Outubro Rosa e o marketing digital

De acordo com o Google, assuntos relacionados a health care estão entre os mais buscados durante todo o ano. No mês de outubro, há picos de procura por palavras-chaves como “câncer de mama”, “Outubro Rosa” e “auto-exame”. Segundo o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, na comparação entre outubro de 2016 e outubro de 2017 houve um incremento de 1,74% nas buscas por consultas com mastologistas.

O Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo e dirigido à sociedade, em especial, às  mulheres. Empresas e entidades também se engajam nos temas de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, tipo de câncer mais frequente entre as mulheres. No Brasil, apenas em 2018, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimou 59.700 novos casos, dos quais mais de 14.388 resultaram em morte.

O movimento surgiu na última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990, pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. Para sensibilizar as populações à sensibilidade do tema, desde então, cidades são enfeitadas com os laços rosas e diversas ações. A primeira iniciativa do Outubro Rosa no Brasil foi a iluminação do Obelisco do Ibirapuera no dia 02 de outubro de 2002. A iniciativa foi de um grupo de mulheres simpatizantes com a causa de prevenção ao câncer de mama que, com o apoio de uma empresa de cosméticos, iluminou de rosa o Obelisco em alusão ao Outubro Rosa.

Durante todo o mês de outubro, campanhas de marketing digital realizadas por empresas da área de saúde ajudam a promover a conscientização da população sobre o câncer de mama. Além de serem uma poderosa ferramenta de conscientização para mulheres em busca de diagnóstico precoce ou mesmo de tratamento elas também trazem visibilidade aos profissionais.

De acordo com o Google, assuntos relacionados a health care estão entre os mais buscados durante todo o ano. No mês de outubro, há picos de procura por palavras-chaves como “câncer de mama”,  “Outubro Rosa” e “auto-exame”. Segundo o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, na comparação entre outubro de 2016 e outubro de 2017 houve um incremento de 1,74% nas buscas por consultas com mastologistas.

“As campanhas sazonais de prevenção, como o Outubro Rosa, contribuem muito para a conscientização da população e servem como um alerta para tema. Com isso, as pessoas passam a se informar, pesquisar o tema e buscar profissionais especialistas para a realização de consultas e exames. No ano passado, por meio de campanhas preventivas de marketing digital, conseguimos nos posicionar na internet e tivemos incremento de 20% no número de consultas relativas aos demais meses”, explica o mastologista Daniel Gallo, da Clínica Dediq.

Além disso, o marketing digital gera engajamento e pode ajudar mulheres com dificuldades relacionadas ao diagnóstico e tratamento da doença, com barreiras relacionadas a aspectos emocionais – como medo, ansiedade, negação, depressão -, crenças pessoais – percepções errôneas, preferências e aspectos religiosos e espirituais – e aspectos físicos – efeitos colaterais e mudança corporal provocados pelo tratamento, além de comunicação ruim com a equipe de saúde e experiências prévias negativas, que buscam novas alternativas e profissionais no mundo virtual.

Fonte: Proxxima

Big Data pode otimizar o marketing das empresas

Ferramenta ajuda a embasar decisões em informações reais – e não em meras possibilidades –, localizar potenciais clientes, personalizar ofertas, melhorar as pesquisas de mercado e otimizar o engajamento

Antigamente, uma boa campanha de marketing precisava de relatórios e análises de mercado, mas um bom brainstorm era capaz de criar ações inovadoras e relevantes. Hoje, sem dados em mãos, é praticamente impossível desenvolver mensagens e iniciativas que impactam seu cliente. Por isso, utilizar as soluções de Big Data é fundamental para o sucesso de qualquer campanha de marketing, já que é possível extrair e compreender informações sobre o público-alvo e traçar estratégias.

É cada vez mais improvável imaginar a gestão e divulgação de um negócio sem a utilização de dados relevantes. Pesquisa conduzida pela KPMG Capital mostra que 99% dos profissionais acreditam que Big Data é importante para a tomada de decisão. Entretanto, saber lidar com essa grande quantidade e conteúdo segue como maior desafio: 85% confirmam ter dificuldades para interpretar essas informações e apenas 25% conseguem aplicar os insights em novas estratégias.

Hoje, o marketing utiliza e está dependente de dados para desenvolver suas estratégias para o público correto e, principalmente, com a mensagem mais adequada para impactá-lo. O Big Data é uma ferramenta que ajuda a embasar as decisões de marketing em informações reais – e não em meras possibilidades.  Localizar potenciais clientes, personalizar ofertas, melhorar as pesquisas de mercado e otimizar o engajamento são apenas alguns dos usos possíveis.

Muitas empresas já estão utilizando Big Data aliado à inteligência de mercado, especialmente para pensar ações de marketing. Entretanto, a simples utilização de dados com mais qualidade não garante o sucesso imediato das campanhas. É preciso saber o que fazer com essas novas informações. Elas devem gerar novos insights e servir como referência para as diferentes estratégias da equipe – e isso apenas com uma interpretação e investigação acurada dos relatórios.

Não são poucos os profissionais de marketing que torcem o nariz para a entrada dos recursos tecnológicos nos processos de criação de campanhas. Entretanto, é um caminho sem volta justamente por otimizar e trazer informações de qualidade para embasar as decisões. No caso específico do Big Data, é preciso entender que ele não chega para robotizar a criatividade inerente à área.  Na verdade, é uma ferramenta importante para auxiliar os grandes estrategistas, que agora podem usar informações reais ao invés de suposições baseados em simples estatísticas com margens de erro.

