Grupo Globo cria unidade para gerir big data

Com a estreia, o objetivo é melhorar o relacionamento com seu público e criar novas oportunidades de negócio

O Grupo Globo anuncia nesta segunda-feira, 10, uma nova unidade de inteligência digital para gerir todo o volume de dados gerado por suas diversas empresas. Com isso, a empresa espera melhorar o relacionamento com seu público e criar novas oportunidades de negócio.

Eduardo Schaeffer, ex-CEO da plataforma de classificados de imóveis Zap, também do grupo, assume a nova área, cujo desafio é unificar os ativos digitais da marca Globo. Segundo comunicado, seu objetivo é elaborar estratégias que permitam conhecer melhor o consumidor em sua jornada segundo critérios do mercado e de parceiros, com diversos KPIs e trabalho de big data. “Cada vez mais, as empresas precisam conhecer seus consumidores em profundidade”, afirmou Schaeffer, defendendo a qualidade do cruzamento entre dados e conteúdo do grupo. “Nossa relação com os consumidores é, antes de mais nada, uma ponte fundamental para que nossos clientes tenham mais conhecimento dos perfis e tendências de seus públicos, obtendo melhores resultados em suas estratégias de comunicação.”

Para ajudar o executivo, foi contratado em maio Alexandre Grynberg, ex-vice-presidente de atendimento da AlmapBBDO, ocupando a posição de diretor de soluções integradas no Grupo Globo. A equipe conta ainda com Dilton Caldas como diretor de negócios e Eduardo Perez como diretor de data & analytics. Segundo a Globo, a nova organização é essencial para trabalhar de forma efetiva todos seus ativos digitais. São, segundo números internos, 94 milhões de usuários únicos por mês — só o Globoplay teria 20 milhões. Schaeffer cita, como exemplo de trabalho dedicado da unidade, o novo pacote do Futebol 2019, que já procura agregar essa análise de big data nas suas entregas publicitárias. A Globosat, dona dos canais SporTV, faz parte das empresas que terão seu ecossistema digital geridos pela nova unidade neste primeiro ciclo, que inclui ainda a TV Globo e a SomLivre.

Fonte: Meio e Mensagem

Amazon e Apple: o que vem depois do trilhão?

De acordo com especialistas em branding, a barreira ultrapassada pelas duas empresas em valor de mercado reforça conexão entre marketing e resultados

Um trilhão. Essa quantia, que ultrapassa o PIB de muitos países, foi a marca alcançada em valor de mercado por Apple e Amazon recentemente. A valorização dessas duas empresas, apesar de estar baseada na expectativa do mercado financeiro, sujeita a oscilações, reflete diretamente no valor das respectivas marcas. De acordo com o último estudo desenvolvido pela Interbrand, Apple e Amazon estão entre as cinco mais valiosas do mundo avaliadas, respectivamente em US$ 184,2 bilhões e US$ 64,8 bilhões. Neste contexto, o que a aposta do mercado tem em relação com a marca construída por trás dessas duas empresas?

Segundo Jaime Troiano, sócio fundador da Troiano Branding, o valor de mercado de ambas tem relação com a forma como elas foram gerenciadas e na maneira que construíram suas bases de entrega de experiência ao público. “E é, ao mesmo tempo, um enorme fortalecimento de sua reputação diante dos atuais e potenciais acionistas”. Ele considera que é a demonstração do quanto marcas que são inspiradas e conduzidas por propósitos tornam-se bem sucedidas. “Têm um poder natural de multiplicar seus resultados e deixam para outras empresas o exemplo da importância legitima de construir branding”, afirma.

A expectativa, base com a qual se trabalha o mercado financeiro para determinar o valor dessas empresas, é também construída por meio da conexão que essas marcas geram. “Quando falamos em expectativas, estamos falando de percepções, de opiniões, de futuro e, indissociavelmente, de marcas. Os diversos métodos que se propõem a determinar o valor das marcas nos oferecem números tão díspares quanto as regras que os governam. Ainda que por vezes um oceano os separe, importa aqui a intenção de medir a geração de valor deste intangível que captura e impulsiona riquezas para as organizações. Importa buscar compreender de alguma maneira este movimento”, observa Hélio Mariz de Carvalho, CEO e Sócio da FutureBrand.

