FAQ: Qual o máximo de período retroativo que a ferramenta captura?

Conforme vertical analisada:

  1. Notícias – O padrão é de 3 meses, mas podemos aumentar a amplitude de busca de maneira eficiente, mediante solicitação do cliente, para um período de até 12 meses;
  2. Na área de social o padrão é 90 dias:
    1. Facebook capturamos o retroativo conforme a necessidade. Ainda não tem limitação para a captura de posts. O histórico de seguidores não é possível, pois não recebemos dados de histórico.
    2. Twitter captura-se os últimos 2000 posts.
    3. Instagram captura-se os últimos 25 posts.
    4. Youtube capturamos o retroativo conforme a necessidade (Na área de Web Analytics – A partir do cadastro da marca na plataforma).

 

Caso tenha alguma dúvida entre em contato conosco pelo FacebookInstagramTwitter ou pelo e-mail: contato@zeeng.com.br.

FAQ: Como visualizar os últimos posts? (notícias ou social)

Linha do tempo (todas as marcas monitoradas) para Social/Notícias:

Em qualquer tela da plataforma:

Na tela de Social:

  1. Termo a ser pesquisado;
  2. Pesquisar em postagens ou comentários; 
  3. Quais das suas empresas monitoradas farão parte da pesquisa;
  4. Qual o período a ser pesquisado;
  5. Em qual rede social será feita a pesquisa.

Na tela de Notícias:

  1. Termo a ser pesquisado;
  2. Qual o período a ser pesquisado;
  3. Em quais fontes deve ser feita a pesquisa (deixe em branco para todas);
  4. Quais das suas empresas monitoradas farão parte da pesquisa;
  5. Qual a relevância dos veículos de notícias a serem pesquisados.

 

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FAQ: Como cadastrar uma nova marca?

Em qualquer tela da plataforma:

  1. Clique no botão verde;
  2. Configurações;
  3. Empresas.

Em seguida:

Clique no botão de +

Em seguida preencha os dados da marca:

Desta forma é feito o pré cadastro de marcas, agora basta aguardar que alguém da equipe Zeeng te passe o retorno sobre o cadastro solicitado! 😀

 

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REGULAÇÃO: COMO A GDPR INFLUENCIARÁ O TRATAMENTO DE DADOS NO BRASIL?

No Brasil, com a aprovação do PL 4060/2012 pela Câmara,  a discussão avança rumo ao Senado e traz muitos conceitos parecidos com os da nova regulação europeia, a GDPR

 

A Regulação Geral de Proteção de Dados (traduzida do inglês GDPR), em vigor desde o dia 25 de maio, afeta os processos de tratamento de dados de cidadãos europeus. Mas quais são, de verdade, as consequências que isso traz para o mercado digital do Brasil?

Tanto as empresas subsidiárias, quanto as brasileiras que tratam regularmente ou esporadicamente dados europeus, já estão obedecendo as claras diretrizes sobre coleta, tratamento e armazenamento de “dados pessoais” –  tudo o que pode identificar um usuário. Mas, localmente, o debate avança e deve resultar em uma regulação de dados própria ao país.

No Brasil, são mais de 40 normas vigentes relacionadas ao assunto e nenhuma lei específica para os dados – o Marco Civil da Internet, sancionado em 2014, teve avanços tímidos nesse sentido, mas ainda existem muitos processos a serem regulados. Entretanto, com o PL 4060/2012, aprovado pela Câmara no dia 29 de maio desse ano, a discussão avança rumo ao Senado e traz muitos conceitos parecidos com os da nova regulação europeia.

Uma legislação em verde e amarelo

Segundo o PL, dados pessoais de qualquer cidadão em território brasileiro ainda recebem mais duas classificações: sensíveis (que revelam aspectos como etnia, religião e saúde), e anonimizados (com informações genéricas). Dentre as condições para que sejam tratados, destacam-se o consentimento do titular e o “interesse legítimo”, que contempla as finalidades comerciais e de marketing dirigido, como feito pela GDPR. O projeto também exige o contato das empresas com o dono do dado em situações como demandas do governo, necessidade de comunicação/compartilhamento ou pré-requisito para o oferecimento de um produto ou serviço, bem como a instituição de uma Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Mesmo sendo um projeto maduro, nada é garantido. Após as aprovações do Senado e a sanção do Executivo, a regulação só pode entrar em vigor após um ano e meio.

