Tecnologia a serviço das cidades

A Semana Tecnológica da UniFil (Centro Universitário Filadélfia), realizada no incio do mês, reuniu especialistas para tratar de assuntos relacionados à Tecnologia da Informação. As cidades inteligentes* foram um dos temas. Exemplo mostrado no evento é Eindhoven, na Holanda, onde a gestão pública e uma indústria da área de TI fizeram parceria para substituir a iluminação da cidade por lâmpadas de LED, que são mais econômicas. Em troca, a empresa pode “monetizar” dados obtidos a partir de sensores instalados nos postes. Os sensores monitoram o tráfego de pontos específicos da cidade, e os dados podem ser utilizados para alimentar serviço que provê informações sobre vagas de estacionamento disponíveis na rua, por exemplo. Nesse modelo, chamada de mercado “multifacetado” pelos especialistas, todos ganham: indústria, gestão pública e cidadão.


No caso de Eindhoven**, a prefeitura não precisou gastar nada para trocar toda a iluminação pública e passou a ter uma conta de 30% do que pagava antes. A indústria passou a monetizar com os dados e permitiu que se oferecesse serviços de estacionamento inteligente, por exemplo: o cidadão sai de casa e já sabe em qual vaga vai parar. Gasta menos tempo na rua e polui menos a cidade.
A segurança pública costuma ser prioridade na implantação de projetos de cidades inteligentes. Um exemplo está em São Paulo, onde há uma iniciativa das subprefeituras de colaboração entre sinais de câmeras de condomínios fechados com um sistema de coleta de imagens públicas pela polícia.

*Cidades Inteligentes – Cidade criativa e sustentável, que faz uso da tecnologia em seu planejamento e solução de problemas urbanos

**Eindhoven – Quinta cidade mais populosa da Holanda e importante centro educativo e tecnológico do país

Você está usando a tecnologia em seu planejamento?

Fonte: Folha de Londrina

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