O futuro do marketing segundo a CMO da IBM

Michelle Peluso vê uma área cada vez mais analítica, focada em dados e “clientrocentrista”

Há um ano no cargo de Chief Marketing Officer (CMO) da IBM, Michelle Peluso possui uma obsessão por discutir dados e o impacto que eles podem causar no cotidiano do profissional de marketing. “Se você não gosta de ser analítico ou não tem paixão pela análise, talvez você não seja o profissional mais indicado para o marketing”, observa.

Desde sua chegada à IBM, Michelle já treinou mais de 500 profissionais da empresa no mundo com o objetivo de desenvolver metodologias ágeis. Em passagem ao Brasil, onde se encontrou com os times de marketing e vendas e também conversou com clientes durante a comemoração dos 100 anos da IBM no País, Michelle falou ao Meio & Mensagem sobre o impacto da tecnologia na dinâmica da profissão.

Metodologia ágil
É uma mudança cultural importante e desafiadora não só interna, mas também no envolvimento dos nossos parceiros. Um dos desafios, é como trazer as agências e parceiros para trabalhar juntos em projetos. Neste caso, juntamente com a Ogilvy, estamos próximos em desenvolvimento de projetos pilotos já com essa mentalidade. E definir processos criativos que incluam toda a diversidade de canais de divulgação existentes atualmente. Em termos criativos isso é ótimo, por que você coloca todas as pessoas dos times de igual para a igual e de qualquer lado pode surgir um insight ou uma solução.

O papel do CMO
É cada vez mais dinâmico já que o marketing evoluiu de uma área pensativa e funcional focada em criatividade para um driver dinâmico, tempo real, analítico e focado em experiência do cliente e dos desempenhos da empresa. São muitas as grandes mudanças ocorridas no marketing, moldadas, sobretudo pela preocupação em nos conectarmos com os clientes, da necessidade de gerar resultados e liderar as equipes neste contexto de mudança. O digital, sem dúvida, mudou as transações e os topos de conteúdo. Agora, entramos na era social que tem sido pautada por engajamento e autenticidade. Isso derrubou aquela ideia de poder e fez com que as marcas mudassem sua forma de pensar. Depois vimos a era mobile e o domínio de uma tela menor passando por avanços relacionados à geolocalização. Tudo isso causou impacto importante para a nova forma de observar os rumos do marketing.

Profissional de marketing
Essa mudança se estende diretamente ao dia a dia do profissional de marketing. Se você não gosta de ser analítico ou não tem paixão pela análise, talvez você não seja o profissional mais indicado para o marketing. A relação com os clientes, centro de todas essas mudanças, é cada vez mais pautada pelo data driven. Neste contexto, existem oportunidades tremendas porque você passa a ter cada dólar investido acompanhado, mensurado e considerado. O resultado, o efeito, e as correções passam a ser coisas mais frequentes e do cotidiano. E as profundas transformações no marketing não param aqui. Elas serão cada vez mais rápidas, constantes e intensas. É falar sobre uso da inteligência artificial, ferramentas cognitivas, blockchain para compra de mídia e outras discussões.

Papel dos dados
É um ambiente de perguntas e não mais de respostas. Eu, como profissional de marketing focado na dinâmica estratégica, preciso ter atenção a como aplicar o uso dos dados. Eu preciso me preocupar em ter dado relevante. Existe uma grande quantidade de lixo que ainda se perde em meio ao processo de captação. E não é somente sobre dados. É sobre ferramentas que mapeiem e entendam o consumidor. Os insights, os monitoramentos de personalidades, a leitura de emoção. São várias coisas a serem consideradas. O outro passo é fazer com que essa dinâmica seja estratégica. É sobre conteúdo, construção e por aí vai.

6 livros que todo o cientista de dados deveria ler

A melhor maneira de se manter atualizado e em contato com a evolução do seu mercado é cultivando o conhecimento teórico ao mesmo tempo em que se desenvolve a experiência na prática. Esta combinação de habilidades é crucial e certamente vai ajudá-lo a ter maior sucesso na sua área de atuação.

Para quem trabalha com Data Science não é diferente. Para ser bem sucedido neste meio você precisa estar preparado para passar o tempo fazendo pesquisas e ampliando continuamente o seu conhecimento.

Mesmo exercendo suas atividades práticas no dia a dia é extremamente necessário o estudo para se manter em contato com as tendências atuais.

Embora existam muitos conteúdos disponíveis na Internet, sugerimos especificamente alguns dos melhores materiais impressos lá fora. São eles:
1. Machine Learning Yearning, de Andrew Ng

Este material, desenvolvido pelo Andrew Ng, apresenta por que a Inteligência Artificial, o Machine Learning e o Deep Learning estão efetivamente transformando a industria.

Machine Learning Yearning

2. Hadoop: The Definitive Guide, de Tom White

O Apache Hadoop é o principal framework usado para processar e gerenciar grandes quantidades de dados. Qualquer pessoa que trabalhe com programação ou ciência de dados deve se familiarizar com a plataforma.

Tom White, um consultor Hadoop especialista e membro da Fundação Apache Software, escreveu o guia definitivo repleto de insights e recursos úteis. Mais importante ainda, ele irá acompanhá-lo através de todo o processo de configuração para se trabalhar com Hadoop.

Hadoop: The Definitive Guide

3. Predictive Analytics, de Eric Siegel

Intitulado Predictive Analytics: o poder de prever quem vai clicar, comprar, mentir ou morrer, este livro explica detalhadamente como você pode tratar a maioria das formas de dados e informações, e transformá-los em previsões ou insights acionáveis.

É tarefa de um cientista de dados analisar dados crus e não estruturados e identificar tendências e padrões utilizáveis. Este livro não só irá ajudá-lo a fazer isso, mas também criar os algoritmos preditivos necessários para melhorar as operações e os processos futuros. Considere a Bíblia da análise preditiva.

Predictive Analytics: The Power to Predict Who Will Click, Buy, Lie, or Die
4. Storytelling With Data, por Kole Nussbaumer Knaflic

Storytelling With Data: um guia de visualização de dados para profissionais de negócios é uma leitura crucial para qualquer pessoa no mercado.

O livro trata da organização e extração de grandes quantidades de dados. Isso significa livrar-se de dados excessivos e pouco claros, melhorando os processos de coleta de dados e a experiência na visualizações de dados relevantes e práticos.

É o guia definitivo para aprender o que você deve fazer com todos os dados úteis que você armazena. Muitas das idéias se aplicam à tecnologia em geral, e é útil mesmo para aqueles que estão fora da área de Data Science.

Storytelling With Data
5. Inflection Point, por Scott Stawski

Mais do que apenas um guia teórico, revela sistemas de trabalho reais e descreve como você pode adaptá-los ao seu negócio ou empresa.

A parte importante é que você aprende com o livro, de maneira clara, como implementar ferramentas e plataformas dentro de sua organização.

Inflection Point
6. An Introduction to Statistical Learning with Applications in R, por Gareth James et al.

Aprendizagem estatística e métodos relacionados são necessários para trabalhar com a ciência dos dados. Este livro foi projetado para ajudar a todos os perfis de público, desde em entusiasta ou estudante até um Ph.D.

Também oferece uma ótima seleção de experiências e práticas R, com explicações detalhadas e orientações passo a passo.

An Introduction to Statistical Learning with Applications in R

 

Fonte: Kayla Matthews Para ler mais postagens da Kayla, assine seu blog Productivity Bytes.

Zeeng quer bater R$ 1 milhão em 2018

Zeeng, startup responsável por um plataforma de big data analytics voltada para gestores de marketing e comunicação, espera fechar o ano de 2018 com um faturamento de R$ 1,2 milhão.

Para isso, a empresa tem a expectativa de finalizar o ano com uma carteira de 50 clientes. Hoje, a startup atende a 22 empresas.

O resultado esperado para os próximos dois anos é de um faturamento de R$ 9 milhões, com 1,5 mil clientes.

A startup possibilita o acompanhamento de ações das marcas online e busca antecipar movimentos estratégicos ao entender o comportamento do mercado.

O sistema opera em cinco vertentes: antecipação de lançamento de produtos a partir de sua base de dados, monitoramento de notícias e promoções, análises de comportamento em mídias sociais e presença online.

Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que buscam facilitar a geração de insights.

A mensalidade para o uso da ferramenta varia de acordo com o número de marcas que o cliente deseja monitorar.

Além de departamentos de marketing internos, que utilizam a plataforma para monitorar sua marca e dos concorrentes – a Zeeng é utilizada por agências de publicidade, que acompanham seus clientes e as marcas que competem no mesmo mercado das empresas que atendem.

Com os 22 clientes atuais, a Zeeng conta com 850 marcas monitoradas em sua plataforma. Em dois anos, o número deve passar para 5 mil.

“Hoje, quase 80% dos clientes da Zeeng são agências, que acabam mostrando a ferramenta para as empresas atendidas e gerando um interesse na equipe de marketing em contar com as informações também internamente. Nos próximos dois anos, esperamos que a proporção de agências entre nossos clientes seja de 50%”, detalha Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Antes de criar a Zeeng no final do ano passado, Prange também fundou a Seekr – startup de monitoramento de marcas nas mídias sociais que realizou em março deste ano uma fusão com a Direct Talk, formando a Hi Platform.

César Paz, fundador da AG2, foi investidor-anjo da plataforma. Desde 2016, quando deixou de atuar na operação diária da agência, Paz tem se dedicado a consultoria de marketing digital e ao universo de startups, atuando como investidor em empresas como MPQuatro, Minovelt, Alright, Delta e Lookbel. Além dele, a Plugar, companhia de Porto Alegre que atua com inteligência de dados, se tornou sócia da Zeeng.

A plataforma reúne informações oriundas de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outras.

O conteúdo é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções do mercado para auxiliar os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing da sua empresa.

Fonte: Baguete

Zeeng Drops – #03 – Entrevista Roberto Ribas – CSO (Chief Strategy Officer) da Brivia

Confira no Zeeng Drops de hoje a nossa entrevista com Roberto Ribas, Diretor de Estratégias da Brivia Digital Branding Co., umas das principais Agências Digitais independentes do Brasil. Em sua trajetória o publicitário foi co-fundador da AGADi (atual ABRADi) e liderou dezenas de projetos para grandes empresas como: VIVO, Braskem, Sicredi, AES Brasil, Cetip, Banco Original entre outros.

Zeeng Drops é o nosso programa quinzenal com conteúdo exclusivo: entrevistas, curadoria de eventos, bate papos, entre outras iniciativas que visam fomentar o mercado de marketing e comunicação através da ciência de dados.

Quem você gostaria de ver em uma edição futura do Zeeng Drops?

Deixe nos comentários o nome ou link do profile no Linkedin de profissionais que vocês gostariam de contar com uma entrevista da Zeeng para as próximas edições do #ZeengDrops 😀

A importância da presença digital para sua empresa e como esse instrumento pode impulsioná-la

A presença digital deve ser levada a sério por empresas de todos os tamanhos – desde uma PME até uma multinacional

Com a ascensão da internet devido ao movimento de transformação digital dos negócios, a tecnologia se tornou indispensável para a vida e o trabalho da maior parte das pessoas. Por conta disso, estar no ambiente online se tornou fundamental na estratégia de marketing de qualquer marca, produto ou serviço.

Por toda essa relevância, a presença digital deve ser levada a sério por empresas de todos os tamanhos – desde uma PME até uma multinacional. Hoje, com as pessoas cada vez mais conectadas na rede, seja por meio de smartphones ou por outros dispositivos, é comum recorrer a internet para qualquer tipo de atividade. Segundo projeções da consultoria Gartner, até 2020, haverá mais de 26 bilhões de dispositivos conectados. Isso significa muitas conexões – alguns até estimam que esse número seja muito maior, mais de 100 bilhões.

Outra questão que não deve inviabilizar o investimento de uma companhia em ambiente digital é a área de atuação. Por mais específico que seja um nicho de mercado, é possível chegar até um determinado público-alvo ou a um cliente em potencial. É importante que se invista tempo e algum esforço para que uma empresa se destaque em âmbito digital. Vale lembrar, que a presença digital não contempla apenas as redes sociais, mas também os acessos da webpage e o conteúdo noticioso que pode vir a ser publicado em portais online.