André Matias, diretor de estratégia e brand valuation da Interbrand, afirma que esse valor simboliza a solidez da Apple e Amazon, mas está sujeito a movimentos. “Quando pensamos em valor de mercado, existe uma volatilidade maior pelo impacto especulativo de compra e venda de ações. Ou seja, apesar de histórico e simbólico, esse é um número que pode variar muito e não necessariamente representar o real valor dessas empresas”. Ele ainda ressalta que o valor de marca ajuda a balizar melhor a relevância da Apple e da Amazon no longo prazo por considerar o desempenho financeiro projetado para essas empresas.

“Isso nos leva a intuir que compreender as marcas não pode ser simplesmente atribuir a elas um valor. Talvez, quando avaliamos o impacto das marcas, as melhores perguntas devessem ser mais abrangentes e ambiciosas. O que vem depois do trilhão? Como garantir a continuidade do sucesso e a perpetuidade das organizações e suas marcas? Que papel marcas tão poderosas devem desempenhar nos dias de hoje e no futuro? Que retorno darão a todos nós? Viveremos melhor por causa delas? ”, explica Hélio.

Neste gráfico, desenvolvido pela Interbrand, a evolução de Apple e Amazon em valor de marca nos últimos dezessete anos.

 

Fonte: Meio e Mensagem

LinkedIn anuncia campanha global para questionar o que é sucesso

O Linkedin estreia nesta segunda-feira (3), no Brasil, a campanha digital “Juntos Nessa”. A divulgação é uma adaptação da campanha global “In It Together”, lançada em janeiro, durante o intervalo comercial do Golden Globe Awards.

A campanha é a primeira da marca no Brasil e traz peças publicitárias feitas a partir de histórias reais dos usuários da rede social profissional. A criação é da agência americana Brands2Life.

Os anúncios, feitos com três usuários brasileiros, têm como objetivo estimular um debate sobre diferentes conceitos de sucesso e mostrar que o LinkedIn oferece suporte aos profissionais que ali estão para construção da sua comunidade, sejam eles de uma grande indústria, pequenos empreendedores ou com profissões que geralmente não são vistas na rede com frequência.

“Queremos mostrar que o LinkedIn é um espaço democrático, não só para pessoas com cargos de alta liderança. Para isso, buscamos nas histórias reais e inspiradoras de pessoas que encontraram no LinkedIn uma oportunidade de criar laços ou ainda, sua própria identidade como profissional”, explica Erica Firmo, gerente de comunicação do LinkedIn para a América Latina.

Dentre as histórias da campanha estão a de um grafiteiro, uma ex-publicitária que virou chef de comida vegana crua e uma trainee de marketing. Eles foram convidados para uma sessão de fotos e em seguida, criaram artigos para o LinkedIn respondendo à pergunta: “o que é sucesso para você?”.

Acompanhada da hashtag #JuntosNessa, a campanha circulará durante todo o mês de setembro, nos canais digitais da empresa, incluindo o Facebook, Instagram, Twitter e o próprio LinkedIn.

 

 

Fonte: AdNews

A revolução do Google completa 20 anos

Buscador lançado em 1998 foi o primeiro passo para uma série de inovações que a empresa fundada em uma garagem traria para o mundo

Se o Google mudou completamente a forma como pesquisas e buscas são feitas na internet, esta é apenas uma das inovações que a empresa trouxe para o mundo como hoje conhecemos. Da revolução que o YouTube gerou na forma de consumir mídia – plataforma adquirida em 2006 pelo Google – , passando pela rede social que talvez tenha sido a primeira de sucesso, o Orkut, lançado pela empresa em 2004, até o acesso mais fácil a conteúdo em outras línguas com o Google Tradutor, as transformações que o Google e suas ferramentas trouxeram para o mundo envolve diversas etapas e ainda está em curso.

A história do Google remete ao ano de 1996, quando Larry Page e Sergey Brin, ainda estudantes da Universidade de Stanford, desenvolveram a primeira versão do motor de buscas. Mas é em 4 de setembro 1998 que ele é registrado como empresa, operando ainda na garagem de uma casa de uma amiga dos dois, localizada na Califórnia. Por isso que o dia de hoje marca a data em que o buscador começou a operar, embora o Google comemore oficialmente no dia 27 de setembro.