Fonte: Decision Report

Sua empresa está pronta para o futuro data-driven?

Todo mundo sabe da importância dos dados. Basta notar que as empresas que mais cresceram nos últimos anos tem no seu core esse compromisso de ser data-driven, e existe uma enorme oportunidade para muitas outras chegarem aos estágios mais avançados dessa transformação.

Dados são uma riqueza ainda tão pouco explorada, que ela não está sendo nem mesmo avaliada formalmente nas análises de valor das empresas. É como se a gente avaliasse o solo, mas ignorasse o potencial escondido no subsolo. No entanto, é apenas uma questão de tempo até o valor da massa de dados de um negócio começar a fazer parte do balanço das empresas, assim como o goodwillde marca já faz hoje. Segundo a consultoria Gartner, em 2021 isso já será uma realidade.

Nos últimos dois anos, foram produzidos 90% de todos os dados disponíveis no mundo. E nos próximos dois, vamos produzir um volume equivalente a todo o conhecimento gerado pela humanidade até hoje. Mas essas informações capturadas todos os dias precisam ser refinadas e transformadas em inteligência capaz de gerar riqueza para as empresas. Não adianta ter centenas de milhões de terabytes de dados se eles não forem acionáveis.

E como podemos acumular dados e extrair valor deles, colocando o consumidor no centro e criando vantagens competitivas para as empresas?

O primeiro passo é começar a reunir esses dados agora mesmo – tudo bem se você ainda não tiver uma estratégia definida do que fazer com eles. A verdade é que está ficando cada vez mais fácil usar as informações coletadas de forma inteligente. Não é à toa que vemos uma grande quantidade de empresas e universidades desenvolvendo e patenteando algoritmos no momento.

Um bom exemplo é a chinesa Alibaba.com. Com três plataformas de e-commerce, meio de pagamento mobile, navegador, empresa de vídeos e site de notícias próprios, eles se consolidaram como a 12ª empresa em market cap em 2017¹. Mas de onde eles extraem esse valor? Se você disse “dos dados”, acertou.

A Alibaba usa seus algoritmos de recomendação de produtos para extrair valor de toda informação que coleta. A importância desses algoritmos para as vendas da empresa é tanta que, no ano passado, uma simples mudança neles acelerou o crescimento da receita de e-commerce em mais de 20 pontos percentuais². Além disso, eles também aplicam essa inteligência na personalização de anúncios para os parceiros do seu marketplace, incrementando ainda mais o volume de vendas da companhia.

Ok, isso tudo é extremamente interessante, mas como uma empresa se torna data-driven?

Na nossa visão, esse movimento deve se estruturar em cinco pilares: pessoas, processos, assets, dados e tecnologia.

1. Pessoas

É essencial que haja um esforço da empresa em correr atrás das pessoas que possam ajudar essa transformação a acontecer, e elas têm perfis profissionais bastante específicos, como, por exemplo, o CDO (Chief Data Officer).

Chief Data Officer é um dos líderes mais importantes para as organizações interessadas nessa mudança de direcionamento. Em 2015, apenas 25% das grandes empresas tinham esse cargo, no entanto, um estudo da Gartner estima que, em um futuro próximo, esse número alcançará 90%.³ Mas é claro que apenas líderes não bastam, também são necessários outros profissionais capacitados; um dos perfis mais valorizados para isso é o do cientista de dados, especialista que trabalha na intersecção entre matemática, negócios e sistemas de informação.

Infelizmente, hoje esses dois perfis são escassos no Brasil. Mas a boa notícia é que já temos diversas faculdades do país oferecendo especialização, MBA ou mestrado nessa área do conhecimento, além de um grande número de cursos de educação a distância disponíveis – muitos oferecidos por instituições internacionais renomadas. Com tamanha demanda no mercado, a tendência é que o interesse por essa profissão cresça rapidamente nos próximos anos.

2. Processos

As operações e processos das empresas data-driven apresentam diferenças cruciais em relação às empresas tradicionais. A principal é que nelas os dados não ficam isolados em silos, mas trabalham de forma integrada. Na prática, isso significa que as informações não são armazenadas nos computadores individuais de cada funcionário, mas disponibilizadas na nuvem, para todos dentro da organização. Por exemplo, em vez de o relatório de vendas ficar disponível apenas para o gerente comercial, ele pode ser acessado em tempo real pelo marketing e pela área de compras.

Assim, é possível deixar de trabalhar com base na produtividade individual e trazer a inteligência coletiva para resolver o problema da empresa como um todo. Ao fazer isso, você deixa de acumular trabalhos em filas para tornar o processo automático, ágil e em tempo real.

3. Assets

Quando falamos de assets, nos referimos às propriedades digitais de sua empresa, e um dos pontos mais importantes se chama velocidade móvel.

Os consumidores não aceitam mais ficar esperando quando acessam um site mobile. Mais da metade dos consumidores abandonam sites móveis quando não carregam em menos de 3 segundos⁴. Para grande decepção, 75% dos sites mobile das maiores marcas do Brasil demoram mais de 20 segundos para carregar⁵. Isso impacta nos resultados para a empresa e na qualidade dos dados capturados – afinal, que dados você vai gerar se o cliente abandonar seu site ou desinstalar o seu app?

Por exemplo, o Walmart descobriu que para cada segundo a menos de espera no carregamento de seu site mobile, as conversões aumentavam 2%. Na última atualização, eles enxugaram 4 segundos do tempo de loading, resultando em um incremento de 8% nas conversões. Imagina o que é isso pra uma empresa desse tamanho.