É bom ressaltar que a atuação no meio digital deve ser planejada e só dá resultados se tiver uma estratégia cuidadosa por trás. Antes de mais nada, os responsáveis pelo marketing precisam definir um objetivo. Aqui pode ser um aumento de vendas, retenção de novos clientes, rebranding, ou até mesmo uma rede virtual criada para o atendimento ao consumidor. O próximo passo é descobrir como o público escolhido se relaciona e se comporta na web. Esse processo é de extrema importância, uma vez que ajuda o gestor de marketing a definir quais os melhores canais para marcar presença.

Cuidado! A popularidade de um canal, ou de uma rede social não garante sucesso à uma estratégia de marketing digital.

É preciso saber onde a audiência desejada está para poder alcançá-la e isso pode envolver outras plataformas. Por fim, defina os formatos e os conteúdos que serão usados para interagir com o público. Lembre-se: a presença digital é um ótimo instrumento para cativar o consumidor e provocá-lo a conhecer uma marca. O engajamento conquistado por meio de uma estratégia digital é um trunfo para a fidelização e retenção de novos clientes.

Eduardo Prange — CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: Adminstradores

Zeeng Drops – #02 – Entrevista Marcelo Trevisani

E o nosso convidado de honra para o segundo Zeeng Drops, é o Marcelo Trevisani, um dos profissionais de marketing de maior destaque no mercado brasileiro. Atuando no mercado há 16 anos, Trevisani já passou por grandes empresas e destacou-se principalmente em suas atuações na Tecnisa e BRF, antes de assumir o cargo de CMO da CI&T.

O Zeeng Drops é o nosso programa quinzenal com conteúdo exclusivo: entrevistas, curadoria de eventos, bate papos, entre outras iniciativas que visam fomentar o mercado de marketing e comunicação através da ciência de dados.

Quem você gostaria de ver em uma edição futura do Zeeng Drops?

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Zeeng Drops – #02 – Curadoria FIC 2017

Nos últimos dias 05  e 06 de outubro aconteceu em Porto Alegre o FIC2017, onde o tema desta edição foi sobre a Economia da Experiência, ou “Economy Experience”.

Nossa equipe esteve presente no evento e preparou com muito carinho uma curadoria em formato de debate para tentar de maneira objetiva resumir os principais observados no evento que contou com palestrantes e painealistas renomados internacionalmente como: Brian Solis, Fred Gelli, Silvio Meira, Jon “Maddog” Hall, Luciana Bazanella, Marcelo Trevisani, entre outros.

Na economia da experiência a indústria criativa ganha especial destaque e protagonismo. Embora as definições sobre indústria criativa ainda sejam genéricas e amplas, podemos afirmar que ela se caracteriza por ter na criatividade e no capital intelectual seus valores referenciais.

Em seu escopo de atividades poderíamos incluir as artes, o design, a produção de conteúdo audiovisual, os jogos, a tecnologia, a comunicação, entre outras tantas atividades que se estruturam a partir da criatividade, incluindo nisso a própria ação empreendedora. Enfim, é na indústria criativa que encontraremos todas as competências necessárias na construção de experiências memoráveis e transformadoras com marcas, pessoas, contextos e espaços.

Confiram o bate papo entre Cesar Paz (curador oficial do FIC2017) e Isa Longo (Consultora parceira da Zeeng) trazendo uma visão resumida e objetiva dos principais destaques do evento:

 O conceito de economia da experiência foi introduzido pela primeira vez em 1999, por Joseph Pine e James Gilmore, ambos especialistas em mercado pela Universidade de Harvard. As experiências representam uma já existente, porém não articulada, forma de resultado econômico. Ao se distinguir “experiências” de “atividades de serviço”, abre-se uma série de possibilidades de reconhecimento de um modelo econômico que vai de encontro ao pessimismo pós-industrial de encolhimento dos empregos ante o desenvolvimento tecnológico, e resignifica a econômia de serviços comoditizada, numa nova lógica que tem as pessoas e suas variadas formas de perceber o mundo no centro de toda atividade econômica.