Regulações locais, incertezas globais

A GDPR ainda gera muitas dúvidas. Segundo dados do site eMarketer, o tema recebeu 177 menções entre janeiro e março nas apresentações dos balanços de empresas em todo o mundo. Entretanto, os executivos se mostram otimistas: segundo pesquisa da IBV, feita esse ano, 60% deles acredita que a GDPR é uma oportunidade para desenvolver novos e melhores modelos de negócio.

Para Céline Craipeau, Solutions and Privacy Specialist da Tradelab na França, um dos desafios para a publicidade digital, principalmente para a especialidade da empresa, mídia programática, será desenvolver um conhecimento mais aprofundado sobre os diferentes tipos de dados. “Informações como coordenadas do GPS, coletadas por alguns aplicativos, podem ser consideradas mais pessoais pelo consumidor do que suas intenções de compra, mas essa é uma problemática que deverá ser explorada junto aos cidadãos, já que cabe a eles o consentimento do uso de seus dados. O que as empresas atingidas pela regulação e pertencentes ao segmento não podem fazer é, justamente, subestimar o assunto e não providenciar as pessoas e os investimentos devidos para a atender às novas regras – afinal, estão em jogo o respeito com o consumidor, a imagem da marca e sanções pesadas, de até 4% do faturamento global (ou 20 milhões de euros) para quem não agir em conformidade com a lei”, analisa a especialista.

No Brasil, as empresas também precisam estar atentas e atuantes, pois toda regulação representa uma quebra e também uma oportunidade. É o que explica Essio Floridi, Managing Director da Tradelab no país: “É importante ver essa e todas as mudanças que estão ocorrendo com as regulações locais e internacionais como uma nova maneira de fazer o marketing digital e principalmente a programática (que trabalha essencialmente com os dados), de forma a priorizar os players sérios e certificados para o tratamento de informações”. Para ele, acompanhar de perto as transformações, analisá-las e saber o que os players têm feito é fundamental. “É por isso que eventos como o Expo Fórum Digitalks somam tanto às estratégias de gestão – e nós estaremos lá para ajudar a enriquecer a discussão sobre essas mudanças de regulação que serão tão significativas”, completa.

Confira abaixo o infográfico que mostra o funcionamento da GDPR:

A Zeeng – Data Driven Platform,  a primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de Marketing e Comunicação do mercado brasileiro, garante a segurança, transparência na coleta de dados e tranquilidade para seus usuários.

Fonte: digitalks

Fake news também diz respeito às marcas

Apesar de não ser um desafio novo para os anunciantes, a proporção que as notícias falsas tomam nas redes pode impactar diretamente a estratégia de comunicação

No início de março, Coca-Cola e Nestlé apareceram como as principais candidatas para receberem a concessão do Aquífero Guarani, um dos maiores reservatórios de água doce do planeta. O alarde em torno do tema só serviu para dar ainda mais trabalho para as agências checadoras de notícias já que se tratava apenas de boatos. No final do ano passado, a Pepsi também precisou desmentir que o deputado Jair Bolsonaro estamparia suas latas.

Esses e dezenas de outros exemplos mostram o impacto das notícias falsas também para as marcas. No ano passado, a Ambev lançou uma campanha integrada para desmentir um vídeo que vinha circulando nas redes sociais mostrando pombos sendo triturados juntamente com cevada. Em fevereiro deste ano, Indra Nooyi, CEO da PepsiCo, teve que vir a público desmentir que a empresa iria lançar um Doritos específico para mulheres.

Marcio Cavalieri, CEO da agência de relações públicas RMA Comunicação, explica que este cenário de notícias falsas acrescentou desafios ao trabalho das empresas de PR. “Tornou-se fundamental ter uma estratégia de Social Listening procurando monitorar o que se fala sobre a marca e seus produtos e serviços. Desta forma, você consegue antecipar potenciais problemas ao identificar o surgimento de uma possível notícia falsa”, afirma.