Para ajudar as empresas a solucionar esse problema, apresentamos duas ferramentas muito eficientes na hora de testar e otimizar a velocidade de sites mobile: o Speed Scorecard e Impact Calculator.

O Speed Scorecard permite que você compare a velocidade do seu site mobilecom sites de outras empresas dentro da sua indústria, por meio de dados baseados na experiência de usuários reais do Chrome quando acessam destinos populares da internet. Já a Impact Calculator permite estimar o impacto que melhorias na velocidade do seu site mobile podem causar na sua receita.

4. Dados

Ao falarmos de dados, é imprescindível que as empresas tenham uma política transparente, responsável e segura, e que ofereçam aos usuários maneiras claras de controlar as informações que são coletadas e armazenadas sobre eles. Confiança é fundamental.

Dito isso, para começar, reúna as informações que você já possui sobre seus clientes – elas são a coisa mais importante nesse início da sua jornada em direção ao modelo data-driven. Se esses dados estiverem armazenados offline, é muito importante transferi-los para um único ambiente digital. Isso irá ajudar a melhorar a rentabilidade dos seus investimentos em marketing, afinal, o consumidor é um só, alternando continuamente entre o on e offline.

A mágica acontece mesmo quando somamos as informações de seus clientes aos dados de pessoas que se engajaram com o Google – disponibilizados sempre de forma agregada e anônima.

O Google tem sete plataformas com mais de um bilhão de usuários – uma combinação de on e off que nos permite oferecer um entendimento do consumidor como nenhum outro player. Estamos falando de bilhões de sinais que, por meio de machine learning, permitem uma comunicação muito mais focada com os consumidores, revelando intenção deles em tempo real e permitindo a ampliação do alcance em muitas vezes.

5. Tecnologia

Por fim, o último dos 5 pilares: tecnologia. Um exemplo simples de tecnologia é o Google Meu Negócio, uma ferramenta que permite ter dados de toda a jornada do consumidor, que 60% das vezes passa pelo digital, mesmo que a compra ocorra em uma loja física. Para isso, você precisa garantir a presença de suas lojas físicas no online, e o Google Meu Negócio funciona como uma grande vitrine de entrada: ele fornece ao consumidor endereço, telefone, horários de funcionamento e de pico, avaliações, entre outras informações úteis. Milhões de pessoas recorrem todos os dias ao Google Search e Google Maps para encontrar essas informações antes de visitar uma loja, e é o Google Meu Negócio que alimenta essas respostas. As buscas que usam o termo “perto de mim”, por exemplo, cresceram 75% no ano passado. Se o seu cadastro ali estiver atualizado – e ele é 100% gratuito, o consumidor vai conseguir ver informações corretas e tomar melhores decisões. Um grande varejista brasileiro colocou suas lojas no Google Meu Negócio e teve mais de 20 milhões de visualizações por mês — orgânicas e gratuitas. Com isso, a experiência do consumidor melhora e você passa a contar com dados preciosos sobre o processo de decisão de compra, inclusive visualizando estatísticas sobre visitas a suas lojas físicas de clientes que clicaram em seu anúncio digital.

E a tecnologia não para por aí. A computação em nuvem, por exemplo, está permitindo finalmente viver o sonho de tornar o big data acionável. Imagine um grande lago – um Data Lake – onde você consegue juntar todas as suas fontes de dados e disponibilizá-las de um jeito ágil, eficiente e acionável para seus executivos. Com a tecnologia de nuvem, finalmente, podemos viver esse sonho de acionar, de forma rápida e fácil, os dados que precisamos.

Agora imagine usar esse acesso para melhorar a experiência do consumidor e aumentar a eficiência de operações e marketing. Em Cingapura, o McDonald’s se fez três importantes perguntas: quais são as lojas mais e menos movimentadas? Quais os tempos de espera pelas entregas? Onde estão os consumidores interessados em delivery naquele exato momento? Cruzando essas informações em tempo real e usando nossas plataformas avançadas de marketing, eles otimizaram suas campanhas para só mostrar peças falando do delivery para consumidores em regiões onde a entrega pudesse ser rápida. Isso gerou um aumento de 58% no retorno sobre o investimento publicitário, incrementou as vendas em 9% e propiciou um salto na satisfação dos consumidores.⁶

Juntos nessa jornada

Um estudo realizado em parceria com o BCG que incluiu oito indústrias de diversos países europeus, comprovou os resultados que uma empresa pode obter quando baseia suas estratégias em dados: empresas mais maduras na transformação data-driven estão vendo até 30% maior eficiência e 20% de aumento em receita⁷.

Hoje, apenas 2% das empresas estão nesse estágio mais avançado do uso de dados, e isso revela um enorme potencial pela frente⁸.

Não é preciso esforços enormes para iniciar a caminhada em direção ao modelo data-driven. Passos simples como atualizar o seu Google Meu Negócio, testar a velocidade do seu site, fazer as melhorias de desempenho necessárias e adotar uma plataforma de analytics já são um excelente começo.

Temos plena consciência de que transformações profundas nem sempre são fáceis e levam algum tempo. Mas o importante é começar o quanto antes com o que estiver ao seu alcance e couber na realidade da sua empresa. Nós, no Google, estamos prontos para ajudá-los a tirar o máximo de proveito dessa jornada de transformação data-driven, afinal de contas, todas essas tecnologias e dados são muito mais eficientes quando desenvolvemos juntos uma estratégia sob medida para cada necessidade.

