Zeeng Drops – #02 – Curadoria FIC 2017

Nos últimos dias 05  e 06 de outubro aconteceu em Porto Alegre o FIC2017, onde o tema desta edição foi sobre a Economia da Experiência, ou “Economy Experience”.

Nossa equipe esteve presente no evento e preparou com muito carinho uma curadoria em formato de debate para tentar de maneira objetiva resumir os principais observados no evento que contou com palestrantes e painealistas renomados internacionalmente como: Brian Solis, Fred Gelli, Silvio Meira, Jon “Maddog” Hall, Luciana Bazanella, Marcelo Trevisani, entre outros.

Na economia da experiência a indústria criativa ganha especial destaque e protagonismo. Embora as definições sobre indústria criativa ainda sejam genéricas e amplas, podemos afirmar que ela se caracteriza por ter na criatividade e no capital intelectual seus valores referenciais.

Em seu escopo de atividades poderíamos incluir as artes, o design, a produção de conteúdo audiovisual, os jogos, a tecnologia, a comunicação, entre outras tantas atividades que se estruturam a partir da criatividade, incluindo nisso a própria ação empreendedora. Enfim, é na indústria criativa que encontraremos todas as competências necessárias na construção de experiências memoráveis e transformadoras com marcas, pessoas, contextos e espaços.

Confiram o bate papo entre Cesar Paz (curador oficial do FIC2017) e Isa Longo (Consultora parceira da Zeeng) trazendo uma visão resumida e objetiva dos principais destaques do evento:

 O conceito de economia da experiência foi introduzido pela primeira vez em 1999, por Joseph Pine e James Gilmore, ambos especialistas em mercado pela Universidade de Harvard. As experiências representam uma já existente, porém não articulada, forma de resultado econômico. Ao se distinguir “experiências” de “atividades de serviço”, abre-se uma série de possibilidades de reconhecimento de um modelo econômico que vai de encontro ao pessimismo pós-industrial de encolhimento dos empregos ante o desenvolvimento tecnológico, e resignifica a econômia de serviços comoditizada, numa nova lógica que tem as pessoas e suas variadas formas de perceber o mundo no centro de toda atividade econômica.

A “economia da experiência” continuará com seus desdobramentos e, naturalmente, evoluirá para transformações cada vez maiores. Para aqueles que já interagem com o mundo dos negócios associado à experiência, as oportunidades são vastas, cabe escolher qual o papel a ser executado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *