Zeeng: conheça a plataforma de big data analytics voltada para marketing e comunicação

Entrevista para a Revista Venda Mais

Entender o seu posicionamento no mercado e comparar com seu ambiente competitivo, por meio de uma plataforma de big data analytics,voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Essa é a proposta da Zeeng, empresa de Porto Alegre que visa trazer, com uma interface simples e intuitiva, dados e informações para auxiliar na tomada de decisões.

Confira nesta entrevista com o CEO da Zeeng, Eduardo Prange, como esta funcionalidade pode auxiliar a compreender o comportamento de mercado e gerar insights para gestores.

Para começar, vamos falar um pouco da Zeeng: o que fazem e o que oferecem exatamente?

A Zeeng oferece uma plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação. Apostamos em uma interface simples e intuitiva para que os nossos clientes possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores. E também acompanhar as ações das marcas de seu interesse no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

A plataforma opera em três vertentes principais:

  • Web Analytics;
  • Monitoramento de notícias;
  • Análise de comportamento de marcas em mídias sociais.

Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que facilitam a geração de insights. Todo conteúdo capturado é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções sólidas do mercado, auxiliando os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing em suas empresas.

Quais as principais tendências por parte das empresas que você vê hoje ocorrendo na questão do uso de big data analytics na área de Marketing?

Eduardo Prange: CEO da Zeeng

Eduardo Prange: CEO da Zeeng

O mercado está aquecido e passando por um processo de amadurecimento. O tema big data analytics e data driven marketing está na pauta prioritária de todo e qualquer CMO contemporâneo.

O que vemos é uma grande oportunidade das empresas se apropriarem de dados externos como forma de se diferenciarem competitivamente no mercado. Porém a oportunidade ainda esbarra na dificuldade de incutir essa tecnologia no dia-a-dia. Seja por questões de cultura ou até mesmo por desconhecimento técnico.

Acredito que esse processo evolutivo ganhará ainda mais força em 2018. E os CMOS passarão a contar com o apoio de profissionais capacitados em “data science”. Esses profissionais, por sua vez passarão a exercer um espaço cada vez mais estratégico nas organizações, ocupando o “C level”, como CDOs (Chief Data Officer), fornecendo insumos para tomadas de decisões que transcendam a área de marketing das organizações.

Uma vez que tenhamos essa imersão dos CDOs nas organizações, acredito que iniciaremos verdadeiramente de maneira eficaz a operar o marketing com uma série de tecnologias de inteligência artificial e machine learning. Isso elevará e potencializará ainda mais os resultados obtidos pelas empresas em suas ações e campanhas.

Imagine que uma empresa está pensando em usar big data analytics para melhorar sua comunicação. Por onde deve começar? De maneira sucinta e objetiva, quais as suas principais recomendações?

Acredito que esse processo deva acontecer com o acompanhamento dos parceiros de comunicação (agências e consultorias de marketing) das empresas. Sem sombra de dúvidas, os parceiros são fundamentais para que a imersão neste “novo” mundo seja ainda mais efetiva para as empresas.

O que sempre digo para os nossos clientes é: não tenha medo de experimentar, errar, aperfeiçoar e evoluir. Mesmo no universo do data driven marketing, não existe receita de bolo. O que existe é um arsenal tecnológico que pode e deve fazer parte do dia-a-dia das organizações como forma de empoderar os gestores de marketing a tomarem decisões baseadas em evidências informacionais de seus mercados.

E é de suma importância que exista consciência de que este é um caminho sem volta. Em países desenvolvidos como Estados Unidos, Inglaterra, França e Espanha, o data driven marketing já deixou de ser tendência. Ele se tornou crucial nas organizações há pelo menos três anos.

Quais são os erros mais comuns que você vê as empresas cometendo em relação a este assunto específico? O que você acha que DEIXOU de funcionar, mas ainda tem empresas fazendo?

Como existe um volume muito representativo de dados dentro das organizações, elas acabam investindo energia para aperfeiçoarem a extração de valor que os mesmos podem proporcionar. E acreditam na tomada de decisão limitada e embasada no que lhes pertencem.

O fato é: as empresas possuem “dados em casa”. Mas o que efetivamente elas fazem com eles?

