 61% denunciaram o perfil, 32% não fizeram nada e 7% entraram em contato pedindo que a pessoa deletasse o perfil.

Por fim, 8% admitiram já ter compartilhado uma fake news intencionalmente, seja por achar engraçado, porque gostaria que fosse verdade ou por não ter certeza absoluta de que era falsa.

Fake news e a confiabilidade nos meios

A questão da credibilidade das informações e dos veículos de comunicação em geral dividem opiniões. 33% dos entrevistados acham que as redes sociais têm mais notícias falsas do que verdadeiras, e 24% acham que têm mais notícias verdadeiras do que falsas.

34% concordam que a internet contribuiu para a queda da qualidade do jornalismo, mas 35% discordam dessa informação. E 29% acreditam que as informações divulgadas pelos meios de comunicação são confiáveis, enquanto a mesma parcela, 29%, acreditam que elas não são confiáveis.

Pensando especificamente em diferentes meios de comunicação, a TV é considerada um meio confiável por 60% dos internautas, e os jornais impressos e as revistas por 57%. 31% consideram os sites, redes sociais e blogs confiáveis, e apenas 16% confiam nas redes sociais.

Fake news: como combater

7 em cada 10 entrevistados acham que cada vez mais as pessoas têm compartilhado notícias falsas sem perceber. Por outro lado, ao falar de si mesmas, as pessoas se dizem muito atentas com a verificação do conteúdo. 8 em cada 10 afirmam que verificam as informações antes de postar em suas próprias redes sociais.

E de quem é a responsabilidade de verificar a veracidade de um conteúdo publicado? Aqui, as opiniões também divergem. 30% acham que a responsabilidade é de quem compartilha a notícia. 28% acham que a responsabilidade é do veículo que publica. Por fim, 25% acham que é das redes sociais onde as notícias são publicadas.

Informações técnicas sobre a pesquisa

A pesquisa sobre fake news foi realizada no início de março deste ano com 2.016 internautas de todas as regiões do Brasil. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,2pp.

Fonte: OpinionBox

Zeeng – Real Time Dashboard

É com MUITO orgulho que anunciamos o desenvolvimento do nosso módulo de gestão à vista para os nossos clientes, contemplando uma visão “Real Time” de indicadores chave para o sucesso das marcas no ambiente digital.

O que é gestão à vista?

A gestão à vista consiste em colocar as informações que têm relevância à disposição de seus gestores e colaboradores, favorecendo a tomada de decisões com base em dados atualizados e totalmente confiáveis, o que minimiza problemas e possíveis prejuízos oriundos da desinformação.

É muito importante, para que se entenda realmente o que é gestão à vista, que se note a necessidade de colocar apenas informações relevantes para cada setor, pois um volume de informações em excesso fará com que os colaboradores percam o interesse em acompanhar o quadro e isso não é o que queremos.

Outro fator muito importante é a definição dos indicadores a serem utilizados e como serão identificados, a fim de se facilitar a visualização das informações de forma rápida e eficaz.

Como funciona?

O nosso cliente define qual o volume de marcas que deseja visualizar de maneira consolidada em seus dashboards, a frequência de atualização e período a ser visualizado.

A seguir estão descritos os módulos disponíveis no Zeeng – Dashboard Real Time:

Share of Voice

Esta perspectiva aborda o que a marca fala para o público no ambiente das mídias sociais; traz a quantificação do volume de posts promovidos pela empresa e marcas competidoras, no intuito de indicar a participação de cada player no universo comunicacional dirigido ao consumidor.

Os dados serão apresentados igualmente em formato visual, permitindo rápida identificação do share of voice do mercado de atuação da empresa.

Tag Cloud

Esta perspectiva oferece uma visão sobre os principais termos associados à marca nos conteúdos postados pelo público, através da apresentação visual de uma tag cloud, em que o tamanho do termo apresentado representa a quantidade de vezes em que é mencionado junto à cada uma das marcas de interesse do cliente.

SOCIAL ENGAGEMENT

Apresentação comparativa do engajamento da empresa x competidores nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Youtube), com apresentação dinâmica dos posts de maior destaque por canal.

Ficou interessado?

Para maiores informações sobre o módulo Zeeng – Real Time Dashboard entre em contato com o nosso líder em Customer Success, Marcelo Barros, através do e-mail: marcelo.barros@zeeng.com.br 😀