Fonte: Think with Google

Análise preditiva: o futurismo aplicado no marketing digital

A habilidade de prever o futuro seria gloriosa, imagine se pudéssemos saber o que aconteceria no dia de amanhã, poderíamos evitar muitos problemas e tomar decisões mais assertivas. Pois, saiba que no mundo corporativo o marketing digital já torna isso possível graças à inteligência artificial e análise preditiva.

A Análise Preditiva é uma forma de prever padrões comportamentais do seu público interno e externo. Essa ferramenta visa antecipar possíveis acontecimentos, como crises econômicas e picos de crescimento. Tudo isso, aliado ao uso de ferramentas com machine learningbig data, além da inteligência artificial em si.

Em uma série denominada “Prevendo o Futuro“, lançada pela empresa americana IBM –  Internacional Business Machinejá destacava“[…] a análise preditiva tem estado presente por muitas décadas. Um tema em destaque na academia por muitos anos, sua relevância no segmento de mercado cresceu juntamente com a quantidade de dados sendo capturados pelas pessoas […]”.

Qual sua relevância como estratégia aplicada no marketing digital?

Como estratégia aplicada no marketing digital a análise preditiva é essencial para gerenciar possíveis crises e identificar qual será o “ápice” de sua empresa, reduzindo gastos e ganhando tempo em relação aos concorrentes. Além de auxiliar na segmentação e nutrição de leads, pois com base nos dados de “gostos” do nosso público podemos trabalhar de maneira mais efetiva nosso marketing de conteúdo.

Análise Preditiva aplicada na prática

Imagine que estamos entrando no inverno. Trabalhamos em uma empresa focada em vender jaquetas de couro de veludo para mulheres. Nossos produtos estão em alta, porém devemos fazer um planejamento de vendas para o ano seguinte. Com auxilio da análise preditiva podemos elaborar uma estratégia examinando questões como:

  • Percentual de vendas no verão;
  • Peças a serem produzidas nesse intervalo de tempo;
  • Investimento em marketing digital.

A estratégia utilizada pode evitar que a empresa entre em colapso durante os meses de verão. Assim, chegamos a conclusão de que nesse intervalo de tempo, nosso público-alvo não está focado em adquirir nosso produto.

Além do mais, concluímos que a produção de jaquetas poderia ser menor, por conta do número de interesses, e o investimento em marketing digital poderia ser otimizado. Ou seja, a análise preditiva fez com que nossa empresa ficasse preparada para lidar com a baixa demanda de vendas, e nos ajudou a mediar nosso orçamento.

Fonte: Paraná Portal

6 estratégias de Marketing Digital que vão destacar a sua empresa

Além de toda a visibilidade online, outros fatores mostram a importância do Marketing Digital: ajuda a construir uma audiência qualificada para a marca, tem um investimento mais baixo quando comparado ao Marketing Tradicional e ainda proporciona resultados reais e mensuráveis.

Muitas empresas brasileiras já entenderam a importância do Marketing Digital. Só na Resultados Digitais são mais de 8 mil clientes que estão investindo recursos na internet e colhendo bons frutos desse investimento.

No RD Summit de 2016, o Eric Santos, CEO aqui da RD, falou sobre como o Marketing Digital tem ajudado o mercado brasileiro. Citou que há 16 milhões de empresas no Brasil, mas apenas 10 mil utilizando soluções de Marketing Digital.

Isso mostra que apenas 0,06% das empresas investem de fato em Marketing Digital, um número ainda muito baixo.

Em virtude dessa baixa porcentagem, precisamos falar sobre o assunto e mostrar como o Marketing Digital pode contribuir no desenvolvimento de um negócio.

A seguir, vamos mostrar 6 pontos que provam o valor e a importância do Marketing Digital para empresas:

1. Garantir uma presença forte na internet

Quando você tem um problema ou uma dúvida, o que você faz?

Se a sua resposta for: procuro no Google, saiba que você não está sozinho.

O Google é o maior buscador online do mundo. Um bom investimento em Marketing Digital pode contribuir para que sua empresa apareça nos resultados e seja encontrada, reduzindo muito o custo de aquisição de clientes.

Não só quando alguém procura por uma solução que sua empresa oferece, mas também quando alguém procura pela sua própria empresa.

Alguma vez você já se sentiu frustrado ao procurar por uma empresa no Google ou no Facebook e não encontrá-la?

Ter uma presença digital hoje em dia é fundamental. E se o cliente está buscando por sua empresa e não a encontra na internet, as chances de ele não entrar em contato com você são imensas.

Claro que a presença digital vai além de mecanismos de busca e redes sociais. Um site com um domínio próprio é o mínimo que sua empresa precisa para ter uma boa presença digital.

2. Construir uma audiência qualificada

Como você se relaciona hoje com sua audiência? Você sabe quem são os seus clientes? Seus hábitos de consumo? Seus comportamentos? Suas profissões?

Outro ponto importante do Marketing Digital para empresas é o fato de você poder construir uma audiência que realmente deseja consumir seu produto/solução e se relacionar com ela até fidelizá-la.

O Marketing Digital possibilita que você atraia as pessoas que realmente estão interessadas e possuem fit com seu produto/solução.

Além disso, você pode organizar esses contatos, seja por meio de emails cadastrados, assinantes de uma newsletter ou até mesmo fãs no Facebook. Com o passar do tempo, essa audiência se tornará um ativo fundamental para a empresa.