A “economia da experiência” continuará com seus desdobramentos e, naturalmente, evoluirá para transformações cada vez maiores. Para aqueles que já interagem com o mundo dos negócios associado à experiência, as oportunidades são vastas, cabe escolher qual o papel a ser executado.

SAS inicia terceira turma do curso de cientista de dados

Objetivo é capacitar profissionais a lidar com big data e as mais avançadas ferramentas de visualização e análise de dados do mercado

Com o sucesso do curso de Cientista de Dados do SAS, lançado no Brasil em junho de 2016, uma terceira turma terá início no próximo dia 31. A Academia para Ciência de Dados do SAS utilizará as mais avançadas ferramentas e técnicas de analytics, buscando formar profissionais altamente qualificados para lidar com big data.

O curso é presencial e tem duração de 14 meses, equivalente a 448 horas. Durante esse período, cada aluno passará por aulas teóricas, projetos em equipe, desenvolvimento de estudos de caso e provas de certificação. O programa é composto de dois módulos. O primeiro deles é voltado para a obtenção da Certificação SAS em Big Data e o segundo da Certificação SAS Advanced Analytics Professional. Um vez aprovado, o aluno obtém a Certificação SAS de Cientista de Dados.

Neste mês e em novembro, o SAS já formará a primeira e a segunda turma, respectivamente, de cientista de dados, o que representa cerca de 50 profissionais. Para um dos alunos, o especialista em Big Data, Analytics e Governança da Informação da CertSys, Herbert Morais, o curso teve um papel fundamental em sua vida profissional. “Ele abriu a minha mente e me ajudou a conseguir uma mudança na minha carreira, além de me permitir conhecer pessoas incríveis no próprio SAS. O treinamento foi pago pela minha antiga empresa, como um reconhecimento pelo meu trabalho, e agora estou trabalhando diretamente com cloud e analytics, o que tem sido muito gratificante”, diz o profissional, que participou da primeira turma.

As aulas incluem técnicas de gerenciamento e limpeza de grandes volumes de dados, análises exploratórias, visualização de dados SAS e HadoopMachine Learning e Deep Learning, incorporação de modelagem preditiva e outras habilidades necessárias à formação de um cientista de dados.

Além do conhecimento técnico, é necessário que os candidatos entendam de negócios e tenham experiência em programação, com conhecimentos em matemática aplicada, além de proficiência em inglês.

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de outubro pelo e-mail andreia.santos@sas.com. Para mais detalhes sobre o curso, basta clicar no link Academia de Cientista de Dados.

Profissão do futuro

Atualmente, o cientista de dados é um dos profissionais mais valorizados pelo mercado devido à grande demanda das empresas e ao alto grau de conhecimento técnico desse especialista, o que torna também os salários bem atraentes. A importância desse profissional ganhou tamanha relevância a ponto de ter sido listada pelo Fórum Econômico Mundial como uma das mais relevantes profissões para o mercado até o ano de 2020.

Segundo a coordenadora de Treinamentos do SAS Brasil, Andréia Santos, o objetivo do curso é atender às demandas do mercado por profissionais com formação especializada. “Existe hoje uma necessidade grande das empresas em poder contar com profissionais capacitados em inteligência analítica e Big Data, capazes de extrair informações valiosas desse imenso volume de dados que as organizações têm à disposição. É nesse momento que a figura do cientista de dados ganha importância”, diz a executiva.

O certificado do SAS em Ciência de Dados é reconhecido internacionalmente, permitindo que o profissional possa trabalhar em qualquer mercado ao redor do mundo, conquistando, assim, novas perspectivas de carreira.

Fonte: ITForum365

Painel Startups Exponenciais no FIC2017

Nos últimos dias 05 e 06 de outubro ocorreu o FIC 2017 – Festival de Interatividade e Comunicação. Para quem não pode presenciar o evento ou até mesmo acompanhar o painel sobre as Startups Exponenciais (Zeeng, Warren e TAG) segue o vídeo que registrou este bate papo entre os empreendedores Eduardo Prange (Zeeng), Tito Gusmão (Warren) e Arthur Dambros (TAG).

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