O enorme poder do marketing digital

O marketing digital é hoje uma necessidade incontornável para as empresas, grandes e pequenas, em qualquer sector. Na conferência “Futura”, organizada pelo Negócios, vamos debater as grandes tendências do marketing digital.

Há conferências e palestras que não se esquecem. Nunca me hei-de esquecer da aula de Michael Wade, professor da IMD, em Lausanne, que no Verão de 2017 explicou a uma sala apinhada a estratégia de marketing digital da campanha eleitoral de Donald Trump. Como ao início o presidente escarnecia das redes sociais e como depois elas se tornaram, graças ao Facebook e à Cambridge Analytica, uma arma decisiva.

O escândalo só rebentaria meses depois, em Março deste ano, quando a jornalista do The Guardian, Carole Cadwalladr, contou ao mundo a forma como na campanha foram usados dados pessoais cedidos pela maior rede social do mundo, sem consentimento dos utilizadores. Quem esteve na sala a ouvir o Michael Wade, além de um arrepio na espinha, ficou com uma demonstração muito real do poder do marketing digital.

Nunca como antes os “marketeers” tiveram ao seu dispor ferramentas tão poderosas para conhecer o cliente, chegar ao cliente, interagir com o cliente e, o mais importante para as marcas, ganhar o cliente. O “big data“, a inteligência artificial ou o “machine learning” abriram possibilidades imensas e há novas a surgir a cada dia que passa.

O tema do marketing digital não é uma moda, é já hoje uma realidade incontornável para as empresas, transversal a toda a organização. Ciente dessa importância, o Negócios, em parceria com a Omnicom MediaGroup, organiza a Futura, uma conferência que junta oradores de prestígio internacional e nomes de grande relevo nacionais para falar sobre as grandes tendências do marketing digital.

Fonte: Jornal de Negócios

Empresas estimam o comportamento da geração Z durante a Black Friday

A geração Z é composta por quem nasceu entre 1995 e 2009 e será a principal base de consumidores em 2020. Essa parcela da população tem algo em comum: nenhum deles viveu em um mundo sem internet ou smartphones. Segundo uma pesquisa do Think With Google, portal de pesquisa e tendências da Google, dois em cada três adolescentes já estão fazendo compras online. Conectados o tempo todo, estes membros são menos pacientes e esperam encontrar o que precisam quando procuram.

De acordo com o estudo da IBM, empresa dos Estados Unidos voltada para a área de informática, estes recém consumidores têm acesso a U$ 44 bilhões em poder de compra e 75% deles confirmam que gastam mais da metade do dinheiro disponível para eles por mês. Ainda em questões de consumo, a Geração Z é um pouco menos consciente de preços. Cerca de 43% comparam os preços, em comparação com 49% dos milênios e 51% dos baby boomers, de acordo com pesquisas da Euclid Analytics, empresa de marketing de Wi-Fi e análise de visitantes.

Para eles não existe online e off-line. Tudo precisa estar conectado. Eles cresceram com a mídia social fazendo parte de suas vidas e, por isso, consome mais conteúdo on-line do que qualquer outra geração.

Segundo um estudo do Instagram, 1/3 dos stories mais visualizados são de empresas. No contexto atual onde há um consumo imenso das redes sociais, principalmente entre jovens, as empresas devem estar presentes com uma gestão assertiva de mídias sociais, como o Instagram. “Hoje vivemos a era da assistência, onde o consumidor está apto a ter diversos pontos de contato com uma marca. Nesse universo o online e offline se complementam e participam em conjunto na jornada de compra. Em uma pesquisa realizada pelo Google**, 90% dos anunciantes líderes dizem que usam budgets compartilhados, com mídia online e offline planejadas juntos”, explica Sérgio Hneda, Media Coordinator na agência GhFly.

Segundo ele, para as empresas, o principal ponto que se observa é a mudança de mindset. “Aqui entra em jogo o Omnichannel. As empresas precisam adotar o que o público quer, no caso dos mais jovens, essa exigência é ainda mais clara. Adoção de práticas como compre online e retire na loja; experimente na loja física e compre online são necessidades mais latentes”, conta Sérgio.