3. Falar com o público certo na hora certa

No tópico acima, falamos sobre construir a audiência certa. No entanto, o Marketing Digital possibilita ir além e não só construir o público certo, mas comunicar-se com ele na hora certa.

Ao contrário do marketing offline, em que muitas vezes é impossível precisar exatamente para qual audiência você está falando, o Marketing Digital possibilita um nível de segmentação muito mais preciso do seu público.

É possível também criar mais de um público e segmentar a comunicação para cada tipo de audiência. Com as ferramentas existentes no mercado, tornou-se fácil monitorar as atividades e os perfis dos usuários.

Assim, é possível segmentar de forma bem específica as pessoas para quem você quer anunciar um produto, serviço ou conteúdo. Isso permite que você personalize muito mais suas ações e campanhas de marketing.

Por exemplo, se você segmentou suas ações para donos de pequenos mercados, isso possibilita que você faça anúncios e campanhas que respondam às dúvidas e dores específicas desse segmento.

Em virtude disso, seu público se identificará muito mais com suas ações, e assim os resultados tendem a ser muito melhores.

Sabe aquela campanha de email que você recebe e que não tem nada a ver com o que você precisa? Ou aquele flyer que você recebeu na caixa de correio e que oferece um produto que você já comprou?

Esses erros na comunicação costumam custar caro, e com o Marketing Digital você pode evitá-los.

4. Sair na frente da concorrência

Como falamos na introdução desse artigo, menos de 1% das empresas brasileiras investem em Marketing Digital.

Isso mostra que, se começar a investir hoje, você se diferenciará de boa parte de seus concorrentes.

Já falamos aqui no blog, no post Os benefícios do Marketing Digital para pequenas e médias empresas, que o Marketing Digital é a melhor opção para empresas que precisam de crescimento.

Sua empresa pode se diferenciar da concorrência com a criação de bons conteúdos que auxiliem o cliente na identificação e solução de seus problemas.

Imagine que você está buscando por uma solução e ainda não possui referências.

Sendo assim, em qual empresa você confia mais: uma empresa que possui um bom site, uma boa fanpage e um blog com conteúdos gratuitos e de valor ou em uma empresa que não tem nada disso?

5. Baixo investimento para começar

Não estamos querendo dizer que o Marketing Digital é gratuito. Não é. Mas com as ferramentas existentes hoje, com o alto poder de segmentação e com as mais variadas estratégias de otimização do site para mecanismos de busca, investir em Marketing Digital tornou-se muito mais barato do que investir na mídia tradicional.

Com o passar do tempo, o preço para fazer marketing offline acabou ficando alto. Anunciar na televisão, no rádio, na mídia impressa ou em outdoors custa caro. É um investimento alto e do qual a maioria das empresas, principalmente as que ainda possuem pouco faturamento, não consegue dar conta.

Já o Marketing Digital, embora exija, sim, um mínimo de investimento, pode ser muito mais barato do que o marketing de forma offline. Não à toa, as estratégias de marketing online ocupam também grande parte das estratégias de marketing de grandes empresas.

6. Analisar resultados com precisão

Como dissemos acima, o Marketing Digital permite que você determine com muito mais precisão quem é seu público e quais são seus gostos e preferências.

Da mesma forma, é possível acompanhar com a mesma precisão os resultados de qualquer ação de Marketing Digital.

Vamos usar como exemplo um anúncio em flyer e uma campanha de Email Marketing.

No primeiro caso você até sabe quantas peças imprimiu, mas não consegue saber exatamente quantas foram entregues, quantas foram de fato lidas e quantas geraram vendas para a sua empresa.

Já no segundo caso, você consegue ter o acesso exato de quantas pessoas abriram o email, quantas clicaram em algum link e até mesmo quantas efetuaram uma compra por meio dessa campanha.

O exemplo não se limita a esse tipo de campanha. É possível monitorar com extrema precisão o comportamento dos usuários em seu site, o desempenho de anúncios no Google, os resultados de uma postagem nas mídias sociais, o caminho de referência do usuário até ele se tornar cliente e muito mais.

Nesse aspecto, ferramentas de web analytics ajudam muito na hora de mensurar os mínimos detalhes dos resultados das estratégias de Marketing Digital.

4 maneiras de aproveitar os recursos do novo Gmail

Mudanças, muitas vezes, podem ser difíceis e requerem  tempo para adaptação. Recentemente, o Gmail ganhou um “novo visual” e isso incomodou alguns usuários.

Diante da maior atualização em anos para usuários coorporativos e um pouco mais gradual para usuários tradicionais, a novidade até agora possibilita que a comunidade teste as alterações.Ainda que um choque para algumas pessoas, a transformação possui muitos benefícios que podem ser aproveitados pelos usuários, confira algumas delas:

Organizar a caixa de entrada

Quando a conta migrar, uma solicitação com três opções serão exibidas: padrão, confortável e compacta. Elas, por sua vez, afetam o quão compactados serão exibidos os e-mails na página. Dessa forma, fica mais fácil checar a Caixa de Entrada.

Outra novidade é a forma de expansão do menu de opções das mensagens: tudo o que o usuário precisa fazer é passar o mouse por cima da mensagem desejada e selecionar o que prefere dentre as opções arquivar, excluir, marcar como lida/não lida e adiar. Para adiar, basta clicar no ícone e redefinir data e horário.

Produzir mais nos aplicativos

O novo formato de exibição inclui uma barra lateral à direita que permite acessar outras ferramentas relacionadas à produtividade. Lá, ícones de agenda e tarefas estarão inclusos e não há necessidade de abrir outra guia.