O que vale resgatar nestas duas décadas de atividades do Google é a relevância que a empresa tem não só nas inovações tecnológicas que trouxe mas, principalmente, nas mudanças que gerou no comportamento da sociedade. “É um caso impressionante porque antes tínhamos um outro buscador, o Yahoo, e ninguém lembra mais dele. Este sistema de compartilhamento de informações trouxe uma revolução geral em termos de consumo de informações”, observa Eduardo França, coordenador de publicidade e propaganda da ESPM-Rio. Com suas ferramentas, o Google ainda impactou diretamente o marketing digital, lembra o pesquisador.

Em abril deste ano, o Google promoveu um evento já em celebração aos 20 anos de seu serviço de buscas. Nele, revelou que 15% das consultas no Google são inéditas; 130 trilhões de endereços web já foram buscados pelo Google, e 0,25 segundo é a média de tempo de resposta a uma pesquisa. Em um cenário global em que a popularização dos smartphones é crescente, hoje 50% da buscas no Google já são feitas por celulares. Com tecnologias como o Android, revolucionou ainda sistemas operacionais e hoje domina este mercado. Investindo em projetos como YouTube Space – são dez centros como este no mundo, um dos maiores deles localizado no Rio de Janeiro – mira na capacitação de produtores de conteúdo para a plataforma YouTube.

Operando no Brasil desde 2005, o Google conta com vários escritórios no País. Em São Paulo estão localizados as operações de vendas, o Google Campus para empreendedores e o Google Partner Plex, para clientes e parceiros. Em Belo Horizonte, o Google lançou um centro de engenharia e no Rio está o YouTube Space.  Segundo a assessoria de imprensa do Google, o Brasil é o único país do mundo a possuir todos esses tipos de instalações. Hoje a empresa conta com mais de 700 funcionários em São Paulo e mais 120 no centro de engenharia de Belo Horizonte.

Entre janeiro de 2017 e maio de 2018, o Google investiu R$ 700 milhões no Brasil em projetos como cabos submarinos, uma das iniciativas da empresa para melhorar a infraestrutura na América Latina. Parte da verba também foi destinada ao Cloud Region, que tem como foco os clientes que usam o a plataforma de nuvem Google Cloud; o objetivo foi processar dados e aplicações em um local mais próximo para reduzir o tempo de latência para acesso, por exemplo. O valor investido pelo Google no mercado nacional envolveu ainda o lançamento há um ano do YouTube Space no Rio de Janeiro, projeto que visa apoiar produtores de conteúdo oferecendo uma infraestrutura profissional, acesso a estúdios e workshops ligados à tecnologia e audiovisual. Com oito plataformas com mais de um bilhão de usuários –  Busca, Android, Chrome, YouTube, Maps, Play Store, Gmail e Drive –, o Brasil é hoje está entre os cinco principais mercados do Google, não apenas em tamanho, mas também em engajamento.

Fonte: Meio e Mensagem

8 motivos que influenciam os usuários a saírem do seu site

Os internautas procuram sites que possuem fácil acesso, informação e atração visual. É muito comum que usuários desistam de navegar quando estão insatisfeitos com algum fator de aparência ou manual.

Por isso, a equipe da Red Website Design realizou um estudo e compartilhou um infográfico com os 8 problemas mais comuns dos sites de pequenas empresas. Confira abaixo:

 

Traduzindo:

  • Leva uma eternidade para carregar
  • Não é otimizado para celular
  • Oferece pouca navegação
  • Ele usa pop-ups excessivos
  • Contém conteúdo multimídia que reproduz automaticamente
  • Vangloria-se de animações desorientadoras
  • Está cheio de imagens genéricas
  • Não explica claramente o que sua empresa faz

 

Fonte: AdNews

Novos recursos aprimoram oportunidades de publicidade no Youtube

No primeiro semestre, o Google anunciou novos recursos de publicidade no YouTube que fornecem aos profissionais de marketing mais controle sobre a segmentação e a otimização de seus gastos na plataforma. O YouTube é o segundo maior mecanismo de pesquisa do mundo, com mais de 30 milhões de usuários diários e mais de 1,5 bilhão de usuários conectados mensalmente em 88 países. Calculando apenas os visitantes de dispositivos móveis, o YouTube alcança o público de 18 a 49 anos, muito mais do que qualquer canal de TV a cabo nos EUA, por exemplo. Ou seja, a plataforma traz grandes oportunidades para as marcas.