Diante dessa comunidade de jovens com grande poder de compra, o que as empresas podem fazer para acertar essas pessoas durante a Black Friday?

Segundo Alfredo Soares, fundador da Xtech Commerce, é importante estar presente em todos os canais digitais. Além da loja virtual, é necessário produzir um conteúdo relevante nas redes sociais, como Facebook e Instagram. “Essa geração busca relevância para suas compras e, se identificar com uma marca é o primeiro passo para isso”, relata. Além disso, invista na infraestrutura da sua loja, os Zs buscam por segurança no momento de fornecer dados pessoais, além de valorizar muito sua experiência em um site com um design agradável e responsivo. Quanto mais segura sua loja for, mais as chances de cativar esse consumidor.

Além disso, é importante conhecer de perto este público e, com o big data isso é possível. Sendo Eduardo Tardelli, CEO da upLexis, a internet oferece centenas de dados que podem colaborar com as estratégias de marketing para o evento, disponibilizando o produto ou serviço ideal para cada consumidor dessa geração, otimizando as vendas.

De acordo com a Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox, os consumidores estão cada vez conectados com as redes sociais e antenados com aquilo que está sendo falado sobre as marcas. Isso ocorre porque elas estão pesquisando muito antes de finalizar uma compra e por este motivo que elas precisam se preocupar com a sua reputação e o que está sendo falado sobre ela. Diante desse cenário, as marcas têm que investir em plataformas que realizam a coleta de reviews para que sejam usados de maneira enriquecedora, para engajar e converter em novas vendas.

Entenda o seu posicionamento da sua marca e compare com o seu ambiente competitivo através da Zeeng a Primeira Plataforma de Inteligência Competitiva voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro.

Fonte: AdNews

Instagram ultrapassa Snapchat como aplicativo mais usado pelos jovens norte-americanos

Nesta segunda-feira (22) o banco de investimentos Piper Jaffay, divulgou em seu relatório anual “Taking Stock With Teens” que o Instagram ultrapassou o Snapchat em termos de uso pelos adolescentes.

Esta é a primeira vez que o Snapchat foi superado pelo Instagram na pesquisa da Piper Jaffray desde 2016. Entretanto, os aplicativos continuam sendo os mais usados entre os adolescentes pesquisados, enquanto o Twitter e o Facebook estão atrás.

O Snapchat diminuiu sua popularidade após a mudança em seu design no começo do ano, cerca de 1,2 milhão de pessoas assinaram uma petição online pedindo aos desenvolvedores para desfazerem a atualização. Enquanto o Instagram adicionou recursos que pareciam copiar o Snapchat, como o desaparecimento de fotos de mensagens diretas e a Stories.

Essas novidades ajudaram a empresa registrar cerca de 1 bilhão de usuários ativos em junho.

Fonte: AdNews

Três Rs do sucesso em marketing de conteúdo são tema de podcast

Mantendo a tradição de divulgar sempre às quartas-feiras um programa inédito, o Grupo Comunique-se apresenta amanhã, 31, a partir das 11h, o podcast “a estratégia de comunicação em três Rs” (acesse o link no final da matéria). O tema foi inspirado na palestra de abertura de Joe Pulizzi no Content Marketing World 2018 (foto), realizado em setembro na cidade norte-americana de Cleveland.

Pulizzi é visto pelo mercado mundial como uma espécie de “papa” do marketing de conteúdo. O podcast do Comunique-se será apresentado por Cassio Politi e Raony Coronado. Politi é especialista em content marketing e autor do primeiro livro em língua portuguesa sobre o assunto. Raony Coronado, por sua vez, é produtor de conteúdo do Grupo Comunique-se. O podcast “a estratégia de comunicação em três Rs” será disponibilizado neste link.

Durante o programa, o ouvinte vai conhecer os três Rs do sucesso em content marketing, que são:

Registrar: em que é fundamental definir para a marca objetivos por escrito. “Precisa ser algo grande e irracional”, ensina Joe Pulizzi.