Esta barra é compatível apenas com ferramentas do Gmail, por isso, se o material não estiver em nenhuma dessas ferramentas, talvez ela não faça tanta diferença.

Maximizar a eficiência do e-mail

O Gmail integra mais inteligência artificial em seus recursos. Logo, o serviço, até certo ponto, também poderá ser acessado em modo offline.

Foi instituído a “Resposta Inteligente”, que permite o usuário responder uma mensagem curta com uma sugestão da inteligência artificial. No momento ela não tem como ser desativada, mas segundo o próprio Google, eles estão em busca de uma maneira de corrigir isso.

O usuário também pode acessar algumas funções de e-mail off-line. Em Configurações, na opção offline, deve ser selecionado a opção “Ativar e-mail offline”. Agora as opções de pesquisa, exclusão e organização dos e-mails podem ser feitos sem a pessoa estar conectada.

Manter e-mails e sua conta segura

O Gmail inclui novos recursos para proteger informações confidenciais e de conta. Por exemplo, o aviso anti-phishing é muito mais fácil de ser detectado. Na interface antiga do Gmail, as pessoas poderiam ter ignorado o texto de aviso. Agora, um banner será exibido quando algum e-mail suspeito chegar à caixa.

Agora, e-mails confidenciais também podem ser enviados. Eles têm uma data de expiração e exigem autenticação para o destinatário abri-lo e não podem ser encaminhados, copiados ou imprimidos. Para enviá-los, o remetente deve selecionar o ícone Modo Confidencial na barra inferior.

Fonte: AdNews

Big data é recurso indispensável para aumentar as vendas

Em suas navegações pela internet, você já se deparou com ‘obras’ do Big Data

Sabe aquele anúncio de passagens aéreas ou da loja on-line de eletrodomésticos que não param de aparecer para você nos sites e nas redes sociais? Ele é obra do Big Data – termo criado para se referir ao grande volume e variedade de dados que são analisados e interpretados a todo instante no meio online.

O conceito de Big Data refere-se ao grande volume de dados estruturados e não estruturados que são criados a todo o instante, seja em ambiente online ou offline. Apesar de ser um conceito relativamente novo, os dados já eram gerados, mesmo antes da existência de qualquer meio digital. Porém, com os avanços tecnológicos, as pessoas passaram a gerar mais dados – o que foi intensificado com o avanço da Internet e dos dispositivos tecnológicos.

“Pela estatística, se você tem um grupo grande de dados, você consegue predizer um comportamento a partir desses dados. Isso se dá através de uma correlação de comportamentos, que podem influenciar outros comportamentos”, explica Genaro Costa, especialista em computação de alto desempenho da Atos, líder mundial em transformação digital.

De acordo com o especialista, isso já vem sendo utilizado pelas grandes empresas e corporações para otimizar a sua funcionalidade ou o seu negócio. “O Facebook, por exemplo, utiliza-se do Big Data para mostrar páginas e anúncios que você poderia curtir a partir de páginas que você já curte”, explica.

O Big Data é contemplado principalmente pelos 4 V’s: volume, velocidade, veracidade e variedade. A essência desse conceito está em gerar valor para o negócio, a partir de uma variedade de dados. Atualmente, com o avanço das tecnologias, esses dados precisam ser analisados em uma velocidade muito maior para obter informações que possam gerar valor e sucesso ao negócio de uma empresa.

Mudança no marketing

Um dos setores que foi bastante influenciado pelo Big Data foi o Marketing e a Publicidade Digital. No entanto, antes mesmo do crescimento do uso do Big Data nesses setores, já era feita uma análise de dados anual pelas empresas, principalmente no comércio.

O perfil de compra era analisado anualmente, gerando inteligência de negócio para o ano seguinte. Hoje em dia, há uma quantidade muito maior de informações disponíveis e uma capacidade ainda maior de processamento desses dados, que passou a ser feito por milésimos de segundos.

“A análise desses dados é feita de maneira tão rápida atualmente que assim que você entra em um site de notícias, você pode notar que a publicidade mostrada ali é específica para você”, comenta Costa.

A partir da análise do Big Data é possível entender os reais motivos que levam o cliente a consumir determinados serviços, através de uma maior riqueza de informações. Com soluções de Big Data Analytics, passou a ser possível a análise de dados também não estruturados, que são coletados de diferentes processos internos – como vendas, relacionamentos e atendimento aos clientes, assim como de fontes externas – como redes sociais e pesquisas na Internet.

Com a integração entre os processos internos e externos, tornou-se possível entender quais motivos levam os clientes a comprarem determinado produto. Assim, surgiu para as empresas a possibilidade de mapear os passos do consumidor, através de uma análise detalhada de informações que antes dificilmente seriam analisadas devido a grande quantidade de informações e a diversidade desses dados.

Aumento da eficiência

A quantidade de dados que são gerados e as novas tecnologias permitiram que as empresas fizessem uma análise eficiente dessas informações para manter a competitividade. Uma pesquisa da Forbes Insight mostra que, em 2016, dois terços das 1,5 mil companhias entrevistadas tiveram um aumento superior a 15% nas receitas com o uso de analytics na estratégia dos negócios.

Esse aumento se deve, principalmente, a uma análise do perfil do cliente, a partir das informações obtidas pelo Big Data. Com essa análise, é possível definir o público-alvo de determinadas ofertas, auxiliando na geração de receitas, na redução de custos e na retenção dos melhores clientes.