“Com base nesses números, o YouTube deve ser uma parte extremamente importante da estratégia de marketing de todas as marcas. No entanto, muitas vezes os anunciantes hesitam em aproveitar ao máximo os tipos de anúncios e as ferramentas de segmentação disponíveis. Existem várias razões para essa discrepância: os profissionais de marketing são obcecados em focar sempre nas palavras-chave. Sendo que é necessário aproveitar a granularidade das opções de segmentação por público do Google”, explica o Gustavo Macedo, diretor da iProspect.

Embora o YouTube seja uma plataforma de descoberta, a caixa de pesquisa ainda é um componente fundamental. Mas enquanto as caixas de pesquisa no YouTube e no Google parecem semelhantes, o comportamento do usuário para cada uma é bem diferente. Pesquisadores do Google estão declarando sua intenção de maneira muito clara, fazendo uma pergunta e solicitando uma resposta. As pesquisas no YouTube são mais difíceis de analisar, embora muitas vezes haja alguma indicação de intenção, esse nível de percepção granular geralmente é mascarado pelo fato da pesquisa estar concentrada no consumo de conteúdo de vídeo.

Ao aproveitar esse recurso, os anunciantes podem segmentar os anúncios em vídeo do YouTube com base no comportamento de pesquisa anterior do usuário no Google, onde sua declaração de intenção é mais robusta. Os profissionais de marketing podem criar listas de até 5.000 palavras-chave, que conectadas as campanhas de vídeo do YouTube para veicular anúncios quando alguém que pesquisou essas palavras-chave anteriormente no Google está assistindo a um vídeo no YouTube.

Devido ao seu alcance fantástico, os anúncios do YouTube sempre foram ótimos para entregar KPIs de branding. A pesquisa, no entanto, é um canal desenvolvido para o desempenho de resposta direta. Ao criar um bloco de anúncios do YouTube criado a partir do zero como um jogo de desempenho, o Google espera alavancar sua longa história na geração de resultados de negócios tangíveis e expandir essa força no espaço do anúncio em vídeo.

“Estamos promovendo sempre os melhores recursos, individualmente combinando com outras opções de segmentação do YouTube e formatos de anúncios. Procurando uma atualização futura, compartilhando os aprendizados e resultados”, finaliza o Gustavo.

 

 

Fonte: AdNews

As 100 palavras mais pesquisadas no Google

As tendências de busca sempre mudam, o que pode dificultar o acompanhamento do que acontece no mercado. Diante de tantas alterações, torna-se impossível se informar sobre as mudanças gerais, mas conhecer um quadro mais amplo pode ser útil, não apenas para ver interesses atuais, mas também para acompanhar tendências mundias.

Para ajudar nisso, as equipes da Ahrefs e da Siege Media se uniram para analisar os termos mais pesquisados no Google entre usuários nos EUA nos últimos 12 meses (terminando em 1º de junho de 2018).

Confira o infográfico:

 

 

Fonte: AdNews

Google relembra momentos marcantes da empresa em seus 20 anos de história

O Google, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, completou 20 anos nesta terça-feira (20). No entanto, dois anos antes a dupla criadora da companhia, já havia começado a idealizar alguns projetos.

No decorrer dos anos a ideia de Larry Page e Sergey Brin de construir um buscador mais inteligente se aprimorou e tornou o Google na empresa que é hoje. Confira alguns momentos:

 

Fonte: AdNews

Marketing de relacionamento: como conquistar e fidelizar clientes

Descubra o que é marketing de relacionamento, como aplicá-lo na sua empresa para fidelizar clientes e cases de sucesso. 

As redes sociais, a internet e as novas tecnologias aproximam clientes e marcas de uma forma nunca vista até então.