Repetir: é necessário publicar conteúdos relevantes com consistência e regularidade. Em média, um canal de comunicação começa a gerar resultados após 20 meses. E nunca leva menos de nove meses. É preciso persistir e repetir o processo.

Remover: sobretudo, as distrações. Foco é o nome do jogo. E ele se aplica perfeitamente a canais. “As empresas erram feio ao tentar ser populares em muitos canais ao mesmo tempo. Precisam escolher um em que seja o chamado core channel, e usar os outros para promovê-lo”, explica Cássio Politi.

Esses três Rs servem não só para content marketing, mas para a vida também. Foi o que vimos na edição deste ano do Content Marketing World, em Cleveland.

Grupo Comunique-se – Nascido em 2001 e um dos maiores conglomerados de marketing e comunicação digital do país, o grupo desenvolve soluções tecnológicas variadas que ajudam empresas dos mais diversos tamanhos a gerirem a comunicação e o relacionamento com seus públicos estratégicos de interesse.

O Influency.me articula ações com influenciadores digitais. Com base composta por mais de 150 mil creators cadastrados, o software usa tecnologia proprietária que combina inteligência artificial, reconhecimento facial e taxonomia, aliada à consultoria especializada que ajuda empresas e marcas na conquista de resultados.

O Workr é ideal para departamentos de comunicação e agências especializadas que buscam mais produtividade e resultados, integrando equipes e reduzindo custos: são campanhas de email marketing, sites, releases, clippings e mailings de jornalistas de todo o Brasil juntos em um só lugar.

O DINO transforma automaticamente conteúdo em notícia, publicando em veículos de comunicação como: EXAME, InfoMoney, Agência Estado, Portal Terra, Agência Globo e muitos outros.

Já a SuaTV é a solução completa de TV Corporativa e sinalização digital, voltada a divulgação de conteúdos internos, comunicação no ponto de vendas e para redes de publicidade.

https://www.comunique-se.com.br/podcast/

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Fonte: Exame

Segurança e acesso a dados preocupam times de analytics

Estudo da MicroStrategy mapeia o estágio da incorporação de boas práticas de gestão de dados em empresas no Brasil e no mundo

Cerca de 78% dos profissionais brasileiros que trabalham com dados e ferramentas de analytics acreditam que suas empresas estão utilizando tecnologias de dados de maneira efetiva. Para 75% deles, estas tecnologias tem cumprido um papel importante na transformação digital de suas organizações.

Os dados são da MicroStrategy (MSTR), empresa que oferece plataformas de análise de dados e softwares de mobilidade ao mercado. A companhia realizou um estudo com 500 profissionais das áreas de analytics e BI para descobrir o estágio da adoção de práticas da analytics nas empresas.

A pesquisa Global State of Enterprise Analytics foi realizada em abril com respondentes da Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil, em parceria com a consultoria de pesquisa Hall & Partners. Os participantes representam empresas com entre 250 e 20 mil funcionários.

Segundo 62% dos brasileiros que participaram da pesquisa, a principal aplicação de ferramentas de analytics está na orientação de estratégias. Já 57% buscam usar dados para sistematizar processos e otimizar custos. Mais da metade usa dados para monitorar o desempenho financeiro da empresa e gerenciar riscos de mercado. Usar dados para desenvolver produtos e atrair clientes, por sua vez, está no escopo de 45% dos profissionais brasileiros.

Ainda, 6 em cada 10 profissionais brasileiros dizem obter mais eficiência e produtividade dos processos de trabalho com o apoio de dados. As áreas que mais fazem uso de ferramentas de analytics são TI, finanças e Serviços ao Consumidor.

Quando questionados sobre as tendências que terão os impactos mais significativos sobre as práticas de analytics nos próximos cinco anos, os entrevistados brasileiros ranquearam tecnologias de cloud computing, big data e inteligência artificial como as mais relevantes.

Profissionalização dos departamentos de dados

A pesquisa identificou que 62% das empresas brasileiras já contam com um chief data officer (CDO) e 17% estão considerando criar uma posição voltada para a gestão de dados. De forma a otimizar seus processos de gestão, 46% consideram migrar toda sua estrutura de TI para a nuvem e 80% planejam investir mais em analytics nos próximos anos. Ainda, 77% das empresas brasileiras planejam investir na contratação de talentos com especialidades analíticas em um futuro próximo.