Mais investimento, mais lucro

A evolução dos investimentos das empresas em Big Data é uma realidade inquestionável no mercado. Em 2016, os investimentos de empresas de telecomunicações da América Latina em Big Data foram de US$ 633,3 milhões e esse número tende a crescer. De acordo com perspectivas da consultoria Frost & Sullivan, esse investimento deve chegar a US$ 7,41 bilhões já em 2022, com o Brasil sendo o maior investidor.

Esse investimento se justifica porque o e-commerce (comércio eletrônico) consegue, através da análise do Big Data, definir estratégias para aumentar os números de vendas, a partir da análise dos visitantes do seu site, como também das páginas de concorrentes, de fornecedores e do nicho de mercado no qual atua.

Em um tempo curtíssimo, é possível processar as informações sobre: perfil dos visitantes do e-commerce; páginas mais acessadas; produtos mais procurados; e taxa de abandono do carrinho, por exemplo. Essa eficiência faz com que 44% das empresas B2C (Business do Consumer) já se utilizem da análise do Big Data para melhorar a capacidade de resposta aos clientes.

O funcionamento do Big Data para as vendas online obedece a um mecanismo simples. “O Big Data faz uma pré-análise do que é pesquisado em sua internet e lhe oferece uma publicidade semelhante ao conteúdo que já foi buscado. Ele começa a classificar você a partir do conteúdo que você buscou, dos links em que clicou e infere o tipo de produto que você gostaria de comprar. Esse tipo de inferência é feita baseada no volume de dados que ele tem sobre você”, explica Costa.

Para o especialista, isso aumenta a quantidade de vendas, uma vez que os dados facilitam o encontro entre o cliente e o produto que ele quer comprar. “A venda pode acontecer, se você facilitar esse encontro. Assim, os dois lados se satisfazem”, conclui.

 

Fonte: iBahia

Só IA e big data para lidar com a informação disponível, diz médica

Tecnologia requer dados bem coletados e integração nacional entre os sistemas de saúde

Graças à crescente informatização da saúde e ao volume gigantesco de dados clínicos e genéticos disponíveis, o uso de técnicas de inteligência artificial é parte de uma revolução no tratamento do câncer. No entanto, aspectos regulatórios, tecnológicos e culturais importantes ainda são uma barreira para a eficiência e a adoção mais ampla destas técnicas.

A adoção da inteligência artificial e o uso de big data na luta contra a doença foram discutidos em um painel na quarta edição do seminário Tecnologia Contra o Câncer, promovido pela Folha, com patrocínio do laboratório Roche e apoio do Hospital Sírio-Libanês e da farmacêutica Abbvie.

As duas tecnologias estendem os limites impostos pelo cérebro humano e por sistemas de computação tradicional, ambos incapazes de lidar com toda a informação disponível. Segundo Mariana Perroni, médica e coordenadora de Healthcare Transformation, da IBM, dados mostram que um oncologista precisaria estudar cerca de 20 horas por dia para se manter atualizado na literatura de sua área, diz ela.

Perroni deu um exemplo de como a inteligência artificial encurta processos e preços: a leitura do sequenciamento genético de um paciente com câncer caiu de 160 horas (mais ou menos uma semana) para 15 minutos e por um custo 75% menor.

Francisco Sapori, cientista da computação e especialista da área de Health da Microsoft, mencionou outro caso em que a tecnologia da informação conjugou maior rapidez com menor custo. O processo de demarcação da região a receber radioterapia, que normalmente demora de 40 minutos até duas horas, foi reduzido a alguns segundos e poucos cliques.

“A gente já vê sinais de aprendizado da própria ferramenta, que passa a perceber relações que nem na literatura estão”, declarou Pedro Meneleu, superintendente-geral do Instituto do Câncer do Ceará (ICC), relatando o uso bem-sucedido do sistema da IBM Watson for Oncology.

Segundo Meneleu, um estudo preliminar retrospectivo com 200 pacientes revelou que, em 77% dos casos, o computador apontava o tratamento efetivamente adotado pelos especialistas. “Meu índice pessoal não chegaria a 30%.”

Paulo Hoff, diretor-geral do Instituto do Câncer de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (Icesp), concorda com o potencial das ferramentas de inteligência artificial, mas ressalva que elas não funcionam sem dados bem coletados ou integração nacional entre os sistemas de saúde.

“No nosso estado [SP], menos da metade dos serviços que tratam câncer está informatizada. Nós estamos muito longe da promessa de incluir os dados de todos os pacientes nessa análise.”

Outro aspecto essencial para o sucesso das novas tecnologias é a interação entre computador e especialista, uma opinião compartilhada por todos os participantes do painel.

“Hoje, esses sistemas servem muito mais como uma ferramenta de apoio a um bom médico e uma ferramenta que possa garantir uma qualidade mínima de atendimento onde o especialista não está disponível”, declarou Hoff.

Meneleu, do Instituto do Câncer do Ceará, enfatiza o mesmo. “Há um reforço absurdo em algumas coisas que a gente já estava enxergando e medindo de maneira precária. Ganhamos tempo.”

Segundo os participantes, o fluxo de informação clínica, que demanda esforços na operabilidade entre sistemas; atualmente incompatíveis, e a notificação compulsória dos casos de câncer seriam essenciais para melhorar o diagnóstico por inteligência artificial.

Outro avanço fundamental é o uso de processamento de linguagem natural, que é a leitura direta, pelo computador, das anotações do médico. Isto já está em uso em iniciativas da Microsoft, segundo Sapori, e tende a melhorar no futuro próximo.