Hoje, é possível postar uma foto no Instagram com uma roupa da sua marca favorita, marcar a loja e receber uma curtida da própria empresa. Também ocorre de você fazer um desabafo no Facebook sobre uma situação chata que viveu envolvendo um produto, e dias depois receber em sua casa uma caixa do produto.

O marketing de relacionamento vem sendo muito bem aproveitado por diferentes marcas.

Se a sua empresa ainda não embarcou nessa, talvez seja a hora de parar para descobrir a importância que o marketing de relacionamento pode ter na sua empresa.

O que é marketing de relacionamento?

Marketing de relacionamento é toda e qualquer ação executada por uma empresa com o objetivo de criar e manter um bom relacionamento com seu cliente. A estratégia envolve ações de branding, prospecção e fidelização do cliente.

Para quem pretende atrair novos clientes, fidelizar antigos, conquistar defensores da marca, obter autoridade e tornar-se referência em seu mercado, o marketing de relacionamento pode ser a grande solução.

Por que marketing de relacionamento é importante?

Já faz um tempo que especialistas e analistas anunciam que estamos vivendo a era da experiência.

Os consumidores não querem mais apenas um produto de qualidade ou um serviço bem prestado. Eles desejam uma experiência única e memorável. Respostas rápidas, atendimento personalizado e soluções customizadas e surpreendentes fazem parte dessa experiência.

A empresa precisa encantar seus clientes. E o marketing de relacionamento é o caminho para se chegar lá. Ao demonstrar uma preocupação genuína com o seu cliente e um interesse em deixá-lo não só satisfeito, mas grato e realizado, você conquista mais do que um cliente. O seu consumidor passa a divulgá-lo, recomendá-lo e acompanhá-lo constantemente.

Hoje, o objetivo das marcas não é apenas conquistar clientes, mas fãs, seguidores e embaixadores da marca.

Como implantar marketing de relacionamento na minha empresa?

Parece complicado e caro, mas não é bem assim.

O marketing de relacionamento passa muito mais por uma mudança cultural do que por um investimento surreal. O primeiro passo é fazer com que todos os colaboradores da empresa entendam que a experiência do cliente envolve todo e qualquer contato que ele tenha com a sua marca.

Cada ligação, comentário no Facebook e cada visita a sua loja é uma oportunidade de encantar o seu cliente. Em todos esses casos, o foco deve estar totalmente no cliente.

Assim, se um consumidor entra no chat da sua empresa para fazer uma pergunta, o objetivo inicial do atendente deve ser esclarecer plenamente a dúvida, e não forçar uma venda. Se ele liga para fazer uma reclamação, o esforço deve ser para resolver o seu problema, e não para encontrar desculpas que livrem a barra do atendente ou da empresa.

Cases de sucesso de marketing de relacionamento

São tantos cases legais que fica difícil escolher alguns. Mas vou mostrar alguns exemplos em que é possível fazer marketing de relacionamento e ilustrá-los com cases reais de marcas:

Marketing de relacionamento em redes sociais

As redes sociais são excelentes canais para se aproximar e se relacionar com o seu consumidor. Dê atenção para as avaliações da sua página, para os comentários em publicações e também para o que estão dizendo da sua marca em outras postagens.

Com criatividade e bom humor, certamente haverá oportunidades para encantar e surpreender o seu cliente. Olha esse case de um cliente que fez uma reclamação no Twitter e se transformou em notícia nacional: um moço foi ao Estádio do Mineirão e, por questões de segurança, teve que jogar fora um desodorante roll-on. Indignado, o torcedor fez uma reclamação nas redes sociais e marcou o perfil do estádio.

O Mineirão começou a responder a reclamação de forma oficial, informando que eram regras do estatuto. Como o cruzeirense manteve sua reclamação, o estádio mostrou-se solícito para entender melhor o caso e afirmou que, para que não brigassem, era só ele falar qual era a marca do desodorante para que eles pudessem repor o prejuízo.

A história é longa e vale acompanhar o diálogo todo, que garante boas gargalhadas. Mas, para dar um spoiler, o torcedor ganhou uma caixa de desodorante e a história viralizou por todo o país. Isso só aconteceu porque a pessoa que era responsável pelo perfil da marca teve presença de espírito e enxergou uma oportunidade de converter um cliente insatisfeito.