Desafios

Apesar do olhar atento às disciplinas ligadas a dados, muitas empresas ainda esbarram em problemas que impedem a consolidação de práticas de analytics. De acordo com 48% dos brasileiros participantes, a principal barreira para o uso de data e analytics em suas empresas é a preocupação com a segurança de dados. Em segundo lugar, segundo 30% dos respondentes, está a falta de treinamento para os profissionais, e, em terceiro, o acesso limitado aos dados da organização, conforme apontaram 27% dos participantes.

O uso de soluções tecnológicas pouco amigáveis ao trabalho com dados é um empecilho para 23% dos profissionais. Além disso, 20% acreditam que suas empresas não possuem uma estratégia orientada para dados e que o uso de analytics não é uma prioridade para os executivos.

Fonte: Meio & Mensagem

Netshoes é empresa varejista mais digital, diz E-Consulting

A consultoria nacional E-Consulting Corp. analisou as maiores empresas com negócios no varejo para saber quais estão mais avançadas e consolidadas no que tangem aos conceitos e práticas de Transformação Digital em seus modelos de negócio.

O objetivo do estudo foi medir como o varejo usa os elementos da Transformação Digital de forma inteligente, tanto de dentro para fora, como de fora para dentro. As empresas que oferecem a tecnologia de maneira mais funcional, indo além do quesito inovação, foram as que tiveram mais destaque na análise. “Não é só adquirir novas tecnologias. É saber adotar”, diz Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting e responsável pelo estudo “Régua da Transformação Digital no Varejo”.

O levantamento confirma o atual movimento do varejo brasileiro de, cada vez mais, incluir o digital no modelo de negócio, sendo considerado o “novo básico” para atender os consumidores. De acordo com o Domeneghetti, ter e-commerce ou aplicativo desintegrado não será vanguardismo nos próximos anos.

“O digital é o novo básico para o varejo. Por isso, a inovação estará ligada em saber trazer os benefícios da transformação digital no dia a dia e no relacionamento com cliente. E essa virada vai acontecer por meio de novas competências, como prototipação, design, experiência de compra, jornada, experimentação, analytics, Big Data, cloud, as a service, conexão, simultaneidade, algoritmos, colaboração e integração”, pontua o executivo.

Segundo o levantamento, a Netshoes foi considerada a organização que mais tem evidências e elementos ligados à Transformação Digital. Com DNA 100% digital, o e-commerce de calçados e artigos esportivos conquistou nota 4,0 – o máximo era nota 5,0 – por fortalecer sua atuação em marketplaces B2B, usar Blockchain em seu modelo de gestão, desenhar ofertas e serviços nativos digitais sempre com foco na melhor jornada de compra do consumidor e inserir inovação colaborativa.

A lista também reúne gigantes como: B2W (3,75), Home Refil (3,67), Supermercado Now (3,60) e Grupo Pão de Açúcar – GPA (3,40). Confira:

Metodologia

A E-consulting usou instrumentos de pesquisa como cliente oculto, enquetes on-line, inteligência competitiva, análise de mídias sociais, premiações, posições em rankings do setor. Entrevistas com executivos do varejo e com clientes, além de parceiros tecnológicos também serviram de base para concretizar os resultados do estudo “Régua da Transformação Digital no Varejo”

As notas do ranking, pontuadas de 0 a 5, foram construídas com base em diversos critérios que materializam o processo de competitividade a partir da transformação digital tanto internamente, envolvendo a apuração de sistemas de gestão, investimentos em TI, metodologias avançadas, organização produtiva e plataformas, bem como externamente. Ou seja, a partir da avaliação de seus diferentes stakeholders, tais como consumidores, clientes, funcionários e especialistas em consumo no varejo.