Cavalieri explica que mapas de fake news são estratégias cada vez mais prováveis para as marcas. “Identificar os principais assuntos referente a seus produtos e serviços e que poderiam ser de alguma forma deturpados, oferece a possibilidade de se preparar melhor. Invista em campanhas de conscientização sobre os males da disseminação de informações sem a checagem adequada. Comece pelos seus funcionários e depois seus clientes. É um esforço coletivo que vale a pena. Não adote uma postura apenas reativa com relação às fake news. Por vezes, a negação apenas reforça a notícia”, reforça.

Uma marca que com frequência teve que lidar com as notícias falsas é o McDonald´s que, há muitas décadas precisa desmentir as informações de que seus hambúrgueres são feitos de minhoca. Em um esforço de comunicação recente, por meio do programa Portas Abertas, divulgado no final do ano passado, a rede voltou a tocar no tema. “Por muito tempo, o McDonald´s se escondeu atrás de temas tabus, mas agora é de extrema importância que a marca se aproprie do tema para que ele não tome proporções inesperadas”, diz David Grinberg, diretor de comunicação institucional do McDonald´s.

De acordo com Rafael Kiso, fundador da Mlabs, o primeiro passo é nutrir os clientes e consumidores com informações privilegiadas, experiências com a marca, fazer certos mimos de relacionamento com os top consumidores. “Isso semeará o terreno para ter um exército não-pago de fãs da marca, pronto para te defender espontaneamente caso apareça algum difamador/hater/fake news.”

O clássico das fake news

Em 2015, ainda antes de vir à tona todos os escândalos envolvendo a JBS, a companhia criou um dos mais emblemáticos casos de gerenciamento para combater notícias falsas. Na época, uma das principais afirmações relacionadas ao grupo era de que o filho do ex-presidente Lula era dono da empresa. Alexandre Inácio, gerente de comunicação e marketing institucional da JBS, afirmou, na ocasião, que os boatos tornaram a construção da imagem institucional urgente, já que, até então, a companhia focava apenas em marcas e produtos.

A primeira estratégia foi lidar abertamente com o problema e lançar uma plataforma que respondesse as perguntas do público de forma direta, sem omissões ou recusas. Com isso, surgiu, o site Dá Gosto Saber, em janeiro. “Assim como qualquer outra empresa, a JBS não era e nem é perfeita, mas as informações falsas eram graves e deveriam ser tratadas”, diz Inácio.

Em 2016, a Itambé teve seu nome envolvido em uma crise após um garoto morrer tendo sido envenenado pelo padrasto após ingerir Itambezinho, achocolatado da marca. Apesar de ter sido constatado que o produto estava regular, a marca teve de lidar com o boicote e a proliferação de notícias envolvendo sua reputação. Na ocasião, o então presidente da empresa, Alexandre Almeida, veio a público esclarecer o ocorrido.

Fonte: Meio & Mensagem

Sabe quanto vale sua marca para o consumidor na web? Quase nada.

Em recente e relevante entrevista a repórter Isabella Lessa, de Meio & Mensagem, Charles Houdoux, sócio e chief client officer da Havas Health & You, baseando-se no estudo Meaningful Brands, que o Havas Group realizou no ano passado, revelou que 74% dos consumidores não estão nem aí se sua marca sumir do mercado. Legal, né?

Você acorda todos os dias pensando e investindo no relacionamento com seu consumidor. Se você é um profissional de marketing com décadas de mercado, faz isso há décadas (e se você é um profissional de agência, idem). Se sua companhia ou marca tem séculos de vida, ela faz isso há séculos.

Ok, sua marca (ou do seu cliente) é conhecida e respeitada. Seu trabalho, apesar dos pesares, vem dando certo. Você e sua companhia vem fazendo seu melhor e, sem falsa modéstia, merecem méritos e reconhecimento. Parabéns! Vocês, de fato, são demais!

Mas hoje mesmo seu tão amado consumidor bandeou-se para outra marca. Hoje mesmo ele desdenhou a relação duradoura que vinha tendo com seu brilhante trabalho de marketing ou seu trabalho de agência. Mas como assim?