Fonte: Folha

Grupo Globo cria unidade para gerir big data

Com a estreia, o objetivo é melhorar o relacionamento com seu público e criar novas oportunidades de negócio

O Grupo Globo anuncia nesta segunda-feira, 10, uma nova unidade de inteligência digital para gerir todo o volume de dados gerado por suas diversas empresas. Com isso, a empresa espera melhorar o relacionamento com seu público e criar novas oportunidades de negócio.

Eduardo Schaeffer, ex-CEO da plataforma de classificados de imóveis Zap, também do grupo, assume a nova área, cujo desafio é unificar os ativos digitais da marca Globo. Segundo comunicado, seu objetivo é elaborar estratégias que permitam conhecer melhor o consumidor em sua jornada segundo critérios do mercado e de parceiros, com diversos KPIs e trabalho de big data. “Cada vez mais, as empresas precisam conhecer seus consumidores em profundidade”, afirmou Schaeffer, defendendo a qualidade do cruzamento entre dados e conteúdo do grupo. “Nossa relação com os consumidores é, antes de mais nada, uma ponte fundamental para que nossos clientes tenham mais conhecimento dos perfis e tendências de seus públicos, obtendo melhores resultados em suas estratégias de comunicação.”

Para ajudar o executivo, foi contratado em maio Alexandre Grynberg, ex-vice-presidente de atendimento da AlmapBBDO, ocupando a posição de diretor de soluções integradas no Grupo Globo. A equipe conta ainda com Dilton Caldas como diretor de negócios e Eduardo Perez como diretor de data & analytics. Segundo a Globo, a nova organização é essencial para trabalhar de forma efetiva todos seus ativos digitais. São, segundo números internos, 94 milhões de usuários únicos por mês — só o Globoplay teria 20 milhões. Schaeffer cita, como exemplo de trabalho dedicado da unidade, o novo pacote do Futebol 2019, que já procura agregar essa análise de big data nas suas entregas publicitárias. A Globosat, dona dos canais SporTV, faz parte das empresas que terão seu ecossistema digital geridos pela nova unidade neste primeiro ciclo, que inclui ainda a TV Globo e a SomLivre.

Fonte: Meio e Mensagem

Amazon e Apple: o que vem depois do trilhão?

De acordo com especialistas em branding, a barreira ultrapassada pelas duas empresas em valor de mercado reforça conexão entre marketing e resultados

Um trilhão. Essa quantia, que ultrapassa o PIB de muitos países, foi a marca alcançada em valor de mercado por Apple e Amazon recentemente. A valorização dessas duas empresas, apesar de estar baseada na expectativa do mercado financeiro, sujeita a oscilações, reflete diretamente no valor das respectivas marcas. De acordo com o último estudo desenvolvido pela Interbrand, Apple e Amazon estão entre as cinco mais valiosas do mundo avaliadas, respectivamente em US$ 184,2 bilhões e US$ 64,8 bilhões. Neste contexto, o que a aposta do mercado tem em relação com a marca construída por trás dessas duas empresas?

Segundo Jaime Troiano, sócio fundador da Troiano Branding, o valor de mercado de ambas tem relação com a forma como elas foram gerenciadas e na maneira que construíram suas bases de entrega de experiência ao público. “E é, ao mesmo tempo, um enorme fortalecimento de sua reputação diante dos atuais e potenciais acionistas”. Ele considera que é a demonstração do quanto marcas que são inspiradas e conduzidas por propósitos tornam-se bem sucedidas. “Têm um poder natural de multiplicar seus resultados e deixam para outras empresas o exemplo da importância legitima de construir branding”, afirma.

A expectativa, base com a qual se trabalha o mercado financeiro para determinar o valor dessas empresas, é também construída por meio da conexão que essas marcas geram. “Quando falamos em expectativas, estamos falando de percepções, de opiniões, de futuro e, indissociavelmente, de marcas. Os diversos métodos que se propõem a determinar o valor das marcas nos oferecem números tão díspares quanto as regras que os governam. Ainda que por vezes um oceano os separe, importa aqui a intenção de medir a geração de valor deste intangível que captura e impulsiona riquezas para as organizações. Importa buscar compreender de alguma maneira este movimento”, observa Hélio Mariz de Carvalho, CEO e Sócio da FutureBrand.

André Matias, diretor de estratégia e brand valuation da Interbrand, afirma que esse valor simboliza a solidez da Apple e Amazon, mas está sujeito a movimentos. “Quando pensamos em valor de mercado, existe uma volatilidade maior pelo impacto especulativo de compra e venda de ações. Ou seja, apesar de histórico e simbólico, esse é um número que pode variar muito e não necessariamente representar o real valor dessas empresas”. Ele ainda ressalta que o valor de marca ajuda a balizar melhor a relevância da Apple e da Amazon no longo prazo por considerar o desempenho financeiro projetado para essas empresas.

“Isso nos leva a intuir que compreender as marcas não pode ser simplesmente atribuir a elas um valor. Talvez, quando avaliamos o impacto das marcas, as melhores perguntas devessem ser mais abrangentes e ambiciosas. O que vem depois do trilhão? Como garantir a continuidade do sucesso e a perpetuidade das organizações e suas marcas? Que papel marcas tão poderosas devem desempenhar nos dias de hoje e no futuro? Que retorno darão a todos nós? Viveremos melhor por causa delas? ”, explica Hélio.

Neste gráfico, desenvolvido pela Interbrand, a evolução de Apple e Amazon em valor de marca nos últimos dezessete anos.

 

Fonte: Meio e Mensagem