Marketing de relacionamento com personalização

Ao acumular dados sobre os seus clientes, é possível proporcionar experiências únicas. O Spotify, por exemplo, usa com maestria o big data para personalizar a experiência do seu cliente. Quanto mais você utiliza o serviço, mais ele aprende sobre o seu gosto musical e oferece músicas e playlists exclusivas para você.

O mesmo acontece com o Netflix. Experimente entrar na tela inicial do serviço de streaming de um colega. Você verá que as recomendações e os filmes e séries exibidos podem ser completamente diferentes, de acordo com o que cada um gosta de assistir.

E ficamos tão felizes quando o Spotify toca aquela música que amamos ou apresenta uma banda que não conhecíamos, que automaticamente publicamos nas nossas redes sociais. É neste momento que nos tornamos divulgadores e fãs da marca.

 

 

Marketing de relacionamento por email

Existem diversas formas de criar proximidade e ter um bom relacionamento com seus clientes por email. Ofertas customizadas, conteúdos relevantes e ações de cross-selling com base no histórico de compras são só alguns exemplos.

Eu, por exemplo, sou apaixonada por livros e pela Amazon. As ações de email marketing deles são tão acertadas que, frequentemente, eu me descadastro do mailing deles. Aí descubro que perdi uma promoção importante, vou lá e reativo meu email. Começo a receber ofertas e promoções de livros que eu desejo loucamente, passo a receber uma caixa da Amazon por mês em minha casa, percebo que aquilo está se tornando uma compulsão, e vou lá e descadastro novamente.

Faz anos que nossa relação é assim, e sempre que comento isso em uma roda com mais de 10 pessoas, pelo menos uma delas diz que tem uma relação parecida.

Isso ocorre porque a Amazon, além de utilizar bem os dados, utiliza bem as estratégias de email marketing, que tornam suas ofertas personalizadas e sedutoras demais para que eu e outros aficionados por livros possam resistir.

Como a pesquisa de mercado pode ajudar no marketing de relacionamento?

A pesquisa de mercado é uma excelente ferramenta para ajudar a sua empresa a construir um bom marketing de relacionamento. Pedir que seus clientes preencham o questionário já é uma forma de construir relacionamento e uma oportunidade de encantar o cliente. Pense isso na hora de escrever o convite da sua pesquisa ou compartilhá-la em seus perfis de redes sociais.

Mas como os dados da pesquisa podem ajudar no marketing de relacionamento?

Conhecer o cliente

Acumular dados dos clientes é fascinante, mas nem sempre é possível. Se seu produto ou serviço é offline, por exemplo, fica bem mais difícil rastrear os hábitos de consumo e o comportamento do consumidor. Além disso, mesmo que seja possível acumular os dados, nem tudo é captado através do big data.

Percepções, relacionamento com concorrentes e opiniões sobre a experiência, normalmente, só podem ser obtidas perguntando diretamente ao cliente. A pesquisa de mercado pode oferecer informações valiosas sobre os seus consumidores.

Entenda a forma como ele pesquisa e consome produtos, as redes sociais que ele está presente, a imagem que ele tem da sua marca, a satisfação com seu produto e diversos outros dados importantes para você traçar sua estratégia de marketing de relacionamento.

Medir resultados

A pesquisa de satisfação é a forma mais imediata de compreender se seus clientes estão satisfeitos. Avalie os diferentes aspectos e pontos de contato do seu cliente com a marca. Assim você descobre se as ações estão gerando os resultados esperados.

Fonte: Opinion Box

O cuidado das marcas com interações polarizadas no digital

Estudo da Hello, que aponta que a publicidade online segue enfrentando rejeição dos internautas, corrobora a luta pela atenção dos anunciantes, preocupados com comentários negativos

Fortalecimento de pautas feministas, LGBT e políticas são alguns exemplos de manifestações sociais que eclodem, diariamente, nas redes. Segundo Davi Bertoncello, CEO da agência de pesquisa de mercado e inteligência Hello, o brasileiro já é reconhecidamente um povo sociável e conectado à internet. “O mundo online já se fundiu ao off-line”. Atentas a esse movimento, as marcas vêm construindo relacionamentos com seus consumidores no digital. No entanto, as intensas interações polarizadas, entre brandlovers e haters pressionam anunciantes, preocupados permanentemente em não cometer deslizes capazes de gerar uma enxurrada de comentários contrários e negativos às marcas.