Fonte: ecommercebrasil

Marcas testam interação do Google Assistente em português

Mercado Livre, Bradesco Seguros, Caixa, Magazine Luiza e G1 são algumas das trinta empresas que já possuem interface do serviço no Brasil

Disponível em português no Brasil desde o ano passado, o Google Assistente tem sido também a oportunidade de que marcas locais testem interações e funcionalidades da plataforma. Vislumbrando não somente uma nova forma de conexão com os consumidores, mas também a oportunidade de se estabelecerem naquela que, segundo vários estudos de tendências, pretende ser a interface do futuro.

Marco Oliveira, gerente de parcerias do Google Brasil, contabiliza mais de trinta parceiros que utilizam o assistente em português. Entre eles estão Mercado Livre, Bradesco Seguros, Caixa, Magazine Luiza, G1 e Terra. “Atualmente no Brasil, o Assistente já permite saber como será o seu dia, fazer listas de compras, pesquisar sobre qualquer assunto e também é possível chamar outras empresas para a conversa. Nos chamados ‘Actions on Google’, é possível conferir o resultado da loteria com a Caixa, pesquisar preço de produtos com o Mercado Livre, rastrear a sua compra com a Magazine Luiza, pedir ajuda para seu carro com o Bradesco Seguros e até mesmo conversar sobre as eleições presidenciais com o G1 Eleições”, explica.

Segundo Oliveira, desde o ano passado, qualquer empresa ou desenvolvedor no Brasil pode criar os Actions on Google. “Nesse breve começo, vemos muitas empresas empolgadas em criar uma nova conversação com seus clientes e usuários. As possibilidades são imensas e para qualquer segmento, desde entretenimento, educação, varejo, financeiro até seguros. Além disso, vemos uma mudança na forma como usamos o nosso celular através das tecnologias de voz e isso irá mudar a relação das pessoas com suas marcas e serviços favoritos. Isso não é uma tendência só no exterior”, diz Oliveira.

O Brasil é o terceiro maior mercado do Google Assistente para smartphone e o português é o segundo idioma mais usado nesta interface. Francisco Leme, gerente de soluções digitais da Bradesco Seguros, conta que sempre é possível melhorar a experiência do usuário. A empresa já permite o acesso aos serviços de assistência para casos de pane, troca de pneu, batida de carro ou ajuda com chaveiro pelo aplicativo. “Neste serviço, a BIA é de extrema importância. Implementada em 2017 para clientes do banco, faz parte de um plano amplo do Bradesco para melhorar a experiência do usuário com inteligência artificial”, afirma.

De acordo com a Bradesco Seguros, com apenas 10 meses do lançamento, a BIA recebe 74 mil usuários por dia, tendo já realizado, aproximadamente, 44 milhões de interações, com 85% de satisfação do usuário. Atualmente, o sistema responde cerca de 5.500 perguntas por hora sobre 85 tipos diferentes de serviços do banco.

Daniel Aguiar, diretor de marketing do Mercado Livre, conta que a empresa utiliza a plataforma desde 2017 em português e trabalha em uma versão em espanhol com lançamento previsto para o fim deste ano. “Como todas as tecnologias que utilizam o machine learning, essa ferramenta depende da interação diária com o aplicativo e das experiências dos usuários para se tornarem ainda mais eficientes e inteligentes. Assim, quanto mais se torne um hábito, a tendência é que estes aplicativos evoluam e passem a fazer ainda mais parte do dia a dia dos consumidores brasileiros”, explica Aguiar.

Em setembro, o G1 lançou o serviço ‘G1 Eleições’, que também disponibiliza esclarecimentos a respeito de boatos e publicações falsas investigados pela equipe do projeto ‘Fato Ou Fake’. Uma das interfaces utilizadas pelo site será o Assistente. O usuário precisa dizer o comando “Falar com o G1 Eleições” e, na sequência, pedir a informação que precisa. O ‘G1 Eleições’ faz parte de um conjunto de iniciativas para gerar aprendizado sobre a distribuição e o consumo de conteúdos da Globo em assistentes de voz.

 

Fonte: Meio & Mensagem

Google anuncia inteligência artificial que pode atender chamadas para o usuário

A Google anunciou, nesta terça-feira (09), um serviço inspirado nos filmes de ficção científica, o Call Screening, aplicativo que pode atender uma ligação e até identificar chamadas de telemarketing. A novidade foi lançada junto com o Pixel 3, smartphone da companhia, nos Estados Unidos.