Não estou dizendo que os dados internos não geram valor! Estes têm de fato muito valor, mas de maneira alguma podemos desconsiderar o cruzamento e integração com os dados relacionados ao ambiente externo das organizações.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando maiores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são somente alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes.

Dessa lista de erros, qual você considera o mais grave? Por quê?

Subestimar o valor e poder dos dados! Existem muitos gestores de marketing que estão enxergando tudo isso como tendência, algo do futuro, com baixa prioridade em suas organizações. O fato é que se eles não se conscientizarem de que este é um caminho sem volta, podem levar as suas empresas à falência.

Qual seu diferencial em relação a outros possíveis concorrentes? Por que vocês são diferentes de outros fornecedores da área?

Atualmente no Brasil não existe nenhuma plataforma que ofereça a mesma proposta de valor ao mercado de comunicação e marketing como a Zeeng. Resolvemos um problema informacional relacionado à inteligência competitiva e levamos evidências para os nossos clientes tomarem as melhores decisões.

Desenvolvemos a primeira plataforma de big data analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Consolidamos em uma única plataforma o que antes nossos clientes encontravam de maneira fragmentada e desintegrada em diferentes ferramentas. Isso possibilita um cruzamento informacional extremamente ágil, em tempo real. E permite uma tomada de decisão baseada em evidências e não mais apenas pelo “big idea” ou pelo “feeling” criativo.

Com tanta experiência na área, quais dicas ou informações você vê sendo dadas pela mídia em geral sobre este assunto com as quais claramente não concorda?

Vejo muita “fumaça” em cima do termo big data, do uso de inteligência artificial e sobre robôs substituindo pessoas nas organizações, que por sua vez ficarão desempregadas. Entendo que esse processo de transformação e evolução esteja relacionado à realocação das competências profissionais. Um grande exemplo disso está relacionado a escassez dos profissionais de ciência de dados, extremamente valorizados (estou falando em âmbito global). Ou seja, quem serão os “operadores” destas máquinas que estão sendo e ainda serão criadas?

Que tipo de empresa pode se beneficiar dos serviços/produtos oferecidos pela Zeeng?

A aplicação não se restringe a um perfil específico de empresas, e sim à maturidade e ao nível de competição no qual esteja inserida. Quanto mais competitivo o mercado for e/ou maior apelo ao consumidor final a empresa possuir, maior será a aderência com o nosso negócio.

Em outra ponta, existem as agências de comunicação em geral (tradicionais, digitais, PR, etc.) que possuem uma grande percepção de valor sobre a plataforma. Elas utilizam a Zeeng em diferentes áreas: comercial (para fortalecer o speech na aquisição de clientes), planejamento, criação, conteúdo e mídia.

Damos condições dos profissionais das agências atuarem de maneira fundamentada (orientada por dados) e mensurável em tempo real, permitindo a correção de rotas dentro das ações e campanhas propostas aos seus clientes.

Da mesma forma, que tipo de situação a Zeeng NÃO se propõe a resolver?

A Zeeng não presta Consultoria e/ou serviço de inteligência. Focamos no nosso modelo de negócio (SaaS), em que vendemos assinatura para a licença de uso da nossa plataforma.

Nosso core business está relacionado ao desenvolvimento de tecnologias que fortaleçam as áreas de marketing e comunicação.

Entendemos que os melhores parceiros para os nossos clientes (empresas) sejam as agências de comunicação e empresas de consultoria que possuem expertise para extração de valor, obtenção de insights e proposição de ações orientadas pelas evidências apresentadas na plataforma.

Onde uma pessoa que quiser saber mais sobre a Zeeng pode encontrar informações e tirar dúvidas?

O nosso principal canal é o nosso website: www.zeeng.com.br. As pessoas interessadas na plataforma da Zeeng podem se dirigir para o nosso blog ou até mesmo solicitar um “free trial” da plataforma.

Algum último comentário que queira fazer para os leitores da VendaMais?

Gostaria de agradecer pelo espaço e convite para esta entrevista e me colocar 100% à disposição para evoluirmos a conversa, conforme interesse do público, por meio do meu perfil no Linkedin: /eduardoprange ou até mesmo e-mail: eduardo.prange@zeeng.com.br. Um grande abraço a todos!

Fonte: Revista Venda Mais

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