Quase metade (49%) dos internautas possui interesse pelas redes sociais de anunciantes que admiram, 22% a mais que os números de 2016. O dado é da Hello, que, por meio do estudo Papo Digital, realizou entrevistas digitais com mais de 1.400 pessoas, maiores de 16 anos e integrantes das classes A, B e C. A pesquisa foi realizada entre 3 e 8 de maio deste ano.

Apesar da receptividade do público em relação às marcas no ambiente online, a publicidade na internet segue enfrentando rejeição. Cerca de 50% dos participantes do estudo da agência de pesquisa de mercado e inteligência admitem bloquear publicidade na internet, quando possível. De acordo com Davi, as pessoas deixam de lado anúncios ruins ou sem relevância. “Além disso, aqueles conteúdos publicitários que representam uma barreira à navegabilidade acabam não sendo aceitos”. Segundo o profissional, para que a comunicação consiga atingir o cliente, é preciso batalhar pela atenção.

O Papo Digital mostra, por exemplo, que 48% do público presta atenção em publicidade em posts das redes sociais, 35%, em banners e pequenos anúncios nos sites, e 33%, em vídeos. Mas, 56% estão compartilhando filmes publicitários se gostam de suas mensagens. O CEO da Hello explica que conteúdo audiovisual tem o maior potencial de engajamento online, “basta ver a importância de Youtube e Netflix para as audiências ou como, ao longo do tempo, serviços como Facebook e Instagram abriram cada vez mais espaço para compartilhamento de vídeos”. Diferente da TV, onde a mensagem é exibida para uma audiência de forma massificada, pela internet é possível atingir os públicos de forma segmentada, “o que demanda uma necessidade ainda maior de conhecer os clientes, seus valores, o uso que fazem em cada rede social e em qual momento da jornada online do consumidor a marca deseja impactá-lo”.

Nike (18%) e Adidas (15%), Samsung (7%) são as marcas mais admiradas, segundo estudo da Hello. Confira ranking completo dos anunciantes mais adorados pelos consumidores:

 

 

Ainda segundo o estudo da Hello, os jovens (67%) – de 16 a 24 anos – são os mais ativos na internet. Para Davi, esse público, desde cedo, está acostumado a desbravar o online. Nas redes sociais, o principal objetivo é a comunicação com amigos e familiares. “Isso explica o Instagram ser tão utilizado quanto Facebook e Whatsapp. Fora isso, ainda existe a questão intrínseca da busca de maior aceitação social que ocorre durante essa fase da vida, que gera uma necessidade de expandir a rede de contatos e competir pelo número de amigos nas redes, likes e compartilhamento”.

Apesar do engajamento dos jovens, as marcas não podem deixar de construir peças para um público mais velho – a partir de 55 anos. “Os anunciantes precisam lembrar que esse público se relaciona com o universo digital de forma diferente”, aponta o CEO. Segundo Davi, os seniores estão preocupados em postar notícias e assuntos ligados à saúde e causas sociais e menos interessados em expor seus gostos e seguir influenciadores e celebridades. “Vale lembrar também que outro público muito negligenciado pelas marcas é aquele formado por pessoas com deficiência. Apesar de formarem a maior minoria do mundo, com um bilhão de pessoas, e no Brasil serem 20% da população, nem 1% do conteúdo digital das grandes marcas brasileiras são acessíveis”, aponta.

A Hello mostra que a TV (53%) ainda é o meio que mais chama a atenção para anúncios. Diferentemente do Brasil, no mundo os investimentos de publicidade em meios digitais já superam os de televisão. “No País, a grande sacada é conseguir aproveitar essa descentralização dos canais de comunicação tradicionais e digitais para atingir seu consumidor de forma inteligente. É possível definir qual público atingir em cada meio, mas também quando, ou qual o melhor momento da jornada de um cliente para transmitir certa mensagem”, diz.

Veja os meios de publicidade que mais recebem atenção de acordo com o perfil do público (%):

Fonte: Meio e Mensagem