O programa é uma evolução do Google Duplex, apresentada no ano passado. A aplicação funciona da seguinte forma: ao receber uma ligação, o usuário pode tocar em um botão para que o Google assistente atenda o telefone, se identifique e pergunte o motivo da chamada. A voz da outra pessoa será transcrita na tela e o dono do smartphone poderá escolher entre atender, desligar ou bloquear o contato.

O software poderá sugerir rápidas respostas durante o telefonema, com o objetivo de obter mais informações de quem ligou ou prometer um retorno. De acordo com a empresa, a inovação promete impedir que o usuário receba ligações de telemarketing.

O Call Screening está disponível apenas nos Estados Unidos e em inglês, o recurso chegará primeiro no Pixel 3. Ainda não se sabe se há alguma possibilidade de a função ser liberada para outras fabricantes Android.

Fonte: Adnews

 

Nova plataforma de vídeo WatchTV é lançada

Acaba de ser lançada no mercado brasileiro a WatchTV, plataforma de vídeo sob demanda (VOD), que funciona como agregador de conteúdo e proporciona aos provedores de internet (ISPs) soluções em SVOD (Subscribed Video on Demand) e TVOD (Transational Video on Demand). A solução oferece catálogos de vídeos dos maiores e melhores estúdios de Hollywood e trabalha com tecnologia de ponta (Kaltura e Akamai) e análise de dados (Big Data e Business Analytics) para prover conteúdo relevante aos assinantes.

A WatchTV fornece aos ISPs conteúdos em séries e filmes por catálogo (SVOD) e lançamentos de filmes em locação de 48h (TVOD) para que os provedores de internet ofereçam o serviço aos seus clientes. Além disso, a WatchTV é também um marketplace e agrega conteúdo de outros aplicativos (inicia com Noggin e ESPN Watch). A iniciativa é de dois empreendedores brasileiros, Aryldo Zocante Cardoso, um conferencista da área tributária, e de Maurício de Almeida, ex-sócio do ISP Nova Telecom. A startup nasceu para viabilizar o ‘triple play’ (dados + voz + multimídia) aos ISPs.

Atualmente, com cerca de 40 mil assinantes e 12 ISPs como clientes, a expectativa da WatchTV é de encerrar seu primeiro ano de atuação com 100 mil assinantes ativos. “Nosso objetivo é trabalharmos com todos os ISPs do Brasil, um total de 9 mil (dados Anatel), que juntos possuem mais de 24 milhões de assinantes. Já disponibilizamos assinaturas por meio dos ISPs clientes em algumas praças, mas até o final do ano, queremos estar em todas as regiões indistintamente e em mais de um ISP por região”, conta o sócio-fundador da WatchTV. Os títulos oferecidos no lançamento são da Sony Pictures, Paramount, BBC, Noggin (Nick Jr.) e ESPN. São mais de 500 episódios de séries, 750 filmes, 200 títulos de estúdios independentes, 1.000 títulos infantis, 150 lançamentos para locação e atualização de 50 novos títulos por mês.

Fonte: Adnews

CEO do Google confirma sistema de busca com censura

Nesta terça-feira (16), o CEO do Google, Sundar Pichai, confirmou um plano de sistema de busca com censura para operar na China. Segundo o próprio, os testes internos da ferramenta têm sido promissores.

Pichai disse que o acesso à informação é um dos valores da marca. “Estamos impelidos por nossa missão de oferecer informações para todos, e a China representa 20% da população mundial”. Ainda afirmou que diversos fatores foram colocados na balança, incluindo as leis de cada país.

A China possui um enorme sistema de censura que proíbem palavras e frases que são vistas como subversivas. O Google se retirou da China em 2010, em meio a preocupações com censura e ciberataque que comprometeram algumas contas de ativistas de direitos humanos. Em agosto, cerca de 1500 funcionários assinaram uma carta aberta pedindo para saberem o que estava sendo desenvolvido.

Fonte: Adnews