Em recente e relevante entrevista a repórter Isabella Lessa, de Meio & Mensagem, Charles Houdoux, sócio e chief client officer da Havas Health & You, baseando-se no estudo Meaningful Brands, que o Havas Group realizou no ano passado, revelou que 74% dos consumidores não estão nem aí se sua marca sumir do mercado.

Legal, né? Você trabalha feito louco, constrói valor, estreita a relação com seus públicos-alvo e esse tal público-alvo, ingrato de prontidão, te trai com a marca ali ao lado na gôndola. Ou ignora sua falência, se você vier a falir. What a shame!

Pois todas as companhias do mundo hoje deveriam fazer todos os dias estudos como o da Havas. Aliás, deveriam ter isso num dashboard digital 24/7, capturando o que estou chamando aqui de Índice de Volatilidade das Marcas no Mundo Líquido Digital, ou IVMMLD.

O IVMMLD é um índice fácil de compor. Aqui vão seus 5 princípios e indicadores básicos:

  1. Indicador de Caos – O mundo hoje, como bem sabemos – mas o marketing e as agências fazem questão de esquecer renitentemente – é um caos. Os mercados são caóticos ambientes de oferta e procura regidos, como todo caos, sem ordem aparente. O antigo fundamento de administrar marcas e campanhas a partir de modelos, padrões e personas não resiste mais à um único post numa rede social. Que dirá aos trilhões de posts diários nas redes sociais. O caos é a nova ordem. Põe aí na planilha.
  2. Indicador de Fugacidade – A velocidade do mundo acelerou de tal forma que hoje escapa a nossa tão humana e tão limitada capacidade de acompanhar esse novo ritmo, um ritmo que só máquinas podem e poderão acompanhar. Overload. Nada mais é permanente, tudo é fugaz. Sua marca está nesse bolo. Suas campanhas idem. Todas as suas ações mercadológicas também. Então, ora, se o mundo é fugaz, você e suas estratégias têm que ser também. Esqueça planejamento e construa marcas a partir do momento. Esse passa a ser a unidade padrão para as suas práticas e suas dinâmicas de mensuração. O tempo é um só: o tempo presente. Real time.
  3. Indicador de Volatilidade – Como o estudo do Havas muito bem quantificou, o consumidor hoje é vil. Não está nem aí para você. É fugaz, volátil e líquido. Seu centro é seu self. Si mesmo. Se não entendermos isso, ele não vai nos entender e perderemos contato para sempre. Incorpore volatilidade a sua lógica de negócios. Nunca mais, daqui para a frente, a ignore.
  4. Indicador de Digitalidade – A culpa de tudo isso é do digital. Foi ele que criou esse caos e será ele que continuará tirando seu sono eternamente, daqui para a frente. Foram as tecnologias digitais que destruíram as tradições e os modelos previamente concebidos, anabolizaram a fugacidade e a volatilidade. E será ela que viabilizará a exponencialidade (como veremos a seguir). Medir seu impacto na vida das pessoas e de seu consumidor é, portanto, tarefa não mais estratégica, mas essencial e permanente.
  5. Indicador de Exponencialidade – Esse você já deve ter ouvido falar e é basicão: todos os indicadores aí acima passarão a ser regidos por uma nova ordem de grandeza, a grandeza exponencial. O diagrama aí abaixo simplifica muito o entendimento. Antes, evoluíamos numa lógica historicamente linear. Vamos saltar para o exponencial em função dos novos fundamentos e avanços da tecnologia. Estamos exatamente no ponto em que a linha do exponencial se descola do linear. Veja no gráfico. Se tudo vai ser assim, só tem um jeito: você e suas atividades profissionais terão que ser assim também.

O IVMMLD, resumidamente, indica algo muito simples, em verdade: se você não se mexer, vai ficar no mesmo lugar. Lei da Física. Para nós, profissionais da comunicação e do marketing, a Lei da Irrelevância. Ou, se preferir, a Lei da Morte.

