Cientista de Dados – O profissional do futuro em escassez Global

O desenvolvimento nitidamente acelerado de tecnologias, o acesso democratizado à informação, bem como a possibilidade de conexão entre as pessoas têm demandado das empresas o desenvolvimento de soluções cada vez mais completas aos seus clientes.  Clientes cada vez mais exigentes ganham um protagonismo de escolha jamais vivenciado anteriormente, devido a internet. Tal protagonismo, tem demandado das organizações uma necessidade de entendimento maior sobre seus comportamentos, pois as empresas precisam estar sempre espertas para atender e superar as expectativas do cliente.

A transformação protagonizada pela tecnologia e pelo acesso à informação faz com que usuários conectados à internet gerem diariamente centenas de milhares de dados, que representam o seu comportamento em suas atividades do cotidiano. Toda essa informação pode ser armazenada pelas empresas, pois esses dados, quando bem interpretados, geram um ativo extremamente valioso para as organizações.

Por outro lado, esse ativo tão poderoso e tão cobiçado por diferentes empresas precisa ser analisado a partir de um olhar treinado, que saiba como extrair valor dessas informações. Infelizmente, hoje no mercado faltam profissionais capacitados que consigam melhor traduzir essas informações. A escassez de cientistas de dados não é uma realidade apenas brasileira. A preocupação com a interpretação dessas informações e a iminente falta desses profissionais ultrapassa fronteiras, tomamos o exemplo da gigante do cenário global, a AirBnB, que criou seu próprio curso, para treinar profissionais que possam atender essa demanda.

Diferentes perfis de profissionais podem se tornar um cientista de dados, visto que sua essência está na multidisciplinaridade, pois agrega conhecimentos de computação, matemática, negócios e estatística. Um dos principais desafios desses profissionais é justamente conseguir cruzar essa quantidade de dados e transformar em informação, para uma tomada de decisão mais consciente e baseada em evidências e não somente em feeling.

Post escrito pela Isadora Longo, colaboradora do blog da Zeeng, Consultora de Startups e Mestre em Design Estratégico.

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