Como fazer? Eu não sei. Mas divido com você dois princípios:

  • Futuro nas existe. Pare de ser idiota e ficar preocupado com algo que nunca chega. A única coisa que tem valor e sobre a qual temos acesso é o presente. E o único tempo relevante é o agora. O segundo que passou também não tem o menor valor ( foi esse enquanto você lia a palavra “nós” e “vimos”, que valor tem isso ???);
  • Imagine sua agência e sua companhia como uma rede neural em constante rearranjo dinâmico; abaixo, o diagrama da sua empresa, em que cada círculo é uma pessoa ou uma área da companhia; numa ponta, entram realidades mercadológicas, na outra, saem soluções; no meio, uma máquina de produzir ideias e inovação. O gráfico abaixo é o diagrama de uma rede neural, base da Inteligência Artificial.

 E só tem um jeito de colocar isso em prática: Agências e Marketing terão que ser centros geridos por Inteligência Artificial em todas as suas atividades, dinâmicas e tarefas cotidianas. Sem essa concepção funcional e sem essa máquina, não teremos nenhuma condição de nos adaptarmos as acima citadas transformações exponenciais da sociedade, do comportamento e do consumo. Do IVMMLD.

Acelera, Airton!

Fonte: Proxxima

O Big Data e as eleições de 2018

EM ANO DE ELEIÇÕES, BOLSONARO, LULA E DÓRIA REGISTRAM MAIORES ATIVOS DIGITAIS NO FACEBOOK

Jair Bolsonaro, Lula e João Dória possuem o maior ativo digital no Facebook entre os potenciais candidatos à presidência, com 4,7 milhões, 3 milhões e 2,8 milhões de fãs, respectivamente. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela Zeeng Data Driven Platform, plataforma de Big Data Analytics voltada ao setor de Marketing e Comunicação, que tem como objetivo construir um panorama do período que antecede as eleições de 2018.

Faltando poucos meses para a próxima eleição presidencial no Brasil, o levantamento avaliou a presença de possíveis candidatos à presidência nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e YouTube) e também na imprensa online. Foram analisados 12 nomes que provavelmente estarão na disputa: Álvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Eduardo Jorge (PV), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Jair Bolsonaro (PSC), Joaquim Barbosa (sem partido), João Doria (PSDB), Luciana Genro (PSOL), Lula (PT), Marina Silva (Rede) e Ronaldo Caiado (DEM).

Quando o assunto é o Twitter, Marina Silva desponta como a candidata com a maior base de fãs: 1.802.306 seguidores – um legado oriundo de sua candidatura nas eleições em 2014. A rede social, aliás, é a única onde Joaquim Barbosa possui base expressiva. O ex-ministro conquistou um ativo de mais de meio milhão de seguidores.

Já no Instagram, os destaques ficam por conta de João Dória e Jair Bolsonaro, onde isoladamente cada um possui uma base de seguidores maior do que todos os demais candidatos somados. Dória, que usou a ferramenta com bastante frequência durante sua candidatura a prefeito de São Paulo em 2016, aparece com pouco mais de 741 mil seguidores, enquanto Bolsonaro registra cerca de 612 mil.

Confira o estudo na íntegra:

YouTube: plataforma é pouco explorada

Na contramão da forte atuação dos políticos nas outras plataformas digitais, o YouTube se mostrou uma ferramenta que pouco engaja os eleitores. As visualizações totais não ultrapassam 1 milhão, um número relativamente baixo, se considerarmos que no Brasil, 95% da população online acessa a plataforma pelo menos uma vez por mês, representando 98 milhões de brasileiros, segundo dados do Google.

Vale notar que João Dória e Ronaldo Caiado não deixam aberto o volume de inscritos em seu canal, e Joaquim Barbosa e Fernando Haddad não possuem perfis na rede. Já Jair Bolsonaro construiu uma base de inscritos absolutamente superior aos outros concorrentes e possui muitas interações positivas (curtidas) em seu canal.

Lula é destaque na imprensa online

Entre os meses de setembro e outubro de 2017, Lula foi o candidato com maior evidência na imprensa online. O ex-presidente registrou um total de 6.398 notícias com o seu nome na web. Dória, Alckmin e Bolsonaro aparecem em seguida com 3.117, 2.031 e 1.542, respectivamente.